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A Empregada Doméstica

I Já entediada de tanto me espancar e sem conseguir ter uma roupa bem passada a ferro, a minha simpática esposa resolveu contratar uma mulher a dias. Era uma sexta-feira à tarde. Lá fora fazia calor. Lavava a loiça do almoço, enquanto a minha esposa Fabiana bebia um capuccino no confortável sofá da sala. A campainha da casa veio quebrar a rotina diária das nossas tardes. Era a mulher a dias que se apresentava. Avaliei a sua idade pelos 45 anos ou mais mas, tenho a certeza, não tinha chegado aos 50. Era alta, cabelo curto, aloirado, e robusta, extremamente sólida. A minha obsessão pelas mãos femininas levou-me a fixar o olhar nas suas mãos papudas e longas ... mãos musculadas, com as unhas curtas e limpas. Umas mãos masculinas num corpo feminino. Os braços roliços de uma grossura pouco comum nas mulheres e mesmo nos homens. Falava de forma desenvolta e simples. Era divorciada, tinha muitos anos das lides domésticas e cobrava 850$00 por hora. Satisfeita com o que viu e ouviu Fabiana fez-me um sinal discreto com o indicador direito apontando a cozinha enquanto convidava a Dona Carla para um chá na sala e combinavam algumas minudências. Fabiana parecia satisfeita com o trabalho realizado pela mulher a dias, duas tardes por semana, às terças e sextas. Com o esforço da Dona Carla e o meu a casa estava um brinco, cheirava a lavada e não existia qualquer vestígio de pó a repousar nos móveis. II Nas primeiras três semanas a Dona Carla parecia não ter percebido a relação de submissão que existia entre mim e a minha mulher. Em breve ficaria informada. Naquela tarde Fabiana parecia mais enfadada do que o costume. Tinha fumado um cigarro antes da refeição, o que não era seu hábito. Quando tentei entabular conversa, perguntando como lhe tinha corrido a manhã no emprego, mandou-me calar de forma áspera e levantando-se da cadeira aos berros insultou-me: — Estou farta de te aturar ... és um trambolho ... preciso de um homem a sério e não deste aborto ... - Disse virando-se de costas e dirigindo-se à janela da cozinha. Depois voltando-se repentinamente: — Ajoelha-te estúpido ... vou esbofetear-te até te soltar o sangue do nariz ... De joelhos no chão frio da cozinha, com o avental de quadrados azuis e amarelos pendurado ao pescoço recebia insultos e bofetadas fortes no rosto. Fabiana estava de tal forma absorvida na sua tarefa castigadora e eu tão aturdido pela dor das pancadas no rosto que não reparámos que a Dona Carla, na altura já com o privilégio de ter as chaves da casa, tinha entrado e estava espantada com a situação a que assistia da porta da cozinha. III Quando Fabiana cruzou os olhos com os seus parou o movimento dos seus braços e após alguns segundos embaraçadores: — Este monte de esterco ... não se admire Dona Carla ... este homem é um monte de esterco que vive à minha custa ... — Realmente ... já tinha achado estranho o senhor não trabalhar ... — Não chame senhor a este monte de esterco ... é um chulo. — Como queira ... Dona Carla não conseguia evitar a expressão estupefacta em relação ao que estava a assistir. — Dona Carla ... esta besta é um insulto aos homens e às mulheres ... Já não sei há quantos anos o sustento ... nem há quantos anos o castigo e lhe sou infiel com verdadeiros homens ... — Compreendo ... eu também me divorciei porque o meu marido era um chulo ... mas ainda por cima era ele que me espancava diariamente ... o porco. — Vejo que compreende a minha situação ... Vou-lhe pedir um favor Dona Carla e espero que seja suficientemente compreensiva para não me contrariar ... Estou cansada de castigar este tarado e precisava de ajuda ... de alguém que me auxiliasse nesta tarefa de o castigar diariamente ... faz-me esse favor. Fabiana acabou a frase com algumas lágrimas a bailarem nos olhos. Dona Carla instintivamente abriu os braços e abraçou-a com força enquanto lhe afagava os cabelos brilhantes e me lançava olhares carregados de reprovação e ódio. — Oh minha querida senhora ... minha querida senhora ... não chore ... não vale a pena chorar por estas ``coisas´´ ... Lançando-me outro olhar temível: — Terei muito gosto em ajudá-la nessa tarefa ... muito gosto ... hei-de a vingar a si e a mim ... Fabiana já parecia mais reconfortada com esta solidariedade sincera da mulher a dias ... da extremamente robusta mulher a dias. — E se começássemos já Dona Carla ... que me diz ... — Com todo o gosto ... Dona Carla despia com gestos rápidos e largos o casaco de malha e dobrava com genica as mangas da camisa deixando ver os braços poderosos. Dirigiu-se à gaveta dos talheres e retirou o rolo da massa ... o que me levou a gritar e a saltar para um canto da cozinha enquanto protegia com as mãos e braços a minha cabeça de um possível ataque. IV — Dona Carla pare ... não o queremos matar ... apenas o vamos castigar várias vezes ... Mas castigar com método ... devagar ... para que ele tenha consciência da dor. Dona Carla, que tinha revelado toda a emotividade de mulher simples e sincera, respondeu: — Como queira ... temos é de o castigar bem ... como queira ... E dirigiu-se, com o meu alívio, para a gaveta de utensílios de cozinha onde depositou o temível rolo de madeira. — Vou-lhe explicar como fazemos ... esta besta excita-se com as pancadas que recebe ... surpreendente não é ... por isso é necessário faze-lo vir de forma mecânica e só depois lhe aplicar o castigo ... para que não sinta nenhum prazer ou o menos possível de prazer. Nem me dirigindo o olhar disse num tom de voz agressivo: — Despe-te completamente e deita-te no sofá de barriga para o ar. Despi-me no canto da cozinha e deixei a roupa enrolada no chão onde se destacava um grande avental azul e amarelo e dirigi-me como se devem dirigir os condenados para o seu local de castigo espreitando pelo canto do olho a face enfurecida da mulher a dias. Ajeitei as almofadas do sofá e deitei-me de barriga para cima como me tinha sido ordenado. V — Como vê Dona Carla, este bruto ficou excitadíssimo com a nossa conversa ... dê-me a toalha da casa de banho pois daqui a pouco este boi está a ejacular e suja-me isto tudo ... Mexeu com adorável mestria a sua mão direita apertando ou soltando o meu pénis que explodia de tesão. Em poucos minutos ejaculava com uma força fora do comum. — Agora Dona Carla temos o animal pronto para o castigo ... mas antes disso é preciso ensinar-lhe boas maneiras ... Dirigindo o seu rosto para o meu e segurando com força as minhas orelhas. — Vais levantar-te e vais lavar essa piça suja à casa de banho. Depois voltas e à entrada da sala colocas-te de gatas ... a gatinhar vens até ao sofá e vais pedir com muita delicadeza à Dona Carla que te espanque as nádegas até ficar farta. E no final, quando a Dona Carla decidir que acabou, vais-te colocar novamente de joelhos e agradecer a sova que levas-te. Vais beijar as mãos e os sapatos da Dona Carla e depois veremos o que se seguirá. Cumpri tudo o que me tinha sido dito e de joelhos na sala, enquanto a Fabiana acendia calmamente um cigarro na sua poltrona, dizia a Dona Carla que parecia sorrir com a antevisão do meu espancamento. — Dona Carla por favor castigue-me com uma valente sova ... pois eu mereço. A mulher a dias parecia já ter compreendido todas as delícias que se encontram quando se avizinha um bom espancamento de umas nádegas perfeitas e roliças como as minhas e respondeu calmamente: — Senta-te no meu colo com o rabo para este lado ... ao alcance da minha mão direita ... vais levar forte e feio e não quero que te encolhas. Fabiana expirando uma baforada de SG Filtro. — Ele sabe que deve oferecer as suas nádegas ao castigo ... está bem treinado ... mas se não o fizer vai arrepender-se amargamente. VI Ao colocar o corpo nos seus joelhos senti a saia rugosa da mulher a dias que escondia umas pernas demasiado musculadas. A agora paciente senhora preparava-se para aplicar metodicamente o castigo. Serena e com uma força espantosa abateu a mão larga e grosa na minha nádega direita. Tinha a impressão que o barulho das palmadas que me aplicava se ouviam por todo o prédio. TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... Fabiana continuava a fumar ... impassível. Apenas um brilho guloso nos olhos traía a suposta indiferença. TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... O doloroso castigo parecia infinito. As nádegas a cada açoite soberbo ardiam e no intervalo pareciam dormentes com a dor. TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... Com cerca de meia centena de palmadas já desferidas Fabiana decidiu intervir. — Bem Dona Carla, vejo que percebeu o que eu lhe transmiti. Vejo que já sabe o que é castigar com método. Tenho de regressar ao emprego que já estou atrasada ... só volto depois das 19 horas. Entretanto D. Carla de meia em meia hora aplique-lhe este castigo. É um bom remédio para este porco. Obrigue-o a trabalhar e tem autorização para castigar qualquer erro que ele cometa, isto sem prejuízo dos espancamentos de meia em meia hora. — Não se preocupe ... quando regressar vai encontrar estas nádegas bem amassadas ... ele vai saber como elas mordem. — Julgo que ele se esqueceu de agradecer este primeiro espancamento ... Dê-lhe mais 50 estalos no rabo por este esquecimento. — É para já ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... — Até logo D. Carla. — Até logo senhora. TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... TRÁS ... Fim e-mail: Se existirem senhoras, casais ou cavalheiros que desejem concretizar esta fantasia com o autor contactem para o e-mail indicado. Se quiser dar uma opinião ou falar sobre assuntos relacionados com o tema do sadomasoquismo também o pode fazer.