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Tornando-se Uma Escrava

Depois de muito tempo de um relacionamento estável, você ainda sentia a necessidade de me agradar ainda mais, mas não sabia como. Comprava presentes e fazia surpresas, cozinhava sempre o que eu gostava e na cama fazia de tudo para me satisfazer. Tudo o que você fazia nunca era suficiente para você, tinha que ter algo mais. O que eu posso fazer para que ele fique feliz? Resolveu procurar algo na Internet, mas, como sempre, suas pesquisas acabaram rumando para sexo. Depois de muito tempo, enfim viu uma luz no fim do túnel: encontrou sites de dominação e submissão. Começou a ler artigos, testemunhos, práticas, contos. No começo achou engraçado, depois, excitante. Encontrou relatos de mulheres que se submetiam aos desejos e caprichos de seus companheiros e a satisfação deles com isso. Você passou a pensar no assunto: imaginou-se a minha escrava. Colocou-se naqueles contos escritos por diversas mulheres. Castigos, humilhações, privações, disciplina, submissão. Você abriria mão de sua liberdade e sua vida apenas para me agradar? Você pensou durante um tempo, foi trabalhar pensando nisso, estudava pensando nisso e até mesmo saía comigo pensando nisso. Guardou segredo, não falou nada. Quando questionada, sempre inventava alguma desculpa. - O que você está pensando? - Ah, nada! Apenas estava olhando você. Depois de talvez dois meses, você tomou a decisão, seria minha escrava, minha serva, minha empregada, seria o que eu quisesse. Você faria tudo o que eu mandasse, atenderia todos os meus desejos. Por que? Porque você me amava mais do que a você mesma. Enfim decidiu se entregar completamente a mim, sabia tudo o que ia passar e enfrentar, mas mesmo assim seguiu em frente. Naquela noite, quando eu cheguei em casa, você estava nua, já na cama me esperando. Sabia que eu adorava fazer amor assim que eu chegasse do trabalho. Transamos por muitas e muitas horas; você estava se despedindo de sua liberdade pois sabia que dali em diante até mesmo seus orgasmos seriam controlados por mim. Depois de terminarmos, fui tomar banho. Enquanto isso, você pegou a coleira que tinha comprado durante a tarde, algo que seria símbolo de sua submissão a mim. Prendeu-a em seu pescoço e então ficou ajoelhada na porta do banheiro, aguardando minha saída. Esperava que eu rejeitasse a idéia ou então risse de sua posição. Ouviu o barulho do chuveiro parar. Seu coração disparou, ele veio até a sua boca. Você tinha vertigens, não sabia o que fazer... Será que é tarde demais para desistir? Será que ele vai gostar? E se ele achar esta idéia ridícula? Então eu abri a porta. Fiquei em silêncio por alguns instantes olhando para você completamente nua, ajoelhada, encoleirada e de cabeça baixa. - A partir deste dia entrego-me de mente, alma e corpo ao senhor, para que possa fazer comigo o que desejar, quando desejar e como desejar. Abro mão de minhas próprias vontades para poder servir as tuas. Abro mão de minha liberdade para que eu esteja sempre presa ao senhor. Espero que aceite-me como sua escrava e serva, meu senhor. Meu Dono! Depois de falar isso, você pegou a guia de sua coleira e a ergueu em direção a mim. Demorei alguns instantes antes de pegar a guia de suas mãos: - A partir de hoje você será ensinada e doutrinada a me respeitar, a me atender em tudo e me servir sempre que puder. Você aceita ser minha escrava e eu a ensinarei a ser como eu a desejo. Em troca de sua entrega eu protegerei seu corpo, sua alma e sua mente. Comecei a pronunciar as regras que você seguiria dali em diante. Você estava triste e feliz ao mesmo tempo: triste por perder toda a liberdade que tinha, mas estava feliz pois iria me servir e sabia que isso me deixaria contente.