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Strapatto
Mãos atadas às costas. Os pulsos amarrados juntos, bem firmes. Puxados para cima, obrigavam Babi a curvar o seu tronco para frente, numa posição incômoda. Seus cotovelos também estavam amarrados bem apertados e quase se tocavam, o que fazia com que Babi fosse obrigada a estufar seu peito, como numa exibição forçada de seus seios nus. É a posição que, os praticantes de bondage a arte da submissão - chamam de estrapatto. Babi, uma japonezinha mignon, não é uma adepta. Mas, não fora uma escolha sua ficar amarrada daquele jeito: semi nua, com o tronco curvado para frente, a bunda empinada para trás, as pernas bem abertas e o sexo arreganhado. Reclamar ela não podia. Não que não quisesse. É que uma mordaça, em forma de uma bola vermelha de borracha, preenchia a sua boca e estava bem presa, afivelada, atrás de sua nuca por duas tiras de couro. Os dentes serrados com força, cravados na mordaça, não eram capazes de deformar a bola vermelha, que mantinha a boca de Babi semiaberta. Por ela, escorria um filete de saliva, que descia pelo canto dos lábios vermelhos e pendia do queixo. Babi bem que tentava emitir algum som. Apenas gemidos surdos. ``MMMMMMMFFFFFF!´´ Era o máximo que se podia entender do que ela tentava gritar, provavelmente, uma súplica desesperada por liberdade. Seu algoz gostava de vê-la em tal situação: indefesa, escrava de seus desejos mais imundos e pecaminosos. Para aumentar o desconforto de Babi, ele havia calçado em seus pezinhos o que, em inglês, chamam de ``ballet training shoes´´. São sapatos de saltos muito altos. Tão altos que, os pés da mulher que os calçam não se dobram para se apoiar no chão com a planta do pé. Ao contrário, seus dedos ficam esticadas, em ponta (como na posição do bale clássico), apoiando-se no solo de forma extremamente dolorosa.
Pobre Babi. Poucas mulheres, talvez nenhuma, nem a mais masoquista, quisesse trocar de lugar com ela. Mas para o homem que a havia capturado de sua casa, seqüestrado-a e arrastado-a para aquele barracão perdido no meio do mato, vê-la daquele jeito era um delírio para os olhos.
Fora seus sapatos de tortura e as cordas que lhe marcavam pulsos, tornozelos, cotovelos, pescoço e seios, Babi vestia apenas uma calcinha preta de cetim: uma pequena e delicada peça de lingerie que fazia voar a imaginação. O sexo era tapado por um triângulo preto semitransparente do qual podia se avistar a racha de sua buceta, àquela altura, completamente raspadinha. Atrás, a calcinha era um minúsculo triângulo na altura da cintura que se perdia entre as nádegas de Babi em uma fina tira de tecido que roçava o anel rosa do seu cu, sumia em seu rego, para voltar a aparecer somente já na altura da sua xoxota.
Como toque final, Babi tinha as pernas bem abertas pois os seus tornozelos estavam presos a uma barra, cada um amarrado a uma de suas extremidades, de onde saia uma espécie de pulseira com fivela.
Babi se debatia o quanto podia. Era uma delícia vê-la lutando desesperadamente para livrar-se das cordas e do estupro inevitável.
Ele, que espiava a tudo da sala ao lado, através de um espelho falso, entrou no quarto. Era um homem forte, alto, de musculatura bem definida. Uma máscara escondia a sua identidade da vítima, que já não podia lhe esconder mais nada. Nem mesmo o medo e a vergonha. O seu carrasco usava um tapa sexo de couro, que mal podia conter o pênis ereto de excitação. Atrás, ele não tapava absolutamente nada. Era apenas uma tira de elástico preto enfiada na sua bunda dura. Ele era totalmente depilado, tanto que não saiam pelos nem mesmo nas virilhas, perto do seu sexo. Ao ver seu carrasco, Babi tremeu. Um frio lhe percorreu todo o corpo. Temeu pelo seu cu, ainda virgem. Temeu pela sua xoxota, que apesar de toda a dor que ela sentia, já encharcava a sua calcinha. Ao entrar no cômodo, ele sentiu o cheiro. Aproximou-se da japinha e levou seus dedos até aquela xoxoxinha. Apertou-a. Esfregou-a. Depois, sentiu seu cheiro, aproximando os dedos de seu nariz.
- Você está no ponto.
Deu a volta por trás de Babi, agarrou-lhe com força pelas ancas e puxou-a para perto de si. Roçou o pau, ainda escondido pelo tapa sexo de couro, na sua buceta, ainda escondida pelo tecido fino da calcinha fio dental. Tirou o pau para fora. Ele saltou, duro, rijo como uma espada pronta para desferir o golpe fatal e penetrá-la profundamente, sem perdão. Deixou que o pau escorregasse no meio da bunda, roçando a buceta, depois o cuzinho de Babi.
- Qual vai ser primeiro?
Babi soltou um gemido desesperado. Ele puxou-a pelos cabelos com força, o que fez com que a japinha soltasse um grito abafado pela mordaça, que aquela altura, já lhe provocava dores nos maxilares, obrigados e ficar abertos, ao mesmo tempo em que mordia a bola com força para que não se abrissem ainda mais. Babi tinha uma boquinha pequena demais para aquela ball gag (mordaça de bola).
Ele afastou o fio dental da calcinha de dentro da bunda. Molhou os dedos da mão direita no meio de grelo quente e úmido da japa e lubrificou o buraquinho do cu de Babi.
- Vai ser o rabo. Vamos alargá-lo um pouco.
Babi se debateu como pôde. Ele segurou-a com ainda mais força. Cuspiu na palma da mão e lubrificou a cabeça do pau.
- Você devia agradecer. Podia enfiar a seco.
Em seguida, afastou bem as nádegas com as duas mãos, até que o cu de Babi ficasse bem arreganhado e aberto, mirou no buraquinho apertado e rosa, que ele mesmo havia depilado, depois de amarrá-la, e forçou sua pica anus à dentro.
Babi sentiu a cabeça do pau forçar entrada pelo anel de seu cu apertado. A dor aumentava a medida em que ele apertava-lhe o rabo, ainda do lado de fora. De repente, a cabeça grande ultrapassou o anel rosa e escorregou com velocidade para dentro de seu cu. Uma sensação estranha, incômoda e gostosa. O pau já estava lá dentro, inteiro. Começava, então, o movimento de vai e vem em estocadas que começaram lentas e iam aumentando de velocidade. Empolgado, o carrasco de Babi, agarrou-lhe os cabelos, puxando sua cabeça para trás o que forçou a bola da mordaça a entrar de vez em sua boca, sufocando-lhe a saliva e a respiração. O corpo inteiro de Babi doía enquanto o seu cu era deflorado de forma tão selvagem.
(continua)