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O Que Eu Faço???

Meu nome é Helena, vou tentar explicar o que está acontecendo e espero que possa me ajudar. Sou professora de uma escola muito tradicional, e tirando o período da faculdade, passei a minha vida toda ali dentro daquelas paredes, comecei a estudar lá com 6 anos, uma escola só para meninas os únicos homens com quem convivi foram poucos professores, funcionários da manutenção e o Diretor. Esta escola é famosa pela sua disciplina, o Diretor sempre puniu as alunas pessoalmente, quando você é chamado a sala dele provavelmente você sairá chorando esfregando a bunda. Eu sempre fui uma menina e uma moça comportada, poucas vezes fui ``convidada´´ a ir a sala do Diretor. Uma vez, a que mais me marcou foi a que descrevo a seguir. Como a escola era tida como corretora de meninas erradas muitas vinham depois de ter aprontado todas nas outras escolas, fiquei muito amiga da Carla que um dia me apresentou o jardineiro da escola que dizia me amar, nunca tinha sequer beijado um homem, é claro que fiquei feliz, nos encontrávamos escondidos nos jardins da escola, ele era ousado nas suas carícias e eu uma grande ingênua completamente apaixonada, a Carla nos acorbetava, mas um dia não sei se foi ela quem me dedurou o que aconteceu, eu e o meu jardineiro estávamos namorando deliciosamente pelo jardim quando ouço a voz rude do Diretor. Despediu a minha paixão naquele momento e me mandou ir para sua sala, lá fui castigada sem dó, ele batia com uma velha tira de couro sobre a minha bunda nua, mas isso tem muitos anos, já nem me lembrava mais daquela surra. Como estava terminando o colegial minha mãe me transferiu para uma faculdade em regime de internato praticamente, longe de casa, passando o dia nas aulas e a noite nos livros, me formei e arrumei emprego aqui nesta escola que tanto marcou a minha vida. Mas estava tudo mudado agora, já tem uns 4 anos que retornei para cá, estou lecionando tranqüilamente, a escola continua só para moças, mas nunca mais soube de nenhum castigo depois do falecimento do nosso querido Diretor, quem assumiu o seu lugar foi o seu filho, uma pessoa mais moderna e aberta, bom isso era o que eu achava. Eu continuava muito sozinha, poucos amigos, nenhum namorado, o zelador da escola me vendo ficando até tarde da noite, começou a me cortejar, confesso que gostei, me senti mais bonita e me deixei levar pela sua lábia, uma noite, todos já tinham ido embora e ficamos brincando um pouquinho, nos beijamos loucamente, sentia a mão dele percorrendo todo o meu corpo, estava excitada, aproveitando ao máximo, quando escuto uma voz: - Mas o que é isso??? Era o Diretor, ele estava apagando as luzes achando que o zelador tinha esquecido algumas ligadas, a voz dele passava uma ira que nunca escutei de ninguém, ele mandou o zelador ir para a casa dele cuidar da esposa, o que gelei, não sabia que ele era casado e me segurou pelo braço com força me levando para o seu escritório, lá começou: - Bem que o meu pai me avisou, você não presta, é só uma piranha, não sabe se comportar, fica se esfregando com todos os funcionários da escola, agora até homem casado você deu para agarrar? Tentei me explicar, que não sabia que ele era casado, que nunca tinha feito isso, só uma vez, mas minha vóz não saía ficava trancada na garganta, eu estava assustada, me sentindo culpada. - Se recomponha Helena, olhe o seu estado. Só ai percebi que minha blusa estava aberta e meus seios estavam expostos, fiquei envergonhada, tentei me vestir. Ele continuava: - Como vou confiar em você para direcionar essas meninas na vida com esse comportamento? Gelei, eu não poderia viver sem essas paredes, eu fazia parte daquilo, aquilo tudo era a minha vida, ele me olhava com fúria, só vi uma opção e implorei: - Eu não posso ser demitida, prometo me comportar, mas por favor não me despeça, faça como o seu pai, me puna, que eu sinta na carne a dor dos meus erros. Seus olhos se iluminaram, parecia até que estava esperando por esse meu pedido, apenas falou: - Então já sabe o que fazer. Sim eu sabia, fui ao velho armário e peguei a grossa tira de couro e me dirigi para a mesa do centro onde me curvei esperando o meu castigo. Ele não aprovou como me coloquei e gritou: - Você se comportou como uma puta, vai apanhar como uma. Neste momento levantou a minha saia, e abaixou a minha calcinha com força, arrancando de mim um grito de susto e de vergonha, tentei me fechar o quanto pude, ele riu: - Se fazendo de santa?? Você é uma grande puta Helena. Enquanto falava sua mão me tocava, me puxou para ficar com a bunda bem arrebitada e enfiou um dedo em mim, no momento novamente gritei. - Tem vergonha? Dor? Olha como isso tá molhado, fica dando nos corredores da escola pra qualquer um e fazendo escândalo agora?? Neste momento aplicou com toda a força a cinta, eu vi estrelas, a dor era tanta... Parecia que a minha pele estava sendo cortada, e continuou, veio outra mais forte, outra, outra, a cada pancada minha pele ardia, sentia que ia desmaiar, não aguentava, chorava, implorava pra que parasse, mais ele teimava em continuar, mas o que eu não entendia é que ao mesmo tempo que sentia a dor estava gostando daquilo tudo, sentia ficar úmida, muito mais molhada do que a minutos atrás com o zelador, estava enebriada de prazer, as cintadas foram diminuindo o ritmo, ele parecia mais calmo. - E aí sua putinha, vai ficar dando o rabo nessa escola novamente?? Terminou de perguntar isso e enfiou novamente o seu dedo na minha xoxota, eu que já estava muito excitada senti um choque percorrendo a minha espinha, ele percebeu. - Você está gostando, tá querendo mais, não é?? Entre lágrimas consegui responder: - Não por favor, estou assustada e muito dolorida, acho que aprendi a lição. - Não minha putinha, você não aprendeu não, sua bundinha está linda toda vermelhinha e quente (neste momento acaricia a minha bunda e a abre), mas está faltando uma lição. Pega um pote que esta na mesa e começa a espalhar um creme sobre a minha bunda, dizendo: - Que beleza, hoje você vai saber o que é um macho de verdade e assim vai parar de se prostituir por ai, vai ser somente a minha puta. Passa o creme, enfia um dedo no meu ânus, estou assustada mas sem saber o que falar, ouço ele desabotoar a calça e sinto ele forçando o membro duro, não me trata com carinho, não pede passagem, toma posse apenas e eu me entrego. É isso, a minha vida tem uns 5 anos está sendo essa rotina, estou maravilhosamente apaixonada, todos os dias após as aulas ele me chama a sua sala para rever algumas atividades e planejar outras, invariavelmente a situação que descrevi se repete, e eu adoro, nas férias passo os meus dias contando o meu retorno para a minha deliciosa rotina, mas hoje soube que ele está noivo e ira se casar, o que eu faço?? Estou perdida, sem rumo, só você pode me ajudar. FIM