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As Vampiras
O conto que tenho para relatar vai parecer surrealista, mas não o é. Tudo começou num bar. Era noite. Daquelas bem fria e úmida. O local era freqüentado por todo tipo de pessoas, desde aquelas em busca de aventuras, diga-se de passagem, sexuais, até as que simplesmente freqüentava apenas para passar a noite.
Eu estava sentado numa mesa bem isolada. Deste local, poderia ter uma visão ampla de todo o ambiente. Dali, podia observar todos os presentes, o tipo de roupa que usavam, o que faziam, o que bebiam etc.
O relógio, mas parecia um daqueles que só encontramos em filme de terror, já mostrava que o dia principiava, era 1:30. Estava quase desistindo de encontrar uma parceira para trepar com ela, quando derrepente, do nada, vejo duas mulheres, vestidas de preto, botas de salto, maquiagem insinuantes, os lábios destacados por um batom vermelho vivo. Me olhavam de tal maneira, que mal conseguia me mover, parecia estar em hipnose. Sentaram-se em minha mesa, sem pedir licença, beberam do meu vinho e perguntaram me estava só. Respondi com um aceno de cabeça, não consegui proferir uma palavra sequer. Deram um sorriso sinistro e em seguida se apresentaram.
- Meu nome é Valeska, disse a morena mais alta. Embora estivesse também vestida de preto, usava uma calça de couro, uma jaqueta do mesmo material e botas de salto alto. Seu olhar impunha medo e ao mesmo tempo chamava a um convite irrecusável.
Em seguida sua amiga também se apresenta.
- Eu sou Morgana. Essa era um pouco mais baixa, mas parecia ser a chefe ou algo do tipo, de sua amiga. E continuou:
- Também estamos sozinhas, viemos de uma festa não muito longe daqui, mas não estava muito bom, não encontramos o que queríamos para nossa noite de hoje. Então, viemos para esse bar, na esperança de achar o que procuramos.
Com essa insinuação, disse à elas se já haviam encontrado o que queriam. Elas disseram que provavelmente. Como por um passe de mágica ou feitiço eu disse.
- Talvez possa ser o que procuram.
Elas se entreolharam, riram e responderam:
- Talvez possa ser, mas, terá que dizer para nós que aceita ser nosso, e uma vez dito isso, acará com as conseqüências.
Sem dúvida nenhuma que disse que aceitaria. Então Morgana disse para que a acompanhasse até sua residência. Iríamos em seu carro.
Eu, Morgana e Valeska, entramos no carro, um fiat uno escuro. Mandaram que eu dirigisse enquanto me indicavam o caminho. Estava com as pernas tremulas, não sei se de tesão ou apreensão. O caminho que me indicavam parecia levar para o nada. Pouco movimentada, iluminação precária, parecia que naquele lugar não deveria morar ninguém. A estrada foi ficando estreita, escura e finalmente chegamos. Ao ver a casa, um calafrio subiu pela minha espinha- os pelos do braço se arrepiaram todo- a casa parecia um castelo mau assombrado. Lá estava eu. No meio do nada, sem saber onde estava e, como fazer para voltar. As duas abriram a porta do carro, me convidaram para entrar. Ao sair do carro, as duas se posicionaram uma de cada lado meu, Morgana começou a alisar o meu pau, estava tão duro que parecia que iria rasgar a calça. Valeska com sua mão macias, alisava meu pescoço e lábios.
Valeska tirou de dentro de sua bolsa as chaves da casa, abriu-a e, ambas me puxaram para dentro da casa. Apavorado, disse a elas que iria fechar o carro e Morgana me respondeu:
- Não se preocupe. Neste lugar vem ninguém a muito tempo e riram em seguida.
Ao entrar, elas me acomodaram numa mesa, Valeska foi buscar uma bebida, embora tenha dito que não precisava, mas, mesmo assim, me trouxeram uma bebida de cor verde, com um aroma delicioso, não tinha como deixar de beber.
Fui sorvendo a bebida gole a gole, e elas me observando. Ao terminar de ingerir a bebida, foi me dando uma moleza, minha visão foi ficando turva, as forças se acabando. Olhei para elas, e sua fisionomia foi mudando. Os olhos começaram a brilhar mais, seus lábios começaram a ficar mais molhados, pareciam estar querendo beber alguma coisa. De repente, quando riram, percebi que suas presas começaram a aumentar de tamanho. Não conseguia distinguir bem o que estava acontecendo, parecia que elas eram vampiras. As duas davam gargalhadas, alisavam meu pau, meus lábios, pescoço, diziam que eu iria saciar a sede delas, e eu nem sequer esboçava reação. Me conduziram a um porão. O local era úmido, exalava um cheiro mórbido. Tinha correntes penduradas, lanças, fogo, tochas iluminando o local. Parecia estar num calabouço. Me deitaram numa mesa de pedra, amarraram minhas mãos e pernas com as correntes, me amordaçaram.
Em seguida Morgana chegou bem perto do meu rosto e disse:
- A partir de agora, você irá servir-nos. Saciará nossos desejos, nossa sede. Irá definhar para sempre nessa masmorra e somente partirá daqui quando morrer, e ainda sim sua alma pertencerá a nós.
Morgana ordenou a Valeska que preparasse o alimento. Valeska então respondeu:
- Sim condessa.
Percebi então que se tratava de uma vampira, uma condessa, e sua serva.
Valeska então pegou meu pau, começou a bater uma punheta, enquanto isso, a condessa mordia meu pescoço com seus dentes, porém não sugava meu sangue, apenas fazia aumentar meu tesão, minutos após, Valeska avisa que eu já estava quase gozando. A condessa Morgana para de morder meu pescoço e coloca sua boca no meu pau, enquanto Valeska continua batendo punheta para mim, até que acabo gozando. A condessa começa a sugar minha porra, e conforme ia ingerindo gota a gota da porra, sua pele ficava mais nova, seu rosto mais belo.
Não aguentando o tesão, pedi para foder elas. Foi o maior erro que cometi. A condessa me chamou de insolente, sujo. Eu estava para dar prazer e jovialidade a elas, não para ter prazer. Em seguida senti ardentemente na pele, o calor de um ferro em brasa. Gritei com toda força do meu pulmão. Elas riram. Novamente a Condessa Morgana começou a me morder. Dessa vez na virilha. Enquanto isso Valeska começou a chupar meu pau. Sentia uma mistura de dor e tesão. Quando perceberam que iria gozar, Morgana abocanhou um pênis e sugou toda a porra. O prazer em sentir o semem quente descendo garganta abaixo era visível em seu rosto. Notei que Valeska queria tomar um pouco do semem, porém, não se atrevia a pedir a condessa.
Estava definhando, minhas forças estavam esvaindo. Morgana direciona um olhar para Valeska, e essa já sabendo seu significado sai, em seguida vem trazendo um consolo, grande, deveria medir 20x5cm. A condessa então diz:
- Quer foder nossa buceta. Então vai foder. Colocou a base do consolo em minha boca, subiu na mesa e começou a sentar no consolo. Via aos poucos sua buceta engolindo aquele enorme pau de borracha. Quando fez entrar todo aquele enorme pau de borracha em sua buceta, começou a fazer movimento de vai e vem. Enquanto fazia entrar o pau em sua buceta, Morgana beijava ardentemente Valeska.
A condessa tirou o consolo de minha boca, pegou meu pau, que estava mole, e começou a chupar. Não tinha mais força para fazer meu pau levantar. Então Valeska pegou um chicote e começou a me chicotear, a dor foi aumentando, a condessa chupando com mais força até que involuntariamente meu pau levantou novamente. Duro como ferro. Sentia a habilidade com que a condessa chupava. Em seguida Valeska colocou minha cabeça entre seus pés e sentou com sua buceta em minha boca. Que delícia. O tesão era tão intenso que chupava aquela buceta com tanta vontade que Valeska de delirava. No mesmo instante que gozei novamente na boca da condessa, Valeska goza em minha boca. Quase me afoguei de tanto tomar o gozo de Valeska. Minha vida estava se esvaindo. Então percebi que Valeska sai, e num canto escuro vejo uma mulher acorrentada. Ela estava amordaçada. Seus cabelos loiros, alta, seios fartos, lábios grossos. Valeska a coloca sentada em minha boca e ordena para que chupe a moça. Ao mesmo tempo, Valeska pega meu cacete e começa a bater uma punheta. Ao ficar duro, a serviçal da Condessa senta, e aos poucos sinto meu cassete duro novamente entrando na buceta dela. Em seguida pega aquele enorme consolo e começa a introduzir no cú da mulher que estava chupando. Ela começa a gritar e chorar tanto, e eu a chupar ainda mais a buceta dela.
A condessa vendo tudo aquilo começa a entrar num estado de êxtase, se aproxima da mulher, segura-a pelos cabelos e a força a chupara a buceta da condessa. O que se seguiu foi inacreditável. No mesmos instante que condessa goza na boca da mulher, Valeska goza em cima de meu pau, a mulher goza na minha boca e eu gozo na buceta de Valeska.
A condessa e a Valeska satisfeitas, ficam observando a Mulher, essa, ainda com sua buceta na minha boca, começa a se transformar, seu dentes começam a aumentar, seus olhos a brilharem. Nasce mais uma serva para a Condessa.
Morgana começa a deixar o calabouço e a subir a escada, seguida por suas servas. Eu, bem, não iria morrer ali, mesmo que fosse de prazer. Com um grampo que tirei discretamente dos cabelos de Valeska quando ela me abraçou, abri as algemas e sai cambaleando, e enquanto percorria os corredores do calabouço percebi ossos, crânios, jogados nos cantos, provavelmente de outras vítimas da condessa.