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O Brinquedo - Parte I
- Sim. Te darei um ``brinquedo´´.
Esta foi a minha resposta quanto a minha escrava possuir um brinquedo.
No meu relacionamento BDSM, o ``brinquedo´´ é um homem ou uma mulher submissos, que serviriam realmente como brinquedo em sessões SM, sendo usado e abusado pela minha escrava e eu participando como voyeur ou ensinando minha escrava em o que fazer.
Candidatos não faltaram (por volta de 20) e muitas propostas surgiram.
Para todos que entravam em contato com minha escrava, ela passava o meu telefone e e-mail para que estes fossem avaliados inicialmente por mim.
As minhas 7 regras que explicitava sempre para minha escrava e para o brinquedo eram:
1 - a minha escrava não é Dominadora (Domme, Rainha, etc);
2 - você servirá de brinquedo de uma submissa / escrava;
3 - não haverá em nenhuma hipótese penetração do brinquedo em minha escrava;
4 - não haverá em nenhum momento o uso do brinquedo nas minhas mãos;
5 - o brinquedo é para ser usado apenas durante as cenas ou sessões, fora delas o único envolvimento é de amizade, e em nenhuma hipótese ele ou ela sendo casado, ou que tenha algum envolvimento com outra pessoa, nunca iremos atrapalhar e nem queremos que seja desfeito os laços;
6 - durante o uso será praticado o BDSM SSC;
7 - eu, minha escrava e o brinquedo terão sempre uma relação aonde deverá imperar sempre a verdade e o respeito.
Dos mais ou menos 20 candidatos, apenas viemos a conhecer pessoalmente uns 10 candidatos. Os demais candidatos sumiram por diversos motivos:
- não enviando mais contato, sem nenhuma justificativa;
- ou então apresentavam-se amedrontados com a possibilidade, imaginada por eles, de que quando estivessem na sessão imobilizados, eu viria e comeria eles;
- e até mesmo outros notávamos que aquela fantasia não passaria do virtual, ou faltava coragem, ou realmente o fetiche deles era apenas ficar de ``arreto´´ na internet, ficando na enrolação virtual.
Destes 10 candidatos marcamos encontros em locais diferentes, em datas diferentes, conforme a possibilidade e disponibilidade de cada um.
O primeiro candidato...
Tivemos uma longa conversa sentados em um shopping. Seguindo a regra número 7, fomos sinceros com ele e dizemos que não gostamos dele.
Desanimados, continuamos com nossa procura.
O segundo candidato...
Minutos antes do horário marcado, ele nos ligou avisando que não poderia ir. Até hoje não voltou a ligar.
O terceiro candidato...
Era verão, em plena época de férias. Tínhamos uma consulta marcada, e como já havíamos recebido um bolo anteriormente, resolvi não ir mais a encontros de candidatos, mas sim manter minha rotina diária e ele que viria a meu encontro. Conhecemos ele na frente de um hospital. Conversamos bastante. Ele era casado, com filha, e já tinha tido experiência de submissão com uma Domme, o qual na época tinha sido descoberto pela esposa e lhe causado grandes problemas. Segundo ele, após acabar o relacionamento com esta Domme, veio a procurar um psiquiatra, para que este lhe desse um laudo de ``loucura´´, para que pudesse a apresentar a esposa e que conseguisse ser desculpado e que mostrasse que estava arrependido. Grande problema. Esposa baunilha e ele com fantasias BDSM.
Tínhamos pouco tempo para a realização de uma sessão, pois ele daria desculpa a esposa que estaria no cinema. Resolvi ir para uma sessão, dando este brinquedo a minha escrava. Durante a viagem do hospital até o nosso local, fui observando os trejeitos dele. Ele se apresentava realmente como um verdadeiro submisso, um cachorrinho aguardando uma ordem. De vez em quando notava que ele por cima das calças coçava o seu pênis, com a intenção de uma quase masturbação. Notando isto, contei no ouvido da minha escrava e mandei ela dizer para ele parar com aquilo.
Chegando no local para a sessão, espalhamos nossos acessórios BDSM e me sentei no sofá e autorizei o começo da sessão. Minha escrava tremia, não sabendo o que fazer. Vesti a minha escrava com botas cano longo, meias 7/8, calcinha fio dental de renda e uma blusinha preta transparente acompanhando a cor dos demais acessórios. O brinquedo discretamente tentava tocar em seu pênis por cima das calças.
- Algeme as mãos dele para trás, não deixe que se toque - Disse eu.
Em poucos instantes o que era para o brinquedo uma tarefa fácil se masturbar, tornou-se uma tortura.
Avisei:
- O brinquedo é seu. Conhece as regras. Agora vou permanecer sentado aqui apenas assistindo.
- Por favor brinquedo... beije minha bota.
O brinquedo de joelhos e mãos algemadas para trás ficava à mercê do balanço das pernas de minha escrava, pois para dificultar, ela ficava caminhando, ou então sentada ficava cruzando e descruzando as pernas.
Minha escrava soltou as mãos dele e deitou o brinquedo de costas no chão. Era bem visível o vermelhão dos joelhos ralados no chão e a marca das algemas nos pulsos Com o objetivo de ensinar que não deveria mais usar as mãos para se tocar na nossa frente, ela como o salto agulha da bota pisou sobre as palma da mãos dele e ficou de cócoras ficando de pernas abertas com a calcinha bem próxima ao nariz dele. Quanto mais ele levantava a cabeça para sentir o cheiro, mais ela se levantava afastando e forçava mais o salto agulha sobre as mãos.
- Tudo bem, eu não me toco mais, eu juro e por favor não me excite mais desta forma e nem pise mais nas minhas mãos com tanta força.
A sessão tinha que acabar (...cinema deveria estar acabando...), e para uma primeira sessão com brinquedo novo, para minha escrava já era o suficiente. Nos despedimos e lá foi o brinquedo excitado, humilhado, mas extremamente feliz por ter servido os caprichos de uma mulher.
Peguei minha escrava pelo pescoço, puxei junto ao meu corpo, enfiei meus dedos em seu buraco, escorria tesão.
- Gostou então, cadela?
- Sim Senhor, muito obrigado. Agora quero você. Quero sentir você dentro de mim.
Peguei as cordas, prendi suas mãos para trás e prendi os pés muito próximo as mãos, obrigando-a a ficar apenas em 2 posições: deitada ou de joelhos. Coloquei uma mordaça em couro com 2 argolas, do tipo cabresto na boca dela, muito bem apertada, dificultando qualquer tipo de pedido verbal. Para aumentar a dor prendi 2 prendedores de roupa em seus lábios vaginais, e mais 2 prendedores em nos bicos dos seios. Fiz uma amarração pelo corpo dela, como se fosse um arreio, e neste arreio com 3 outras cordas, amarrei 1 das pontas de cada corda no arreio e com a outra ponta levei até o segundo andar da casa.
No andar superior, no último degrau, enrosquei as 3 cordas em uma coluna de sustentação da casa e fiquei segurando as cordas. Ordenei a escrava:
- Suba até aqui. Venha ao meu encontro. Chegando aqui, vou te tirar estes prendedores e vou te comer.
Acho que durou mais ou menos uns 5 minutos os gemidos, os olhares de clemência, a agitação das pernas e mãos tentando se soltar. Nada adiantou. Começou a árdua tarefa de subir os 18 degraus da escada, de joelhos, com os pés preso e sem apoio das mãos. A única garantia dela para não cair para trás eram as 3 cordas o qual eu mantinha bem firme no andar superior, puxando-as devagar conforme a conquista de cada andar feita pela escrava.
Trinta minutos de espera. Mas valeu a pena ver todo aquele esforço. Ao penetrar minha cadela vi o tesão multiplicado por 18 (como o número de degraus) e era muito gostoso pensar tudo que havia ocorrido naquele dia. Muito gozo... descansar... novo dia... novo candidato a brinquedo na lista de espera... mais novidades... mais surpresas...