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Marcada Para Ser Tua

O motor da lancha quebrava o silêncio, devia estar passando por detrás da ilha, a tarde estava morna e quase sufocante, a praia, deserta. Fechei os olhos, tateei meu corpo até tocar a vagina, acariciei a pequena argola de ouro que me queimava, que me fazia ter saudade. Eu estava ficando úmida, vi seu corpo esguio, as costas queimadas de sol, a sunga branca que ele tanto gostava, senti o seu cheiro, a pele morna, a boca úmida, tive vontade de chorar. A minha coxa ainda estava marcada, três semanas e o vergão ainda estava ali. Minhas noites se faziam pequenas, tamanha a saudade, eu quase não dormia, pensava na recompensa quando ele voltasse. Desamarrei o sutiã do biquíni e me acomodei na espreguiçadeira, abri as pernas, o mormaço me deixava tonta, excitada, eu ardia de vontade. Gostava quando ele deitava em cima de mim, me apertava, nossas pernas se entrelaçavam, gemi ao lembrar a dureza dele sobre o meu corpo, ele me esmagava, a boca ávida nos meus seios, os dentes se cravando e me fazendo tremer. Respirei fundo, tirei a calcinha do biquini, nem me importei com a presença de Antonio, afinal ele me viu nascer e nunca se afastou de mim, era o meu anjo da guarda. Apesar dos 65 anos, Antonio é um homem forte e bonito, meu herói favorito, ouvinte atento, meu educar mais amado. Antonio entregou-me um livro e um copo de suco, primeiro me lançou um olhar de reprovação, depois, esboçou um sorriso largo e terno, pedi que ele passasse filtro solar em mim, ele disse que eu não tinha jeito, mas logo foi abrindo o tubo. Estava ajoelhado ao lado da cadeira, observei as mãos grandes e queimadas de sol, o peito largo, era um excelente nadador, perguntei se me achava bonita, espalhando o creme nas minhas coxas, ele disse: – és a peixinha mais linda que já vi, mas tome jeito, menina, se comporte. Virei de costas e deixei que as mãos dele brincassem pelo meu corpo, fiquei mais excitada. A mão escorregava pelas minhas nádegas, pelo meio das coxas, pela nuca, eu adorava aquela massagem, pedi que ele me desse uma palmada. A mão áspera de Antonio desceu forte sobre a minha bunda, dei um grito e me senti melada. A umidade escapava pelo meio das minhas coxas, os bicos dos meus seios estavam duros. Só para deixá-lo amuado, comecei a gemer de brincadeira, gemia e empinava a bunda, eu queria mais. Antonio levantou meu cabelo, acho que me engolia com os olhos, ele repetia... “– você não tem mais jeito, só apanhando...”. Virei a cabeça e fiquei observando se ele estava excitado, ele estava com uma bermuda de sarja, tenho certeza que vi um volume significativo se formando sob o tecido. Antonio levantou, parecia zangado, pedi que passasse filtro nos meus seios, ele ficou um pouco envergonhado, mas fez o que pedi, o toque dos dedos dele nos meus seios me fiz gemer de verdade. “– trate de ler e tome todo o suco! Ah! Aproveite e tome juízo, também!” Ele se afastou, se embrenhou no mato, só apareceu depois do jantar. Fiquei imaginando Antonio se masturbando e pensando em mim, comecei a acariciar meus seios, as coxas, abri as pernas, o mais que pude, e tive um orgasmo, queria que ele estivesse me vendo. Eu só tinha estes pensamentos quando o Senhor Claudio viajava, era como se eu quisesse me vingar pelas ausências dele. Antonio sempre acompanhou a família do Senhor Claudio, veio do Norte, recebeu a mesma educação que os filhos do comandante tiveram, era um cavalheiro, mas adorava a selva e eu adorava ele. Recusei o jantar, eu queria que o Senhor Claudio, comigo, me tocando da forma mais quente, me usando como escrava, me tratando como sua vadiazinha. Fiquei angustiada e perdi o sono, na minha imaginação ele devia estar na casa de alguma mulher, uma mais madura do que eu, uma mulher vivida e fútil, uma vadia de verdade. Adormeci chorando. Levantei no meio da noite, despertei e liguei o computador, havia um mail do Senhor Claudio para mim, ele estava no Rio e chegaria, provavelmente, pela manhã de quarta-feira, fiquei feliz, voltei para a cama e dormi. Rezei para que o dia passasse bem rápido, fiquei na piscina, à tarde fiz uma trilha com Antonio, pedi para ir pescar com ele, foi divertido. Antonio não me deixava crescer, com ele, eu era só uma menina malcriada e xucra, ele fazia as minhas vontades. Eu contava as horas, já anoitecia quando voltamos da expedição, me pendurei no pescoço de Antonio e agradeci o passeio, ele sugeriu que eu entrasse direto no banho, eu estava suja de terra e o meu cabelo, segundo ele, parecia um ninho de passarinho. Pedi para a empregada encher a banheira, devo ter ficado três horas no banho, não pensava em sair, o contato da água morna me deixava mole. Nem desci para o jantar, fui direto para o quarto, estava enrolada na toalha, gostava de ficar assim, Antonio veio saber se eu estava bem, liguei a televisão e dormi. Acordei com as mãos do Senhor Claudio no meu cabelo, os dedos dele estavam no meu rosto, nos meus seios. Ele introduziu o indicador na minha boca, comecei a sugar como se estivesse com fome, segurei o pulso dele, beijei a sua mão. Desci da cama, eu já estava excitada, fiquei de quatro, a minha cabeça estava no chão, as minhas nádegas estavam empinadas, levei uma palmada muito forte, não contive o grito, não consegui engolir a dor, beijei os pés dele, ele gostava desta reverência, mandou que eu ficasse calada. Fiquei de pé, estava nua, ele me abraçou e os dedos dele apertavam os bicos dos meus seios, quase caí, meu corpo tremia, abri as coxas como ele mandou, os dedos escorregaram para a minha vagina, apertaram meu clitóris, meu corpo tremeu num espasmo. Ele me molestava, me virou para a parede, levantou minha perna e me penetrou por trás, senti as estocadas me abrindo, me alargando, tocava meu útero. Eu não deveria emitir nenhum som, era uma ordem, queria gritar, mas não podia, ele gozou violentamente dentro de mim, mandou que eu deitasse e escancarou minhas coxas, eu sentia minha vagina se contraindo até que comecei a expulsar o sêmen que ele lançara. A mão quente apertava minha vagina, esta em concha, ele continuou me acariciando e massageando meus seios, eu estava melada, ficou deitado em cima de mim e me beijou, mandou que eu não fechasse as pernas, me penetrou mais uma vez, foi uma estocada forte, pedi para ele parar, eu estava com muita dor, ele mordeu meus seios, me beijou e gozou novamente. Ficou dentro de mim, falou coisas no meu ouvido, me fez chorar, dormimos até às 14 horas, tomamos banho e descemos para o almoço. Eu estava feliz, pois ele disse que nunca mais ia viajar sozinho, como ele ordenou, eu estava nua, ficamos na piscina, relaxamos à sombra do quiosque, ele mandou a empregada buscar um pacote que estava na mesa da sala, era uma surpresa, adoro surpresas. Ele estava sentado na cadeira do jardim, minha cabeça estava no colo dele, eu estava feliz. Ele levantou meu rosto, enxugou meus olhos e mordeu a minha boca, acho que eu estava ficando marcada, mas era bom sentir dor para ele, abri o embrulho. Perguntei que presente era aquele, só havia uma argolinha de ouro... Sem desviar os olhos dos meus ele empurrou minha cabeça para o meio das suas pernas, beijei aquele pênis duro que ele esfregava na minha boca e comecei a sugar, a excitação dele crescia, em alguns segundos o pênis estava rijo e quente, ele levantou minha cabeça e falou: “– que saudade, putinha, sonhei com você... depois eu explico o porquê de uma única argola”. Achei lindo o presente, mas eu tinha duas orelhas, achei bem estranho... Segurando meu cabelo, ele enterrou todo o pênis na minha boca, suguei até fazer o corpo dele ondular na cadeira, engoli com avidez o gozo que ele expeliu. À noite fomos jantar com um casal de amigos, Cristina e Rogério, moram no continente e, como nós, não têm filhos. Eu preferia ficar em casa, ficar na cama vendo um filme, mas tudo pelo social... Eu não estava a fim de me arrumar, escolhi um vestido preto e uma sandália de tirinhas, ele estava com um jeans e uma camisa pólo, seria um jantar informal. Fomos a um restaurante muito simples de beira de praia com ótima música e deliciosos peixes. Cristina e Rogério são divertidos e agradáveis, ela é bióloga e ele é médico, nos relacionamos há seis anos e viajamos sempre juntos, são joviais e muito alegres. Rogério perguntou se eu havia gostado do presente, respondi que eu tinha duas orelhas e só havia um brinco no estojo, Claudio, Rogério e Cristina começaram a rir, fiquei um pouco sem graça. Cristina pediu que eu fosse ao toillet com ela, deixamos Claudio e Rogério numa animada conversa. Cristina me chamou de burra e disse que eu não havia entendido o significado do único brinco que ganhei, ela disse que usa um pequeno diamante na vagina, como a escrava de A história de O, fiquei tensa, eu não gostaria de usar nada assim, ela me tranqüilizou, disse que ganhou a pequena jóia de Rogério e que Claudio gostaria que eu também usasse. Na hora fiquei enjoada, molhei os pulsos na água fria, parecia que eu ia desmaiar. Confidenciou, também, que Claudio pediu a Rogério que colocasse a argolinha em mim. De volta à mesa, vi quando Cristina, muito sorridente, piscou o olho para Claudio, jantamos, mas eu quase não falei durante o jantar, estava com certo medo. Havia um luau na praia, devia ser duas horas, Cristina e Rogério se afastaram de nós, ela estava encostada numa árvore, o vestido estava levantado, Rogério a beijava e se mantinha no meio das coxas dela, podíamos ouvir os gemidos. Eu estava muda. Na estrada, de volta para casa, Claudio parou o carro, me puxou e sugou meus seios até eu gritar, disse que na segunda-feira me levaria ao consultório de Rogério para botar a argolinha, comecei a chorar, argumentei que eu não queria, tinha medo, ele fez com que eu ficasse montada no colo dele, de frente, me beijou, deu uns tapinhas na minha cara, e mandou que eu obedecesse. Sem tirar a boca dos meus seios, ele abriu a calça, logo estava dentro de mim, me penetrando com brutalidade, ignorando o meu suplício. Não sei se por medo ou por pura excitação, fiz com ele gozasse duas vezes dentro de mim, voltei para o meu lugar e dormi aconchegada a ele. Abri os olhos quando o carro seguiu pela pequena estrada que dava acesso à casa, desci e fui tomar banho, logo ele estava no banheiro. Eu estava um pouco preocupada com o episódio do brinco e do que ia me acontecer segunda-feira. No chuveiro ele me enlaçou, o comecei a ficar excitada, ele tinha mãos mágicas, bastava encostar em mim e meus sentidos se aguçavam, com ele, eu estava sempre no cio. Virei de frente para parede e ele começou a me banhar, o pênis ereto procurava se encaixar nas minhas nádegas, aos poucos ele foi pressionando meus ombros até que fiquei ajoelhada no chão do box, meus seios tocavam o piso molhado, recebi uma palmada forte na nádega, ele estava ajoelhado atrás de mim, acariciava meus seios e a vagina, estava muito excitado, passou o pênis duríssimo na minha bunda e o direcionou para o meu ânus, gemi e implorei que ele não fizesse, mas foi em vão, ele começou a forçar, eu estava tão apertada que ele não conseguia me penetrar, ele se retirava e me abria com os dedos, dizia palavras duras, mas havia afeto na voz. Pegou o sabonete e começou a massagear meu ânus, mandou que eu empinasse mais as nádegas, começou a me torturar novamente, as estocadas foram aumentando, eu sentia meu ânus machucado, se dilatando. Voltei a pedir para ele parar, levei nova palmada, senti minha nádega queimar, fui relaxando e abrindo mais as pernas, ele se enterrava devagar, mas com vigor, senti o pênis me abrindo, ele mantinha a mão na minha vagina, acariciava meu clitóris, fui cedendo, comecei a rebolar, abri as coxas o mais que pude, ele investia sobre o meu corpo, por fim, estava todo dentro de mim. A dor era terrível, sempre relutei, tinha medo, mas ele me possuiu tão impetuosamente que eu não sabia se chorava de dor ou prazer. Ficamos assim por muito tempo, ele tirava quase todo pênis e se enterrava novamente, senti o orgasmo chegando, meu corpo se agitou, ele urrou como leão e gozou abundantemente nas minhas entranhas. Fiquei no chão do box, imóvel, meio tonta, minha vagina se abria e se fechava em curtos espasmos, a água escorria sobre mim. Ele me enrolou na toalha e fomos para cama, dormi no braço dele. Nunca pensei que ia passar por tudo isto, nunca pensei que eu seria dele de verdade, sempre fui uma tonta, educada em colégio de freira, sempre esperei por um príncipe, nunca pensei que seria uma escrava, submissa e dominada, para ele. Passamos o fim de semana na praia, terminei dois capítulos do meu novo livro e ele pescou como um menino. Voltamos para casa no começo da noite. Quando Claudio estava em casa, Antonio saía para nos dar privacidade, devia ter ido à cidade, visitava amigos, namoradas, depois ele me contava tudo, ele devia ter várias mulheres, era terno, carismático e bonito. Acordei com a empregada batendo na porta, o café foi servido a cama, mal pude comer, pensava no brinco, em Rogério, nesta nova dor que eu teria que enfrentar, Claudio achava graça do meu temor. Enquanto eu engolia o café, ele abriu as minhas coxas e começou a me examinar detidamente, senti um frio no estômago, achei que ia chorar, ele me beijou e ficou dedilhando meu clitóris. Mesmo com medo, fiquei melada com o toque dos dedos dele. Ele me beijou e disse que eu tinha que obedecer. Às 10h30 a empregada avisou que Rogério havia ligado e nos esperava no consultório, Claudio largou o jornal, tomou banho, eu levei mais de uma hora para me arrumar, me tranquei no closet, acho que tirei todas as roupas dos cabides, ele abriu a porta e disse que estava indo tirar o carro da garagem, tremi de novo. No caminho do consultório pedi para ele parar na estrada e botei para fora o pouco de café que havia tomado, eu estava tonta de medo. Rogério estava sozinho, segunda-feira a clínica não funciona, geralmente ele está no hospital, ele me beijou afetuosamente e disse para eu me acalmar ia ser tudo muito rápido. Fiquei nua e sentei na cadeira de exames, havia um descanso para os pés, ele posicionou meus pés em cada lado, fiquei completamente exposta, senti frio, os bicos dos meus seios estavam duros, a cadeira era de couro branco, estava gelada. Claudio ficou ao meu lado segurando a minha mão, acariciou meus seios, nem se constrangia com a presença de Rogério, eram muito íntimos, grandes amigos, tinham os mesmos interesses, ao se tratar de relacionamentos e fetiches. Lembrei de Cristina que usava uma fina coleira de couro com o nome de Rogério, pensei no que ela me falou no banheiro do restaurante, ela também devia ser escrava de Rogério, esposa-escrava, achei interessante, olhando de fora. Rogério abriu bem as minhas pernas, meus pulsos estavam presos por pequenas e macias correias, ele usava uma luva cirúrgica, abriu minha vagina, eu estava completamente exposta, acho que foi proposital, mas acariciou o meu clitóris por algum tempo, fiquei muito excitada ao ser tocada diante do meu Senhor Claudio. Rogério pediu que o Senhor Claudio escolhesse o lugar onde ia ser colocada a argola, eu estava trêmula, fui me acalmando aos poucos. Prontamente, meu senhor beijou meus seios, sugou e mordeu de leve, ele tentava me distrair, desfocar minha atenção do procedimento que Rogério executava na minha vagina. Minha inibição foi para o espaço, no fundo eu estava gostando, gemi na boca dele, mas não conseguia mover pernas e braços. Rogério separou meus grandes lábios e senti que um pequeníssimo falo de material sintético se introduzia em mim, minha vagina pulsava, ele estava me excitando de propósito. Rogério disse que faria uma anestesia local, muito leve, senti uma leve espetada, o Senhor Claudio me beijava ardentemente e estava excitado, o pênis dele roçava na minha coxa, estava duríssimo. Rogério usava um tipo de alicate grande com as bordas arredondadas, não sei precisamente o que era aquilo, mas ele explicou que ia marcar o local do microfuro. Senti o alicate gelado nas minhas coxas, o Senhor Claudio segurava minhas pernas para que eu não me mexesse, ele me abria e me expunha mais, senti o beliscão do alicate e gritei muito alto quando a carne foi trespassada. Rogério foi até a mesa auxiliar e trouxe a argolinha de ouro e diamante, deve ter sangrado, porque alguma coisa quente escorreu pela minha virilha. “– pronto, disse Rogério, está feito, ficou lindo. – Se você sentir um pouco de dor tome um comprimido destes aqui a cada seis horas”. Ele limpou minhas coxas, soltou meus pulsos das correias, e me ajudou a sentar, vi que o Senhor Claudio estava tenso, ele me beijou novamente, me vestiu e saímos do consultório. O Senhor Claudio convidou Rogério e Cristina para jantarem na quarta-feira, nos despedimos e pegamos a estrada. A manhã estava muito azul, um bando de gaivotas sobrevoava os barcos de pesca, o Senhor Claudio estacionou o carro junto ao pier, me puxou para ele e disse: “você é só minha, até o fim”.