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Sabrina Sai de Casa (Capítulo 3)
CAPÍTULO 3: O BOSQUE
Sabrina passou dias de agonia. Ela imaginava que a qualquer momento alguém apareceria em sua porta lhe mostrando fotos suas, o DVD de suas torturas no bordel, e chantagearia, faria com que fizesse tudo aquilo novamente. Teve pesadelos.
Nos primeiros dias estava muito envergonhada. Tentou se convencer de que não teve opção, que foi forçada a fazer tudo aquilo. Mas ela sabia que esta não era toda a verdade. Ela se sentia rejeitada e humilhada, queria que Jorge a visse dando para outro, queria mostrar que daria para qualquer um menos para ele. Ela queria a aventura, queria a experiência, queria saber como era se sentir uma puta. Ela ficou excitada com a perspectiva da dor, da humilhação. Era tudo tão confuso.
Ela se vestia apenas com blusas compridas, escondendo o corpo, escondendo as marcas dos chicotes. Sua mãe estranhou, mas não disse nada. Talvez tivesse medo da resposta. Os seus mamilos ardiam. A sua boceta estava inchada, doía até para urinar. De noite ela sonhava com tudo o que tinha acontecido. Acordava assustada, suando frio. Era difícil até se deitar, porque não encontrava posição confortável.
O tempo passou e as marcas sumiram. Ninguém veio chantageá-la. Ela voltou à normalidade. Mas não esqueceu. Algumas noites ela se masturbava pensando em tudo aquilo. Saiu uma noite de casa e se deitou nua na grama, pensando que alguém podia encontra-la naquela situação. Rolou na grama, andou de quatro como a tinham feito andar, enfiou o cabo de uma enxada na boceta. Andou nua pela casa. Deitou-se nua no corredor de frente para a porta do quarto, onde a mãe dormia com o padrasto, e se masturbou.
Seu comportamento, que não era muito certo antes, passou a ser mais agressivo e rebelde. Mas, principalmente, ela passou a se isolar. Não tinha como falar com amigas sobre o que sentia. Passou a freqüentar sites de sexo na intenet, procurando por temas que se relacionavam com suas experiências. Descobriu a web-cam e passou a se masturbar na frente da câmera. Ela se lembrava de seu passeio, nua pelo centro da cidade e se excitava com a idéia de ser observada.
Ela já tinha 17 anos agora e tinha passado no vestibular para Biologia. Passou a ir para aula usando sempre saias sem calcinha. Sentava-se na frente e abria levemente as pernas, imaginando se poderia ser vista pelo professor. Durante uma prova ela percebeu que o professor a observava e abriu um pouquinho mais. Olhou para frente. O professor a observava, mas não olhava em seus olhos. Ajeitou-se na cadeira, cruzou e descruzou as pernas. Prendeu a saia com a bunda e deslizou na cadeira um pouco para frente. Sentiu a saia subir um centímetro pela coxa. Deixou a borracha cair na cadeira e abriu bem as pernas para apanha-la. Demorou ainda um minuto com as pernas abertas.
O professor era um senhor de idade e não comentou nada após a prova. Sabrina saiu da sala e foi para o banheiro se masturbar. Ela se sentia contaminada com algum vírus de loucura. Ela alugava vídeos pornôs, lia contos eróticos, fantasiava em salas de bate papo da internet. Chegou a sondar as novas colegas da faculdade, mas não encontrava paralelo com as suas experiências e os seus crescentes desejos.
Num desses acessos de loucura ela entrou no laboratório, tirou a roupa, se meteu num guarda-pó e passeou pelos corredores da faculdade. Passou por diversas pessoas e ninguém a notou. Desabotoou dois botões e foi para a cantina. Pediu um salgado e um refrigerante e sentou em uma das mesas do pátio; nervosa e excitada. Logo chegaram alguns colegas: um rapaz e duas moças. Eles se sentaram ao seu lado e começaram a conversar sobre os professores. Sabrina ria mais de nervoso do que por achar graça de alguma coisa. De soslaio pode observar os olhares de Rogério sobre seu decote. Todos foram saindo, mas Rogério ficou. Sabrina disse que tinha que voltar para o laboratório e Rogério disse que também ia para lá.
Isso complicava um pouco. Com ele do lado Sabrina não poderia passar pelo locker onde tinha deixado suas roupas. No caminho para o laboratório Sabrina disse que teria que ir ao banheiro e pediu que Rogério seguisse em frente. O rapaz não queria largar o osso: disse que esperava. Sabrina deixou a prudência de lado e resolveu ir em frente com aquilo. Entrou no banheiro e deu uma boa olhada no espelho: o seu decote mostrava a curva dos seios de maneira protuberante. Em um cúmulo de ousadia desabotoou um terceiro botão. Inclinou-se para frente e enxergou claramente seus mamilos. Olhou-se de lado: podia ver claramente a curvatura dos seios. Saiu do banheiro.
Rogério a esperava encostado na parede oposta. Ela foi até ele, inclinou-se para frente e lhe deu um beijo no rosto.
Obrigada por me esperar.
Os dois foram juntos para o laboratório. Rogério a observava e Sabrina observava o volume das calças de Rogério. Quando se aproximaram do laboratório Sabrina viu que a sala não estava vazia. Havia dois alunos e mais um professor. Ela não tinha experimentos a fazer e não teria muita desculpa sobre o que estava fazendo lá.
Antes que pudesse pensar em alguma desculpa, Rogério a puxou para uma sala vazia. Sem dizer uma palavra ele a jogou contra a parede e a beijou. Suas línguas se degladiavam, enquanto as mãos de Rogério puxavam os seios de Sabrina para fora do guarda-pó. Ele abocanhou um peito e Sabrina fechou os olhos.
Morde.
Rogério olhou para ela.
Morde minha teta. Morde forte.
Ele fechou os dentes sobre o peito de Sabrina.
Mais forte. Tira sangue.
Rogério mordeu de novo, agora como um canibal. Mordeu um bom pedaço de carne, com toda força, tentando juntar os dentes e arrancar fora aquela teta. Sabrina gemeu e prendeu a respiração.
Ele diminuiu a pressão e olhou de novo para ela. Levou um tapa na cara. No reflexo, devolveu o tapa.
Bate que nem homem.
Rogério levantou a mão e soltou a força. Fez Sabrina virar a cara e bater a cabeça no quadro negro.
Não para seu veado. Bate de verdade.
Agora ele tinha carta branca. Colocou a mão entre os peitos de Sabrina e puxou bruscamente o guarda-pó. Sabrina ouviu os botões caindo no chão e o guarda-pó se abriu expondo sua nudez. Rogério a jogou contra a parede e soltou a mão. Um tapa, dois, três. Bateu na cara da mulher até cansar. Agarrou-a pelos cabelos e a jogou no chão. Chutou-a no estômago. Sabrina sentiu uma dor horrível e perdeu o fôlego. Ele agarrou seus cabelos novamente e a puxou. Abriu o zíper e colocou o pau pra fora.
Sabrina abriu a boca e Rogério enfiou o pau na até o fundo da garganta. Ela sentiu que não conseguia respirar. Ele socava o pau dentro dela como se fodesse sua boceta. Ela tentou relaxar os músculos e engoliu o pau como pode. Logo ele penetrava o esôfago. Ele aumentou o ritmo e gozou no fundo da garganta de Sabrina. Forçou a cabeça de Sabrina junto ao seu corpo e a segurou por um minuto, enquanto os jatos de porra saiam de seu pau e seu corpo tremia.
Sabrina lambeu a ponta do cacete e limpou o pau, lambeu os lábios e guardou o pau de volta na calça. Rogério colocou a sola do sapato sobre peito de Sabrina e a jogou para frente. Sabrina caiu. Rogério cuspiu na cara dela.
Vadia.
Saiu da sala e deixou a porta aberta.
Sabrina levantou, foi até a porta e olhou o corredor. Saiu correndo segurando as pontas do guarda-pó e entrou no banheiro. Abriu a torneira, passou água pelo rosto, pelo corpo e se olhou no espelho. Tirou o peito para fora e observou. Havia uma marca profunda dos dentes de Rogério, roxa, com pequenos pontos de sangue. Passou os dedos pela marca, sentindo suas reentrâncias. Apertou o seio, tentando repetir a sensação. Fechou os olhos, colocou uma mão no clitóris e se masturbou freneticamente.
Naquela noite ela ficou imaginando como seria o dia seguinte. Rogério certamente comentaria sobre o que aconteceu. Outros rapazes a olhariam. Talvez tentassem se aproveitar dela. Ela sentia vergonha. Ela sentia medo. Ela tinha todas as sensações desagradáveis que qualquer outra teria em seu lugar. O que diferia era que quanto mais aquelas sensações a assombravam, tanto mais seus mamilos se endureciam e sua boceta se umedecia, tanto mais ela se via levada a desafiar e ultrapassar esses limites. A idéia de ser vista como vagabunda, jogada no chão, cuspida, a deixava enlouquecida.
O ano se passou sem outros incidentes. Ela tentou guardar para si sua vergonha, seu tesão. Ela tentou reprimir tudo o que sentia. Ela tentou esquecer e se concentrar nos estudos. Ela teve um namorado, mas rompeu. Ele a tratava bem demais. Noites em claro se passaram, dias em fantasias acordada.
Certo dia estava andando pelo centro da cidade e uma vitrine chamou sua atenção: um sex-shop. Ela entrou e foi atendida por um rapaz. Ela passeou por toda a loja: viu os vibradores, os dildos, e lembrou de como tinha sido penetrada por um daqueles. Olhou as fantasias e perguntou ao rapaz se podia provar alguma. Não podia. Mas a idéia não saiu de sua cabeça. Imaginou-se deixando a porta do provador aberta para que o rapaz a observasse. Pensou em como seria desfilar pela rua vestindo aquelas coisas. Mas ela sabia que ela mesma não teria coragem de fazer uma coisa dessas. Ela fez o que fez porque tinha sido obrigada a fazer.
Então viu as algemas e teve uma idéia macabra. Comprou um par de algemas de couro e uma fantasia. Era uma fantasia de índia: consistia de um micro saiote, totalmente aberto dos lados e uma micro blusa, frente única, no estilo indígena de filmes norte-americanos, com tiras de um tecido imitando couro cobrindo os seios. Como eram muitas tiras os seios ficavam totalmente cobertos, mas como eram apenas tiras bastavam uns poucos movimentos para os seios ficarem expostos.
Sabrina foi para casa com o seu pacote e se preparou para sua aventura. No próximo fim de semana sua mãe iria viajar deixando-a sozinha em casa. Neste dia Sabrina vestiu algumas roupas velhas, colocou um vidro de álcool e um isqueiro na bolsa, pegou o pacote com a fantasia e as algemas e pegou o ônibus para o campus da faculdade. No estacionamento escondeu o pacote com a fantasia em uma lata de lixo bem no meio do estacionamento. Havia um bosque que rodeava o campus e se ligava ao parque municipal do outro lado. Na entrada do bosque, debaixo de uma árvore, sob uma pedra, escondeu a chave de um cadeado. Caminhou pela trilha por cerca de meia hora, até se afastar de todas as pessoas que passeavam por lá. Encontrou uma clareira isolada e tirou a calça. Jogou álcool na calça e acendeu o isqueiro. Ficou lá vendo a calça queimar, imaginando o que faria agora.
Sabrina não tinha trazido calcinha ou soutien. Tudo que a cobria agora era uma camiseta branca que ia pouco além de sua cintura. Para quem a visse de longe, ela estava vestida. Seguiu caminhando pela trilha de volta para o estacionamento, levando as algemas na mão. Ouviu passos, respirou fundo e seguiu em frente. Na direção contrária vinha um casal de namorados. Sabrina passou por eles, deu alguns passos além e olhou para trás. O rapaz estava olhando para ela.
Sabrina se escondeu atrás de uma árvore, puxou a camisa para cima e se masturbou, curtindo a experiência. Tomou então coragem e tirou a camisa. Fez um bolo com ela e jogou-a longe. Pegou as algemas, um par de braceletes de couro com uma argola cada. Os braceletes tinham uma tira de couro e um fecho cada, como uma sandália. Ela poderia facilmente se desvencilhar das algemas se as fechasse na frente do corpo, simplesmente abrindo as tiras. Sua intenção era vestir os braceletes e prende-los pelas argolas com o cadeado, com as mãos nas costas, de modo que não pudesse se livrar sem a chave do cadeado.
Ela logo percebeu que o trabalho não seria tão simples. Em primeiro lugar, as tiras de couro eram grossas e não dobravam com facilidade. Em segundo lugar, passar um cadeado por argolas com as mãos nas costas é trabalho para um acrobata. Ela imaginou se o trabalho teria sido mais fácil se ela tivesse trazido um espelho. Tentou por meia hora, mas não havia como fazer o cadeado passar pela argola. Além disso, ela estava excitadíssima e com medo, sua concentração não ajudava. Estava nua em campo aberto, tentando se auto-algemar. Com certeza ela iria parar nas páginas dos jornais se alguém a encontrasse ali.
Sabrina então teve uma idéia que achou brilhante. Ela poderia fechar o cadeado com as mãos para frente e depois passar os pés sobre as algemas, jogando as mãos para trás. Foi o que ela fez, mas logo viu que essa também não era das melhores idéias. Com os pulsos presos as mãos ficavam exageradamente unidas, não havia espaço para ela passar da bunda. Agora ela tinha que ficar com o corpo inclinado, as mãos presas entre as pernas, tendo que andar com um passinho de japonesa presa em um daqueles quimonos orientais. A vantagem da posição era que ela podia se tocar, passando os dedos por sua boceta encharcada. Tentando penetrar um dedo ela se inclinou demais para frente e caiu de joelhos no chão. Curtindo a experiência ela rolou de lado e se deixou cair, rastejando pelo chão. Foi quando ouviu vozes distantes.
Tentou rolar novamente para a posição inicial e percebeu, desesperada, que não conseguia. Ficou de joelhos, mas não conseguia se levantar. As vozes se aproximavam, ela podia ouvir seus passos. Jogando a cabeça para frente, rastejou apoiando a cabeça e os joelhos para uma árvore próxima, procurando um apoio para se levantar. Conseguiu chegar até a árvore, mas ela não foi de grande auxílio. Os passos estavam prestes a entrar no seu campo de visão, logo após a esquina das árvores. Aproximou-se de um barranco e se jogou ribanceira abaixo, rolando pelo chão coberto de folhas, gravetos e espinhos. Quase se quebrou toda.
Agora algemada e caída ela permaneceu imóvel, olhando para a trilha a uns dez metros de distância. Alguns rapazes passavam pela trilha, conversando animadamente. Se algum deles tivesse a idéia de olhar para o lado, imediatamente contemplaria Sabrina naquele estado. Ela fechou os olhos, prendeu a respiração e esperou que passassem.
Eles passaram. Nada aconteceu. Ou melhor, algo aconteceu. Ela sentiu uma fisgada, coisas andando pelo seu corpo, pequeninas patas correndo por sua perna. Sabrina tinha caído sobre um formigueiro. As pequenas guerreiras defendiam seu território. Sabrina novamente tentou se levantar, mas era impossível. Com o movimento as formigas se assustam e mordem. Ela podia sentir as fisgadas entre as pernas, nas coxas, na bunda, na boceta, no meio do rabo, elas estavam em todo lugar.
Sabrina olhou para o lado e viu um tronco caído a alguns metros. Rastejando, apoiada com a testa e os joelhos, seguiu em direção ao tronco. Sua boceta parecia estar em chamas. De repente, ouviu passos, correndo em sua direção. Assustada, ela olhou para trás e caiu novamente no chão. Atrás dela, a poucos passos, estava um pastor alemão que a observava com curiosidade.
Aliviada, Sabrina tentou voltar à posição. Com muito esforço ela conseguiu e se postou novamente de costas para o cachorro. Seguiu rastejando e sentiu algo atrás de si. O pastor alemão enfiou o focinho entre suas pernas. Ele a cheirava. Seu focinho úmido na sua boceta. Ele a lambia. Sabrina paralisou. A língua lhe proporcionava alívio pelas picadas das formigas. Era gostoso. Ela se deixou lamber.
Mas ela precisava sair dali. Sabrina rastejou até o tronco e apoiou a testa sobre o tronco. Depois conseguiu apoiar um ombro. Isso lhe deu o apoio necessário para se levantar. Inclinada como uma corcunda, mas de pé. O cachorro não a deixava em paz, indo por trás dela e procurando por sua racha encharcada. Sabrina sentou-se no tronco e, passando as mãos por uma perna e por outra, conseguiu trazer as algemas para frente do corpo novamente.
Ainda sentada, o cachorro prosseguia em sua busca furiosa. Naquela posição ele lhe lambia diretamente o clitóris. Sabrina abriu as pernas e se deixou cair para trás. Estendida sobre o tronco. Roçando o mamilo e de pernas abertas para o cachorro ela se deixou levar. Língua de homem nenhum podia fazer o que aquele animal fazia. Com as pernas enlaçou o seu corpo peludo e tremeu. Ela tinha gozado. Um jato de líquido saltou de seu clitóris sobre o focinho daquele cachorro maravilhoso, aquele cachorro de raça.
Cachorro de raça bonito, bem cuidado. Com certeza tinha dono. Tinha uma coleira. Seu dono ... Meu Deus! Seu dono devia estar perto. Em segundos essas reflexões passaram pela mente de Sabrina, quando ela ouviu um flash. Ela se ajeitou rapidamente no tronco e outro flash se rompeu sobre seus olhos. Diante dela estava o dono do cachorro. Ele sorria.
Linda foto.
Sabrina estava pasma, sem palavras. Mas não era isso que ela intimamente queria que acontecesse? O que ela esperava que acontecesse ao passear nua e algemada pelo bosque? Ela não queria ser vista? De certo, fundo em seu íntimo, ela não queria ser vista como uma puta, uma cadela no cio, uma vadia pronta para receber seu castigo?
Você o deixou bem excitado, olhe só o cacete dele.
Sabrina voltou os olhos para o cachorro, uma cabeça triangular vermelha aparecia proeminente entre as pernas do pastor alemão.
Pegue no pau dele, eu quero tirar mais umas fotos.
Era assim então? Tão natural? Ele não ia lhe perguntar o que ela estava fazendo ali? Não iria questionar nada? Simplesmente agir como se aquele fosse um encontro programado? Sabrina ficou olhando para ele, sem saber o que fazer.
Vamos, pegue no pau dele. Não seja cruel com os animais. Ele é manso, não vai te morder.
Intimamente Sabrina deu de ombros. Sorriu e se aproximou do cachorro, afagou sua cabeça e passou a mão pelo seu pelo.
Como é o nome dele?.
Apolo.
Apolo, nossa, você é um cachorro muito safado, sabia?.
Apolo lambeu o rosto de Sabrina, feliz. Sabrina deixou a mão cair por baixo do corpo do animal e começou a alisa-lo. Entre os dedos prendeu o sexo do cachorro e ouviu outro flash. Assumiu seu papel de modelo e fechou a mão sobre o cacete de Apolo, masturbando-o.
Fique por baixo dele, com a boca próxima do pau, como se estivesse esperando pela porra.
Sabrina lhe dirigiu um olhar, assustada; mas a firmeza da determinação a colocou no piloto automático. Ela já estava fora de si. Ela se deitou no chão, debaixo do cachorro, masturbando o cacete bem próximo de sua boca, esperando um jato que poderia sair a qualquer momento. O membro já estava todo babado, suas mãos deslizavam sobre ele. Se pudesse dispor de uma das mãos ela estaria se masturbando ao mesmo tempo. Fotos irrompiam por todos os lados.
Abra a boca, mostra um pouco da língua. Isso! Demonstre desejo. Bom! Olha para a câmera, dê um sorriso de safada. Ótimo! Muito bom! Você é ótima! Bote a língua pra fora, dê uma lambida no pau de Apolo.
Essa última instrução encontrou resistência.
Vai cadela, faz o que eu estou mandando.
E isso acabou com qualquer resistência. Era isso que ela queria. Era assim que ela queria ser tratada.
Sabrina levou a língua para frente e juntou a baba do pau do cachorro, sentiu o gosto do animal. Não era terrível, parecia clara de ovo.
Chupa sua puta, bota a boca no pau de Apolo e chupa com vontade, mostra a vadia que você é.
Sabrina obedeceu. Ela se sentia humilhada, terrivelmente humilhada. E isso a excitava de um modo obsceno. O cacete espumava em sua boca. Sabrina se apoiou como pode e sugou aquele pau, enquanto descia as mãos para sua fresta, masturbando-se.
Chega, já está bom. Pode parar de chupar cadela.
Sabrina ainda demorou alguns segundos com o pau na boca. Limpou o cacete com a língua e sorveu o líquido.
Venha até aqui. Fique de quatro nesta posição.
E ela foi, obediente.
Coloca o rosto no chão. Empina a bunda. Abre as pernas.
Agora ela já se sentia a maior vagabunda entre as vagabundas. Toda aberta, toda exposta, toda submissa.
Apolo não perdeu tempo. Logo Sabrina sentia as unhas sobre suas costas, o corpo peludo sobre o seu. Seu dominador tirava fotos de sua vergonha. O membro do animal encontrou a sua racha e a penetrou. Ela sentiu aquele pau inchado penetrando-a A língua do cachorro ofegante em sua nuca. Ele se movimentava e a machucava com suas garras. A dor a excitava. O pau parecia maior do que era antes. Ela rebolava e gemia. O cachorro parou de se mover e Sabrina sentiu os jatos dentro dela.
Apolo permanecia grudado dentro dela. Ela podia sentir o líquido escorrendo pelas frestas da boceta, tanta era a porra que tinha sido derramada dentro dela. Porra de animal, gosto de animal na boca, suja como um animal.
O homem se sentou no tronco bem na sua frente. Colocou as mãos sobre ela, alcançando o cachorro, que se mexeu arranhando-a mais ainda. Ele havia tirado a coleira de Apolo e agora encaixava-a no pescoço de Sabrina. Uma coleira de cachorro, uma coleira de cadela. Na argola da coleira ele prendeu uma corrente. Do bolso ele tirou uma caneta e escreveu algo em sua testa. Abriu o zíper da calça e puxou-a para frente.
Sabrina chupou o pau de seu dominador com sofreguidão. Ele empurrou sua cabeça para baixo e ela sentiu faltar a respiração. Relaxou a garganta e sentiu-se invadida no esôfago. Ele a puxou pelos cabelos para cima e para baixo e a fodia como se estivesse fodendo sua boceta. Tirou o pau para fora e cobriu seu rosto com jatos de porra. Sabrina lambeu os lábios.
Promete uma coisa pra mim.
Fala.
Não limpa o rosto antes de chegar em casa.
Prometo.
Apolo finalmente se libertou de seu corpo. O pau do animal desinchou e o pastor alemão correu feliz pelo bosque, esfregando-se no chão de língua para fora.
Fica na posição, de quatro ainda. Eu quero tirar mais fotos.
Sabrina fez diversas poses: de quatro, com a cara cheia de porra e uma inscrição na testa, esticada no chão, sentada de pernas abertas sobre o tronco, masturbando-se com as pernas levantadas para o céu.
Ele a levantou, tirou novamente a caneta e escreveu um número sobre o seio direito, outro sobre o seio esquerdo. Virou-a de costas e escreveu mais alguma coisa em suas costas, uma palavra em sua nádega esquerda, outra em sua nádega direita. Empurrou-a sobre o tronco com violência. Sabrina caiu sobre o estômago e arranhou os braços tentando se proteger. Ele tirou o cinto e começou a golpeá-la. Deu-lhe muita cintada, deixando sua bunda em brasa.
Parou, enfiou a mão na boceta de Sabrina e depois, dois dedos em seu rabo. Tirou os dedos do cu e ofereceu-os para que Sabrina os chupasse, o que ela fez sem hesitar. Tirou o pau pra fora da calça e penetrou se rabo em uma estocada seca, fazendo Sabrina gemer. Comeu seu cu sem dó nem piedade. Tirou o pau do rabo dela só para gozar sobre sua bunda. Ofereceu o pau para que ela o limpasse. Ela lambeu porra, sangue e fezes. Ela ainda estava de boca aberta, quando ele começou a urinar. Mijou na boca aberta de Sabrina. Ela podia sentir o líquido fétido escorrer por sua boca para todo o seu corpo. Ele disse: engole e ela tomou alguns goles, passando a mão pelos seios, espalhando a urina pelo corpo. Mais humilhada do que nunca, mais usada do que nunca, mais puta do que nunca.
Seu dominador ainda tirou mais algumas fotos e se despediu. Deixou-a com a coleira e a corrente no pescoço. Disse que ela podia devolver quando ligasse para ele. Seus telefones estavam escritos sobre os seios de Sabrina. Ela ficou lá no meio do bosque: mijada, usada, ardendo, humilhada, esgotada.
Aguardem o próximo capítulo da saga:
CAPÍTULO 4: A FUGA
No anticlímax de sua experiência com aquele dominador anônimo e seu cachorro no meio do bosque, Sabrina permaneceu parada, sentada sobre aquele tronco ainda por vários minutos. Foi acordada de seu entorpecimento por vozes que se aproximavam. Lembrou-se então que ainda estava nua, de pulsos algemados na frente do corpo, vestindo uma coleira de cachorro com uma corrente pendente. Estava suja, coberta de terra, grama, mijo, bolotas inchavam o local das picadas das formigas, havia um espinho preso em seu seio direito, havia sangue coagulado entre as pernas, os joelhos e os braços estavam ralados, o cabelo desgrenhado e o rosto arranhado, coberto de porra que ela havia prometido não limpar antes de chegar em casa.Casa, como ela ia chegar em casa?