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Uma Doce Vingança
Abri a porta bem devagar. Não queria acordá-la. Era muito tarde. Pé ante pé, entrei no quarto. Sapatos na mão. Pisava na ponta dos dedos dos pés. Sentei na cama, estava vazia. Não era a primeira vez que eu chegava tarde. Katy havia me avisado que não toleraria aquela situação por muito tempo. Ela cumpriu a promessa. Acendi a luz e nada. Fui para a cozinha, banheiros, demais cômodos e nada. O telefone quebrou o silêncio da noite. Levei um susto. Atendi. Uma voz de mulher dizia de forma sensual quase orgasmática:
- Se quer ver sua mulherzinha novamente venha a minha casa.
- Quem é você? Perguntei.
- Não reconhece mais minha voz, fofo? - Disse a voz misteriosa. Quando ela disse fofo, se entregou. Rosana! Morava no mesmo prédio, dois andares acima. Uma mulher muito gostosa. Nunca me deu bola, só sabia me provocar. Senti um frio percorrer minha espinha e ao mesmo tempo uma ereção. Será que Katy, quis me dar uma lição com a Rosana? Só de pensar nesta gostosa comendo minha mulher, poderia gozar. Calcei os sapatos e subi correndo as escadas, nem esperei o elevador. Não precisei bater na porta. Ela estava entreaberta.
- Alô, alguém em casa? - Nenhum resposta.
Devem estar no quarto, pensei. Entrei. A luz do abajur se ascendeu. Via apenas uma silhueta de mulher com um chicotinho na mão. Forcei os olhos, mas não reconheci quem era.
- Rosana é você?
- E quem mais, poderia ser, fofo? - Rosana, estava sensualíssima. Por dentro da calça não conseguia disfarçar meu entusiasmo. Fingindo não me importar com sua beleza, perguntei:
- Cadê a Katy? Nenhuma resposta. Rosana se mantinha imóvel.
- Você me ouviu, a Katy está aí?
- Por que a pressa fofo. O joguinho está apenas começando.
- Que joguinho? - Rosana então riu desdenhosamente jogou seus longos cabelos loiros para trás, estalou o chicote no ar e disse com voz grave, deixando de lado a sensualidade:
- Você vai ter que implorar pela resposta! - Colocou uma das mãos na cintura, abriu as pernas e ficou em posição de quem realmente sabe dar as ordens. Confuso, sem entender bem o que se passava, percebi que teria que entrar no jogo dela.
- Tá legal. - Ouvindo isso, ela se aproximou e começando pela canela, passou o cabo do chicote pela minha perna esquerda e virilha, me provocando arrepios. Estava começando a gostar daquele joguinho. De repente o chicote estalou, levei um susto e minha coxa começou a doer. O golpe rasgou minha calça.
- Ta legal? Ta legal? Desafiou ela. Sim senhora, vamos diga. A partir de agora sou sua senhora e você é meu escravo. - Apesar da dor e da raiva, não pude segurar uma gargalhada.
- Você está de brincadeira! Vou embora. - Me virei para sair quando um novo golpe certeiro rasgou minha camisa e machucou minhas costas. Me virei, e ia partir pra cima dela, quando ouvi sua voz imperativa.
- Não faça isso, ou nunca mais vai ver sua cadela! - Fiquei irado. Quem era ela para chamar Katy de cadela? Foi então que caiu a ficha. O jogo era outro. Ela estava no comando. Meu celular tocou. Era Katy. Me senti aliviado.
- Pronto senhora, falei ironicamente para Rosana, acabou seu joguinho. Atendi. Do outro lado, uma mulher gemia de prazer. Gritava. Um misto de dor e prazer. Fiquei de pau duro novamente. Seria Katy? Ela era.
- O que está acontecendo, quero uma explicação agora. - Katy parecia não me ouvir e continuava gemendo. Teve um orgasmo. Olhei para Rosana.
- Ou você me conta o que está acontecendo ou não me responsabilizo pelos meus atos. Katy veio rebolando e passou a mão no meu pau.
- Olha, o corno está gostando! - Nem acabou de falar e levantei a mão para dar-lhe um soco. Ela rapidamente se jogou para trás e disse com voz decidida: - Parado aí, escravo corno. Eu estou no comando aqui. - Fui obrigado a admitir. Pelo telefone ainda pude ouvir os gritos de prazer de Katy. Sentia muito tesão com o clima formado. Mas temia pelo que estava acontecendo com minha mulher e cada vez menos entendia este jogo. Quem estaria comendo ela. Para minha surpresa o ciúme se transformou em tesão. Enquanto divagava, levei outro golpe de chicote, desta vez cortou a pele da minha barriga que começou a sangrar. Entretanto não tentei reagir. Resolvi jogar.
- Sim senhora, o que quer que eu faça?
- Assim está melhor. Primeiro você vai lamber minhas botas. - Ao ouvir sua voz assim tão forte, senti muito tesão. Não sei explicar porque. Pelo telefone, ouvia Katy gemendo cada vez mais, o que só aumentava meu tesão. Uma voz masculina dava-lhe ordens que eu não conseguia entender. Rosana, me colocou de joelhos e colocou uma coleira em volta do meu pescoço e me ordenou que andasse de 4 pela sala. Eu obedecia e o que é pior comecei a gostar. Rosana sabia disso e abusava de mim. Me xingava muito e sempre me obrigava a dizer sim senhora. Tive que fazer tudo que ela mandava. As vezes parecia um pesadelo. Rosana me provocava.
- Senhora, deixe-me chupa-la, por favor, eu dizia.
- Nunca. Escravo imprestável. Homem algum vai por sua língua na minha bocetinha. Ainda mais um escravo fedido como você. Mas se você for bonzinho vou deixar Katy me lamber inteirinha e depois vou mostrar para aquela cadela o que é fazer amor de verdade. - Quando ela disse isso, meu pau queria saltar para fora da calça.
- Tire suas calças, escravo, quero ver o que temos aí.
- Sim senhora. - E fiquei nu. Desdenhosamente ela olhou para meu pau que estava duríssimo e gargalhou:
- Isso aí, é um pau? Isso é um pau. - E me mostrou uma cinta com um pau enorme de borracha.
- Coloque-me esta cinta, escravo. Sim senhora. - Pude roçar meus dedos na sua pele e sentir sua maciez. Que pele maravilhosa ela tinha. Seu perfume era inconfundível. Que mulher cheirosa. Fui surpreendido com um soco no olho, que certamente ficaria roxo.
- Você tocou em mim. Quem lhe deu permissão, escravo?
- Perdão senhora.
- Sabe o que vou fazer com esse pau?
- Nem tenho idéia, senhora.
- Além de corno e fedido, você é burro também hein.
- Desculpe, senhora, mas não entendi.
- E nem é para entender. Vou comer você, seu escravo corno, você vai ser minha mulherzinha.
- Senhora, não, pelo amor de Deus, não! Eu nunca dei o rabinho. A senhora vai me machucar, com certeza.
- Calado, seu burro. Pegue o telefone e ouça sua cadela, gemendo como uma vaca. É isso que eu quero que você faça.
- Mas senhora......- mal acabei de pronunciar estas palavras e levei um chute na cara.
- Cala boca, escravo, você só fala quando eu der permissão. Quanto mais ela falava essas palavras firmes, com mais tesão eu ficava. A dor física que sentia pelos golpes se transformavam em prazer. Nunca pensei que isso fosse acontecer comigo. Estava adorando a idéia de ser um escravo. Só me preocupava o fato dela querer me comer. Sempre fantasiei em ser possuído por uma mulher, mas aquele pau de borracha era muito grande e iria me machucar com certeza. Decidi não me preocupar com isso agora.
- Escravo, coloque este DVD, para rodar.
- Sim senhora.
- Aproxime-se e veja uma vaca fodendo.
A imagem estava escura, mas eu reconheci era Katy. Ela estava de 4 e um negão enorme a enrabava. O pau dele parecia uma Malzebier. Katy, que sempre me negara seu cuzinho se entregava para este homem, com uma volúpia que jamais vi em filmes pornô. Meu pau doía demais de tanto tempo que estava duro. Vendo minha querida esposa, assim desse jeito quase gozei. Fiquei com medo de mim mesmo por ter estes sentimentos. Um outro homem se aproximou e colocou uma mangueira enorme para fora. Deu-lhe diversos socos e disse:
- Chupa aí escrava e engole toda minha porra.
Um outro homem entrou em cena, deitou-se por baixo dela e meteu na sua boceta que dava pra ver estava muito molhada. Katy, estava tomando no cú e na boceta e chupando ao mesmo tempo. Ela urrava de prazer. Uma mulher entrou na cena. Era Rosana. Rosana dava-lhe chicotadas e ela gemia ainda mais. A cena era incrível.
- Senhora deixa eu bater uma punheta. - Implorei.
- Vamos ver.....preciso ver se você vai ser bonzinho. Fique de 4.
Eu fiquei de 4 e continue com os olhos fixos na TV. Rosana veio por trás e cuspiu no meu cú. De um golpe só ela meteu aquele pau enorme no meu cú. Senti a pele rasgando. Ela parecia conhecer do assunto. Esperou alguns segundos e disse:
- Agora você pode bater sua punheta, corninho.
Enquanto eu batia uma punheta, Katy gemia no vídeo e no telefone (ao vivo) e Rosana comia meu cú. Foi a melhor gozada da minha vida. De repente tudo foi ficando escuro. Fui perdendo os sentidos. Apaguei. Acordei na minha cama, de pijama e como se tivesse tomado um belo banho. Teria sido um sonho? Katy estava ao meu lado. Me beijou.
- Acordou amor, vou fazer café, não demora hein!
- Tomei uma bela ducha, e tentei reencontrar as idéias.
Senti uma dor na pele da barriga quando o sabonete escorreu pelo corte. Meu Deus, era verdade, aconteceu mesmo. Meu cú também começou a arder. Katy gritou da cozinha.
- Você não vem?
Apressei o banho, coloquei uma bermuda larga para não apertar a bunda e uma camiseta e fui para a cozinha, tomar café. Ao chegar deparei com uma cena que tirou todas as minhas dúvidas. Katy estava só de camisola comprida, deixando a mostra seu belo par de pernas e os seios quase de fora. Rosana, uma convidada inesperada para o café, vestia uma calça branca de cintura baixa apertadíssima e um top que mostrava uma barriguinha bem malhada e um piercing de ouro no umbigo de dava vontade de tirar com a língua. Seus seios siliconados estavam a mostra por causa de um decote maravilhoso. Katy e Rosana estavam se beijando. Um grande e sensual beijo de língua. Se esfregavam tanto que eu fiquei de novo de pau duro. No reflexo, apertei o cú e notei que ele estava bem machucado. Me lembrei da noite de ontem. Me aproximei das duas e quis participar da festinha. Ambas se viraram e gritaram ao mesmo tempo.
- Não escravo corno. Você vai ter que implorar.