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Sex Shop 4
Ele percebeu pelo estremecer do corpo dela que a havia feito gozar. Ficou feliz. Aquilo para ele era uma façanha, visto que sua experiência com mulheres era quase nenhuma. Sua vida era fantasiar e, claro, masturbar-se e muito. Sentiu-se potente, forte e, agora, mais estimulado do que nunca para continuar. Porém nem era preciso mais estímulo do que aquilo: aquela bela jovem presa ali, sob seu julgo. Ela estava arreganhada para que ele fizesse com ela o que a sua imaginação fértil fosse capaz de imaginar.
Talita sentia-se suja e culpada por ter gozado com aquele homem que a dominara tão covardemente e a mantinha nua e humilhada daquela maneira. Mas lutar parecia só excitá-lo mais ainda a fazer coisas piores com ela. Ele mesmo havia deixado isto claro. Debater-se, gemer, lutar era a chave para deixar aquele jovem doente ainda mais sedento por sexo. E como poderia escapar daquele destino? Estava muito bem amarrada. Lutar contra as cordas só machucava sua pele delicada. A nova mordaça era ainda mais eficiente que a anterior. E mesmo quando gemia a uma altura audível, seus murmúrios podiam ainda assim serem abafados pelo som do heavy metal que o rapaz colocava para tocar e que davam a tudo aquilo um clima de culto macabro que ele parecia gostar. Duro mesmo eram os prendedores de seios que, após ter gozado, voltara a sentir com mais ardor. Eles realmente incomodavam. E muito. Mas o que fazer? Ela só podia esperar pacientemente pelo próximo passo.
O pau dele estava ereto. Apesar do tempo que já estava com aquele moça ali amarrada, ele mesmo ainda não a havia penetrado ainda. Gozara se masturbando. Depois, a fizera gozar também desta maneira. Havia, é verdade, enfiado dois vibradores dentro dela, mas faltava fode-la no sentido literal da palavra. Sua dúvida era: metia no rabo, ou na xoxota? Queria, de verdade, meter nos dois ao mesmo tempo. A visão que tinham de ambos era quase como se fossem uma coisa só. Com as pernas esticadas e puxadas para trás, a buceta e o cuzinho de Talita eram como uma flor pronto para desabrochar, um convite a que ele colocasse nelas o seu pólen. Tirou o pau para fora e começou a roçá-lo, ora na buceta de Talita; ora na entrada de seu cú.
Talita ficou agoniada. Aquele pau se esfregando em sua xoxota e depois em seu rabinho era como uma tortura silenciosa, uma forma de deixar claro que ela não tinha vontades ali. Poderia ser enrabada como aquele rapaz doente achasse melhor. Ela não teria escapatória. A dúvida era somente por onde ele começaria a deflorá-la. Numa transa normal, Talita não tinha o menor problema em dar o cu. Pelo contrário, gostava de ser fodida por trás. O fora várias vezes. Aprendera técnicas com seus amigos gays para sentir mais prazer que dor. A fazer a higiene com um chuveirinho enfiado no rabo para que a água que saísse depois levasse qualquer inconveniente.
Mas ali, temia-se borrar-se toda caso o pau daquele moleque penetra-se fundo no seu ânus. E vai que o rapaz gostasse de bosta? Escatologia, definitivamente, não era com ela.
Antes de tomar a decisão final de por onde iria começar a sua festa particular, ele pegou um tubo de gel e derramou com vontade sobre a xota e cuzinho da jovem. Passou a massageá-los: anus e buceta.
Talita sentiu o gel gelado escorrer pelas pernas, por dentro de sua buceta e ânus, conduzido pelos dedos daquele rapaz. Aquela sensação até que gostosa, misturava-se de uma maneira estranha com a dor que sentia no bico de seus seios, ainda apertados pelos prendedores de mamilo. Então, de repente, sentiu o golpe final. Ele preferiu o óbvio, o proibido, o apertado, o cú.
Seu pau foi penetrando aos poucos. A entrada era apertada e machucava um pouco o seu pau. Imagine então o reto de Talita. Mas havia muito gel e o atrito era atenuado. Pouco a pouco o pau ereto ia ganhando terreno, enquanto o cú da jovem o engolia até que restou só o saco do lado de fora. Ele deixou seu pau lá dentro um pouco. Sentia a sua vítima trancar-lhe o cu, apertando o seu pau, numa sensação indescritível. Olhou para ela com tesão.
- Meu pau tá todo dentro do seu cu. O que você acha disso, hein? Eu vou foder muito esse teu cú, vadia.
Talita sentiu o pau saindo, agora. Lentamente como entrara. Que sensação estranha. De repente, ele voltando e agredindo-a. Entrando, saindo. Entrando, saindo. Ela já não sentia mais dor no ânus. Ela estava sendo sodomizada, sem alternativa. Os movimentos foram aumentando de intensidade. Era evidente que ele queria evitar de gozar logo, mas estava prestes. De repente, Talita viu-se mais uma vez refletida naquele espelho. Viu o pau que entrava e saia do seu traseiro. Começou a ficar excitada novamente.
A medida que ele se empolgava, passou a aplicar tapas nas coxas e bunda de Talita. Debruçou-se sobre ela e mordeu a correntinha que pendia dos prendedores de mamilos e puxou-a para cima. Talita não podia mais ficar imóvel como um cadáver. Ela passou a se contorcer, se revirar como podia. Um pouco por dor, mais por prazer mesmo. Mas não queria dar este gostinho a ele. O Fato é que ser dominada era uma fantasia sua. Entrara naquele sex shop pensando nisso: em ser domada por um homem, tratada de modo selvagem, escravizada pelos seus desejos. Mas nunca por aquele rapaz espinhento. Mas ela era linda. Ela sabia disso. Sua imagem refletida no espelho não deixava dúvidas. Sua coxas grossas e bem delineadas, sua bunda lisa e arrebitada, seus seios, sua boca preenchida por aquele misto de mordaça e aparelho de tortura... Ela começou a viajar nela própria enquanto era fodida. Passou a admirar os pezinhos que esticava em ponta, a musculatura das pernas que movimentava quando tentava dobrar um pouco as pernas. Começou a gemer, sensualmente, para seu próprio prazer e nem percebeu que o rapaz já havia gozado e, agora, a admirava também. Ela simplesmente se entregou aquele prazer narciso e gozou também.