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Foi incrível a forma como conheci e me liguei naquela maluca. Eu não dava nada para o nosso ``relacionamento´´ virtual, mais um dia, um dia não deu mais para ficar no virtual e... Depois disso nunca nos separamos. Complicada e perfeitinha essa gata me matava de tesão. O cheiro, o gosto, a voz, tudo nela me excitava de tal forma que depois que nos vimos pela primeira vez, jurei a mim mesmo que ela nunca mais iria embora, nunca mais seria de outro. - Pi, você é minha. E ela era deliciosamente maluca para me responder: - Sou sua, toda sua e você não é de mais ninguém também. Recatadinha, comportadinha, timidazinha, mano ela tinha uns picos de loucura que me deixavam mais doido que ela. Eu sabia que todo aquele fogo que ela tinha era por minha causa, mas mesmo assim ela fazia questão de deixar claro. - Dé, eu te adoro. Você me deixa maluca. E ouvindo tudo isso quem ficava maluco era eu. Confesso caras, às vezes eu tinha que me segurar para não miar feito um gatinho manso perto dela. Afinal eu tinha que bancar o durão, dominar até o final, tratá-la como minha cadela, minha escrava, tratá-la como MINHA. Ela adorava tudo isso, se excitava fácil só de sentir meus olhares na sua bunda, no seu pescoço. Doidinha danada, como podia ser assim tão dual? Uma hora se assemelhava a um bebê, desprotegida, indefesa, insegura, manhosa. Resmungava, choramingava até eu a pegar no colo e ir domando devagar. Deixava eu fazer tudo, ficava com aquela carinha de dengo e me chupava, me lambia, me apertava, ficava de quatro e passeava pela casa. Outra hora toda lasciva, se insinuava, me atiçava, me punha excitado em cinco segundos. Recusava minhas ordens só para poder levar tapas na bunda como castigo. Se tocava, gemia e gozava sem me deixar toca-la. Usava seus brinquedinhos, enfiava, tirava e eu de longe, sentado na cama, me masturbava vendo o espetáculo. E era assim, ela me olhava, eu olhava para ela e nós dois gozávamos juntos na mesma hora, ela jogava a cabeça para trás, gemia e empurrava o quadril contra a cadeira. Eu me segurava de olhos abertos para não perder nada e gozava. Ela para fechar o número com chave de ouro, saía da cadeira de pernas bambas, se jogava na cama e me lambia, me deixava limpinho, lambendo também os pingos no lençol. Nesses dias de ``lua virada´´ (ela gostava de dizer que esses dias em que ela ficava maluca, a lua estava virada) ela me beliscava no meio da rua, sentia ciúmes, achava que eu ``olhava demais para os lados´´. Nos dias de calmaria, quando a lua estava perfeita lá no seu lado certo ela abaixava a cabeça, andava atrás de mim e me chamava de MEU DONO. - Ah maluca gostosa, um dia você ainda me deixa doido. E era assim nossa vida, divertida, cheia de surpresas, nada parada e...Influenciada pela lua. Eu adorava suas duas fases, amava seus dois lados e não podia mais viver sem ela do meu lado, com aqueles cabelos cacheados, com sua bundinha durinha, com seus quadris largos e com sua boquinha pequena. E foi nesses dias malucos que ela aprontou mais uma das suas. Sexta à tarde, tudo normal. Saí do trabalho jurando que ia encontrá-la em casa sentada no sofá de perninhas encolhidas, de coleirinha no pescoço, me esperando chegar. Ai, como eu estava enganado, ai que delicia de engano. Eu nem imaginava que a santa lua estava lá em cima ``VIRADA´´. Entrei em casa chamando por ela: - Cadê você cadelinha? Meu amor, onde você esta? Anjo? E o último cômodo a procurar, o nosso quarto, também estava vazio. A toalha molhada sobre a cama, duas calcinhas minúsculas jogadas por cima da toalha e o gloss aberto sobre o travesseiro. Em cima do meu estava o bilhete dela. Aquela letrinha, aquelas palavras de duplo sentido, o que ela estaria tramando dessa vez? ``Ei tigrão, estava a fim de me divertir hoje. Se lembra do frio na barriga e da minha nuca pegando fogo nos dias em que a lua me provoca? Pois esse fogo só você apaga. Te espero às 22:00 no Pub de sempre. Te amo´´ Olhei o relógio e já passavam das 20:00, tomei meu banho tranqüilo, calmo, imaginando o que ela estaria tramando, me enrolei na toalha e fui me vestir. Abri a gaveta e não encontrei nenhuma das minhas cuecas. Sentei na cama e comecei a rir. - A coisa está séria. Vesti minha calça, sem cueca, uma camiseta branca e uma camisa por cima da camiseta. Ta bom, estava sim fazendo as vontades dela. Ela adora camiseta branca e eu estava louco de vontade de saber o que ela estava aprontando. Cheguei ao Pub lotado, entrei e comecei a procura-la. Fui encontrá-la sentada no bar, conversando animadamente com um outro rapaz. Vez ou outra ela olhava o relógio, passava a mão na nuca e tomava um gole de refrigerante. Cadela, quem era o outro cara? Me sentei no finalzinho do bar e chamei o garçom. - Entrega esse bilhete para a moça de vestido branco, por favor? - A gostosona do micro-vestido branco? – o garçom perguntou sorrindo. - A própria. E pensar que a gostosona é toda minha. Eu gargalhava por dentro. Pedi uma bebida e acendi um cigarro. Olhei de lado, me escondendo atrás de uma moça do meu lado para que ela não me visse. Olhei-a lendo o bilhete: ``Onde estão minhas cuecas, vadiazinha? Quando chegarmos em casa você vai apanhar um monte´´. Ao terminar de ler o bilhete ela riu, se despediu com um beijo no rosto do rapaz que estava do seu lado e saiu para me procurar. Olhava, mordendo os lábios, para todo o lado e sem sucesso voltou-se para o garçom, se inclinando por cima do balcão e perguntou em tom alto, deixando sua voz sobressair à música: - Quem mandou o bilhete? E antes que o atendente pudesse responder, peguei-a pela cintura e lhe dei um tapa de leve na bunda. - Cadela, quem era o marmanjo de pau duro conversando com você? E ela... Bah, ela nem me respondeu, pediu uma cerveja ao garçom e saiu para dançar. Vadia, dançava devagar, segurando na mão direita a garrafa de cerveja. Com a esquerda, passava a mão na nuca, nos seios, nas coxas. Levantava um pouco mais o vestido mostrando as pernas e fechava os olhos, e quando fazia isso me deixava ainda mais excitado, porque eu tinha certeza que naquele momento era em mim que ela pensava. De repente ela parou, me olhava séria, levou a garrafa à boca e começou a chupa-la como se tivesse um pau no meio das mãos. Chupava o bico da garrafa me olhando, me torturando, me provocando. A essa altura meu cacete latejava dentro da calça, vendo aquela gata chupar a garrafa ali, na frente de todo mundo. Ela chupava, lambia, beijava a garrafa me olhando sem expressão como se quisesse me dizer: ``preferia estar chupando você´´. De repente a banda parou de tocar e ela sem hesitar passou por mim sem nem ao menos me olhar. Corri atrás dela e lhe peguei pelo braço na entrada do banheiro. Ela se colocou de costas para mim e eu a abracei forte, meu pau explodindo encostava naquela bundinha gostosa, e antes que eu pudesse pensar ela disse baixinho: - Mete, mete agora, aqui, mete. Abri o zíper da calça, levantei o vestido e subi minha mão por sua coxa a procura da calcinha, que não encontrei. - Cadela, sumiu com minhas cuecas e com suas calcinhas também? Ela ria, empurrava a bunda contra o meu pau e tremia. Enfiei de uma só vez dentro daquela buceta molhada e bombeei forte umas duas vezes. A banda voltou a tocar e ela dançava devagar entre meus braços, conduzindo os movimentos de vai e vem. Se alguém nos visse ali, abraçados, juraria que estávamos apenas dançando como um casal apaixonado, e eu loucamente excitado com aquele clima de perigo, me deliciava ainda mais olhando para ela, que segurava no meu braço com uma mão, levava a garrafa à boca com a outra e bebia a cerveja como se nada estivesse acontecendo. Meu cacete latejava, saia, entrava e ela rebolava, dançava e me apertava. Quando eu começava a acelerar o ritmo das estocadas ela me segurava com movimentos lentos de quadril. Ficamos ali, um dentro do outro durante muito tempo. Eu acelerava, ela me detinha, ela ia devagar e eu a puxava com pressa. E gozamos feito loucos, ela gemia auto, acha que a música abafava seus gritinhos, eu me controlava com a boca no ouvido dela chamando-a de cadela, de vadiazinha, de neném gostoso. E ela, danada como sempre, fazia questão de gemer mais auto quando eu a chamava de neném. Ficamos alguns minutos abraçados, ela tremia, respirava auto, enquanto eu enterrava meu rosto naquele cabelo cheiroso. De repente ela se soltou dos meus braços e entrou no banheiro. Pronto, agora ela sairia de lá, se agarraria ao meu pescoço me beijando a boca e me chamaria com voz doce para irmos para casa. Hum, esse seria o segundo engano da noite, pois a bandida saiu do banheiro como se nada tivesse acontecido, e enquanto eu me recompunha, passou por mim como se não me conhecesse. Fiquei esperando que ela fosse ao bar, pegasse alguma bebida e voltasse, mas... Passou direto pelo bar, segurou pelo braço uma loira que dançava animadamente e saiu de mãos dadas com a outra sem nem ao menos olhar para trás. Fiquei lá meus amigos, com cara de caneca durante um tempo. Saí do Pub a tempo de vê-la sair com o carro e a loira à tiracolo. Para onde ela estaria indo? Para casa é claro. Se essa diabinha não estiver em casa quando eu chegar, ela vai mesmo merecer que eu use o cinto novo. Entrei dentro do carro já imaginando o que viria pela frente. Com certeza ela estaria em casa, tomando um banho, me esperaria cheirosa, transaríamos a noite toda, fuderíamos loucamente, e de manhãzinha, quando a lua já tivesse indo embora e ela choramingasse como um bebezinho inocente, faríamos amor beijando na boca, tudo bem lentinho, bem devagarinho e então se desmanchando no meu colo ela dormiria seu soninho de anjo. Cheguei em casa e o carro estava na garagem, estacionei, fechei o portão e abri a porta da sala. A bandida já tinha armado novamente mais uma, pois bem na sala, pertinho da entrada, avistei seu vestido branco e ainda um outro de cor verde. Dois pares de sandálias jogadas sobre a mesinha de centro e uma calcinha, que me lembro muito bem não ser a dela, pendurada na minha gaveta de cds. Ta bom, ta bom caras, confesso mais uma vez, baqueei, amoleci total. Santa lua virada. Entrei no quarto e jurei que estava no paraíso. Lá estava ela, sentadinha na cama encostada nos travesseiros enquanto a loira, com a cabeça no meio das suas pernas a afagava a buceta ainda por cima da calcinha. Calcinha que até então, volto a repetir, ela não estava usando. Vadiazinha, e pensar que ela sempre detestou loiras, foi logo catar a potranca mais oxigenada bar. Quando me viu parado na porta do quarto numa ``pauderecência à mostra´´ ela sorriu docemente, puxou a loira delicadamente pelos cabelos e a beijou na boca. Um beijo leve, tranqüilo e eu sem pressa nenhuma, tirei a camisa e me aproximei da cama. Me ajoelhei do seu lado e fiquei ali, esperando pacientemente para que o beijo acabasse e então como se emendasse um beijo no outro, beijei forte a boca dela, parando minha mão em um dos seios da loirinha que vez ou outra passava a língua no meu pescoço. Ela me beijava forte, tremia e tinha as mãos geladas. Tá, ela podia ter armado toda essa deliciosa brincadeira, mas eu sabia que não era fácil para ela. Ela que morria de ciúmes de mim, estava me dividindo com outra para matar uma vontade minha. Acho que aquele beijo soou sim como um agradecimento, e ela entendeu isso bem, pois seu rosto se acalmou e a senti mais tranqüila. Quando terminei de beija-la, ela se levantou, ficou de joelhos na cama e tirou minha camiseta numa candura que me deixou grilado. Me jogou nos travesseiros e foi logo conduzindo a loirinha para que ela me beijasse o tórax. Enquanto a gatona loira (caras, que ela não me ouça) me lambia, me chupava e me mordia o tórax deliciosamente, minha linda se ocupava em tirar minha calça e minhas meias. Pronto, eu estava nu e as duas de calcinha e sultien. Uma vadiazinha morena a adivinhar minhas vontades e uma cadela loira a me provocar ainda mais. Agora era só uma questão de tempo para que eu tomasse o controle da situação. Meus amigos, dá para imaginar a cena eu sei, homem tem mente fértil, consegue imaginar esse tipo de transa. Pois podem imaginar, de tudo um pouco aconteceu. Peguei meu nenezinho pelos cabelos e mandei com voz firme: - Chupa. E sem nem pensar ela desceu sua cabeça e começou a me chupar devagar. A loirinha sem hesitar, deitou-se do meu lado de barriguinha para cima e segurou minha mão esquerda com força, colocando-a na sua buceta. - Tira a calcinha. – mandei. Ela tirou rapidamente e eu fiquei ali sentindo a bucetinha encharcada de uma e a boca molhada de outra que me chupava o cacete fervorosamente. - Aqui, aqui – gritava a loirinha já virando os olhinhos. Pronto, demorou para minha gata morena se encher de grilos. Parei de tocar a loira e puxei minha vadiazinha morena pelos cabelos. Coloquei uma de frente para outra e disse me levantando da cama me sentando na poltrona perto do guarda-roupa: - Dispam-se, toquem-se, e quero tudo bem devagar. Pronto, assim eu me mantinha um pouco distante, deixava minha linda respirar um pouco e evitava ciúmes, e lógico me excitava ainda mais vendo meu showzinho particular. As gatas se olharam por alguns instantes, eu com o caralho duro, olhava para elas de boca aberta só imaginando as duas nuas. A loirinhas mais atiradinha, tirou o sultien e segurou a mão da minha gata colocando-a nos seios, se inclinou vagarosamente para frente, beijou-lhe a boca docemente e tirou-lhe também o sultien. Que espetáculo, as duas línguas passeavam de um lado para o outro. Eu torcia para que a lua permanecesse ``influente´´ e minha gata perdesse um pouco a timidez. Para que fui pensar nisso. Não disse que a diabinha até lia minha mente nesses dias de calor? Pois a gata virou um tigre, jogou a loirinha deitando-a na cama e começou a acaricia-la. Beijava-lhe a boca, chupando sua língua forte, fazendo-a gemer, passava suas coxas na parte interna das coxas da loirinha e do nada se pós de joelhos na cama e tirou a calcinha, começou a chupar aquela bucetinha rosada como se não visse mais nada à sua frente. Chupava, passava a língua no clitóris e enfiava um dedinho para dentro. A outra deitada na cama, envergava o corpo gemendo, sentindo os carinhos do meu nenezinho. - Gosta assim, vadia? – minha Pi perguntava à loirinha com voz forte. Agora dois dedinhos para dentro, ora ela tirava os dedos, lambia o cuzinho da loirinha e voltava a meter os dedinhos, ora ela deixava os dois dedinhos e lambia aquela buceta molhada deixando a loirinha ainda mais maluca. Por um instante ela parou de tocar a gata, ficou de longe olhando a loira e se aproximou novamente, meteu sem dó dois dedos dentro dela e tirou os dedos molhados, colocando-os na boca da loirinha, que de olhos fechados lambia os dedos do meu nenem como se tivesse sede. Como eu podia imaginar a MINHA, MINHA neguinha fazendo tudo aquilo? Vadia, pois eu já tinha decidido, a partir de amanhã tirarei mais dela. Eu poderia ter me masturbado várias vezes, capaz, nunca, eu preferia esperar aquelas boquinhas, aquelas mãozinhas. Eu tinha que esperar, tinha de me conter, queria ver até onde ela levaria aquilo tudo. Pois ela foi até o fim. Pegou a loirinha pelos cabelos, colocou-a de 4 na cama, de bundinha voltada para o lado onde eu estava sentado e começou a bater na bucetinha da loira que gemia a cada novo tapa. Batia forte, enquanto a loirinha contraia a musculatura do corpo todo e tremia de tesão: - Vai gozar só de sentir minhas mãos batendo na sua buceta, gostosa? E a loirinha só conseguia responder hum rum. E sem pensar em mais nada ela colocou três dedinhos para dentro, lambia aquele cuzinho e quando a loirinha estava prestes a explodir de prazer, ela não teve dó, caiu de boca naquela xaninha enfiando de uma só vez dois dedinhos naquele cuzinho. Não sei dizer o que senti, enquanto a loirinha ainda tremia, saí da poltrona, peguei-a pelo cabelo e coloquei-a para chupar meu cacete. Ainda ofegante, um pouco sem fôlego a loira chupava meu pau com destreza, enquanto, segurando minha linda pelos cabelos olhava-a dentro dos olhos deixando que ela lesse dentro deles todo o prazer que eu sentia com aquela situação toda armada por ela. Então, ela me beijou a boca com força, passou a mão mais uma vez na nuca e deu uma piscadinha linda, descendo para chupar meu pau também. Ficaram ali as duas, a alternar as chupadas, as lambidas, aquelas duas gulosas. Às vezes me punhetavam com as mãos molhadas, às vezes apenas sopravam de leve fazendo ventinho me deixando à beira da loucura. Chupavam, chupavam, me punhetavam e eu gozei muito, muito intenso, forte, e novamente minha vadiazinha me deixou limpinho, lambendo mais uma vez até as gotinhas do lençol. Peguei-a pelo braço, agora era a vez dela, empataríamos o jogo. Joguei-a na cama e a amarrei devagar, ela não se mexia, deixava que eu a amarrasse sem ao menos se mover. Amarrei seus braços, e suas pernas, deixando-a livre para levantar o tronco até quase um ângulo de 90º. Beijava sua barriga segurando firme seus dois seios, enquanto a loirinha quase sobre meu corpo, me beija o pescoço e chupava minha orelha. Minha gata por sua vez, deitada na cama toda amarrada, fechava os olhos respirando fundo, sentindo minha língua descer agora até chegar à sua buceta. Lambia devagar aquela coisinha linda deitada na minha cama da forma mais calma e prazerosa que eu pudesse faze-lo, e quando a senti totalmente descontrolada, eu disse à loira: - Vem, segura a cabeça dela, devagar. A loirinha se aproximou dela, segurou delicadamente sua cabeça levantando-a e sem pensar coloquei meu cacete latejante dentro daquela boquinha gostosa e mandei: - Chupa. Minha gatinha chupava forte, enquanto eu a ajudava com movimentos lentos de quadril. Que boca, enquanto ela me chupava a loirinha segurou em uma das minhas mãos levando-a até sua bunda. Batia forte na sua bundinha sentindo ela se excitar com meus tapas. A cada novo tapa ela gemia mais alto, e eu descontrolado mandava minha cadelinha chupar mais forte, mais rápido. Quando senti que ia gozar, joguei a loirinha para os travesseiros, tirei meu pau da boca da minha morena e gozei novamente, forte, gemendo como um louco, olhando para as duas delicias à minha frente. Devagar me levantei, desamarrei meu nenem e coloquei-a de quatro na cama. Comecei de leve, a bater naquela bundinha deliciosa. Ela gemia baixinho e mordia os lábios. A loirinha de frente para ela beijava sua boca e beliscava de leve seus seios. Bati, bati naquela bundinha por muito tempo e ela se segurando, e a loirinha beliscando, batendo de leve nos seus seios e beijando-a na boca. Quando aquela bundinha linda ficou vermelha, meti os dedos na sua buceta, que escorria, beijei-a na nuca e me afastei, olhei para a loirinha e lhe disse com a voz seca: - Quero esse cuzinho tão molhado quanto essa buceta. Fiquei de longe vendo tudo e hora ou outra mandava minha gatinha abrir mais as pernas, ou arrebitar mais a bunda. A loirinha cuspia, lambia, beijava-lhe o cuzinho com prazer. Então, quando eu tive a certeza de que ela estava pronta, me deitei na cama, coloquei minha cadelinha deitada sobre o meu corpo com as costas na minha barriga, afastei-lhe as pernas e empurrei aquele corpinho inteiro para se encaixar no meu pau. Senti aquele cuzinho apertado cedendo à pressão do meu cacete, entrando devagar: - Se toca meu amor, toca seu corpo. Esfrega a buceta, quero ver gozar esfregando a buceta.– pedi a ela quase sem voz. E lentamente sua mão desceu para o clitóris. Ela se tocava de leve, timidamente, enquanto meu pau entrava mais da metade naquele cuzinho. E a loira sem esperar, beijava-a na boca, tocava-lhe os seios, mordia sua virilha e enfiava os dedinhos naquela buceta. Um, dois, três dedos e meu pau entrando e saindo daquele cuzinho. Segurava fortemente em seus seios, enquanto ela gemia com um pau no cuzinho, três dedos na buceta e a sua própria mão à esfregar seu clitóris. A loirinha metia os dedos mais rápido, eu a puxava e empurrava com mais velocidade, e quando eu anunciei que ia gozar, só deu tempo de ouvi-la dizer: - Vamos. Gozamos forte e por muito tempo, ela gemia e gritava como nunca havia ouvido antes. Sua mãozinha ali na buceta me deixava ainda mais excitado. E quando ela parou de gemer a abracei, sentindo ainda aquele corpo tremer, puxei a loirinha para junto de mim e pela primeira vez a beijei na boca, e que boca! Brincamos ainda por muito tempo, a cada toque novo as gatas se soltavam mais, e quase gozei sem nem me tocar vendo aquelas duas num 69 alucinante. A forma como minha gata conduzia tudo aquilo me deixava nas nuvens. Fiquei vendo de longe as duas gozando mais uma vez, uma chupando a outra, uma dando prazer à outra. Nos divertimos em várias posições. Chupei e fui chupado não sei quantas vezes. A santa lua já estava quase indo embora quando a loirinha chamou um táxi e se foi. Olhei para aquela delicia deitada na nossa cama e lhe disse baixinho, afagando seus cabelos: - Ei minha linda, sinto falta da sua voz, quase não a ouvi essa noite. E num sacrifício enorme para se sentar na cama, ela me olhou com a cabecinha jogada de lado e disse baixinho: - Falo o que quiser ouvir meu anjo... E como se emendando uma frase na outra, terminou ainda baixinho: - ...eu te amo. Pronto, não teve jeito, sucumbi, sucumbi totalmente, não tinha como caras, entendam. Olhei para ela, segurei aquele rosto entre minhas mãos e disse: - Também te amo, minha neguinha. O que???? Querem saber como terminou a noite? Puxa amigos, até parece que não me conhecem. Terminou como eu disse que ia terminar. Tomamos um banho, ela totalmente cheirosa, transamos o restinho da noite, fudemos loucamente, de manhãzinha quando a lua já tinha ido, ela choramingou como um bebe, fizemos amor beijando na boca, lentinho, devagarzinho e ela se desmanchou no meu colo dormindo seu soninho de anjo. F I M