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Fiz este conto baseado em uma das fantasias que tenho com esta admirável senhorita que há pouco conheci. Estava extremamente ansioso pela chegada Dela. Não era uma pessoa que costumava atrasar-se. Estava tudo como Ela havia ordenado. A casa estava em perfeita ordem, brilhando, recendendo a perfume de lavanda, o seu preferido. Os minutos pareciam eras, a espera tornara-se uma tortura. O estômago chegava a doer tamanha era a ansiedade de encontrá-la novamente. Deu-se o momemento esperado. Eu pude ouvir o som dos saltos contra o assoalho do corredor. O coração parecia saltar-me a boca, e pequenos calafrios acometia-me. Sentado numa cadeira muito desconfortável a um canto da sala, vestido impecávelmente como uma empregada de luxo, observei o movimento da maçaneta. Ao ouvir que a porta estava sendo aberta abaixei os olhos, Ela não gostava que A olhasse diretamente. A tensão e o desejo tomaram conta de mim ao prerceber aquela presença altiva e de certa forma apavorante. Não resisiti e diricionei o seu olhar para a porta, para o chão, queria ver as belas botas de minha Senhorita, que sempre eram tão negras quanto a sua vestimenta e seus cabelos, mas, percebi que ali ao lado das botas havia uma mulher, sentada como se fosse uma cadela. Ela estava nua na parte superior de seu corpo, branco e esbelto. Seus seios pequenos e mamilos roseos, estavam rijos pela temperatura ambiente baixa e talvez pelo estado de excitação dela. Tinha os cabelos na altura dos ombros e claros, numa tonalidade mel. Mantinha a cabeça baixa, o olhar vago voltado para o chão. Estava amordaçada por uma ball gag onde tiras passavam por toda a sua cabeça como um arreio de cavalo. Estava vestida apenas com uma calcinha branca, aparentemente de algodão, larga. Uma coleira grossa estava em seu pescoço o que dificultava os seus movimentos, a guia estava nas mãos de sua Dela, mãos enluvadas por uma longa luva de cetim preta. Excitado com a cena, ruboreceu-me as faces, e não queria de maneira alguma levantar a cabeça e demonstrar aquilo para Ela. Não tinha ordens para excitar-me, não tivera ordem nem para olhar para tal criatura que estava aos Seus pés. Sintia um pouco de ciúme também, gostaria de estar no lugar daquela garota, gostaria de estar junto dela. A Senhorita deu uma chibatada na garota que fê-la andar de quatro para o centro da sala, e falou em tom imperativo com sua voz doce e calma: - Fecha a porta, empregada inútil! Levante-se logo! Não percebeu a minha chegada? Claro que havia percebido a sua chegada. Sabia bem que todo aquele insulto fazia parte da cena e que me excitava muito com isso. Levantei-me sem pestanejar e corri em direção a porta para fechá-la, mas, ao passar pela cadelinha prostada naquele piso frio não pode deixar de olhá-la e me perder naquela beleza tão espantadoramente grande. Era uma pequena e delicada cadela. Ao voltar-me para meu lugar passei por Ela que num rápido movimento me atingiu o rosto com as costas da mão. - Quem o autorizou a olhar para a minha cadela?! Perguntou em tom ironico. Não respondi. Abaixei a cabeça. - Vou verificar se está tudo como ordenei e quero que ambos permaneçam onde estão, nem um milimetro fora do lugar, entenderam?!! Saiu dali a passos fortes e largos. ouvia -se ainda o som dos saltos contra os assoalho. Imovéis, eu e a cadela, tentávamos advinhar onde ela estaria naquele momento. Em qual aposento estaria aplicando a sua inspeção. Não só isso, tentávamos advinhar o que nos reservava ela. Senti vontade de dirigir palavras a cadela mas desisti da idéia, não existia autorização para tal; além do mais a cadela parecia estar distante, matendo o olhar vago e voltado para o piso. A impaciência começou a tomar conta de mim, não sabia a quanto tempo já estava esperá-La e começei a achar que não aconteceria nada. Estava um tanto desesperado pois há dez dias não gozava e sentia que seria mais um dia sem esse deleite. O pior de tudo era saber que estava ali com ela. Seria ela trão atroz a ponto de negar-lhe o que era meu por direito? Indignado cruzei os braços e as pernas num sinal de defesa. O barulho ocorrido após fazer tal movimento chamou a atenção da cadela que permanecia de quatro, visivelmente cansada pela posição. - NIni! Nini! venha! - ouviu-se o chamado Dela a sua cadelinha. Ela foi sem hesitação ao encontro solicitado pela dona, o que fez a minha indignação aumentar. Ela se divertiria com a cadela e esquecera de mim, a sua empregada exemplar. Passado alguns instantes ouvi o chamado: - Doll, traga-me uma terrina com água fresca para a cadela! Descobri que a voz vinha do quarto, entrou com a terrina cheia e cuidadoso para não derramar uma gota sequer. A Senhorita estava deitada na cama, com os pés para fora que acariciava o rosto da cadela. Ela olhou-me com um olhar doce e disse: - Doll, aproxime-se! Fui lentamente até a beirada da cama e ajoelhou-me, senti o afago dela sobre meus cabelos, suspirei. Estava cansado e tenso. Desejei encostar minha cabeça sobre o colo Dela mas sabia que Ela não gostaria disso. Me contentei apenas com aquelas mãos alvas e macias que afagavam-me quase como uma mãe afaga um filho. De súbito, Ela empurra a cadela com os pés fazendo-a cair e sentencia: - Deite-se no chão agora! Vou amarrá-la! De uma caixa de madeira grande, embaixo da cama, ela retira cordas que parecem feitas de algodão. Num sobressalto, levanta-se da cama e senta-se sobre as nedegas da cadela, muito mais magra que ela, e puxa seus braços para trás. A cadela dá pequenos gemidos sufocados pela mordaça que fez com que dela escorresse litros de saliva. Prende seus pulsos, depois os braços, esticando-os. Passa a corda entre os seios da pequena, que sente a pressão, demonstrada pela expressão da face. arraca-lhe a calcinha já muito umidecida e amarra suas coxas e tornocelos, levantado suas pernas e prendendo pulsos e pés. Agora a cadela parece feita de madeira, não pode se mexer. Ela então esfrega a calcinha na cara dela e diz: - Está choramingando por que, cadela? Vc gosta disso! Olha a prova! Se não gostasse não teria ficado assim, vagabunda! Eu aguardo a minha vez, estava tão excitado que mal consiguia pensar. Mas ainda não era... ela se ocupava da cadela. Virando-a de lado, suga-lhe os seios com tanto força como se desejasse se alimentar deles. Os pequenos seios ficam marcados pela sucção e pelos dentes Dela. Toca-lhe o sexo com agilidade e força, a cadela geme quase atingindo orgasmo, então Ela pára e perguntá-lhe: - O que deseja cadelinha, diga! Quase incompriensível a garota diz que deseja gozar. A Senhorita faz com que repita várias vezes e ria, uma gargalhada magnifica e cruel. Então diz para a cadela: - Se desejares mesmo então terá que lutar por isso... Doll, busque as velas para mim! Quero saber o quanto suporta menininha - diz isso dirigindo-se a garota. Pede-me que eu as acenda, nesse interim, olha bem dentro do olhos dela e diz pausada e docemente: - Não quero te fazer mal, apenas desejo dar-lhe prazer em uma medida que vc nunca ousou sonhar. As palavras Dela doem em mim, eu gostaria de ter aquela atenção, eu gostaria de ouvir novamente tais palavras, como ouvira há algum tempo atrás. Sentada atrás da cadela ela inicia a tortura: belisca os bicos dos mamilos fazendo com que a cadela dê gemidos curtos e pequenos movimentos com a cabeça; pinga a cera quente aumentando ainda mais os gemidos, seguindo assim ritmadamente. A Senhorita sorri sadicamente. Toca a garota novamente levando-a quase a loucura. Pára. Pinga-lhe mais gotas até que o mamilo dela esteja quase todo coberto. - Deseja gozar escrava? Ela balança a cabeça sofrêgamente. - Sabe que ainda falta o lado esquerdo não é?- repete movimento. Então Ela passa por cima da garota atingindo o outro lado, e tbm vira a garota, reiniciando a tortura. Parece que a cadela já não geme de dor e sim de prazer. Os grunhidos dela começam a me excitar de forma tal que sinti medo. Há um lado sádico meu que se contenta em ver aquilo tudo. Quase todo coberto de cera os mamilos dela e Ela a toca desesperadamente ordenando: - Goza minha putinha! Goza na mão da tua Dona! A garota goza, parece querer arrebentar as cordas. A Senhorita contiunua a tocá-la provocando tantos orgasmos q a garota parece que a qualquer momento ira desmaiar. Por fim Ela para e inquiri: - Quem é a minha puta?! ela responde débil e pálida: - Eu sou a sua puta!- e fecha os olhos. Neste momento eu tbm respondo intimamente: "eu sou a sua puta, minha adorada Senhorita!" Ela então, aproxima os labios do rosto da garota e beija-lhe a face, suga-lhe o queixo molhado pela saliva e diz: Agora vou desamarrá-la mas quero que permeneça deitada, descansando.- como é doce a voz de minha Senhorita neste momento... É lento o processo. a garota se espalha no chão e dorme. Ela retira-se do quarto sem ao menos me olhar, sinto como se não estivesse presente. Choro. As lágrimas quentes descem num caminho desigual. "Mulher perversa!" digo em tom baixo. Invejo aquele pequeno ser deitado no tapete do quarto, exauto, satisfeito por ora. A voz me chama intempestiva: - Doll! Prepare-me um banho! corro a obedecê-la mesmo estando insatisfeito com Ela. Após prepará-lo vou ao seu encontro para avisá-la e a vejo sentada suntuosamente no sofá, com uma taça na mão de vinho tinto. Está de corpete, cinta liga e botas. vejo seu sexo e os seus seios fartos, rijos. Ela esta fumando com sua piteira longa entre os dedos enluvados. Ergue a cabeça quando solta a fumaça. És mesmo uma diva. Estica os pés e diz: - Venha doll, lamba-as, precisam de cuidados...- seu tom de voz doce e fresco me anima, agora era a minha vez. Enquanto lambo suas botas percebo que ela faz um rápido movimento de encurvatura do corpo, parece-me que deseja alcançar-me a cabeça. Espero ansioso pelo toque quando sinto algo líquido e gélido que escorre por entre meus cabelos até alcançarem o chão. Ela derramou metade da taça sobre mim. - Limpe tudo ! Sorvo, lambo num frenesi. Quero a minha recompensa! Com uma das pernas ela toca meu sexo todo duro, por debaixo da saia que estou usando. Percebendo isso diz. - Olhe-me, veja como estou!- abre as pernas e vejo Seu sexo umidecido. Ela se toca e umedecedo os dedos mostra-me. Eu fico parado olhando-os. ela se levanta e diz: - Acabe logo com o seu serviço, empregada lerda! e sai. Estou a ponto de explodir e faço com uma velocidade tremenda. Mas antes que eu me levante Ela aparece com o Seu chicote e diz. - Vai ter que pagar pela sua displicencia e por ter me excitado sem ordem!- estala o chicote no ar. Já não posso me segurar e me debruço sobre o buffet da sala de jantar. Ela rasga a minha blusa, passa as mãos sobre minhas costas e logo sinto a ardncia do golpe. ^Mantenho a postura apesar de ter gemido alto. Segue então mais catorze chicotadas, ela pára e pergunta: - Deseja algo? - Sim!!! - digo desesperado. Foda-me minha Rainha, foda-me! Ela venda-me, amordaça-me com a gag que me presentiou e diz no meu ouvido: - Farei o teu desejo escravo! Poucos segundos depois sinto a penetração. Desejo receber aquele membro falso com se fosse de minha Dona, inclino-me mais para demostrar o quanto gosto disso. Ouço a gargalhada dela longe. Se ela está me fodendo como pode soar tão longe assim. Não era ela quem fazia aquilo, era a cadela. Penso em sair dali e quando faço o movimento, sou atingindo pelo cabo do chiocote. Pemaneço ali a sentir as estocadas cada vez mais fortes, me sentindo traido. Ela pede para que nos viramos, quer nos olhar, de perfil... ouço gemidos de prazer, altos, q só ouvira de uma pessoa, Ela. Então a cadela retira-me a venda e vejo a Soberana a se tocar olhando-nos. Aquilo me eleva a uma sensação maravilhosa, minha Dona está prestes a gozar vendo-me ser fodido pela sua cadelinha. Gozo junto com ela. Venham, bebam ambos do meu gozo! Fomos felizes receber a recompensa de tudo o que passamos.