Back to Browse
A Reunião - Parte I
FESTA EM POÇOS DE CALDAS
Era sábado a tarde, quando meu Senhor chegou em casa. Estava bastante excitado, foi direto para o quarto e começou a separar umas roupas. Não deixei minhas tarefas, muito menos ousei perguntar o que estava acontecendo, simplesmente esperei. Logo ele se dirigiu a mim.
- Cadela, prepare-se porque vamos viajar disse ele, com um sorriso bem sacana no rosto.
- O Senhor permite que eu saiba para onde vamos? perguntei.
- Eu poderia deixar você descobrir quando chegássemos lá, mas vou contar: vamos numa reunião de BDSM, em Poços de Caldas, no sítio de um amigo meu. É uma reunião para gente muito selecionada, Cadela, não podemos fazer feio concluiu.
Fiquei um pouco surpresa, ele nunca havia sido convidado para essas reuniões, aliás, ele nunca se interessava por essas festas... Percebi que ele está mais mudado a cada dia que passa. Arrumei as malas dele e preparei seu banho. Assim que ele terminou, mandou que eu tomasse banho e fizesse uma lavagem. Obedeci e fiz tudo durante o banho. Quando terminei, prendi os cabelos para trás e fui para o quarto, nua. Ele estava com umas roupas de couro vermelhas nas mãos, que tinha comprado para mim, especialmente para aquela reunião.
- Vista isso, Cadela, não quero que faça feio.
Coloquei as roupas que ele havia comprado. Botas de couro com salto alto até os joelhos e um espartilho rígido que afinava minha cintura e suspendia os seios, que ficavam totalmente à mostra. Para finalizar, uma coleira também vermelha com fivela e corrente e uma ball-gag. Não podia mais falar com a bola na boca, fiquei apenas ouvindo.
- Tem mais presentes, minha puta vadia... dizendo isso, ele tirou da sacola um plugue anal de onde pendiam longas fitas vermelhas e dois guizos prateados. Ele prendeu um guizo em cada argolinha que eu tenho nos mamilos, e lubrificando com saliva, introduziu o plugue em meu ânus, dizendo que seria a minha cauda.
- Anda, fica de quatro. Vamos sair daqui há uma hora, mas quero que fique de quatro como a cadela que é.
Fiquei de quatro, já me sentindo completamente humilhada. Quando andava (de quatro) os guizos faziam um barulho terrível, com certeza chamaria a atenção de todos na tal reunião.
Na hora marcada, um chofer veio nos buscar. Entramos no carro luxuoso, com vidros fumê e logo seguimos para Poços de Caldas. Meu Dono parecia uma criança esperando o presente, tão ansioso estava. Tinha colocado suas melhores roupas de couro, e os coturnos que ele só coloca-va em ocasiões especiais, que ele antigamente usava no serviço militar.
O motorista era um rapaz jovem, de boa aparência, mas falou muito pouco durante a viagem toda. Tinha uma pequena algema tatuada na nuca, sinal que também era um escravo. Uma vez meu Dono havia comentado que alguns donos de escravos gostavam de tatuar o nome nos mesmos, ou algum símbolo.
Seguimos até uma bela casa num sítio que fica há uns 30 minutos do Centro de Poços. O local já estava bem movimentado quando chegamos, com muitos carros estacionados no amplo jardim.
O carro nos deixou em frente à porta da casa, e logo fomos recebidos por Sr. Garcia, o anfitrião e organizador do encontro.
- Que bom que veio, Carlos! exclamou ele ao ver o meu Senhor.
- Não achou que eu iria faltar, achou? respondeu meu Senhor, com um aperto de mãos.
- Uma puta com guizos! Que tempo não vejo uma! exclamou, quando notou os guizos nos meus mamilos. Segura pela corrente, eu permanecia de cabeça baixa. Mas enquanto conversavam, olhei rapidamente para o anfitrião, o Senhor Garcia. Um homem bastante alto, magro e de cabelos grisalhos. Tinha mãos grandes de dedos finos, repletos de anéis. Estava usando uma camisa de seda branca, contrastando com uma calça de látex preto apertadíssima, que deixava notar todo o volume do seu sexo.
Ele nos convidou para entrar. Quando pisamos na varanda, meu Dono forçou a corrente para baixo e me fez ficar de quatro. Obedeci, e fui seguindo os dois de quatro pelo casarão. O som dos guizos me deixava inquieta e incomodada...
Caminhamos pela casa até um amplo salão, onde estavam reunidos os convidados, em mesas espalhadas. Havia muitos homens no salão, a maioria vestindo couro e coturnos, alguns com máscaras, outros mais ousados andavam praticamente nus, exibindo seus pênis e seus anéis penianos. A maioria absoluta era mesmo de escravas, quase o dobro da quantidade de homens que havia no local. Escravas de todos os tamanhos, cores e idades, sem contar as escravas de Sr. Garcia, que mantinha um harém invejável de 12 mulheres.
Meu Dono sentou-se à mesa junto de Sr. Garcia. Eu pude permanecer ao lado dele, de pé o tempo todo. Garcia sentou-se e logo duas de suas escravas se aproximaram, oferecendo bebidas. Meu Senhor apanhou uma tequila e Garcia foi de uísque. As escravas de Sr. Garcia pareciam ser bem jovens, muito belas e submissas. Ambas que se aproximaram estavam totalmente nuas, exceto pelas coleiras e saltos altos.
- Tem belas escravas como sempre, Garcia comentou meu Dono.
- É, gasto muito com esse harém, mas sou servido como gosto disse ele.
- Eu tenho essa puta aqui, que é minha escrava oficial disse meu Senhor, referindo-se a minha pessoa e tenho uma outra, que está em treinamento ainda, mas sobre essa falamos depois, é uma situação um pouco inusitada continuou meu Dono, com um sorriso malicioso no rosto.
Eles iam continuar falando, quando um homem negro musculoso totalmente nu, usando uma máscara cobrindo todo o rosto, aproximou-se, empurrando uma mesa, sobre a qual estava uma escrava, nua, amarrada por mãos e pés e vendada. Ela estava de rosto colado na mesa, as nádegas empinadas e sobre seu corpo e em volta estavam espalhados canapés! Em seu ânus tinham colocado um tubo plástico onde havia guardanapos e a vagina enfeitada com flores de plástico.
Meu Dono riu bastante, mas acabou dando parabéns ao Sr. Garcia pela brilhante idéia. Fiquei olhando enquanto eles se serviam. Estava cansada, a ball-gag já estava deixando meu maxilar dormente.
- Vamos dar uma volta, Carlos, quero que você aproveite tudo que preparei disse Sr. Garcia.
Eles levantaram e eu me pus de quatro novamente, para andar pela festa. A música que tocava era extremamente sensual, e havia um perfume inebriante pelo ar, que causava excitação. Os homens riam e bebiam, se divertindo com as escravas.
- Eu dividi a festa em temas, Carlos. Em cada ponto os convidados podem ter uma experiência diferente: Prazer e Luxúria, Domínio e Submissão, Dor, Medo e Humilhação. Vamos até o Prazer... explicou Sr. Garcia.
Seguimos até um canto do salão onde as luzes eram de um tom azulado... Havia uma cama redonda, com cinco escravas acorrentadas a ela... As escravas representavam o Prazer e Luxúria do sexo... Estavam usando roupas de látex e presas de forma que só pudessem usar uma parte do corpo: uma, usar a boca... outra, as mãos... a outra, os pés... outra, a vagina... e outra o ânus.
- Como funciona isso, Garcia? perguntou meu Dono.
- Porque não experimenta Carlos? disse ele tire sua roupa e deite-se...
Meu Dono aceitou e tirou a calça e a camisa, ficando apenas de coturnos. Deitou-se em meio às escravas e entregou-se ao prazer... Cada escrava usava a parte que lhe era permitido... Os convidados se agrupavam ao redor, observando. Elas o chuparam, acariciaram com mãos e pés e o cavalgaram... Ele estirado sobre a cama, sem pudor algum.
Enquanto ele se esbaldava, Sr. Garcia veio por trás de mim, segurando meus seios com as duas mãos, apertando. Fiquei excitada imediatamente, seu toque era sutil, mas ao mesmo tempo agressivo. Senti a dureza do seu membro sendo pressionado contra meu corpo. Ele também estava excitado. Abriu um pequeno frasco e colocou sob minhas narinas, senti um odor ocre muito forte, quase desmaiei se não fosse ele teria caído, mas resisti. Porém aquilo me deixou queimando por dentro, senti minha xota ficar totalmente úmida em segundos.
- Você agora deve estar doida para dar esse cu... Mas não vamos te comer ainda, vadia... disse ele, ao meu ouvido, e depois se afastou para o lado.
Fiquei zonza, continuei olhando meu Dono, agora estava comendo de quatro o cu de uma das escravas, enquanto a outra lambia suas bolas, com a cabeça entre suas pernas... As outras o acariciavam do jeito que dava, a que estava só com os pés livres colocava os mesmos na boca de outra. Não demorou muito e ele gozou, muito intensamente, retirando o pau do cu da escrava totalmente lambuzado de porra e suor. A escrava lambedora limpou todo o pau e ele deixou a cama, satisfeito.
- Foi muito bom, Garcia... Embora não tenha feito nada demais... comentou.
- O Prazer é uma coisa banal, Carlos. Mas logo você vai descobrir que o Prazer pode ser encontrado em todos os temas, até mesmo na Dor. disse Garcia.
Meu Senhor sorriu e decidiu ficar só de botas, sem roupas. Continuamos andando pelo salão, e eles apanharam mais bebidas. Eu continuava zonza, estava difícil até de andar de quatro, meu Dono impaciente me puxava forte pela corrente.
O outro ponto da festa representava o Domínio e a Submissão... Havia uma escrava sendo exibida, que segundo Sr. Garcia, era a que estava há mais tempo em escravidão 24/7 no país. Ela era uma bela coroa, de seios enormes e moldados com silicone, o corpo totalmente desprovido de pêlos. Totalmente careca. Nem cílios ela tinha. Tinha uma venda preta nos olhos e estava de quatro sobre uma mesa baixa. O Dono estava junto, era um Senhor já de idade, acompanhado do filho, um rapaz muito bonito, em trajes de couro, que parecia querer chamar mais atenção que a própria atração, fazendo a escrava chupar-lhe o pau enquanto ele fazia caras e bocas. O Dono abria as partes da escrava, exibindo para os espectadores, mostrando como era dilatada. Ele colocava as mãos dentro de seu ânus e vagina como se colocasse a mão no próprio bolso.
- Essa escrava está há mais de 35 anos vivendo em escravidão 24/7, e sempre está nas exposições... Ele já modificou até seu corpo, aumentou os seios dela com cirurgias e faz com que tome uma droga regularmente para que não tenha pêlo nenhum no corpo. Veja só isso que ele vai fazer agora falou Sr. Garcia.
O Dono da escrava então apanhou uma tora roliça, tão grossa como uma garrafa pet, e começou a introduzi-lo no ânus da escrava, sob olhares espantados... Foi-se metade do instrumento dentro do cu, e ela sequer gemera.
- Belo cu... Imenso! exclamou meu Dono.
- Ela é um modelo de escrava perfeita continuou Sr. Garcia entregando-se ao domínio do seu Dono totalmente, física e mentalmente, o próprio corpo se moldando para atender aos seus desejos mais depravados ele olhou dentro dos meus olhos quando disse isso... Senti-me invadida, aqueles olhos de um azul pálido acinzentado. Desviei o olhar e permaneci de cabeça baixa.
Guiados por Sr. Garcia, chegamos até a parte da Dor... Ele nos advertiu que era um local de práticas pesadas, mas meu Dono quis olhar mesmo assim. Três escravas estavam sendo exibidas, todas três amarradas ao teto pelos pés, completamente nuas e usando máscaras cobrindo todo o rosto. Um homem as torturava, diante de olhares chocados e excitados. Ele usava uma máscara de diabo, e estava muito excitado com tudo aquilo. Uma das escravas tinha dois consolos metálicos inseridos um no cu e outro na xana, e pregadores nos mamilos, lábios e língua, todos ligados a fios elétricos... O feitor ligava a chave e ela tomava choques esporádicos, que faziam contorcer-se toda.
A segunda estava com o corpo repleto de agulhas, algumas atraves-sando a própria carne... O homem convidava pessoas para participar e espetar as agulhas na escrava. A terceira estava sendo flagelada com fogo... Ele a queimada com pequenas pontas em brasa, queimava seus mamilos com isqueiro... Era uma angústia terrível. Os gemidos de dor e súplicas das escravas me tocavam no fundo da alma. Não ficamos muito tempo olhando aquilo tudo, porque meu Dono disse que achava monótono.
Finalmente ele nos levou a conhecer o Medo e Humilhação. Num canto do salão, Sr. Garcia colocou 5 escravas ajoelhadas e amarradas, com máscaras com funil no rosto. Elas eram os banheiros da festa, recebendo mijadas, cuspidas e tudo mais que os homens gostam de jogar em um vaso sanitário. Meu Dono não resistiu e se aproximou de uma delas, mijando dentro do funil e observando ele encher e esvaziar, lentamente.
- Engoliu tudo, a vadia...! exclamou ele.
- A entrada do mijo é a mesma para o ar, por isso não têm outra saída... Ou engolem tudo ou se afogam...! explicou Sr. Garcia, sádico elas não correm risco de morrer, coloquei gente minha vigiando, caso os funis entupam.
Meu dono alertou que uma das escravas-mictório havia começado a urinar, mas percebeu a tempo que, engenhosamente, elas foram coloca-das sobre ralos no chão.
- Bebendo tanto mijo acabam sentindo vontade de urinar concluiu meu Dono.
- Bem, vamos voltar para nossa mesa? convidou Sr. Garcia.
Voltamos para a mesa e novamente eu fiquei de pé ao lado do meu Senhor. Os convidados já estavam bastante alcoolizados a essas alturas, e eu via sexo por toda volta.
- Carlos, se incomoda se eu examinar o cu da sua escrava? perguntou Sr. Garcia.
Eu senti um frio na barriga quando ele perguntou isso. Meu Dono disse para ele ficar à vontade, então ele me puxou para cima da mesa, me colocando de quatro, com a bunda bem empinada.
- Tem um belo rabo, essa vadia comentou.
Em seguida puxou o plugue do meu ânus, sem machucar, mas com firmeza, em seguida cheirou e lambeu o objeto.
- Tesão de cheiro de cu! disse ele.
Lambuzando os dedos de saliva, ele começou a penetrar meu ânus com os dedos, 1, 2, 3, 4... Ele movimentava os dedos de uma forma diferente de tudo que eu já havia sentido, tocando as paredes do ânus e pressionando em lugares que me faziam sentir um arrepio por toda a coluna... Minha xota ficou ainda mais molhada e meus mamilos ficaram duros como pedra.
- Ela tem um bom cu... Com um pouco mais de treino poderá ser fistada com as duas mãos... completou Sr. Garcia.
Meu Dono, já meio alto por causa da bebida, estava excitadíssimo, observando o amigo me examinar. Ele abriu meu cu com os dedos e soltou lá dentro uma grossa e lubrificante saliva, e me puxou para o chão, colocando o cacete para fora. Era um membro extremamente grande, voltado para baixo, com veias saltadas e arroxeado... Tirou minha ball-gag (finalmente) e me mandou chupa-lo. Eu obedeci, engolindo a vara, sentia o gosto do líquido viscoso que a pica babava em abundância. Meu Dono também levantou-se, e comecei a chupa-lo também. Seu cacete não era tão grande quanto o de Sr. Garcia, mas sempre foi muito grosso e cabeçudo.
Eu os chupava intensamente, quando percebi que Sr. Garcia fez um sinal com a mão, e logo uma de suas escravas veio até nós, trazendo uma seringa com líquido amarelo e um consolo em forma de cone. Sr. Garcia colocou o consolo no chão, e me colocou por cima, forçando-o contra meu cu.
- Relaxe e deixe ele abrir caminho até onde der ordenou.
Obedeci e relaxei, deixando o peso do meu corpo me impulsionar contra o consolo... Chupava as picas e tomava tapas no rosto a cada momento. Então Sr. Garcia segurou forte minha cabeça e a escrava dele injetou o líquido na veia do meu pescoço... Senti tudo girar, fiquei cega durante um tempo que pareciam horas, já não sentia mais o peso do meu corpo nem muito menos o consolo me rasgando, só me sentia impelida a mamar e mamar, como se as picas fossem as únicas coisas do mundo.
Quando voltei, Sr. Carlos estava fodendo com duas escravas de Sr. Garcia, e eu estava com o rosto colado no chão, sendo penetrada forte-mente no cu pela pica de Sr. Garcia. Ele estava por sobre mim, fodendo violentamente, eu sentia as batidas fortes de sua cintura contra minhas nádegas, mas meu cu estava anestesiado... Sentia algo arder, mas não podia distinguir qual parte do corpo era.
De repente, uma bota enorme parou a um centímetro do meu rosto. Virei os olhos para cima, e vi o imenso negro que passara por nós anteriormente. Estava segurando o pênis e mirando no meu rosto. Logo senti um forte jato de mijo quente caindo na minha face, escorrendo pela minha boca e cabelos. Ele ria. Depois puxou-me pelos cabelos molhados de sua própria urina e me colocou de quatro, para em seguida colocar o grosso cacete negro em minha boca.
Ele segurava meus cabelos e fodia minha boca com violência, como se fosse uma boceta bem aberta. Sr. Garcia, por sua vez, parecia querer co-locar até as bolas dentro de meu cu, de tão forte que fodia.
Meu Dono fodia com a mesma intensidade o cu de uma escrava nipônica que Sr. Garcia possuía, apoiada numa mesa.
Sr. Garcia saiu de dentro de mim e me ergueu, com dificuldade, pois eu estava totalmente zonza, e me colocou sentada sobre o aríete do negão. Eu subia e descia violentamente sobre o cacete, comandada por Sr. Garcia, que espancava meus seios com fortes tapas e beliscões...
...continua.
Gisela Allencar
MSN:m