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A Vingança
Há muito tempo venho sentindo uma enorme insatisfação pela maneira como sou tratada no meu ambiente de trabalho. Comecei a fantasiar como seria bom dar uma surra em cada um dos colegas que me oportuna e principalmente em meu chefe. Em meus devaneios submeto a verdadeiras sessões de tortura, impondo o chicote a quem mereça sem dó nem piedade.
Resolvi desabafar com um amigo aqui da firma a quem conheço há muito e gozo de certa intimidade que ocupa um cargo da alta diretoria. Brincando com ele falei que iria descontar nele os maus tratos que venho recebendo já que ele não interfere para que nada melhore. Ele desconversou achando que eu estava brincando, e até que eu estava, mas fiz de conta que era sério e ele começou a me ouvir. Disse que para cada mau trato e para cada pessoa iria estipular um instrumento para castigá-lo e contabilizando ao longo do mês. Com o inventário do mês na mão, iríamos a um motel aonde poria em prática a minha vingança. No começo ele falou que eu era louca, mas depois rindo falou que seria uma boa válvula de escape para o stress do dia a dia. Daí me pediu para explicar melhor e eu coloquei a coisa da maneira mais detalhada possível.
Expliquei que para cada tipo de contrariedade escolheria um instrumento e uma quantidade de golpes. Por exemplo, bronca sem motivo 100 chicotadas, com motivo seria apenas 50, gozação 30 golpes com vara de bambu, interrupção causando atraso no meu trabalho 20 golpes com um cinto e causas diversas 30 chineladas. Ele me perguntou o que seriam causas diversas, e eu expliquei que o ar condicionado sem funcionar, o atraso do ônibus, sono... Enfim qualquer coisa que me incomode. Disse ainda que os instrumentos de castigo seriam de responsabilidade dele exceto o chinelo, que eu já sabia qual iria utilizar!
Apresentarei o relatório ao final do período e ao aplicar a punição caso seja interrompida com alguma suplica para que eu pare, receberei em reais a quantidade de golpes que faltarem e mais... ao final da seção receberei uma longa e demorada limpeza com a língua e massagem em meus pés.
Para meu espanto ele concordou, meio que não acreditando do que eu era capaz. O mês passou...
No primeiro dia útil do mês seguinte, fui a sala do diretor e apresentei o relatório:
- Uma bronca sem motivo e duas com motivo: 150 chicotadas
- Varias brincadeiras que não gostei: 120 com vara
- 5 interrupções ao longo do trabalho: 100 cintadas
- Atraso no ônibus, roupa inadequada, cadeira quebrada, banheiro sem papel, enfim...: 200 chineladas.
No final havia encontrado uma maneira, na pior das hipóteses de aumentar meus ganhos, só nesse mês em R$ 570,00. Já fiquei imaginando o que iria comprar com o dinheiro, pois tinha certeza que meu diretor não iria se sujeitar a isso. Ledo engano meu, ele quis levar a diante. Bom só me restou enfrentar...
No dia combinado coloquei uma roupa preta, bem dominadora, e um sapato que deixa meus pés bem cheirosos e quando encontrei o perguntei se estava confirmado ao que ele me mostrou um pequeno pacote aonde afirmou estarem minhas encomendas. Uma colega brincou comigo e eu ironicamente falei: ele esta precisando apanhar..., ela riu sem imaginar como eu falava a verdade.
Aquele foi um dia muito difícil de chegar ao fim e por coincidência meus pés nunca suaram tanto. Nervoso e curiosidade, ora um ora outro.
Chegamos ao motel. Meio sem jeito e desajeitados, pois não estávamos lá para o que normalmente as pessoas vão! Falei que ele tirasse a roupa, mas permanecesse de cuecas. Surpreendentemente ele prontamente me obedeceu. Abri o pacote e encontrei um chicote de couro trançado (pensei como deve doer), uma vara de bambu com um metro mais ou menos e um cinto de couro macio, mas firme, que também não deve ficar muito atrás dos outros dois. Daí eu abri minha bolsa e mostrei meu chinelo de couro, bem usado, que tem até a marca de meus dedos, bem como seu cheiro impressos.
Ordenei que ele ficasse de quatro com o rosto na cama e a bunda empinada. Aproximei-me, dei o chinelo para ele dar uma cheirada e anunciei: Serão 200 chineladas. Comecei imediatamente. Confesso que estava meio desajeitada e com medo da reação dele. Ele recebeu os primeiros golpes, gemeu se contorceu, reclamou, chegou quase a gritar de dor, mas suportou! Eu vi que não iria ganhar o dinheiro tão fácil assim, mas eu estava sentindo uma estranha sensação.
Não pelo dinheiro, mas por prazer comecei a bater forte e com ritmo. Acho que perdi a conta, e ele não pediu para parar. A essa altura não tinha mais vergonha, o calor estava forte e uma estranha sensação tomava conta de mim. Resolvi colocar uma venda nos olhos Del, pois não queria que notasse minha expressão, e mandei que retirasse a cueca. A bunda dele estava completamente vermelha como se tivesse sido pintada.
Anunciei que agora ia começar a brincadeira. Peguei o cinto e avisei que queria que contasse cada golpe e agradecesse pedindo mais! Não tive duvidas, dobrei o cinto e desci com toda força bem no meio da bunda dele. Ele soltou um grito de dor e esqueceu-se de contar e agradecer. Avisei que quando isso acontecer terei que começar de novo ou receberei o valor total da tarefa, no caso 200 reais. Ele desculpou-se e eu reiniciei. Foram golpes fortes e certeiros e quando estava na vigésima cintada ele quase chorando disse: Vigésima, obrigado de mais uma minha rainha!
Nessa hora percebi que havia adquirido um escravo. Nunca havia pensado no assunto, mas agora isso me fascinava. Bati cada vez mais com muita força e na trigésima ele pediu para parar. Beleza... pensei, já foram R$170,00 para meu bolso. Havia chegado a hora da vara. Já não sabia se queria o dinheiro só pensava em com ia ficar aquela bunda já toda marcada. Ao levantar a vara e descer com ela, o assobio no ar me impressionou e mais ainda o barulho dela estalando em cheio na bunda dele seguido do grito e da frase: obrigado!
Pelo gemido e pelo grito, percebi que ele não suportaria muito mais então resolvi dar uma mãozinha e bati cada vez mais forte, mais rápido, a ponto dele perder a conta! Pelos vergões de vara que se misturavam com chinelo e o cinto, percebi que havia dado umas quinze! Resolvi anunciar o saldo de mais R$120,00, pela perda na contagem. Na verdade percebi que se tinha uma coisa impossível para ele naquele momento seria sentar pelas próximas horas.
Nessa altura estava com R$ 290,00 reais e confesso: muito excitada. Ao segurar o chicote e indiscritível a sensação de poder que senti a ponto de resolver e imediatamente já anunciar: Chegou a hora do chicote! Além de vendado vou amarrar suas mãos e pés à cama, e vou amordaçá-lo. Portanto, não se preocupe em contar, nem em agradecer por que vou ate o final. O dinheiro ficara para a próxima. Percebi nele também a imediata ereção o que me mostrou que estávamos na mesma freqüência.
As chicotadas foram sendo aplicadas com força, certeiras e precisas em todas as partes expostas: costas, pernas, bunda, coxas e ele se contorcendo e eu quase gozando de tanto prazer ao velo todo marcado, excitado e sem poder saber como estava eu. Ele estava na cegueira total e eu quase louca com aquela sensação. O que era aquilo? Jamais imaginei me sentir assim. Parecia que quanto mais eu o chicoteava mais eu queria e mais ele aprovava. Por alguns instantes aquela sensação me levou a loucura. O quarto transpirava excitação. Cada chicotada simulava uma caricia por mais louco que possa parecer. Quase rezo para não acabar nunca, mas tenho que preservar a saúde de meu escravo para as próximas... e ainda tenho mais a fazer.
Desamarrei-o sentei-me confortavelmente numa cadeira (confesso que me cansei de bater, imagina ele de apanhar...) e estendi os pés calçados para a massagem. Exigi que lambesse meus sapatos ate estarem bem limpos. Daí permite que tirasse um pé e apenas cheirasse. Estavam muito suados, o cheiro impregnou o ar daí exige lambesse dedo por dedo, a sola inteira e que acariciasse. Ele não só me atendeu como longamente lambeu meus dois pés ate que eu gozasse sem ele perceber (ele ficou vendado ate o final). Terminada minha tarefa anunciei a chegada do novo mês e avisei que agora iria prestar mais atenção nos desaforos. Ele me tranqüilizou dizendo que mesmo sem desaforos de agora em diante seria sempre assim quando eu bem entendesse! Basta uma convocação. Aguardem mais emoções virão! Isto foi só o começo...