Back to Browse
Strapatto 2 - Continuação (Curra a Três)
Enquanto o seu carrasco deflorava o seu cuzinho outrora virgem, Babi sentia-se zonza, perdida. Aquilo a machucava muito. Mas à medida em que aquele sexo rijo ia para frente e para trás dentro dela, alargando-a, a sensação de dor era substituída aos poucos por uma outra sensação. Ela não poderia dizer ainda que era prazer. Era um misto de humilhação com a sensação de estar livre de seus preconceitos por não poder fazer absolutamente nada contra, nada para impedir aquele estupro. Seus cabelos eram puxados para trás com força. A mordaça que preenchia a sua boca entrava mais fundo quando a sua cabeça era puxada para trás. O homem segurava as suas ancas, deixava as mãos passearem por suas coxas grossas e retesadas pela posição incômoda em que ela se encontrava. Seu corpo todo estava sensível e a partir de certo momento parecia que todo ele era uma extensão de seu sexo, pronto para gozar. Ela estava toda molhada. A xoxota encharcada. O cú melado.
Quando sentiu que ia gozar, o homem a abraçou com força e enfiou o seu pau o mais fundo que pôde, deixando-o guardado lá dentro e enchendo Babi de porra, que escorria pelo seu cu, por seu rego e por fim pelo interior de suas coxas lisas.
Seu algoz retirou o pau de dentro dela, deu a volta, e tirou a mordaça de dentro da boca de Babi, mas antes que ela pudesse gritar, enfiou o seu pau e alertou.
- Chupa tudo, vadia. Se morder, leva porrada.
Babi, a princípio com nojo, pôs se a sugar o pau sujo de porra, que o homem manteve por um tempo dentro de sua boca, sem que ela pudesse tirá-lo. Babi só gemia. O homem segurou na corda que prendia os pulsos de Babi para cima, por trás de suas costas e mantinham o seu corpo forçosamente curvado para frente. Ele puxou ligeiramente a corda para cima, o que obrigava Babi a curvar-se mais para frente e engolir ainda mais fundo aquele pau. Ele ficou assim um tempo até que o seu sexo foi crescendo novamente dentro da boa de Babi, ganhando volume até gozar novamente, sem tirar o pau em nenhum momento de dentro da boquinha da japonesa, que engoliu tudo, quase engasgando. Por fim, ele tirou o caralho de dentro da boca de Babi, deixando-a arfar por um pouco.
- Por que você ta fazendo isso comigo? perguntou Babi.
- Porque eu posso. E porque eu quero. Sabe, já estava há um tempo de olho em você...
- Como é que eu vim parar aqui?
- Não ta na cara? Eu te seqüestrei, piranha! Te segui até a sua casa, à noite. E antes que você chegasse... Tava nas minhas mãos!
O Homem parecia ter prazer em descrever o seqüestro como um ato onipotente que mostrava todo o seu poder sobre Babi, vitimizada daquela maneira.
- Você já fez o que queria, eu não vi o seu rosto. Agora, me deixa ir.
- Quem disse que eu já fiz tudo o que eu queria. Eu mal comecei. Ou você acha que eu tive todo esse trabalho só pra comer o seu cú uma vezinha e gozar na tua boca? Nada disso.
- Me desamarra, pelo menos. Eu deixo você me comer. Mas me salta! Ta doendo. Essas cordas tão me machucando!
- Essa é a intenção. Um pouco de dor faz parte. Se você não sofre um pouco não tem a menor graça.
- Mas ta doendo muito.
- Que nada. Você não faz idéia do quanto pode doer. Agora chega de papo furado.
Dizendo isso, colocou novamente a mordaça dentro da boca de Babi. Para garantir que ela não emitisse nenhum pio, pegou um rolo de fita silvertape, cortou alguns pedaços e os colocou sobre a mordaça e sobre os lábios de Babi. Aquilo obrigava Babi a respirar apenas pelo nariz. E só para humilhá-la um pouco mais ele fez questão de mostrar o poder que tinha sobre ela apertando as narinas da bela com os dedos e lhe impedindo a respiração. Riu de Babi se debatendo nas cordas por um pouco de ar. E, depois de alguns segundos, liberou as narinas da moça permitindo que ela pegasse um pouco de ar.
- Você é toda minha, sua putinha. E eu faço o que eu quiser. Você fica presa desse jeito o tempo que eu quiser, ouviu bem? Agora, que eu cansei um pouco de te comer, vou aproveitar pra apreciar um pouco você sendo comidinha dos meus capangas.
Babi tremeu. Ainda haviam mais homens?
O homem do tapa sexo saiu por um pouco deixando-a temendo pelo que aconteceria a seguir. Ele voltou com mais dois. Todos de mascara e nus. Um deles era um negão tamanho família. E o outro, um sujeito magro e comprido mas com um pau enorme.
- Podem aproveitar um pouquinho da Japa. Eu sei que vocês tão loucos de vontade. Ela é uma delícia mesmo. sentenciou o que deveria ser o chefe do bando.
Um dos caras pegou dois pregadores de roupas e beliscou cada um dos mamilos de Babi. A dor foi imensa. Seus mamilos eram muito sensíveis. Não contente com isso, o negão começou a dar petelecos nos pregadores, fazendo-os balançar e castigar ainda mais os biquinhos dos peitos da japinha. O outro trouxe um plug anal que foi logo enfiando no cú de Babi, sem a menor cerimônia. Deixou ele dentro dela e tratou de tirar o pau pra fora. Abriu os grandes lábios de Babi com as duas mãos e deslizou o seu caralho dentro da buceta apertada da mestiça. Começou a penetrá-la com movimentos suaves, de quem estava curtindo muito cada ida e vinda dentro daquela gruta úmida e apertada.
Enquanto a penetrava, cravou as unhas nas coxas da japinha. Vez ou outra, aplicava-lhe um tapa na bunda. Os tapas foram ficando mais fortes, à medida em que o vai e vem ficava mais rápido.
Babi era só desespero e prazer. Um misto doido de sensações a dominava, a tirava do eixo. Ela só podia se deixar levar. Sem controle nenhum sobre o seu próprio corpo.
Enquanto isso, o negão se divertida em torturá-la. Vez ou outra, tapava-lhe o nariz, fazendo-a se debater em busca de ar. Comprimia-lhe o pescoço, enforcando-a só um pouco. Então, quando sentia que o seu amigo estava prestes a gozar em Babi, pegou um capaz e enfiou na cabeça de Babi e prendendo-o em seu pescoço. Ele podia ver o capuz inflar e desinflar com a respiração desesperada de Babi, cada vez mais rápida. E assim o magro gozou dentro da buceta de Babi, tirando o pau a tempo também para lavar a sua bunda e costas. E Babi gozou do jeito mais maluco que já havia chegado ao clímax.com o ar lhe faltando, com um plug preenchendo-lhe o cu, um pau penetrando seu sexo e seu mamilos beliscados dolorosamente por pregadores. Ela quase desfaleceu quando lhe tiravam o capuz da cabeça. E ela pode ver o seu carrasco terminando de se masturbar diante dela, e a porra jorrando sobre o seu rosto.