Back to Browse

Senhor de Demoníaca

O dia estava findando, o sol já sumia no horizonte......pensou em Demoníaca nua a correr pelos campos......sua Demoníaca que o estaria esperando em breve, fresca, vigorosa, pronta para o seu prazer. Já se haviam passado 8 meses, estava orgulhoso com sua aquisição, ela era uma preciosidade, aprendia rápido, entregava-se sem pudores e tinha algo quente dentro de si, que o encantava. Aquele fogaréu, aquela energia pulsante era o maior desafio. Seu anjo-demônio tão encantador. O barulho na porta alertou-o, sua secretária se despedia e dizia que o motorista o aguardava. Riu abertamente, e ela nada entendeu. Teria as duas horas de trajeto para pensar em sua escrava.....ligou pra Demoníaca passando instruções especiais. Hoje seu desejo estava incontrolável, ela que estivesse pronta. Comesse algo leve antes de sua chegada. Em seguida subisse a Torre e o aguardasse de coleira, braceletes, tornozeleiras e saltos altos. Cabelos bem presos. Um perfume leve e sem maquiagem. O plug de rabinho bem colocado. Vendada! Sentada na cadeira de açoite (um pequeno banco alto com uma prancha na frente, onde a escrava se inclina, ficando bunda, costas e pernas totalmente expostas), de costas para a porta. Despediu-se e tomou o rumo do elevador. Lembrava quando a viu pela primeira vez. Poderia ter passado despercebida ao olhar de qualquer dominador. Mas era um homem acostumado a transformar matéria bruta em obras de arte. Obras de temática especial, nem sempre compreendidas por todos. Foi um gesto natural, vindo da alma que lhe abriu os olhos. Ela se inclinara levemente para tocar a peça, as pernas estavam levemente afastadas, a boca entreaberta e o movimento do braço foi leve e sensual, enquanto o toque da mão sobre a peça foi vigoroso. Lembrava-se agora que teve uma ereção imediata (a língua dela lambera levemente o lábio superior). A peça era uma de suas preferidas, objeto fálico. Entrou no carro e deixou-se levar pelas lembranças...o primeiro email veio ingênuo mas com uma expressa curiosidade pelo que havia despertado nEle. Optou pela abordagem sutil e a resposta veio a altura. Demoníaca alternava nos contatos virtuais a mordacidade reativa nas palavras com a docilidade no atendimento de seus comandos. Decidiu que seu primeiro ensinamento seria silenciá-la. As horas passadas no bar foram precisas, pode acompanhar a angústia dela diminuindo a cada dia. O auto-controle adquirido tornou-a mais altiva e bela. Sua postura mudara, as roupas a cada dia mais ousadas, com o estilo classudo que lhe era próprio. Ansiava por tomar aquele corpo, mas aguardava diariamente tomando seu drink um último sinal, um último movimento. Como sempre ela estava olhando pela vitrine na esperança da aproximação de seu Senhor, quando uma pequena lágrima correu por sua face. Será que o comportado fã, que diariamente compartilhava com Ele a observação da escrava, teria percebido? Entenderia ele o significado daquela dor? No mesmo instante saiu do bar, foi ao carro, vestiu o sobretudo e o chapéu e retornou. A demônia-mulher brilhou ao pressenti-lo. Nada disseram um ao outro e assim deveria ser por mais 7 dias. Ela sabia que não poderia quebrar o voto de silêncio, nada de perguntas e nada de entendimentos. Tocou-lhe a tatuagem que mandara fazer, abriu o porta-malas e não sem antes beijar-lhe os olhos, trancou-a lá, já vendada. Chegando ao Castelo, ao tirá-la do carro viu que seu peito arfava, mas não havia tremores ou demonstrações de medo. Sua menina era pura excitação! Ele também! Voltou ao presente com um comentário qualquer do motorista, que não ouviu direito. Respondeu que se apressasse, pois tinha coisas urgentes a fazer no castelo. Naquela noite haveria muito o que fazer....sua serva lá estava e seu corpo latejava de tesão. Na primeira noite Ele a despira, agora ela lá estaria nua aguardando seu algoz para Lhe proporcionar todos os prazeres. Finalmente em casa, foi recebido pela criada que lhe perguntou pelo jantar. Agradeceu e disse que todos poderiam se recolher, não queria ninguém na casa grande. Foi ao quarto deixou os objetos de trabalho e subiu para a torre. As portas deveriam estar todas abertas como ordenara, não queria que ela ouvisse sua chegada. O ambiente estava perfumado, as velas aromáticas ofereciam a luz necessária. Ela sabia agradá-Lo, aprendera rapidamente todos os seus gostos. Deteve-se na porta observando longamente sua cadela. Cada dia mais bela! Aquela bunda exposta e convidativa com plug e uma pequena marca de sua última sessão. Decidiu naquele momento que ela teria sua marca. Sim, ela já fizera por merecer. Na nádega direita, pequena, discreta. Daria a ela o direito de optar entre a tatuagem e o ferro. Sabia que ela não o decepcionaria na escolha. Olhou os chicotes arrumados cuidadosamente, pegou um longo de couro e anunciou sua presença com uma forte chicotada no local onde ficaria eternamente sua marca. ``Senhor....seja bem vindo, obrigada! Aguardava sua chegada para servi-lo conforme sua expressa vontade. Me entrego aos seus desejos, pois a Ti pertenço de corpo, alma e coração. Que esse seja sempre meu suplício e minha dádiva. Pois nada mais desejo...apenas ser sua e agradá-Lo e servi-Lo.´´ Aproximou-se e beijou-a. ``Obrigada meu Amo....´´ ia dizendo com a voz mista de sedução e luxúria, quando a interrompeu. ``Cale-se! Hoje quero ouvir apenas seus gritos e gemidos nada mais! Que a cadela se manisfeste e a mulher se guarde para velar meu descanso´´. Enquanto isso amarrava seus braços e tornozelos. Deixando-a ainda mais entregue. Verificou o plug. Puxou-lhe os cabelos e disse-lhe que seriam 50 chicotadas que deveriam ser contadas mentalmente, na de número 50 ela deveria levantar a cabeça e sorrir...seria o sinal para que Ele parasse. O chicote de tiras marcava-lhe deliciosamente o corpo. Ao vê-la sorrir no final em meio a lágrimas deliciara-se. Pegou algumas pedras de gelo no balde ao lado e passou-lhe nas costas, bundas e coxas para depois introduzi-las na buceta. Retirou o plug e a visão daquele quadro fez com que a penetrasse imediatamente. Soltou-a e levou-a para a mesa alta. Adorava bondage. As cordas vermelhas ficavam lindas em contraste com sua pele. Amarrada como um frango assado, ficaria pronta para o fisting. Colocou o vibro de borboleta e o consolo rosa. Os sons que emitia, deliciosamente animais e as contorções do rosto eram deliciosas. Quando ela começa a arquear o corpo, Ele a trazia de volta com uma boa palmada. Amarrações prontas, clamps nos seios, retirou os brinquedinhos e sentou-se olhando aquela oferenda deliciosamente molhada. Pintou o monte de vênus com velas azuis, ao que sua bela serva contorceu-se. Hora de lhe tirar a venda. Ao fazê-lo acariciou-lhe o rosto e ao tocar seus lábios percebeu um leve movimento para falar, contido imediatamente. Com a gag resolveu isso em segundos. ``Não se preocupe vadia, agora minha mão em suas entranhas com permissão para o gozo farto, serão seu delírio. Demônia da devassidão. Anjo em chamas´´. E assim foi.... Soltou-a novamente e dirigiram-se ao trono do Escultor. Ele na frente, ela de 4 nos seus calcanhares. Ao sentar-se prendeu-lhe as mãos nas costas. ``Venha! Seja agora minha puta safada e sugue meu falo sem engasgar. Quero sua garganta, piranha´´. Como aquela vadia chupava com prazer, por mais que divagasse em pensamentos, sentia o gozo aproximar-se. Puxou-a pelos cabelos antes que acontecesse, bateu-lhe na cara duas vezes: ``Não mandei me fazer gozar putinha!´´. Viu suas lágrimas brotarem. Virou-a e penetrou-lhe de uma só estocada. Encheu-a de Si! Deixou-a por uns minutos ali de bunda pra cima, o sêmen a escorrer. Soubera desde o dia da exposição que seria sua obra mais perfeita. Sua peça de maior valor. Liberou de todos os acessórios e permitiu-lhe ficar a vontade. Ela prontamente ajoelhou-se aos seus pés e deitou a cabeça em suas coxas, olhando para Ele com aquele olhar de gratidão e amor que só uma verdadeira submissa pode oferecer ao seu Senhor. Informou-lhe sua decisão de marcá-la e as opções que teria, ao que prontamente ela respondeu: ``...o ferro amado Senhor, o ferro...´´. Enquanto dizia isso apertou-se mais ao seu corpo, como a proteger-se da dor que Lhe oferecia. Ele acariciou-a levemente e puxou-a a sentar-se no seu colo. Olhou em seus olhos e sorriu dizendo: ``É o que desejo, é o que me dará´´.