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Escravizei a Minha Chefe
Meu nome é Marcos, tenho 27 anos e trabalho em uma loja revendedora de celulares. Comecei a trabalhar nesta loja em dezembro do ano passado, mas em março deste ano já estava disposto a deixar o emprego para trás por causa da minha chefe. O nome da vadia é Carla, uma puta loira e muito gostosa de 32 anos, seios fartos, cintura fina e uma bunda descomunal, e que trabalha como gerente.
Fiquei de olho nela já no primeiro dia de trabalho, mas fui logo avisado pelos meus colegas que ela era uma megera, que tratava a todos como lixo e que não poupava palavras na hora de xingar e humilhar os funcionários quando estes cometiam o menor dos equívocos.
E a vagabunda era assim mesmo. No meu primeiro mês, sofri o pão que o diabo amassou nas mãos dela, pois, como era novato na loja, e ainda estava aprendendo como as coisas funcionavam lá, vivia cometendo pequenos erros ou demorando tempo demais para realizar as tarefas que os outros executavam rapidamente. Por conta disto, a safada vivia me xingando e pegando do meu pé. Em função da necessidade econômica, agüentei aquela situação até o mês de abril, mais precisamente no dia 14, que foi quando a situação começou a mudar de figura.
Naquele dia estava ela, o dono da loja e o representante regional da empresa de telefonia que operamos na loja quando precisei interromper a conversa deles para chama-la para fazer um estorno no caixa, por eu ter esquecido de computar o desconto que o cliente tinha direito.
Ela então me xingou na frente de todos, do patrão, do representante da companhia de celulares, dos meus colegas de trabalho e dos clientes da loja, me chamando de burro para baixo.
Aquilo para mim foi a gata dagua. Na hora ouvi calado. Mas logo em seguida meu sangue começou a ferver e eu senti uma vontade incontrolável de ir lá e dar um tapa na cara daquela puta e xingá-la de todos os palavrões possíveis.
Então sem raciocinar, depois de atender o cliente que comigo, caminhei novamente na direção da gerente que ainda estava conversando com o patrão e o represente regional e parei do lado dela e falei baixinho no ouvido dela tomando o cuidado para que os outros não ouvissem o que iria lhe falar, e disse:
- Escuta aqui o sua puta, safada, tu não passas de uma vagabunda, uma cadela sem-vergonha e mal-comida que merecia ser amarrada e levar uma surra de chicote para aprender a ser gente.
Naquele momento tinha certeza que tinha perdido o emprego, mas estava tomado por uma adrenalina intensa por ter mandado aquela vadia longe.
Ela quando ouviu o que eu disse arregalou os olhos, e atônita, fez uma pausa de uns 10 segundos, olhou para os dois homens a sua frente olhou para mim e disse:
- Ok, já vou resolver isto, obrigado por me avisar.
Foi aí que fiquei perplexo. Fiquei parado sem reação, não esperava aquela atitude. Imaginava que ela fosse armar o maior barraco, mas não. Logo em segui, com um tom gentil como nunca falara antes, ela tornou a me dirigir a palavra:
- Marcos, já falei que esta tudo tranqüilo, podes voltar a fazer o que estavas fazendo antes.
E só balancei a cabeça e voltei para o caixa onde ainda muito confuso voltei a trabalhar, passando a cuidar todos os movimentos da gerente.
Em menos de meia hora, o representante regional deixou a loja e o patrão e gerente foram para o escritório da loja. Mais meia hora e o patrão vai embora e logo em seguida o telefone do meu ramal toca, era ela.
- Marcos se não estiveres muito ocupado podes passar aqui na minha sala por favor.
Por favor??? Nos quatro meses que estive trabalhando lá ela nunca pedia nada, somente ordenava. Fulano vá fazer isso, ciclano pega aquilo, e agora estava me pedindo que por favor fosse a sua sala, e se não estivesse ocupado.
Naquele momento eu me dei conta do que possivelmente estivesse acontecendo e as coisas passaram então a fazer sentido para mim.
Aquela puta só podia ter gostado de ter sido xingada, de alguém tê-la chamado de vadia, cadela e vagabunda, mostrado que não tem medo de desafia-la. Mesmo que não fosse não mais me importava, por que refeito do susto, me lembrei da ordinária que ela era e fui até a sala dela já com a intenção de chutar o meu emprego para puta que o pariu.
Chegando no escritório nem bati na porta como fazia de costume, fui logo metendo a mão na porta e entrando. Bati a porta atrás de e caminhei em direção a ela. Parei a sua frente e olhando-a nos olhos com seriedade e cara de mau falei firme:
- Me chamaste?
Ela que não havia tirado os olhos de mim desde que eu entrei na sala, com uma expressão estranha no rosto, olhou fixamente e disse:
- Aquilo que me disseste mais cedo era uma ameaça ou uma promessa?
Bingo. Eu havia acertado. A vagabunga gostava que falassem grosso com ela. Que a xingassem e a humilhassem, exatamente como ela fazia com os seus funcionários.
Aproveitando aquela oportunidade única e fechei mais cara e disse:
- Só se for pra te transformar na minha na minha cadela, na minha escrava, pra te tratar como a puta vadia que você é. Para que faça o que quiser contigo. Pra eu te xingar como tu bens merece. Pra eu bater nessa tua bunda gostosa até deixar vermelha e ardendo como se estivesse pegando fogo. E pra eu te comer do jeito que quiser. Fuder essa tua buceta de vadia safada, comer bem forte esse teu cuzinho, fazer tu te ajoelhares na minha frente e chupar o meu pau até eu gozar na tua boca e ainda te obrigar a engolir tuda a minha porra. Mas tem que ser hoje mesmo sua vagabundinha ordinária, do contrário, eu vou é embora e tu que enfie este empreguinho no olho do cú.
Ela ficou parada ouvindo bem quietinha tudo o que eu disse. Mas notei que cada vez que eu a xingava a expressão de seu rosto mudava mais. Seu ar sério já tinha dado espaço a uma cara sacana, sua agitação na cadeira também denunciava que seu corpo escultural estava ardendo de tesão. Ela tentou dizer alguma coisa, mas antes que ela pudesse completar sua frase, interrompi asperamente:
- E tem mais, cale essa boca. A partir de agora quando estivermos a sós tu só falas quando eu mandar. E cada frase tua deve começar com a palavra MESTRE acompanhado sempre de um POR FAVOR, contendo em seguida a informação ou pedido que quiseres formular. Sempre de forma muito servil e submissa. E as respostas para as perguntas que eu te fizer, devem sempre ser elaboradas também de forma servil e submissa, terminando sempre com a palavra MESTRE. E vais fazer tudo que eu te mandar fazer dizendo apenas as seguintes palavras SIM MESTRE. Entendido?
Aquele entendido era muito mais que uma simples pergunta. Era a como se fosse um contrato de aquisição de uma escrava para satisfazer a todas as minhas vontades e lascívia ou então como o triste som do desejo de barbarizar com a puta da minha chefe.
Ela então mordeu os lábios e me respondeu:
- SIM MESTRE.
Quando ouvi aquelas palavras meu pau endureceu na hora. E eu só para testa-la, ordenei:
- Vá até a porta e tranque a porta.
Ela levantou-se e disse:
- Sim mestre.
Eu retruquei:
- Você não é a minha cadela agora? Pois então vá até lá de quatro pés. E depois venha até a minha frente e fique de joelhos.
Ela então levantou-se da cadeira ficou de quatro no chão, foi até a porta e trancou-a vindo na minha direção até parar na minha frente e ajoelhar-se sobre as pernas. E ali ficou parada me olhando.
Eu então a peguei forte pelos cabelos e dei-lhe um tapa no rosto, dizendo:
- Não te disse que sempre tens que responder sim mestre?
E ela respondeu:
- Sim mestre, por favor desculpe, nunca mais vou esquecer.
Eu então soltei seus cabelos e abri o zíper da minha calça e tirei meu pau para fora. Deixei ele parado na frente da cara dela esperando que ela o botasse na boca sem a minha permissão só para dar-lhe outro tapa na cara. Mas ela obediente ficou esperando a minha ordem. Eu que estava morrendo de tesão e de vontade de judiar daquela cadela sacaneie-a e dei-lhe outro tapa no rosto, desta vez mais forte, dizendo:
- O que estas esperando para me chupar.
Ela abocanhou o meu pau e começou a chupá-lo.
Eu então novamente a peguei pelos cabelos e bati forte no seu rosto. Ela com uma cara apavorada, dando-se conta da burrada que tinha feito começou a dizer:
- Sim mestre, sim mestre, desculpa mestre.
Eu enfiei o meu pau inteiro na boca dela fazendo-a engasgar, e passei a fuder a boca dela, bem forte. Meu pau batia na garganta dela e engasgava quase a ponto de vomitar. E ela aos poucos foi se acostumando a engolir todo o meu pau e me chupou até eu gozar em sua boca. Ela estava com a boca cheia de saliva e porra quando mandei ela abria a boca para ver minha porra em sua boca. Ela como boa escrava obedeceu, balbuciando como pode as palavras:
- Sim mestre.
E então disse para ela engolir tudo. E ela assim fez, antes dizendo o sim mestre. Eu mandei ela limpar o meu pau com a língua e guarda-lo dentro das calças. Ela assim fez novamente.
Eu então lhe disse o seguinte:
- Agora eu vou voltar para o caixa, e tu vá, daqui a pouco lá na loja, finja estar fazendo alguma coisa e diga na frente de todos que precisa da minha ajuda para contar as peças estocadas no depósito. Entendeu?
- Sim mestre. - Ela respondeu.
E tem mais, eu continuei:
- Depois disso, volte para o escritório, fique mais uns vinte minutos, volte na loja e peça desculpas a todos pelo seu comportamento e modo de agir com os funcionários, diga que você tem sido uma imbecil e idiota e que isso não mais vai se repetir. Entendeu?
Fez então uma pausa. Um silêncio que pedia uma providência. Foi quando eu dei-lhe um novo tapa na cara. Aquela momento era o derradeiro, ou tudo terminava ali mesmo, naquele exato momento ou nunca mais terminava e ela seria minha escrava para sempre.
Refeita do tapa, olhando para baixo e choramingando ela respondeu:
- Sim mestre.
Em novo frenesi, imaginado que viria mais tarde falei a ela:
- Hoje, quando chegar próximo do horário do termino do expediente, tu vais na loja, peça gentilmente para eu ir iniciando o trabalho estoque, feche o caixa, despache os demais funcionários e feche a loja. Entendido?
- Sim mestre Disse a gerente humilhada e de joelhos no chão.
E eu continuei:
- Ótimo, depois tire toda a roupa ficando só de calcinha, e venha até o estoque andando de quatro. Entendido.
E novamente ela respondeu.
- Sim mestre.
O que aconteceu a seguir eu vou contar na segunda parte deste conto que logo estarei colocando no site.