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Sir Ghannon e Sabrina - O Preço de Uma DesobediênciaII Concurso de Contos e Poesias BDSM - Parti

Sabrina, 39 anos, altura mediana, é uma mulher charmosa, de personalidade forte, decidida e independente. Sua beleza se reflete no seu jeito de vestir, andar e sorrir. Feminilidade estonteante sempre à frente de tudo, porem, Sabrina não era livre como a maioria das suas amigas, devido sua submissão a Sir Ghannon. Estava nervosa e arrependida com pensamentos que lhe atormentavam. Como Sabrina, submissa, iria explicar para seu dono que fora a uma festa com algumas amigas, sabendo que não tinha sido autorizada? Sir Ghannon, empresário catarinense, tem 48 anos e apesar de seus cabelos levemente grisalhos, é praticante de natação e tênis para manter seu definido corpanzil de atleta. Sempre foi um homem autoritário, rígido, mas muito charmoso. Sua presença a intimidava. Às vezes parecia lançar fagulhas de gelo com seu belo e esverdeado olhar, fazendo-a estremecer e excitar. Sabrina estava sentada numa poltrona lendo um livro do Marquês de Sade, leitura prazerosa que todos os dias ela saboreava. O telefone toca, seu coração dispara e de um salto atende. - Alô? – Ao escutar a respiração do outro lado, sabe de quem se trata. - Boa noite cadela! – Sir Ghannon com sua voz firme e pausada já a deixa tremula. - Boa noite meu senhor. – Mas Sabrina ficou tranqüila, pois seu dono estava fora da cidade e só voltaria no fim de semana. - Como você está? - Estou bem meu senhor, com saudades. - Verdade? - Então se arruma que dentro de vinte minutos estou passando aí – Sua voz não aceitava recusa. - Mas já esta na cidade? – Ela ficou irritada por sua voz sair tremula o que ele deve ter percebido. - Se vou passar aí, o que acha? - Por que esta nervosa? Fez alguma coisa que não deveria? – Ele já sabia, ela pensou, o conhecia perfeitamente e estava irritado. - Senhor, eu posso explicar! - Deixe para depois, se arrume e não atrase. Ele desligou sem deixá-la terminar de falar. Sabrina começou a tremer, sabia que iria pagar caro pela desobediência, mas não resistiu, estava só e suas amigas praticamente a arrastaram com elas. Colocou um vestido azul colante até a cintura e bem rodado na saia, estava de espartilho, meias 7/8 com renda, salto alto, passou só um batom rápido, pois o tempo dado já estava se esgotando. Com seu dono jamais poderia usar calças e nem calcinhas, seu cabelo teria que estar solto e sempre comprido, já estava saindo quando lembrou da sua gargantilha dourada com as inicias de Sir Ghannon ao centro, simbolizando sua coleira social, com a qual teria sempre que sair. Mais um detalhe esquecido na noite anterior. Realmente estava encrencada. Ao entrar no elevador encontrou seu vizinho e o cumprimentou. Saiu apressada e o carro já a esperava, o chofer abriu-lhe a porta de trás e assim que entrou, encontrou o olhar de seu dono a fixando. Tomou o cuidado de abrir as pernas e ele levou sua mão aos lábios de sua submissa fêmea, sem tirar os olhos dos dela. Sabrina ia começar a falar, mas foi interrompida por Ghannon, que com seu dedo indicador a fez permanecer calada e perceber que estavam pegando o caminho da sua suntuosa mansão. Chegaram à entrada e o portão se abriu lentamente. O carro percorreu aquela rua ladeada por eucaliptos e o silêncio dentro dele era assustador. Quando finalmente chegaram de frente à porta principal o carro parou e o motorista veio abrir a porta. Ela saiu e aguardou seu dono. Suas pernas quase não a sustentavam e Sir Ghannon percebendo, lhe ajudou a subir os degraus sorrindo. A porta se abriu e sua governanta lhes deu passagem para entrarem. - Dona Antônia acompanhe a Sabrina ao meu escritório e prepare-nos dois cafés, depois não quero ser incomodado. A senhora andou na sua frente e depois de passar por um corredor onde a parede era toda de vidro podendo ver assim um grandioso jardim florido e um bosque fantástico. Chegaram a porta maciça e bem trabalhada do escritório e Antônia a abriu, deixando Sabrina passar. Aquela servil fêmea se arrepiou toda ao adentrar aquele lugar com tantas estantes rodeando todo o recinto, lotadas de livros. Era dali que Sabrina pegava os livros do Marquês de Sade. Seu dono tinha toda a coleção. Viu-se a frente da mesa dele, mas o que a fez estremecer foi a estante atrás da mesa, ali sim era o seu calvário, sentou-se na poltrona de frente a mesa e esperou. A demora a deixava mais apreensiva, ate a porta novamente se abrir lhe assustando. Era a governanta com o café. Deixou a bandeja na mesinha de canto e saiu. Minutos depois Sir Ghannon entra todo imponente, indo sentar-se na sua poltrona atrás da mesa. Sabrina estava sentada sensualmente com a perna aberta, que dava a seu dono a perfeita visão de sua vulva já encharcada. - Sirva-nos o café. – Ele estava encostado em sua poltrona sério. Ela lhe entregou a xícara por cima da mesa, tendo que se curvar um pouco. Assim que ele pegou a xícara com a outra mão a segurou a puxando para si, fazendo com que ela se debruçasse em sua mesa. - Fique assim! Ele Ordenou. Sabrina gelou quando ele abriu uma gaveta e pegou uma paddle de madeira pesada e colocou em cima da mesa. - Senhor eu posso explicar? Sua voz já estava chorosa, mas ele continuou inexpressivo. - Depois você vai me explicar, agora a quero bem quieta aí. – Apesar de seu tom autoritário de voz, Sir Ghannon continuou com ar calmo e tomou seu café pausadamente, observando o quanto ela já estava agitada. Quando terminou sua bebida, levantou-se da confortável e reclinada poltrona e pegou a paddle. Posicionou-se ao lado dela, levantou seu vestido passando a mão naquelas lindas nádegas de pele lisinha e alva e começou a bater. Distribuía bem a surra e Sabrina começou a espernear gemendo baixo. Ele colocou a paddle na sua coxa a alertando, o que fez com que ela parasse suas queixas iniciais na hora. Sir Ghannon continuou o castigo até aquela bela bunda branquinha estar totalmente marcada. Ao parar o castigo inicial, passou seus dedos suavemente nos vergões deixados e a ajudou se levantar. Pegou seu rosto em suas mãos e se beijaram com paixão. A fez se ajoelhar em sua frente e abrir sua calça. Logo ela estava chupando seu mastro já ereto, primeiro com carinhos na glande e no saco, colocando ora um, ora outro ovo na boca o dando uma tremenda sensação de prazer. Depois de um tempo sendo chupado, Ghannon começou a estocar seu enorme membro na garganta de sua deliciosa fêmea quase a fazendo engasgar. Aquele másculo homem castigava suas amídalas, mas Sabrina sabia como lhe dar prazer. Enquanto abaixava e levantava sua cabeça em encontro ao pau de seu dono, seus lábios faziam uma pressão nem muito forte nem muito fraca em torno do grosso membro, de forma que ele sentisse na pele a textura da boca de sua cadelinha. Sabrina chupava e sentia o pau estufar cada vez mais seus lábios, até sentir jorrar em sua garganta o leite de seu macho. Ela sabia que não podia deixar escapar nenhuma gota e engoliu com sofreguidão toda à porra de seu dono. Depois de lambê-lo e sugá-lo todo, o deixou limpinho. Sir Ghannon se recompôs e a fez levantar, se dirigiu para a estante tão temida e a puxou para o lado fazendo assim aparecer uma escada que foram descendo até chegar à outra porta maciça que ao abrir tinha outra que já estava aberta. Passaram pelas duas ele as trancou. Lá dentro uma arquitetura rústica com argolas nas paredes, uma mesa com argolas nas quatro pontas, um cavalete forrado em couro num canto e em uma parede estava todos os flogs, chibatas, chicotes, guascas de todos os materiais. Em outro canto num vaso grande as varas de rattan e canes. Sabrina respirou fundo e apesar de não ter nem se tocado enquanto chupava seu mestre, já tinha gozado. Seu dono tirou o paletó e começou a arregaçar as mangas da camisa. - Tire seu vestido. – Ele ordenou. Ela o obedeceu ficando de espartilho, meias e sapato, ele pegou uma corda e amarrou suas mãos a puxando para a parede, prendendo a corda em uma das argolas, forçando assim ela ficar nas pontas dos pés. Com o rosto colado na parede, ele pegou um flog de couro cru, pesado e começou o açoite, primeiro nas nádegas, subiu paras as costas, enquanto ela gemia, tentando fugir dos golpes. Nada adiantava, ele acertava as pernas, voltava para a bunda, costas; Sabrina já pedia clemência, mas Sir Ghannon não parava. Depois de estar bem marcada, com as riscas salientes ele parou e a soltou, a carregou para a mesa, a fez ficar de quatro e acariciando as marcas enfiou seu mastro no apertado cuzinho dela sem dó nenhuma, lhe tirando um grito. Sir Ghannon começou a lhe comer intensamente, com estocadas cada vez mais fortes. Sabrina depois do impacto inicial começou a relaxar e a fricção daquele enorme pau em seu rabo começou a lhe dar uma sensação inigualável, um prazer jamais sentido. O tesão estava estourando sua cabeça e logo estava implorando para gozar, o que seu dono a deixou prontamente. Ela se entregou para o êxtase e ele também já no seu limite explode, jorrando seu vasto e grosso esperma dentro dela. Ambos ficaram deitados esgotados pela intensidade vivida ali naquele instante. Passaram-se alguns minutos e Sir se levantou acendeu as velas coloridas nos candelabros, um em cada canto do grande tapete. Numa parte do cômodo acendeu uns incensos e colocou uma musica suave, som baixo e se dirigindo para o cesto de cordas disse a ela: - Levante-se e tira essas peças e venha aqui cadela, nas quatro patas. Sabrina se levantou e tirou tudo ficando nua e foi andando como uma cadela para ele, o olhava nos olhos sorrindo e forçava mais o rebolar. Assim que chegou ao seu lado ele a pegou pelo cabelo e a levantou chegando seu rosto bem perto do dele. - Esta me provocando não é cadela? Estava sorrindo, sinal que havia gostado de seu atrevimento. A deixou de pé e pegando um pedaço de corda não muito longa, passou em volta do seu dorso logo abaixo dos seios o tocando-os, deu as voltas uniformes amarrando as pontas atrás, tocou em seus seios acariciando-os, depois pegou mais uma do mesmo comprimento e fez o mesmo, mas no dorso superior aos seios, os tocando e amarrando do mesmo jeito, passou a mão no seu rabo a abraçando por trás. Pegou mais uma e a dobrou passando entre os seios na corda de baixo, deu duas enroladas entre si mesmas e passou uma ponta por debaixo da corda do dorso superior aos seios e a outra por cima desta mesma corda depois ele levou as cordas em direção dos ombros ficando como um v e se postou atrás dela, respirando em seu ouvido, encostando-se a ela, lhe fazendo arrepiar, puxando as duas pontas para levantar um pouco os seios e desceu para amarrá-las, uma de cada lado da sua espinha. - Esta machucando? Perguntou lhe beijando seu rosto em vários lugares. - Não Senhor. – Sabrina estava excitadíssima, com o coração disparado. - Ótimo. Ele pegou uma corda mais comprida e passando pelo seu pescoço, trouxe para sua frente alinhando as pontas, depois, com as cordas juntas deu um nó simples acima dos seios, desceu um pouco e deu mais um nó, chegou à altura do umbigo deu mais um e o ultimo na altura da úmida vagina de Sabrina. Passa as pontas por baixo fazendo a corda pressionar seu cuzinho e volta para frente passando as pontas pelo anel feito entre o umbigo e a vagina, puxando para trás de novo cruzando as pontas e voltando para frente passando as pontas no anel entre os seios e o umbigo a fazendo colocar os bíceps encostados em seu corpo. Deu duas voltas em cada braço e colocou as mãos para trás, amarrando-as por final. Nesta altura o nó já estava pressionando a vagina dela lhe fazendo molhar a corda. Imobilizada como estava, conseguiu esfregou suas pernas naquela corda, o que lhe deu mais prazer ainda. Sir Ghannon depois disso, a fez se ajoelhar no tapete e a colocou de bruços, lhe dando palmadas fortes e ritmadas. Sabrina que já estava dolorida se contorcia gemendo, depois ele pegou uma padlde de madeira tipo uma colher de pau e começou a bater de novo, enquanto ela pedia para ele parar, pois estava ardendo, daí que ele batia mais e logo substituiu pela chibata onde sem dó bateu deixando vergões no seu traseiro. Sabrina já estava chorando tentando se soltar e quando estava bem marcada ele parou, ajoelhou-se do lado dela e lhe beijou ternamente seu rosto a desamarrou-a tirando a corda mais longa. Pegando dois bastões do mesmo comprimento, Sir Ghannon amarrou suas mãos em cada extremidade de um dos bastões, ficando com os braços abertos e fez o mesmo com os pés usando o outro. Pegou uma gagboll e colocou em sua boca. Pegando a vela vermelha começou a pingar nas costas dela, depois mudou para amarelas. Sabrina a cada pingo se retesava gemendo, as vezes parava e dava he beijos nas marcas em suas nádegas, Sir Ghannon fez um quadro colorido nas costas dela com as velas, depois a beijou de novo e começou a solta-la. Já de pé seu dono lhe deu um beijo apaixonado e a levou na frente do espelho para ela ver como estavam suas costas, os dois se olharam pelo espelho e sorriram cúmplices desse momento tão prazeroso que acabaram de viver. Ele a ajudou tirar aquelas velas e os dois tomaram banho juntos, Sir Ghannon ao passar as mãos nos vergões deixados a pouco se excita de novo e a arrasta para o cavalete ainda molhados e a faz debruçar nele lhe comendo o rabo novamente. Sabrina vai ao delírio de tanto tesão e os dois gozam de novo. Depois de já vestidos, Sir Ghannon lhe informa que vão jantar juntos, mas antes a puxa para a mesa a debruçando, levanta sua saia e coloca um plug no seu rabo e diz que se sair dali ele começa outra sessão imediatamente. Sabrina já dolorida da surra de pica e das chibatadas fica com uma fisionomia de suplicio, pois estava doendo demais, ele abaixou sua saia e os dois saíram de lá indo para a sala de jantar, onde a mesa já estava posta e ele, agindo cavalheiramente, puxou a cadeira para ela sentar. Quando encostou sua nádega ao assento, deu um salto da dor que sentiu, depois foi descendo bem devagar até conseguir sentar, mas sentindo muita dor. Ele esperou pacientemente sorrindo, satisfeito pelo resultado esperado. Sentou-se na frente dela fingindo não entender seu pedido com o olhar para lhe arrumar um travesseiro ou mesmo tirar o plug, a olhava sorrindo e jantou sossegado, já ela, quase não comeu. Queria sair dali o quanto antes, mas sabia que enquanto ele não terminasse, não poderia se levantar. Quando finalmente acabou seu jantar ele se levantou e foi até ela para que se levantasse também. - Agora nós vamos para meu escritório, pois espero uma explicação por ontem. Disse sério. Sabrina estremeceu e o seguiu. Chegando lá se sentou meio de lado na poltrona e sem conseguir olhar para ele lhe contou o ocorrido. - Ontem mesmo fiquei sabendo da sua desobediência, por isso vim no primeiro avião, pois sabe que não tolero isso, quanto ao fato de ter esquecido sua coleira, levará cinco lambadas de vara na bunda. - Mas senhor, já me castigou, não vou suportar. Disse chorosa. - Será que ouvi bem? – Se levantou bravo que a fez se encolher na poltrona. - Não senhor, tudo bem, eu mereço. Se apressou em dizer antes que ele aumentasse para o dobro como já ocorreu. - Pode tirar o plug e quero você virada para a parede de saia levantada. Ele pegou uma vara de rattan no alto da estante e se posicionou do seu lado esquerdo um pouco afastado e no primeiro golpe Sabrina quase se ajoelhou de dor, virou para ele implorando, mas ele continuou irredutível, então voltou para sua posição e as que seguiram não foram diferentes e quando ele lhe deu a ultima, desabou no chão chorando com suas mãos no lugar castigado. Ele ajudou ela se levantar e a levou para casa. Depois disso Sabrina nunca mais esqueceu de usar sua coleira, mas desobedecer era sua especialidade que jamais passou despercebido por Sir Ghannon que vem lhe disciplinando a cinco anos de cumplicidade, respeito e paixão ou seja SSC.