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Costumo dizer que há uma lei básica que procuro seguir diariamente, eu a chamo de “FORQUILHA” e ela resume o seguinte: "O Destino que traçamos nos dá sempre duas saídas, em uma você sai em lágrimas, na outra, você deixa alguém em lágrimas". Exceto algumas putas que gostam disso, nem sempre estamos aptos para conceder que alguém nos foda pela primeira saída, por isso, sádicos são guerreiros resistentes que lutam pela segunda saída desta lei. O fato que passo a narrar, não possui um final feliz, se você estiver problemas sentimentais, for sensivelmente frouxo e se não for amante dos relacionamentos BDSM, é bom parar de ler aqui. Porque será que o primeiro cigarro me lembra sempre o primeiro trago?! Tudo começou em uma quinta-feira, como o de costume, neste dia eu falto ao trabalho, só deixo para fazer as malditas cobranças nos mesmos filhos das putas trapaceiros de sempre. À noite no mesmo bar de sempre, curto um momento solitário com meu Black Label e fumo pelo menos dois maços antes de ir para casa. Marcela estava na mesa da frente, aparentemente sozinha e pelo jeito que me olhava fazia séculos que aquela cadela não era fodida. Eu não vi a menor graça naquela mulher, aparentava seus 19 anos, se pintava como uma puta que aceita ticket restaurante e sem falar do fato que estava bem gordinha para aquela roupa. Eu estava pronto para mudar de mesa, não dava para curtir aquele local com aquela vadia me paquerando, más antes de eu agir avistei um avião chegando ao recinto, e essa mulher maravilhosa desviou a minha atenção e foi se sentar exatamente na mesa de Marcela. Lídia era seu nome, eu quase gozei em ver aquela loira, ela era perfeita e com certeza eu não era o único no bar a notar aquela vadia gostosona. Infelizmente, a cadeira onde Lídia se sentou estava de costas para a minha, e a canhão da Marcela ainda insistia em investir em seu ridículo flerte. Com tantos gaviões na área, eu não podia dar mais sopa, eu precisava tomar as rédeas da situação e arrumar um jeito de conhecer a loira manteigosa. -Garçom, uma garrafa de MOET & CHANDON. -Uma taça, Senhor? -Não, duas. -Garçom, mais um detalhe, vou estar naquela mesa da loira ali. Deixei a minha a mesa e fui batalhar a minha presa. Após os cumprimentos, notei que se não fosse pelo sorriso arreganhado da vaca da Marcela, Lídia com certeza teria me expulsado da mesa. A esperança era acatar os flertes de Marcela e fazer uso desta manobra para me aproximar de Lídia. Depois como não sou otário dispensaria a puta da Marcela na casa dela e migraria para um motel com a tesuda da Lídia e estava tudo certo. Antes de brindarmos o inicio da amizade, Marcela se tocou que estava sobrando e estava sem taça, levantou e foi ao banheiro retocar a maquiagem. Lídia estava inquieta e parecia que nada que eu falava lhe agradava, então a cadela parou de rosnar e começou a latir. -Marcus, você foi muito grosso em fazer isso com a Marcela. -Eu não devo nada para ela, além do mais, ela não faz o meu tipo. -É assim é?! Se fizer o seu tipo, você trata bem, senão, trata assim? -Não vou mentir pra você, Lídia, todo homem pensa assim. Toda amizade entre homem e mulher é no fundo uma troca comercial, "você gosta do que eu gosto, me ajuda e eu te ajudo". Além do mais, eu estou sendo sincero com ela, quem sabe agora ela faz um regiminho. -Marcus, para mim chega, você não faz o meu tipo. Saia Daqui! -Lídia, eu não ligo se a Marcela vai se matar ou chorar. Só quero te conhecer melhor. -Marcus, eu vou ser educada com você. -Eu vou sair desta mesa e consertar o que você fez com minha amiga, se você for um cavalheiro, na hora que eu voltar é bom você não estar mais aqui. -Lídia, quer saber... vai para o inferno e leva essa sua doméstica contigo, sua vaca! Lídia saiu da mesa e eu voltei para a minha. Eu até pagaria aquela champagne, mas como não tinha rolado nada, eu estava chamando o garçom para fechar a minha conta e deixar metade da conta da champagne para elas pagarem. Afinal, não ganho pra sustentar vagabundas pela night. Porém, como sempre eu costumo dizer, você só esta livre das barangas submissas quando estão mortas. Neste momento, Marcela retornou e foi direto em minha mesa. -Marcus, desculpa! Não quis que vocês brigassem, eu falei com a Lídia que podemos nos sentar novamente e conversar como amigos e quem sabe nos conhecer melhor. -Olha Marcela, vou ser bem claro contigo! -Eu não quero nada com você, é a Lídia quem me interessa. Você consegue entender isso, criatura? -Tudo bem, eu não esperava nada, eu consigo! -Ok! Então agora estamos nos entendendo, vou buscar o cinzeiro naquela mesa e vamos sentar aqui para iniciarmos a amizade como adultos. Marcela se sentou e Lídia veio logo em seguida. Marcela atacou meu copo de uísque, eu pensei em dizer alguma coisa, que mulherzinha ordinária, babando em meu copo, más, refleti que era melhor deixá-la, afinal para ver o céu eu estava ciente que precisava enfrentar e derrotar o demônio. Lídia, enfurecida ainda, nem tocou na taça de champagne e amarelou com coca e limão. Começamos a conversar como adultos e como os assuntos políticos e econômicos que só chateiam a vida dos brasileiros se esgotaram, resolvemos falar de sexo. Eu não fico bêbado, posso beber o dia todo que o efeito da bebida não muda minha visão, mas Marcela parece que não sabe a hora de parar e nem tinha o mínimo controle para apresentar-se sóbria. Eu não conseguia parar de provocá-la, eu tentava maneirar para evitar outra cena igual aquela, más ela era insuportável e isso só aumentava a minha vontade de avacalhá-la. Marcela ficava me olhando, pegando em minhas mãos e agora a vaca maquiada já estava extrapolando roçando as pernas contra a minha por de baixo da mesa. Eu queria matá-la ali mesmo, torcer o pescoço como toda galinha antes de ir para a panela. Lídia parecia que estava gostando da conversa, conseguiu descobrir que eu era sádico, que adorava bondage e eu descobri que ela era além de linda, muito esperta. Tão esperta que viu o perigo que estava correndo com o gavião aqui e pediu coca só para evitar ser seduzida por embriaguez. Más algo me preocupava, eu desconfiava que ela estava me cativando ainda só para me manter ali para as investidas da amiga tribufú. A Maledeta "Nem preciso dizer o nome", até que enfim levantou para ir ao banheiro e eu tive a chance de ficar com Lídia novamente só. Era exatamente o momento que eu precisava para tomar uma atitude da "FORQUILHA". Levantei e coloquei as mãos sobre os ombros da Lídia, massageando e falei ao pé-de-ouvido: -Lídia, você já sacou a minha, largue as armas deste exército fraco e derrotado, se renda que eu te levo com carinho, prometo. -Marcus, eu já te falei que você não faz o meu tipo. -Lídia, seja sincera, eu tenho chance? -Não, Marcus! Não tem! -Bom, então pelo menos não preciso ficar mais aqui agüentando a bebedeira da Marcela, vou indo nessa. -Marcus! Não é bem assim, pode ser que você tenha uma chance. -Então fale criatura de Deus, o que eu preciso fazer. -Não sei ainda, senta que eu vou pensar. -Lídia, vou te deixar meu cartão, quando decidir se pega no meu PAU ou larga, você me liga. -Marcus? Não é assim que funciona, espera! -Então, me de um beijo que eu fico aqui. -Não! Não adianta insistir! Não vou te beijar, Marcus. -Então vou nessa! Adeus VACA! Levantei e fui para o balcão acertar minha parte, antes que a PUTA da Marcela voltasse do banheiro. Pendurei a conta e a champagne também na minha conta e fui para casa me masturbar pensando na bunda da Lídia, tomar um banho quente e dormir um pouco também. Na sexta-feira à tarde recebi uma ligação em meu celular, mal atendi e desligaram na minha cara. Eu odeio isso, e como eu tenho identificador de chamadas, liguei novamente para o filho da puta que me fez de otário. -Alô, quem fala? Uma mulher respondeu: -Com quem que você quer falar? -Foi você, VACA quem ligou AGORA para o meu celular? -Ahhh, é você Marcus? -Quem esta falando? -Você não se lembra mais de mim, é a Marcela. -Cruz Credo! Sai Macumba! Desliguei a chamada e o telefone para evitar que ela ligasse novamente. Eu não queria acreditar, Aquela vagabunda da Lídia tinha dado o meu cartão para a Marcela! À noite eu liguei meu celular novamente, não que eu esperasse alguém ligar, eu até preferia que ninguém ligasse, más, a MERDA tocou. Era a Marcela, eu não sabia mais o que fazer com essa mala, parecia que quanto mais eu rezava, maior era o CARMA que me perseguia. -Marcus, hoje nós vamos ao Visconde, você que ir? Visconde é um outro barzinho que tinha aqui na região. -Não, não vou, porque estou indisposto e outra, não quero perder o meu tempo com você. -Que pena, foi a Lídia quem pediu para chamá-lo. -Não FÓDE Marcela, se fosse verdade porque ela não me ligou direto. -Tudo bem, Marcus. Então deixa pra lá. Eu falo para ela que você não esta afim. -Espera Marcela, que horas pego vocês duas e onde vocês moram? Com os endereços, passei primeiro na casa da Lídia e até sugeri para que fossemos para o barzinho sem a Marcela. Lídia não me respondeu, então, COMO QUEM CALA CONSENTE! segui rumo ao Barzinho. Lídia, teve um acesso de loucura no carro e me fez parar em um posto de gasolina. -Marcus? Você não entendeu que eu estou indo neste maldito bar só por causa da Marcela? Eu não quero nada contigo, já falei isso! Se LIGA CARA! -Espera ai, Lídia? Quem me LIGOU foi à PUTA da Marcela, dizendo que você fazia questão que eu fosse, você quer que eu entenda o que? -Você entendeu tudo errado, Marcus, me leva pra casa. -Não Lídia! Agora vamos passar na casa daquela puta da Marcela, que eu vou fazer questão de quebrar os dentes daquela vagabunda. Quem ela pensa que vai fazer de otário? Eu estava preste a explodir e iria falar tudo o que eu tinha em mente para a Marcela, então a Lídia falou. -Marcus, vamos fazer o seguinte. Você é adulto e eu também, leve a Marcela para a cama esta noite e eu saio com você outro dia. Pronto! Pensei: “Calma que você está a um ponto de conseguir COMER essa bucetinha cheirosa!” -Lídia, você NÃO PODE ESTAR FALANDO SÉRIO! Você não acha que eu achei meu pau no lixo, acha?!!! Meu amigo aqui nem deve subir ao tentar comer aquela nojenta! -Marcus, as regras são essas. Se mandar bem lá, eu vou saber e te dou uma chance comigo. -Chance O CARALHO, Lídia! Se eu aceitar você vai ter que DAR pra mim! E outra, vou acreditar que você seja digna de cumprir promessas, se não for, eu juro que vou te PEGAR A FORÇA, SUA PUTA MEDROSA. Chegamos na casa da Marcela, eu não pude deixar de notar que a casa era a maior mansão que eu já tinha entrado e por um segundo fiquei CURIOSO em saber o que essa VACA da Marcela fazia para ganhar a vida. Casada ela não era, porque QUEM TEM GRANA só casa com MULHERÃO. Trabalho? NEM FUDENDO! Só podia estar ENCALHADA morando com os pais, nem precisava perguntar, para mim era isso mesmo. Fomos recebidos pelo porteiro, que abriu o portão para nós e fomos buscá-la no balão da mansão. A VAGABUNDA demorou quase 30 MINUTOS, mesmo conversando com a MARAVILHOSA Lídia, eu não AGUENTAVA mais esperar. Eu odeio esperar e estava ficando SURDO de tanto buzinar para aquela PUTA DESGRAÇADA descer. Marcela chegou com os sapatos na mão, desceu as escadas pedindo desculpas e ainda por cima fechou a porta do carro com uma PUTA PORRADA! Daí, eu não AGUENTEI! -Marcela, puta que pariu! PORRA!!! Você pensa que temos a noite inteira para te esperar? Pensa que somos seus empregados, sua RIQUINHA MIMADA! E daí em diante, merecidamente, eu fui METENDO A BOCA nela até chegarmos ao BAR. Lá, eu vi que Marcela não valia nem o que comia, ela estava SORRINDO com aquele sorriso amarelo, como quem tinha visto PASSARO VERDE! Seguindo o combinado com a Lídia, e abracei Marcela e entramos no bar. NÃO BEIJEI a Marcela, más ficamos abraçados, deixei ela checar o volume do BRINQUEDO aqui e até dei umas deliciosas BELISCADAS NA BUNDA das duas. Eu só REZAVA PARA NÃO TER NINGUEM CONHECIDO no bar que me conhecesse. Eu estava no uísque, más mesmo tomando diversos goles, era insuportável ver a bunda da Lídia e ficar abraçado com a Marcela. Meu INSTINTO começou a ver Marcela de outra forma, e COMECEI a desejar AMORDAÇA-LA, AMARRA-LA POR UMA ETERNIDADE e BRINCAR aos GRITOS DELA até me dar por satisfeito. Eu estava me FUDENDO, mas a Lídia era a PUTA que MAIS merecia ser FODIDA ali! Na mesa do bar ainda e na frente da Lídia eu falei para a Marcela. -Marcela, você é uma vagabunda! Como pode ser tão ordinária?! Sua VACA! -Marcus, mas o que eu fiz, querido? -Marcela, a Lídia me contou, não dirija mais uma palavra direta para mim. Fale para a Lídia e ela fala para mim. Assim, você vai aprender a não ser mais intermediaria da minha relação com a Lídia. -Mas, Marcus?! -Lídia, MANDE essa PUTA CALAR A BOCA. Lídia falou para Marcela. -Marcela, você ouviu o que ele disse. Então eu retruquei para a Lídia. -Lídia, não é assim! Manda-a CALAR A BOCA, PORRA!. -Marcus, eu não vejo graça nenhuma nisso. -Tudo bem, então eu vou embora e vocês voltam pra casa a PÉ, vadias! Antes que a Lídia falasse algo, a Marcela falou. --Lídia, por favor, como amiga! Faça o que ele manda! -Marcela, CALA A BOCA! Parece RETARDADA! (Exclamou Lídia) Eu ainda estava abraçado com a Marcela, e resolvi SACANEAR. -Lídia, você esta muito GOSTOSA! Eu não consigo entender... Aposto que VOCE está com seu copo VAZIO a um TEMPÃO e fica negando a MINHA BEBIDA. DEIXA-ME chegar mais perto da sua ALMA, suculenta, deixa-me por um POUCO DE SAL GROSSO nessa sua PICANHA, prometo saborear cada PARTE do seu corpo e em COMPENSAÇÃO te dou meu OSSO para você se lambuzar depois, CADELA! Nisso a Marcela me interrompeu dizendo. -Que tal se fossemos os três para um motel? Eu olhei para Lídia e disse... -Lídia, você sabe o que fazer! -Marcela, CALA A BOCA!!! Marcela realmente era uma mulher que falava sem pensar e falava demais. A puta da Lídia, parecia estar começando a gostar da PUTARIA. -Marcus, a Marcela quer saber se você vai levá-la para um motel, hoje? -Lídia, fala para a VACA que eu vou leva-la sim, más só se você for junto, pois eu não faço sexo sem dialogo e no momento, não estou falando com ela. Alem do mais, estou louco para comer a sua bucetinha enquanto traduz para ela o que eu falar, TESUDA! -Marcela, ele vai levá-la sim, eu vou para casa de táxi... Já cumpri a minha missão de CUPIDO por hoje! Ainda por cima a PUTA da Lídia exclamou em seguida: -Marcus, hoje é o meu dia de dizer Adeus! Boa diversão para os pombinhos! Tchau. Eu fiquei PUTO, más não falei nada! Guardei a raiva para descontar depois na BOCA da tagarela! -Marcela começou a falar e eu só fui escutando, escutando, escutando, escutando, até que não AGUENTEI mais e falei. -VAMOS EMBORA, eu quero acabar logo com isso! Fiz a CADELA pagar a conta, visto que ela era a PUTA do berço de ouro e saímos do bar. No caminho achei que era hora de mais uma "FORQUILHA". -Marcela, você vai pagar o Motel ou vai querer que seja no MATO? -No mato, Marcus? No mato eu tenho medo! -Bom, neste caso, então vai ser no MATO MESMO! Eu não sou mané, sei que a onda de marginais pela cidade é grande, apesar de eu sempre carregar minha 765 comigo, parei o carro em uma rua asfaltada, peguei umas CORDAS que tenho para alguma emergência e fomos andando alguns quarteirões até o local, ela na frente e eu alguns metros atrás. -Marcus, por favor, vamos embora daqui, eu pago o motel! Está escuro! -CALA A BOCA CADELA! Quem manda aqui sou eu! Vai ser aonde eu quero e você vai dar essa BUCETA da forma que eu quero! E outra, PARA DE FICAR olhando para trás, PORRA! Já te falei que estou logo atrás. Chegamos no mato, vi o arame farpado e apesar de estar alto o matagal, eu avistei uma árvore e mandei ela seguir naquela direção. -Vai Marcela, anda vagabunda! A vaca EMPACOU. Não queria entrar no mato, ficou com MEDO NÃO SEI DO QUE e começou a CHORAR, como o de costume eu estava de gravata e terno novo, só saio assim. Então também achei melhor retornarmos para o carro, me dando por satisfeito da forma ENGRAÇADA DA choradeira dela. -Marcela, vou te levar embora! Não vamos TREPAR hoje! Eu só iria TREPAR contigo se fosse no MATO, agora perdi a VONTADE. Fui seguindo o sentido da casa dela, pensando no que eu ia falar para comer a Lídia depois e então marcela resolveu tagarelar: -Marcus, eu quero ir para o Motel, vamos naquele motel novo que tem na saída da cidade, eu pago! -O que você esta pensando Marcela, que eu não tenho dinheiro para pagar uma MOTELADA, é isso? -Não, Marcus! Eu só estou me oferecendo para pagar. -Então neste caso tudo bem, agora deita no MEU COLO e faz UMA CHUPETA aqui para eu relaxar da sua voz, VADIA! Ela não falou nada, abriu a minha braguilha, colocou-o para fora e chupou como nenhuma vaca que eu tinha comido, tinha feito. -Marcela, a partir de agora você vai obedecer as minhas ordens. Primeiramente, eu vou pedir só uma única vez e não vou falar novamente. -CHUPA DEVAGAR, SUA PROSTITUTA!!! Segurei a cabeça dela com força contra o meu membro e disse: -Isso! Agora, REPITA em voz alta e clara SEM TIRA-LO DA BOCA o que eu vou falar. -Eu, Marcela... prometo ser sua fiel vagabunda... a obedece-lo eternamente... mesmo casada amanha estarei sempre pronta a me oferecer para o senhor... e dar para quem o Senhor mandar... eu pertenço a você e quero ser adestrada como uma cadela... amarrada para seu deleite... chicoteada... cuspida... gozada... e bizarramente maltratada. Também prometo não lhe telefonar nunca mais ... e só lhe procurar se o Senhor me permitir. -Isso sua PUTA! MUITO BEM! Continua chupando esse PIRULITÃO criança! -Boa Noite, qual suíte Senhor? (Perguntou a envergonhada recepcionista) -Suíte Presidencial, querida! -Suíte 12, aqui esta a chave. Eu estava ENCABULADO com a VERGONHA e CURIOSIDADE da recepcionista, não resisti e deixei cair à chave. -Desculpe-me Senhor! -PUTA QUE PARIU, heim!!! Mais essa agora! -Marcela!!! Para de BABAR NA MINHA CALÇA, ENGOLE E LIMPE essa boca e vai pegar a chave que caiu lá fora! Marcela obedeceu sem questionar, abriu a porta e deu a volta no carro para ir buscar a chave. A recepcionista, tinha saído da janela de vidro, fechei a braguilha e a chamei pela buzina novamente. -MOÇA, EU AINDA NÃO ACABEI DE PEDIR. ME MANDE uma garrafa de vinho do Porto COMENDA. Quero dois guardanapos de pano e BASTANTE guardanapo de papel. E mais uma coisa. SOMENTE UMA TAÇA! Fui claro? -Sim, senhor! É por isso que eu sempre adorei ser O CLIENTE E COMPRAR SEMPRE A RAZÃO DOS OUTROS! -Marcela, vai fechar a portão da GARAGEM e não bata MAIS A PORTA do carro, SUA PUTA! E aproveite que vai estar com as mãos vazias e traga essas cordas para cima. No guarda-luva peguei meu apito e entrei na suíte. Dobrei mais duas vezes as mangas da camisa, acertei a gravata e fui chamar a cadela atrapalhada. Fechei a porta e falei: -Marcela, tira a roupa e enfia essa calcinha bem no RABO! -Vire-se! Vendo-a Nua, ela até que era gostosinha. Então falei. -Parece que você é mais GORDA do que eu imaginei! Vai ter que malhar antes de começarmos alguma coisa, comece fazendo o polichinelo! Ela não falou nada, más estava super engraçado a cena. Aqueles peitos murchos subindo e descendo, as banhas e a bunda parecendo gelatina, então dei uma APITADA na orelha dela e falei: -Pode parar! Como você é RIDÍCULA, você não tem nem coordenação motora, mulher! Preste atenção, duas apitadas é para começar e uma APITADA é para parar! Compreendeu, criatura? Duas apitadas e ela começou novamente, dez segundos depois a apitada para parar e repetimos a cena até ela começar a suar. -Agora, QUEIJINHO, vai ter que malhar esse panceps até virar um abdômen! Deita no chão, quando eu apitar VOCE levanta a cabeça e conta em voz alta, DUAS APITADAS é a permissão para descansar. Apitei e começamos a malhação, ela começou contando baixo, mas ao primeiro BERRO ela aprendeu a contar em voz alta. Fizemos três series de trinta e é claro a ultima deu um pouco a mais. -Marcela, levante e vamos alongar! Ela já estava suando e por estar aprendendo ser tão submissa, eu lhe dei um beijo de LINGUA. O meu VINHO tinha chegado, eu pedi para Marcela ir buscá-lo para mim. -Marcela, sirva-me! Ela me impressionou, ela sabia servir pelo lado certo, pedindo licença e caprichando na sutileza com o guardanapo. -Marcela, cara de empregada você tem mesmo, eu só não sabia que você tinha talento para a profissão também. Sentei na poltrona da sala ao lado do quarto e amassei um guardanapo molhado no vinho. -Marcela, fique DE QUATRO! Joguei a bolinha e disse: -Quando eu apitar, você vai buscá-la e deve trazê-la com a boca. Não quero vê-la levantar e nem pegar a bola com as mãos. Apitei e dei a ordem: -VAI CADELA! VAI buscar!!! REBOLA, CARALHO!!! Ela voltou e eu ordenei que ela mostrasse a LÍNGUA e ofegasse como uma CADELINHA quando chegasse agradecida pela atenção de seu dono! -Muito bem! Agora Ordinária, vou jogar novamente e vou CRONOMETRAR seu tempo! -Vai!!! O apito é uma ferramenta fantástica para orientação de cadelas, elas obedecem melhor do que berrar e é muito menos ESTRESSANTE para quem adestra. -Muito bem Marcela! Gostei de ver, rebolou bem agora!!! Ela ganhara a minha primeira SALVA DE PALMAS. -MAS AINDA NÃO ARREGANHOU MUITO ESSE CUZÃO! -AGORA, QUANDO FOR PEGAR A BOLA, QUERO QUE MOSTRE BEM ESSE CUZÃO ABRINDO BEM AS PERNAS! O apito e ... -VAI BUSCAR, CADELA!!!!! Brincamos durante um tempo, até ver que os joelhos dela começaram a perturbá-la e a produção caiu. Então, a chamei novamente, retirei a ensopada calcinha e fomos até a piscina. -VAI VAGABUNDA, DEITA AI COM AS COSTAS PARA O CHÃO! Com uma corda estendida entre as duas pernas levantadas e envergada pela nuca e os braços amarrados juntos, eu a amarrei profissionalmente. A boca eu a tapei colocando o guardanapo de pano encharcado com o resto do vinho. Retirei a minha roupa e fui nadar um pouco. Água fria é para dias quentes! Particularmente, eu adoro ter a visão de uma bucetinha submissa fazendo aquele hambúrguer e o cú a amostra em tempo integral. Como não sou de ferro, me aproximei e chupei-a com umas leves mordidas no grelho e fui alargando com os dedos o rabo da vadia. O Rabinho da vadia não demorou muito começou a produzir seu próprio GOZO, soltei-a e ordenei que subisse em cima da mesa ao lado da piscina. -MARCELA, VOU TENTAR SER CUIDADOSO, MAS SE EU OUVIR UM PIU, VOU ENFIA-LO ATÉ O TALO DE UMA SÓ VEZ E SÓ IREI PARAR QUANDO GOZAR! -NAO IMPORTA SE VAI ESTAR DOENDO, ARDENDO OU RASGANDO! SE VOCÊ RECUAR, EU O ENFIO ATÉ O TALO, FUI CLARO, CADELA! -AGORA, ABRA BEM AS PERNAS E RELAXA, SUA PUTA! QUE CHEGOU A HORA DO MENINÃO BRINCAR COM SEU CUZINHO! Fui lentamente no começo, e adorei ver as CARETAS entre LÁGRIMAS da vadia, ela estava chorando e mesmo assim, me obedecia. Quando senti que o cú da vaca já estava engolindo-me, segurei-a pelos CABELOS e fui aumentando a cadencia. Ela já não conseguia parar de GEMER, pela barriga dava para ver que ela forçava para expulsar-me de dentro, lagrimas desciam de seus olhos, sua boca babava e o nariz sugava o sumo que insistia em descer. Gozei chingando-a, meu pinto entrava e saia de seu cú com uma facilidade tremenda e a vagabunda ainda pedia por mais. -MARCELA, VAI PREPARAR UM BANHO DE BANHEIRA PARA MIM! Sem falar nada, enxugando as lagrimas e ainda sugando o nariz, ela foi preparar meu banho. Eu entrei na banheira e a chamei para dentro também. Beijei-a, COMI SEU RABO NOVAMENTE e curtimos um momento de brincadeiras com a água. -MARCELA, CHEGA DE PALHAÇADA! VAI BUSCAR A MINHA TOALHA! -NAO SE ENXUGUE E ME ESPERA DE QUATRO NA CAMA. Eu fui ao banheiro, caguei e tomei um super banho, me troquei e finalmente fui para o quarto. -MARCELA, PUTA QUE PARIU! JÁ VAI DAR ÀS CINCO HORAS! ESTOU INDO EMBORA E VOCÊ NEM SE TROCOU AINDA! VAI, CARALHO!!! PARA DE FICAR SE OFERECENDO VAGABUNDA! ACORDA PARA CUSPIR, SUA PUTA! Não a deixei pagar a conta e fomos embora para um autolanches matar a fome! No Sábado, eu liguei para Marcela e disse que iria trepar com a Lídia, combinei com a Lídia o horário, peguei-a e fomos direto para um motel. Infelizmente, a minha pior foda foi com a Lídia, apesar de super gostosa não foi à mesma coisa que com a Marcela. Ela não era submissa, tinha nojo de sexo oral e ainda por cima ameaçou-me de ir a policia registrar queixa de tentativa de estupro por eu tentar comer a força o RABO DELA. Eu não podia deixar de meter naquele burrão empinado e gostoso! Acabamos que brigando pela porta do banheiro e eu fui embora a deixando no motel com a conta a ser paga. Nos encontramos outras vezes, mas não sou homem de ficar teclando no mesmo erro e não rolou mais nada. Sai mais vezes com a vadia da Marcela, até que ela aprendeu a REGRA DA FORQUILHA, me pressionou para um relacionamento mais firme e me trocou por um viadinho com cabelo de claudinha! Ultimo cigarro no fim, preciso de outro maço.