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Escravo da Rainha
Meu nome é Kilombo, nome próprio de um escravo. Sempre estive a procura de uma rainha, uma que fosse autoritária, que soubesse o poder que poderia exercer sobre mim, uma que soubesse usar a força de modo a fazer com que suas ordens fosse cumprida. Enfim, uma que soubesse usar um chicote, exercer o dom da tortura a fim de obter sua satisfação sexual.
Garanto, que encontrar essa rainha não foi uma tarefa fácil. Mas um dia encontrei-a.
Quando a vi, ela vestia uma roupa social, uma sandália de salto alto. Seus lábios estavam coberto por uma pigmentação vermelha, seus cabelos soltos faziam exibir sua superioridade feminina, seus passos eram de uma pessoa autoritária era a mulher com quem sempre sonhara.
Após nosso primeiro encontro ela, talvez préviamente previsto, mostrou-se amigável, sua inteligência era algo que demonstrava ser um ser superior, ganhou minha amizade. Depois saberia que essa amizade me custaria muito caro.
Conforme o tempo passava, nossa amizade aumentava, e a intimidade progredia na mesma proporção. Um belo dia, numa de nossas conversas, bem íntima por sinal, disse a ela, que meu desejo era ser dominado por uma mulher durante uma transa. Ela então deu-me um sorriso, que por sinal bem sádico, e desconversou. Achei que naquele momento havia dado uma mancada. Mas ela, seu nome era CARLA, MADAME CARLA, é assim que devo chamá-la. MADAME CARLA, não admite que eu tenha intimidade a ponto de invocá-la sem o devido tratamento real, convidou-me num tom autoritário a levá-la até a casa dela.
Ao chegar em sua casa, ela me convidou para entrar, disse que precisava fazer um trabalho e minha ajuda seria imprescindível. Como recusar um pedido de uma mulher linda como ela? Ela sorriu-me de maneira misteriosa e, entramos.
O primeiro ambiente da casa era a sala. Assim que entramos, percebi a presença de mais uma mulher. MADAME CARLA, apresentou-a como sendo HARI.
HARI, era uma mulher alta, tinha cabelos longos escuros, olhos na mesma tonalidade, seios grandes, bunda empinada, lábios carnudos, ela me cumprimentou com um olhar que penetrou minha alma, então ela disse:
- Você é Kilombo, MADAME CARLA, fala muito sobre você.
Me arrepiei. Senti uma recepção um tanto sombria. MADAME CARLA deixou-me em companhia de HARI, e entrou em outro ambiente, seu quarto, onde ficaria sabendo que tinha o nome de Senzala.
Ficamos conversando sobre vários assuntos enquanto MADAME CARLA fazia algo que somente saberia depois. Após alguns instantes, MADAME CARLA chamou HARI até seu quarto e, antes que me deixasse, HARI me disse que estaria no quarto de MADAME CARLA, e explicou-me como fazer para chegar lá. Fiquei sozinho por aproximadamente 30 minutos. O tempo parecia eterno, ainda mais sozinho. Até que então ouvi alguém me chamar. Fui até o quarto, mal sabia o que estava para acontecer, marcaria toda a minha vida.
Ao entrar, imaginei que iria provavelmente fazer algum serviço braçal, notei um ambiente sombrio, pouca luz, aparelhos de tortura, correntes e vi duas mulheres, de primeiro momento não distinguia entre MADAME CARLA e HARI. Uma delas vestia uma bota de salto alto, cano até os joelhos, uma mascara também de couro deixando transparecer seus cabelos em forma de rabo de cavalo, um sutiã no mesmo material, sem forro, mostrava os belos seios da dona. Também usava um biquini de couro preto, em sua cintura, havia um cinto em formato de corrente feito em metal. Em sua mão direita ostentava de forma autoritária um chicote. A outra também vestia uma bota de salto alto, também vestia uma tanga preta feito de couro, um sutiã sem forro do mesmo material, não usava mascara, sustentava sobre sua cabeça uma coroa dourada. Em sua mão direita portava um cetro. Percebi então que aquela era a rainha MADAME CARLA.
A visão que tive foi indescritível. Tive uma mistura de sensações. Medo e tesão se misturavam. O ambiente transmitia uma impressão de horror e suspense. Mal entrei e senti algo queimando minha pele, um estalo rasgou o ambiente. Me senti atordoado. Uma voz rasgou o vácuo.
- Ajoelhe-se insolente, perante sua Rainha MADAME CARLA.
Pude perceber, passados alguns minutos, que o estalido que ouvira era o estalar do chicote desferido pela HARI e também era dela a voz que me ordenava para prostra-me diante da Rainha MADAME CARLA.
Como demorei um pouco para cumprir a ordem recebida, mesmo por que, ainda estava tonto com a dor que estava sentindo, ouvi novamente o estalado e uma dor queimando minhas costas e, novamente a voz:
- Ajoelhe-se escravo, ponha sua cabeça no chão e somente olhe para a Rainha quando ela autorizar.
Rapidamente ajoelhei-me e fiz o ordenado.
Ajoelhado de rosto no chão, ouvi uma voz dizendo:
- Kilombo, é agora minha propriedade. Será meu objeto, para meu deleite. Farei com você o que bem entender e você cumprirá todas as minhas ordens sem exprimir qualquer reação, entendeu?
Respondi:
- Sim entendi.
Novamente aquele som horrendo seguido de uma dor. HARI entra em cena.
- Rainha MADAME CARLA escravo. Diga Rainha MADAME CARLA.
- Rainha MADAME CARLA, eu ouço e obedeço.
- Agora está melhor escravo.
- Sim senhora.
- Não escravo me chame de Sacerdotisa HARI.
Novamente aquele som e aquela dor.
- Sim Sacerdotisa HARI.
Após esse adestramento, percebi que Rainha MADAME CARLA caminhava em direção a uma cadeira que tinha a aparência de um trono. E, mesmo de rosto no chão, percebi que ela sentou-se em seu trono, e colocou uma das pernas sobre o braço do trono. Ouvi uma voz autoritária dizendo:
- Seu comportamento e sua vestes não condiz com sua situação, tire toda sua roupa.
Para não ter que ouvir aquele som acompanhado de dor executei a ordem recebida com a maior rapidez, nunca imaginei que poderia ser tão eficaz no cumprimento de uma ordem.
- Sim minha Rainha MADAME CARLA, respondi.
Todo nu, ajoelhado e de rosto no chão, esperava pelo meu destino.
- Escravo, dizia minha Sacerdotisa, terá de cumprir tarefas que sua Rainha MADAME CARLA lhe ordenar, será severamente castigado se não agradar a Rainha.
Respondi:
- Sim Sacerdotisa HARI, cumprirei todas as ordens.
De imediato a Sacerdotisa ordenou me que colocasse minhas mãos para traz e algemou-me. Agora estou totalmente nu, algemado e indefeso. Após ter concluído com a imobilização, a Sacerdotisa HARI, postou-se em minha frente, pude então perceber sua buceta, totalmente depilada, o tesão me invade e fico de pau duro como pedra. A dor e o barulho infernal volto a sentir.
- Quem te ordenou para ficar de pau duro, diz a Sacerdotisa.
- Como castigo, diz ela, será colocado uma coleira em você.
Ela então coloca uma coleira com uma corrente. Pareço com um cachorro, acho que cachorro seria melhor tratado. Rainha MADAME CARLA olha com olhar de maldade para a Sacerdotisa e esta entende o que seu olhar diz e ouço o chicote balançar.
- Vai escravo, vai de joelhos até a Rainha MADAME CARLA e chupe a buceta dela.
Conforme ia rastejando, a Sacerdotisa HARI, liberava a corrente. Cheguei até o trono. Vi que minha Rainha MADAME CARLA tinha uma buceta deliciosa, meu pau estava tão duro que latejava. Comecei a chupar a buceta dela. Minha Rainha MADAME CARLA delirava de prazer. Meu único prazer era tomar o mel que saia da buceta dela. Após ela ter gozado, olhou para a Sacerdotisa e disse:
- Sacerdotisa, usufrua do meu escravo.
Senti um puxão na corrente e uma voz dizendo:
- Venha logo escravo, quero me satisfazer meu tesão.
Chegando próximo de sua buceta, recebi uma bofetada no rosto e ela disse:
- Por que demorou?
- Não voltará a acontecer Sacerdotiza HARI.
Comecei a chupar a buceta da Sacerdotisa. O delírio era visto em seu rosto e, não demorou para que pudesse sentir seu gozo invadir minha garganta. Após ter satisfeito minhas donas, a Rainha tirou algo que estava perto e chamou a Sacerdotisa. Pude ver que era um consolo, deveria medir uns 20x5 cm. A Sacerdotisa dirigiu-se até a Rainha MADAME CARLA e pegou o objeto. Vi que a Sacerdotisa introduzia aquele enorme pau na buceta da Rainha MADAME CARLA. A cena que observava me deixou com um tesão incontrolável. Logo em seguida, a Sacerdotisa ajoelhou-se perante a Rainha MADAME CARLA para poder melhor introduzir o brinquedo. Recebi uma ordem direta da Rainha MADAME CARLA.
- Venha aqui escravo, chupe o cú da Sacerdotisa.
Enquanto chupava o cu da Sacerdotisa ela introduzia num movimento ritimíco o cacete na buceta da Rainha MADAME CARLA.
Após a Rainha MADAME CARLA ter gozado e a Sacerdotisa também, a Rainha MADAME CARLA levantou-se e ficou de quatro em seguida a Sacerdotisa toma seu lugar no trono.
- Escravo chupe meu cu.
Enquanto executava a ordem com presteza ela introduzia o enorme cacete na buceta da Sacerdotisa. Elas gozaram como nunca. A Rainha MADAME CARLA disse a Sacerdotisa:
- Prepare ele para me comer a minha buceta.
O meu pau virou um aço. Finalmente vou comer a minha Rainha MADAME CARLA. O engano foi grande. Enquanto a Rainha MADAME CARLA sentava em seu trono, a Sacerdotisa HARI , pegou o consolo e colocou sua base em minha boca.
- Feche a boca escravo, você ira comer a Rainha MADAME CARLA, não deixe esse cacete sair de sua boca.
- Sim senhora Sacerdotisa HARI.
Mordendo firmemente aquele enorme pau, e com as mãos algemadas caminhei ajoelhado até a Rainha MADAME CARLA em seu trono. Como não poderia segurar com as mão, foi um pouco difícil enfiar aquele caralho na buceta da Rainha MADAME CARLA, mas conforme demorava, era castigado severamente pela Sacerdotisa. Finalmente o cacete entrou todo na buceta da Rainha MADAME CARLA, com movimentos de cabeça o cacete entrava e saia daquela maravilhosa buceta. Em seguida a Rainha MADAME CARLA me ordenou que comece seu cu. Novamente a dificuldade até conseguir enfiar aquele cacete no cu dela. E sob dor e medo meu tesão também aumentava.
Depois da Rainha MADAME CARLA ter se satisfeita ela ordenou que agora comesse a Sacerdotisa HARI.
A Sacerdotisa HARI, posicionou-se em minha frente e comecei a enfiar o cacete em sua buceta. A pratica já estava patente em mim e, não foi preciso apanhar para satisfazer o tesão de Sacerdotisa HARI. Ela gozou tanto que estava achando um desperdício a perda daquele mel valioso. Foi quando numa atitude de complacência minha Rainha MADAME CARLA ordenou que tomasse todo o mel que escorria por entre as pernas da Sacerdotisa HARI. Lambi aquele suco e quando secava o que estava nas cochas ia direto a fonte, então bem devagar passava minha lingua na buceta e no cu da Sacerdotisa.
Como não estavam satisfeitas, percebi que Sacerdotisa levantou-se, enquanto puxava-me pela colera. Fez me deitar numa cama ali existente e novamente colocou o cacete em minha boca. Logo em seguida veio a Rainha MADAME CARLA subiu na cama colocou uma perna de cada lado de minha cabeça e pude ver aquela vulva, seus detalhes. Ela estava toda depilada, restava apenas um pouco de pêlos próximo o clitóris. Então ela veio descendo, com a mão posicionou o consolo na entrada de sua buceta e começou a engoli-lo, pouco a pouco, até que todo o consolo estava dentro de sua buceta. Ela começou então a cavalgar aquele enorme monstro, subia e descia, descia e subia, e quanto mais entrava o cacete em sua buceta mais ela delirava, quanto mais saia o consolo mais ela queria que ele entrasse novamente, quando estava prestes a gozar, ela me disse:
- Escravo vou dar a você o nectar dos deuses, será beneficiado com o mais puro mel, não desperdice uma gota.
Ela retirou a buceta do cacete simultaneamente esse de minha boca e, majestosamente sentou em minha boca e pude então sentir o mel do prazer. Após sentir o gosto maravilhoso do néctar, e a rainha sair de cima de minha boca, senti meu rosto queimar, a Sacerdotisa acabava de desferir uma bofetada em meu rosto.
- Escravo ainda não terminou.
Novamente ela coloca aquele cacete em minha boca, se posiciona em cima do consolo e vejo aquela buceta descendo lentamente, lentamente, parava um pouco, rebolava, e tornava a descer. De repente sinto meu pau sendo sugado por uma boca quente. A Rainha MADAME CARLA resolve se apossar de seu cetro, duro, rijo. Finalmente todo o cacete penetra a vulva molhada da Sacerdotisa, enquanto tenho meu pau chupado pela Rainha MADAME CARLA. A Rainha MADAME CARLA diz para a Sacerdotisa:
- Esse cacete parece bom, quer experimentar?
A Sacerdotisa não se fez de rogada. Enquanto fazia movimentos de sobe e desce do consolo abocanhou meu cacete. Uma após outra, meu cacete era sugado, mordido. Não sabia distinguir dor de prazer. Prazer de Dor.
Quando a Sacerdotisa estava prestes a gozar, eu já esperando o meu néctar ela levanta-se, porém não tira o consolo da minha boca, fiquei imaginando, como iria tomar o néctar se ela não tirou o consolo de minha boca. Será que o tesão é tanto que ela esqueceu de tirar. Engano meu. A Rainha MADAME CARLA abocanhou aquela buceta e tomou tudo o mel, foi então que notei que aquele mel era para saciar a sede da Rainha MADAME CARLA.
A Rainha MADAME CARLA após deliciar-se com o mel disse a Sacerdotisa:
- Prepare o escravo para a Chuva de Ouro.
Fiquei imaginando o que seria essa chuva.
Então ainda deitado a Rainha MADAME CARLA senta-se em minha boca e começa a urinar. O susto foi tão grande que virei a cabeça de lado para não ter que tomar a urina. Senti então um peso no abdomem. Era a Sacerdotisa sentando em minha barriga. Ela então desfere um tapa em meu rosto e diz:
- Tome escravo tome tudo sem desperdiçar uma gota sequer.
Segurando meu rosto e forçando meu maxilar para abrir e ser forçado a tomar toda a urina que minha Rainha MADAME CARLA fazia. Tomei gole por gole. Enquanto a Rainha MADAME CARLA urinava lentamente em minha boca, rindo sarcasticamente do meu desespero.
Após ter tomado todo a urina da Rainha MADAME CARLA, a Sacerdotisa aproxima-se de meus lábios e lambe o pouco que escorria de minha boca. Pensando eu que a agonia tinha terminado ouço a Sacerdotisa dizer:
- Agora irá tomar mais um pouco de chuva dourada.
Procurei me debater na tentativa de escapar da crueldade. Foi em vão. A Rainha MADAME CARLA me segurou firmemente, me esbofeteou varias fezes e me forçou a tomar todo o liquido quente e amargo que jorrava da buceta da Sacerdotisa HARI. Para não ser castigado severamente tomei tudo sem perder uma gota. Logo depois percebo que a Rainha MADAME CARLA estava de quatro. Sou então puxado pelos cabelos e logo então sinto a boca da Sacerdotisa sugando meu pau e em seguida a ordem:
- Escravo irá agora Ter a honra de comer a buceta da Rainha MADAME CARLA.
Ela posicionou me atraz dela e colocou meu pau na entrada da buceta da Rainha MADAME CARLA. Foi então que senti um prazer inigualável. Fui penetrando a buceta da Rainha MADAME CARLA e conforme ia entrando meu pau ela se contorcia de prazer. Logo em seguida, antes de gozar, a Sacerdotisa me fez tirar meu pau da buceta da Rainha MADAME CARLA e então enfiar no cu dela. Finalmente mais prazer. Depois de tanto sofrimento, prazer. A Rainha MADAME CARLA rebolava cada vez mais rápido, então após ela urrar de prazer inundei o cu dela de porra. Percebendo que havia gozado a Sacerdotisa me fez tirar meu cacete do cu da Rainha MADAME CARLA e após tirar ela me disse:
- Sacerdotisa HARI, você sabe que não gosto de ficar com porra de escravo no meu cu, providencie a retirada desse liquido.
A Sacerdotisa disse-me:
- Escravo, ouviu o que a rainha disse. Tire toda a porra do cu da Rainha com a lingua.
Ela então levou meu rosto até o cu da Rainha MADAME CARLA e me forçou a tomar toda a porra do cu da minha Rainha.
Após toma toda a porra, a Rainha MADAME CARLA começou a chupar meu pau, novamente ficou duro.
A Sacerdotisa se posicionou de quatro e então comi a buceta da Sacerdotisa em seguida o Cu. Então a Rainha MADAME CARLA me ordenou:
- Escravo está proibido de gozar no cu da Sacerdotisa. Você irá gozar na buceta dela.
Fui direcionado pela Rainha MADAME CARLA a colocar meu pau na buceta da Sacerdotisa, e então após varias estocadas enchi aquela buceta de porra. Vendo aquela buceta expelir uma quantidade enorme de porra, já estava preparando para tomar, quando a Rainha MADAME CARLA me disse:
- Não escravo. A porra que sai da buceta da Sacerdotisa eu vou tomar.
Vi então ela sorvendo gota por gota da minha porra que saia da buceta da Sacerdotisa e o tesão que ela sentia em ter a lingua da Rainha MADAME CARLA percorrer toda sua buceta. Após elas terem se saciado, fiquei de joelhos num canto enquanto era castigado ora pela Sacerdotisa ora pela Rainha MADAME CARLA e me dizendo:
- Escravo, será domado por nós para que sempre possa saciar nosso prazer com sua dor...
E hoje, escravo que sou, estou sempre prestes a saciar minha Rainha MADAME CARLA e sua Sacerdotisa do Prazer HARI.