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Encontro No Carnaval - Quarta Parte

Estando magnífica também estava angelical e com isso coloco bem baixo “Sonho Angelical de Rubinstein”, aos poucos fazia carinho na Carla que ia acordando ela com um ar angelical, a música cresce melodicamente que conseqüentemente tomavam as nossas mentes que chega num ponto que a pego abraçando-a e beijando-a fortemente com uma grande sensualidade. Os violinos, os timbales tocavam e os nossos lábios encostados num o outro com uma perfeita harmonia com a melodia angelical da melodia provocavam em ambos um grande êxtase. Após desse beijo fico olhando para ela, toco na sua nudez com domínio de sempre, ao tocar ela ali parada, sentindo o meu toque dominando-a, lentamente a sua excitação aumentava e num certo momento, não precisando ordenar, fica de pé na posição de inspeção. Eu vendo essa atitude fico muito contente, levando, me aproximo dela, dou um beijo em cada parte do seu corpo. Em cada beijo Carla soltava gemidos leves como a leveza do ser, nesse momento vejo que a Milan Kundera está certo “não amar uma vez só. Tem que amar várias vezes, pois se amar uma vez só é a mesma coisa que não ter amado” e complemento dizendo “amar várias vezes a mesma mulher ou o mesmo homem”. Depois de ter beijado cada parte ela fica de quatro, com carinho pego um chicote e começo, com cuidado, a chicotear cinco vezes as nádegas. Cada vez que o chicote batia na bunda dela, soltava um ‘ai’ não de dor, mas de prazer que aos meus ouvidos fazia com que batesse mais e mais até que ela gozasse freneticamente deixando aquele quarto com um ar que poucos iriam apreciar: um ar de sexo selvagem. Depois da seqüência de dez chicoteadas, com a bunda avermelhada, passo dois dedos da minha mão entre as bandas da bunda provocando-a de uma forma deliciosamente que conseqüentemente ela soltava gemidos e suspiros, mas sempre deixando um sentido angelical. É esse ar angelical deste momento que busco, a sintonia entre duas pessoas num momento sublime de uma relação D/s, de uma entrega de duas pessoas que se amam. Dessa forma provocando-a mais ainda pego um plug e coloco no cuzinho dela, após de preenchido o cuzinho com o assessório anal, com um carinho peço que ela levante e me acompanhasse até no banheiro. No banheiro a coloco de joelhos debaixo do chuveiro, prendo seus braços nas costas que em logo seguida abro o chuveiro e ali dou um banho como uma cadela merece; imóvel, relaxando, sentindo as mãos do seu Dono dando um banho que como uma mulher de alma submissa deseja. A alma angelical de Carla é fascinante, está na angelicalidade que a submissão dela se encontra, precisa ser dominada, protegida, amada constantemente e eternamente para que ela sentir segura e forte. Após o banho solto os braços dela, segurando as suas mãos levo para a cama, mas não a deito, pois a ordeno que fique de pé e me esperando. Carla estava imóvel ao lado da cama quando volto do banho, sento na cama e a ordeno que sente no meu colo colocando a cintura entre as pernas dela. Com a sua graça senta como fora ordenando, os seios dela sendo massageado pelo meu peito provocava ela e com isso ordeno que deite curvando para a coluna para trás deixando seus seios acessíveis para seu Dono, assim com as minhas mãos faço carinhos que subiam da cintura para os seios, fiz esse percurso algumas vezes, mas num momento brinco com os mamilos puxando-os levemente que conseqüentemente, nos carinhos e na tortura mamilar, provocava nela uma grande excitação que me deixava louco de tesão. Com esse tesão a ordeno que fique de pé rente a parede, coloco camisinha, dou vários beijos na boca, no pescoço, nos seios e de repente com uma mão tampo a sua boca que conseqüentemente a assustou que na qual me deixou mais ainda excitado. Assim penetro vaginalmente que provoca uma grande excitação nela, e com força inicio os movimentos, Carla não gemia, gritava e seu grito era abafado pela minha mão que estava na sua boca. Não era um sexo sem amor. Era com muito amor, contudo o que deixava assustada era a minha força nos movimentos vai e vem; lentamente tiro a minha mão da sua boca e ao tirar completamente da sua boca noto que estava gemendo deliciosamente como uma cadela deve gemer. No meio desse movimento vai vem levo as minhas mãos para a sua bunda e com uma das mãos coloco entre as bandas da bunda que lentamente retiro o plug que estava preenchendo-a no cuzinho, assim que retiro ela goza e ao sentir o seu gozo aumento a velocidade dos movimentos vai vem até que nós dois alcançamos um êxtase que nos leva às estrelas. Nesse momento Carla ergue os seus braços para cima da sua cabeça, com isso sinto o seu cheiro. O cheiro que pedia mais e mais. Olhando para os seios dou algumas mordidas que retirava gemidos e suspiros deliciosos dela. E o quarto estaca contaminado de pelos sons dos gemidos, suspiros que nós dois soltávamos quando gozamos freneticamente que por conseqüência ficamos extasiados; ficamos ali um pouco olhando um para outro, depois tomamos um banho, e caímos na cama e nos acordamos somente noutro dia. E agora vocês leitores devem estar pensando “o que vai ser no último dia do feriado do carnaval?” Infelizmente esse capítulo – 4ª Parte – termina aqui.