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O que vou relatar aqui não é um conto. É uma história verdadeira que aconteceu na minha vida que mostra como eu me tornei um homem totalmente submisso à vontade de uma mulher. Por isso peço desculpas pelo tamanho do texto. Ele está bem detalhado e por isso ficou grande desse jeito. Tenho 26 anos. Sempre fui curioso sobre essas coisas de sadomasoquismo, dominação e humilhação sexual. Fantasiava como seria, particularmente, ser escravo sexual de uma mulher linda e sensual, mas que ao mesmo tempo possuísse uma postura altiva e dominadora, própria das mulheres que descobriram sua inegável superioridade sobre os homens. E esses pensamentos me deixavam muito excitado. Por fora, tinha de apresentar aquela figura do macho, garanhão, protetor das frágeis donzelas. Mas por dentro, sentia-me como se o meu devido lugar fosse ajoelhado aos pés de uma linda rainha sádica, pronta a me ensinar a obedecê-la o tempo todo e só viver para satisfazer seus desejos sexuais, negando até os meus, se ela assim o ordenasse. Morava numa cidade pequena do interior do Estado do Rio de Janeiro. Aos meus 19 anos, estudava numa boa escola, no 3.º ano do EM. Sempre tive muitos amigos e saía à noite no centro da cidade pra me divertir, azarava as garotas e ficava com elas, normalmente. Nunca tive outras tendências sexuais como o homossexualismo ou pan-sexualismo, por exemplo. Minha atração sempre foi e será exclusivamente direcionada às mulheres. Depois de conhecer muitas garotas, encontrei uma que mexeu com as minhas estruturas. Eram 12 de maio de 1997 e eu a conheci num clube da cidade numa festa de faculdades. Seu nome era Vanessa (Nome fictício) e ela era simplesmente uma deusa. Olhos negros e cabelos também negros, lisos e até a cintura. Um corpinho gostoso de viola, com uma bundinha grande, arrebitada e macia. Seus seios tinham o tamanho na medida certa e os biquinhos apontavam para cima quase furando a camisa apertadinha de lycra. Sua boca era muito bem desenhada e seus lábios eram carnudos e quentes. Enfim, a garota era um sonho. Começamos a conversar e a nos entender. Em pouco tempo estávamos namorando. Eu mal me continha de alegria. Nosso namoro começou bem como todo namoro começa. Beijinhos, carinhos, chamegos e cartinhas. Com o passar dos dias, naturalmente os carinhos foram ficando mais profundos e excitantes. Então perguntei a ela se ela queria fazer amor comigo, afinal, já nos conhecíamos a mais ou menos um mês e nossa paixão era intensa. Para minha surpresa, ela disse:”Olha, amor, eu tenho uma coisa pra te dizer...” o tom com que ela me falou essa frase me deixou no mínimo assustado. Ela continuou:” É que eu ainda sou virgem e gostaria de me manter assim até casar com alguém. Se esse alguém for você, eu me entregarei por inteiro mas só depois do véu e da grinalda”. Fiquei muito perplexo. Ela percebeu e emendou:”Olha, se você acha que não vai dar pra segur...” “Não!”, interrompi. “Tudo bem, eu gosto demais de você e vamos levando o namoro assim então do jeito que você quer. Estou disposto a tudo por você”. A partir desse momento começou a minha saga rumo à servidão sexual. (Você, escravo leitor, ou a senhora, rainha leitora, devem estar se perguntando como essa situação pode levar alguém à servidão e o que tem a ver com SMBD. O desenrolar da história levará a um desfecho delirante para todos que o acompanharem.) Passaram-se vários dias e eu estava ficando cada vez mais carente de sexo. Vanessa mantinha-se firme na posição virginal e eu lutava contra mim mesmo para manter o namoro de pé, pois estava muito apaixonado. Eu nem conseguia pensar em outras garotas, ela conseguia manter a minha atenção e o meu desejo voltados só para ela com um magnetismo fora do comum. Eu achava isso muito estranho, pois nunca imaginei que um dia teria tanta devoção e fidelidade a uma mulher. Eu procurava ser o namorado mais romântico e sedutor possível, mandava flores, fazia declarações amorosas das mais profundas, e a enchia de mimos e presentinhos. Tratava-a como uma princesa, na vã esperança de a qualquer hora ela não resistir mais aos meus encantos e entregar aquele rabinho gostoso só pra mim. Um dia, não agüentando mais de tesão, perguntei pra ela o porquê dela não querer transar se ela nem era religiosa. Ora, seus pais não eram caretas, pelo contrário, sempre nos aconselhavam até a usar a camisinha. Ela permitia os amassos mais safados possíveis, quando estávamos nos acariciando. Inclusive, um dia ela deixou que eu a bolinasse por cima da calcinha por alguns minutos e ela quase gozou. Minha mão ficou encharcada com o delicioso líquido que escorreu da xotinha virgem dela. Outro dia ela abriu o zíper da minha calça com um sorrisinho safado no rosto. Pedi pra ela fazer uma punhetinha em mim, mas quando ouviu isso tirou a mão imediatamente. Porém jamais admitiu que efetuássemos os finalmente. Ela não queria que eu a penetrasse nem por um decreto. Eu não entendia o porquê. Quando explanei tudo isso para ela, ela me respondeu com um jeitinho doce como se quisesse me convencer ou me chantagear: ”Ah seu bobinho, então eu vou abrir o jogo com você. Sabe,.... é que... quanto mais você fica...carente e frustrado, mais atenção e carinhos você me dá. É só eu manter você sempre bastante doido sem permitir que você goze, que então tenho você na minha mão sempre assim, fiel e obediente. ” Na mesma hora meu pau ficou duro de tanto tesão. Tentei disfarçar, mas ela percebeu: “Gostou, né? Eu já percebi que você gosta que eu esteja no controle da situação. Pois é, então eu vou segurar você assim, bem carente e mansinho como se fosse meu cachorrinho de estimação.” Fiquei louco de tesão. Meu pau quase explodiu dentro da caça quando ela falou daquele jeito, tão segura de si e sem medo da minha reação. Ela percebeu que eu estava assustado. Nada respondi. Depois disso ela me abraçou e perguntou quando eu ia comprar a sandália nova de salto que eu tinha prometido. Falei: “Puxa vida, amorzinha, eu ia comprar mas é que o dinheiro que sobrou eu vou ter que usar pra consertar o som do meu carro.” Ela fechou a cara na mesma hora. E falou num tom autoritário: “Na na nina não! O carro fica pra depois. Você vai é comprar a sandália que eu pedi.” Na mesma hora eu me peguei falando: “Ta bom, amorzinha, eu vou comprar amanhã pra você.” Já era! Eu estava dominado pela vontade da minha namorada! Eu, que achava que era o garanhão machão, me vi envolvido por aqueles instintos de escravo que assombravam meus pensamentos diante de uma rainha imponente e que sabia impor suas vontades sobre as minhas através da minha própria libido submissa. Aquele dia eu fui pra casa (moro sozinho até hoje). E comecei a pensar como seria a reação dos meus amigos e familiares quando descobrissem que a minha namorada gostava de mandar e que eu obedecia prontamente como um cachorrinho treinado. Cairia toda aquela minha máscara de homem vigoroso, comedor, machão e chefe da situação. Seria motivo de chacota para os amigos que soltariam piadinhas do tipo: o poste ta mijando no cachorro, hein? Ou então: O capim come boi lá na sua casa né? Isso, a razão me dizia mas meus instintos latejavam de vontade de dizer para ela que eu estava disposto a viver dominado por ela, que isso me excitava muito e que eu iria vestir a carapuça de cachorrinho submisso. Depois de pensar muito resolvi dar ouvidos à razão: Não queria perder a imagem social que já tinha passado para todos. Cheguei até ela uns dias depois, depois de brigar muito comigo mesmo e muito contrariado inventei uma desculpa que eu estava interessado em outra e que queria terminar o namoro. Ela se assustou por um instante, mas em poucos segundos aquele sorrisinho sarcástico voltou ao seu rosto e ela falou:”Eu não acredito nem um pouco nessa sua história de outra garota, vejo nos seus olhos que você é louco por mim. Mas tudo bem, se é assim que você quer, terminamos aqui.” Virou-se e foi embora sem esboçar qualquer emoção. Eu fiquei mais assustado ainda, pois eu sempre imaginei que uma mulher ficasse muito chorosa e emocionada quando o namorado terminava assim de repente. Depois de passados alguns meses, eu já estava melhor e mais ou menos recuperado do término do romance. Ainda pensava nela. Mas logo me vinha a lembrança da submissão e procurava forçar um esquecimento. Numa noite, estava na rua e vi duas amigas lindas da Vanessa conversando animadamente e bebendo cerveja numa mesa colocada do lado de fora do bar, no meio do calçadão. A rua estava cheia aquela noite. Vanessa me apresentou as duas pouco antes de terminarmos. Elas trabalhavam juntas num escritório de advocacia. Uma se chamava Thácila (nome fictício), branquinha de cabelos negros e lisos como os de Vanessa, porém, mais baixa e mais gostosinha. A outra se chamava Marcela (nome fictício) era loirinha, baixinha também e um pouco gordinha, mas extremamente gostosa. Resolvi me aproximar das duas. Cheguei cumprimentando: ”Oi gatinhas, tudo bem com vocês?” [As duas]: “Ooiii!” [Thácila]: “tudo bem com você, já se recuperou?” [Eu respondi]: “Estou um pouco melhor, já deu pra esquecer um pouco”. [Marcela]: “Ih, a Vanessa ficou bem triste e disse pra gente que nunca vai encontrar alguém como você, que você era perfeito pra ela” Na mesma hora me veio a ligação disso com o prelúdio de que a Vanessa queria alguém submisso, me encontrou, tentou se impor, mas me perdeu. Mudamos de assunto e começamos a conversar sobre a vida. Num certo momento da conversa, disse que ia tirar férias naquele mês. Era num 30 de setembro e eu ia ficar de férias em outubro na loja em que eu trabalhava como vendedor. As duas se olharam por alguns momentos com os olhos meio arregalados e a Marcela falou:”Mas que coincidência! Nós duas também vamos tirar férias nesse mês. E vamos passar num sítio que o meu tio emprestou pra gente, você quer vir com a gente?” Perguntei: “Puxa! Maravilha! Topo sim. Quem mais vai com a gente?” Thácila me respondeu com um olharzinho meio safado:”Mais ninguém, só nós três, por quê algum problema?” Falei:”Não...que isso, vai ser divertido, topo sim”. [Marcela]:”Ta legal, então a gente te pega de carro no sábado que vem às 9:00 lá na estrada perto da sua casa ta bom?” “Ótimo!” Respondi. Imaginei na mesma hora como seria ficar sozinho com duas mulheres deliciosas num sítio só tomando sol, relaxando e com muito sexo. Me despedi delas depois e fui embora. Mal podia esperar. A semana passou se arrastando. Sábado estava eu lá no ponto marcado. As duas vieram num corsa branco. Estavam de biquíni, canga e óculos escuros. Eu fiquei de pau duro quando vi as duas me chamando pra entrar no carro, sorridentes e animadas. Na viagem, conversávamos sobre o que iríamos fazer. Combinamos de fazer churrasco todo dia a beira da piscina, colocar um sonzão e tomar muito sol. É claro que enrabar a bunda gostosa de uma, enquanto enfiava a língua na xaninha molhada de outra também fazia parte dos meus planos para essas férias. Enfim, chegamos no tal sítio. Maravilhoso, gramado com piscina e um casarão enorme cheio de quartos. Estávamos nós três sozinhos naquela imensidão de lazer. Sentei numa cadeira à beira da piscina e Marcela me ofereceu uma lata de skol. Disse:”Ah quero, obrigado” Ela me deu uma latinha já aberta e estava bem gelada. Quando dei o primeiro gole percebi um gosto meio esquisito mas continuei bebendo até o final. Thácila falou:”Nós duas vamos lá dentro trazer o som, você pode ir limpando a piscina por favor?” Eu disse: “claro, como não?” Levantei e senti de imediato uma tontura muito forte. Fui andando em direção à redinha de limpar piscina e cambaleei muito. Ainda ouvi uma delas dizer:”Olha lá ta dando certo ele vai dormir” antes de cair inconsciente. Quando acordei, ainda bem tonto, levei um grande susto: eu estava numa cama deitado de bruços, pelado e com os braços e as pernas abertas. Quando tentei me mexer, percebi, para meu desespero, que estava amarrado. Então ouvi risadas de mulher. Estava difícil de virar o rosto, mas consegui de rabo de olho ver que atrás de mim estavam três mulheres vestindo umas lingeries de couro. Duas eu reconheci, as que usavam lingerie de couro marrom claro: uma era Thácila e a outra era a Marcela. A do meio, que usava uma lingerie de couro preto, eu não reconheci no primeiro momento. Elas continuaram rindo e a Thácila falou: “Foi muito fácil pegar ele né?” [Marcela]: “ah, caiu como um patinho hahahahahaha”. Quando a do meio falou meu corpo inteiro estremeceu, pois eu reconheci a voz dela na mesma hora: “É, ele não quis ser meu por bem, agora será por mal!”. Era ela mesma! Vanessa!!! Eu mal podia acreditar que estava pelado, amarrado de costas, com o rabo aberto pra que ela, minha ex-namorada e mais duas amigas pudessem olhar à vontade. Depois as três ficaram me observando e comentando:”Olha que bunda gostosa que ele tem”; “vai levar muitas palmadas”; “ele vai virar uma putinha muito safada”; “olha o cuzinho dele, fechadinho, olha que amor...”; hahahaha, eu vou deixar ele bem arrombadinho daqui a pouco.” Aquela conversa ia me deixando assustado e envergonhado, mas ao mesmo tempo me dava conta que todo aquele sonho de submissão estava se tornando real, e comecei a ficar excitado. Fiquei mais louco ainda, quando elas começaram a acariciar a minha bunda e me elogiar, me chamando de putinha gostosa. Depois de todo esse prelúdio, Vanessa me colocou uma coleira de couro no pescoço começou a falar: “Bem, de agora em diante, você se chama Escravo Fiel. A mim, você só chama pelo nome de Rainha Vanessa quando eu permitir que você me dirija a palavra. Essas minhas duas ajudantes, na verdade não são minhas amigas. São minhas escravas também assim como você, mas são superiores a você e também são suas dominadoras, abaixo de mim, é claro. Bom trabalho meninas, conseguiram me trazer o escavo que mais desejava. Quanto a você, Escravo fiel, será iniciado na sua nova condição de submisso a partir de agora. Deverá me obedecer incondicionalmente e qualquer coisa que você faça que me desagrade, fará com que você seja severamente castigado por mim ou por uma de minhas monitoras, fui clara?” [Respondi]: “Sim, senhora, Rainha Vanessa”. Nesse momento, meu pau latejava de tanto tesão. Foi um momento que eu nunca vou esquecer. Não parecia verdade. Ela continuou:”Monitoras, levem ele para a sala. Vamos inicia-lo através da humilhação”. Aquilo me acendeu a curiosidade, mas eu nem sabia o que me esperava. As monitoras Thácila e Marcela me desamarraram da cama e quando eu levantei fui algemado nos braços e nos tornozelos. Elas foram me conduzindo pelo corredor principal da casa até uma porta que tinha três fechaduras. Quando abriram, eu vi coisas lá dentro que eu nunca tinha visto antes, parecia aquelas salas de tortura medievais com cama de estica, chicotes e grilhões. Elas me levaram até um canto e eu fui preso pelos braços em duas argolas que estavam agregadas à parede. Estava de costas e continuava totalmente nu. [Rainha Vanessa]: “Agora você vai pagar por ter me deixado, pra aprender a me obedecer direito!” Quando acabou de falar isso, ouvi o som de um chicote cortando o ar e não demorou muito pra eu senti-lo estalando na minha bunda e urrar de dor. As três riam do meu desespero. [Monitora Thácila]: “Agradeça à Rainha pelo castigo que recebeu, seu escravo insolente!” [Respondi]: “Obrigado, senhora”, e logo veio outra chibatada nas nádegas. [Marcela]: “Você vai apanhar muito ainda sua putinha, até aprender a servir à nossa Rainha de forma decente” E a terceira chibata veio. Eu mal agüentava de dor, as lágrima já escorriam no meu rosto sem eu querer. Aquela surra prosseguiu por uma hora e meia mais ou menos. Depois de apanhar muito de chicote e palmatória na bunda e tomar tapas no rosto, elas me deitaram e prenderam no chão. Rainha Vanessa ordenou:”Meninas, estou com vontade de urinar. Abram a tampa da privada pra eu aliviar a minha necessidade.” Então as duas abriram a minha boca e eu vi a minha Rainha arriando a calcinha e mostrando tudo o que eu nunca tinha visto dela, aquela bunda redondinha e a xaninha raspadinha. Ela estava simplesmente deliciosa com aquele espartilho. Ela se posicionou de pé com um pé de cada lado da minha cabeça e foi agachando. Eu fui vendo aquela bucetinha gostosa se aproximando do meu rosto. De repente, ela começou a urinar dentro da minha boca e eu comecei a engasgar e tossir. Monitora Marcela berrou:”Ah, seu insolente, não desperdice uma gota desse líquido sagrado! Beber a urina de nossa Rainha é um privilégio! Beba tudo!” só que eu não conseguia parar de tossir e muita urina escorreu pelo meu rosto e pelo pescoço. A Rainha Vanessa levantou urrando de ódio e gritando:”Seu idiota!!! Você jogou fora a urina que eu te mandei beber! Agora será castigado como nunca!” As duas me pegaram e me prenderam numa prancha inclinada de madeira de frente para elas. As três me deram vários tapas no rosto. Monitora Thácila falou:”A senhora é muito benevolente minha Rainha, se ele fosse meu escravo eu seria mais severa ainda”. Rainha Vanessa respondeu: ”Tem razão, escrava. Humilharei-o mais, temos as férias inteiras pra isso.” Thácila começou a bater no meu pênis com um porretinho de madeira maciça, Enquanto Marcela começou a derreter uma vela nos meus mamilos, no saco e na barriga. Minha Rainha tratava de me esbofetear e dizer que eu era só dela. E eu tinha que agradecer a cada tapa no rosto. Sentia muita dor, mas o meu pau não amolecia, continuava latejando de tesão. Eu não sentia mais nenhuma vontade, sentia como se a minha vontade fosse de minha Rainha. Ela então ordenou às monitoras:”coloquem-no de quatro. Vamos inicia-lo na técnica da motivação”. Eu não sabia o que aquilo queria dizer mas estranhamente eu gostei quando ela falou isso. Uma das monitoras prendeu a minha coleira numa presilha de aço que saía do chão, de forma que o meu rosto ficou colado ao solo. Colocaram uma trave de ferro com uma algema em cada ponta pra manter as minhas pernas bem separadas. Meus braços foram amarrados atrás das costas. Estava completamente impossibilitado de me mexer. Pra completar, minha rainha amarrou uma correinha de couro no meu pau e apertou bem. Dela saia uma cordinha que ela esticou e amarrou na minha coleira. Depois recomendou:”Se você se debater e se mexer muito, essa cordinha vai puxar a coleira peniana e vai ficar cada vez mais apertado, ouviu?” Respondi:”Sim, senhora”. Depois disso, Marcela me amordaçou colocando uma bola pequena de borracha na minha boca e amarrando as tiras na minha nuca. Então minha Rainha começou a falar: ”Bem, agora que você está pronto, para a motivação do Escravo Fiel, vamos começar limpando bem o seu buraquinho.” Eu me assustei quando ouvi isso. Vi Thácila chegando com uma espécie de seringa de vidro cheia d`água. Era tão grande que devia ter um litro mais ou menos. Ela passou aquela seringa enorme pras mãos da Marcela e ela foi pra trás de mim. Só senti meu cuzinho sendo levemente invadido por algo fino como um canudo. Logo depois senti a água invadindo todo o meu reto. Elas riam muito e ironizavam:”Olha só que cena, aquele que se dizia o machão, agora ta levando seringada de água no cu, hahahahahahaha!”. Entrou muita água lá dentro. Quando ela terminou de injetar a água eu estava sentindo uma pressão enorme na barriga, semelhante àquela que a gente sente quando está com uma vontade terrível de defecar. Trouxeram um penico. [Rainha Vanessa]: “Pode cagar a água nesse penico Escravo!” Na mesma hora jorrou um litro de água do meu cu, e junto com a água saíram vários pelotos de merda que ainda tinha no meu intestino. Depois elas injetaram um outro produto com um cheiro forte, mas gostoso, e eu caguei no penico de novo. “Pronto, agora sim essa putinha está pronta para a sua noite de núpcias!” Falando isso, minha Rainha e suas monitoras se colocaram na minha frente minha Rainha vestiu uma calcinha que tinha um pênis enorme de borracha preso na frente. Eu fiquei desesperado, pois estava na cara que ela iria me enrabar. Minha Rainha se posicionou atrás de mim e colocou as mãos geladas uma em cada nádega minha, por cima do quadril. Com os dedões dela eu podia sentir que arreganhava bem o olhinho do meu cu. Eu tremia de medo. Thácila tirou a minha mordaça. A Rainha falou: “Enquanto eu estiver forçando a entradinha do seu cuzinho com meu pau, você vai implorar pra que eu te enrabe bem gostoso e depois que eu já estiver penetrado você vai implorar pra eu meter mais forte, ouviu escravo?” Respondi: ”Sim senhora”. Então ela encostou a ponta do consolo na entrada do meu cuzinho. Eu implorei meio contrariado:”Por favor minha Rainha, me come bem gostoso” Ela falou: “Isso, assim, só que eu quero que enquanto você implora, rebole sua bunda bem devagar e seja mais convincente no seu pedido” Aí eu repeti, dessa vez rebolando como uma puta devassa:”Por favor, minha Rainha, seu escravinho implora pelo privilégio de ser enrabado bem gostoso pela senhora, por favor me come, vai...” Quando acabei de falar senti uma dor terrível quando ela começou a invadir o meu cu forçando as minhas pregas devagar mas violentamente. Ela foi enfiando, enfiando, enfiando até que senti o quadril e as coxas macias dela encostando na minha bunda e isso foi maravilhoso. “Pronto escravo, agora implora pra eu meter bem forte, vai” Eu respondi gaguejando, gemendo e rebolando:”Eu imploro...minha Rainha, mete bem forte... e bem gostoso no meu...cuzinho”. Eu falei isso porque ela mandou, por que a vontade que eu tinha era de implorar pra ela parar de me violar. Ela respondeu:”Por que você ta gemendo escravo, por acaso ta doendo? Você merece muito mais que isso! Escrava ponha a mordaça de volta na boca dele!” Thácila colocou a mordaça na minha boca. Enquanto isso, vi Marcela com uma câmera filmadora ligada registrando todo aquele momento. Minha Rainha falou:”Olha aí,Escravo, esse vídeo vai ser visto por todos os seus amigos e todos vão saber que você é uma putinha lésbica devassa, hahahahahaha.” Assim que ela falou isso, começou a me comer com um movimento de vai-e-vém intenso, que no início me deixou tonto de tanta dor. Mas alguns segundos depois aquela dor começou a se transformar em prazer, aos pouquinhos. Ela continuou me enrabando com toda a força que os seus quadris poderiam imprimir na minha bunda. Aquela sensação de prazer foi aumentando, aumentando e parecia que eu estava prestes a gozar. Só que, estranhamente, parava por aí. Eu simplesmente sentia um prazer enorme, como se estivesse prestes a ejacular, só que nunca gozava, e aquela sensação parecia eterna. Logo depois, quando elas viram que a dor passou e que os meus olhos já estavam virando de prazer, Thácila tirou a mordaça da minha boca e deitou com as pernas abertas colando a xaninha dela bem na minha cara. “Lambe, escravo, até eu gozar!”, disse minha monitora. Eu lambi vorazmente aquela bucetinha molhadinha, o líquido dela escorria pelo meu queixo enquanto minha Rainha não dava trégua e continuava metendo aquele consolo no meu cu cada vez mais rápido enquanto eu rebolava no consolo dela. Marcela filmava tudo. Thácila gozou e se levantou. Marcela deu a câmera na mão dela e as duas trocaram de posição. Lambi a xaninha da Marcela até que ela gozou também. Isso tudo rolou por mais ou menos uns 40 minutos. Eu estava ainda sentindo aquela mesma sensação de gozo, só que não ejaculava nem por um milagre. Isso estava me deixando frustrado. Minha Rainha dizia rindo:”Quer gozar, né putinha? Você lembra que eu disse quando ainda namorávamos, que se você não gozar e estiver bem frustrado, você estará sob meu controle? Pois é, eu não vou deixar você gozar e vou fazer com que você fique bem frustrado pra me obedecer melhor”. Eu não entendia como ela conseguia me deixar naquele estado de excitação tão grande sem permitir que eu gozasse. Na hora, achei que era a correia que prendia o meu pau, mas depois de algum tempo ela tirou e eu continuei sem gozar. Enquanto ela metia ia tirando um líquido viscoso que escorria do meu pau e ia esfregando os dedos na minha boca e no meu nariz dizendo:”Sente o gosto do seu semem escravo, não é uma delícia?” Minha Rainha parou de meter e ordenou que eu a lambesse também até ela gozar. Assim eu fiz. Parecia um sonho, eu estava lambendo a xaninha que um dia eu tanto desejei e nunca consegui penetrar com meu pau. E pelo jeito jamais conseguiria também. Ela falou:”Nossa, Escravo, você precisa ver como está o seu cuzinho. Tá igualzinho uma flor de tanto que eu arrombei ele hahahahaha!” As três riram bastante. Depois disso, completamente tonto e excitado, fui abandonado pelas três, preso na parede. Meu saco doía. Imaginei que era porque eu não tinha gozado. No dia seguinte, me deram pão pra comer e um pouco d`água. Depois começaram a sessão de espancamento e humilhação de novo, e isso se repetiu por mais três semanas. Notei que com o passar dos dias eu desejava cada vez com mais fervor ser castigado e enrabado pela minha dona, pois nas três semanas que fiquei lá, eu juro: não gozei nem uma vez! E essa frustração sempre me dava a esperança de que na próxima vez em que eu fosse enrabado eu iria gozar, mas a esperança sempre era vã. Era como se minha única fonte de prazer fosse ser enrabado pela minha Rainha. Apesar disso, eu já estava adestrado como escravo. Bebia toda a urina que ela me obrigava a beber e eu já estava até gostando. Algumas ordens ela nem falava mais, só de me olhar eu já sabia o desejo de minha dona e obedecia prontamente.Estava completamente dominado por ela e tudo que ela desejava eu tinha prazer em obedecer. Em outros dias ela permitiu que eu fosse enrabado também pelas monitoras, mas nenhuma delas me dava tanto prazer como minha Rainha. No último dia em que fiquei lá, elas me disseram que infelizmente teriam que me abandonar pois iam procurar novas aventuras sádicas em outras cidades. Fiquei muito triste. Me levaram de volta pro centro da cidade e de lá eu voltei pra casa. Assim que cheguei em casa bati uma punheta desesperadamente. Quando gozei, saiu um leite grosso, amarelado e abundante. O orgasmo foi inigualável e durou uns 25 segundos. Depois desse dia eu nunca mais tive notícia delas, só sei que foram pra uma outra cidade do norte do Estado chamada Itaperuna. No momento estou sem dona. Minha personalidade mudou completamente depois dessa experiência e eu agora só penso em ser dominado dessa forma de novo por alguma rainha que deseje me ter como escravo. Se alguma Rainha se interessar por mim, meu e-mail é .