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Laurinha Submissa
Esse ano que passou foi um saco, caí numa sala cheia de mulher feia, e não comi ninguém.
Mas agora começa um novo ano, 2ª série, pessoas mais maduras, não só de alma com também, de corpo. Grandes surpresas aconteceram, como por exemplo, cair na mesma sala da Laura, lembra dela? A alta que tinha uma bundinha empinadinha, pernas perfeitas e peitos durinhos. Essa por si só já era uma grande surpresa, mas tinha mais. Agora ela passava a aula inteira do meu lado, querendo conversar comigo, o que também é uma surpresa, pois ela mesma passou um ano sem nem me cumprimentar. Mas ainda tinha uma coisa que me impressionava, que era o fato dela andar de minissaia e blusinhas, do tipo colada e curta, deixando bem emoldurado todo aquele corpinho, e ela passara a adquirir o hábito de sentar na minha mesa, nos intervalos, e ficar cruzando aquelas maravilhosas pernas, de tal forma que eu conseguia ver sua calcinha e isso já estava me dando tesão, mas estava decidido a ignorá-la.
Só que com o tempo minha tática vinha dando errado, já que todo dia, depois da aula, ela virava pra mim, com a cara mais cínica e perguntava:
- Você vai ter que sair cedo hoje? - usando, dessa forma, o meu jeito de dizer a ela que estava a fim na época que a gente namorava.
Por algum tempo conseguia despistá-la, mas nesse dia em especial, não consegui. Me enrolei para guardar minhas coisas e fiquei pra trás, sozinho com ela. Enquanto arrumava meu material, ela chegou, e da mesma forma dos intervalos, sentando na minha mesa e cruzando aquelas pernas perfeitas, ela estava linda, usava uma minissaia preta solta e babylook, ou seja, estava bem sexy. E dessa forma ela me disse:
- Tá tentando fugir de mim?- disse com carinha de santa. Que tesão!
- Não, apenas quero ir embora...- respondi, decidido a não fazer o jogo dela.
- Não estou falando só de hoje, mas de todos os outros dias!- disse se levantando - Você sabe o que eu quero... - e dizendo isso, me beijou. No ínicio até gostei, mas me lembrei de tudo que ela tinha feito pra mim e a afastei, dizendo:
- Por que isso!? Depois de ter me dado um fora e passar um ano sem falar comigo, agora vem com isso pra cima de mim, por que? - disse sério.
- Oras, você está mais bonito e forte dizendo isso acariciou meu peito e meus braços Além disso você está mais maduro disse se aproximando pra me beijar de novo.
- Lógico, tenta passar um ano só levando fora disse afastando-a.
- Olha, você pode não acreditar, mas estou apaixonada por você disse olhando nos meus olhos.
- Mentira disse, mas sabia que era verdade.
- Presta atenção! Você acha que eu assumi esse visual, porque achei bonito? Eu só uso porque eu sei que você gosta. Estou disposta a fazer tudo por você! disse virando as costas pra mim, olhei para aquela bunda e tive uma idéia.
- Você está mesmo disposta a fazer tudo por mim? disse com uma voz bem sacana no ouvido dela, fazendo com que o corpo dela se encostasse no meu, e sua bunda ficasse encostada no meu pau.
- Sim... disse ela, e sem perder tempo começei a beijar sua nuca e acariciar a barriguinha dela. Vendo que ela estava gostando, desci minha mão por debaixo da saia, e deixei meus dedos irem de encontro com sua buceta, e assim começei a masturbá-la, bem devagar, deixando a bunda dela pressionar o meu pau que aos poucos ia ficando duro, com a outra mão, fui subindo até tocar aqueles peitinhos, por debaixo de sua blusa, vendo o estado dela, cheguei mais pertoe com aquela mesma voz sacana, disse ao seu ouvido:
- Laura, a única maneira disso continuar é sob uma condição ela abriu os olhos, mas logo se perdeu no próprio tesão e eu prossegui Pra continuar com isso você vai passar a ser minha putinha e eu serei seu mestre dessa vez ela parou, mas logo continuei a masturbá-la, só que mais rápido, e beijei sua nuca, fazendo a se derreter de novo, mas ainda assim, me respondeu:
- Sim, mestre eu sabia que ela gostava disso. Acelerei meu toque e logo ela gozou, se amolecendo. Sem demorar muito, coloquei-a deitada na minha mesa, espalhando vários papéis que estavam ali por cima. Agora ela olhava pra mim, esperando meus comandos. Fui logo tirando a calcinha dela que estava toda molhadinha, essa eu guardei na minha mochila. Depois voltei a tocá-la em sua buceta e ela começou a ofegar e revirar os olhos. Vendo aquela guria perfeita, que tinha me dispensado, se contorcendo de prazer ao meu toque, disse autoritário:
- Bem que eu sabia, você geme como uma putinha, se contorce como uma putinha, mas agora você é a minha putinha ela permanecia perdida em seu prazer Agora como uma boa putinha, acaricie seus peitos, quero vê-los com os biquinhos duros e sem demora ela começou a acariciá-los da forma que eu tinha dito. A essa altura meu pau já estava estourando na calça e ao vê-la desse jeito não aguentei e coloquei-o para fora dizendo:
- Vamos lá minha putinha, você não queria isso? disse colocando-o perto da boca dela.
- Sim, mestre, obrigada e assim o colocou todo na boca e começou a chupá-lo bem devagarinho, que boca macia ela tinha, a língua dela acariciava o meu pau, de tal forma, que me fez chegar à lua. Estava prestes a gozar e como um bom cavalheiro, disse:
- Minha putinha, eu vou gozar e quero ver você engolir tudo! ela, com cara de espanto, fez menção de parar, mas eu não podia deixar isso acontecer, acelerei o movimento de meus dedos, fazendo-a soltar um gemido, fazendo-a continuar a chupar meu pau, e quando gozei ela me obedeceu, engolindo todo o meu gozo, me deixando com mais tesão ao vê-la se deliciando com meu gozo, fui para a frente dela e me ajoelhei de frente para sua buceta, que estava toda molhadinha, bem rosinha, com o clitóris bem estimulado. Sem conter o meu desejo, começei a lamber aquela maravilha, como era gostoso lamber aquela putinha. Com minhas mãos, acariciava suas pernas, sentindo-as se contrair de prazer, ouvia-a gemer e ofegar, por cima de sua barriga, via que ela ainda acariciávaos próprios seios, com o tempo ela foi se contorcendo e gemendo mais alto e sem esperaela gozou, melando o meu rosto todo, com aquele líquido gostoso de puro prazer. Ao ver seu rosto extasiado, disse:
- Até que para uma menina direita, você goza e geme como uma puta, por isso é a minha putinha e ainda olhando seu rosto, começei a beijar, mordiscar e chupar desde seu ventre, subindo por sua barriguinha, fazendo-a se arrepiar, daí subi para seus peitos, que ainda estavam durinhos, e nesse ponto, começei a chupá-los com vontade, acariciando, com as mãos, aquela bunda perfeita que ela tinha.
Senti que ela já estava toda molhadinha e sem demora, tirei minha camisa e como já estava com o pau de fora, e este já ereto. Coloquei-o de encontro com a buceta dela, que de tão molhada, engoliu meu pau facilmente. Ainda chupando aqueles peitinhos, fui devagarinho metendo meu pau ainda mais fundo naquela buceta, e ela logo voltou a gemer, com firmeza, fiz-a sentar, e segurando-a pelas pernas, levantei-a da mesa, e sem demora ela começou a cavalgar em meu pau, encostando-a na parede, fiquei beijando seu pescoço e dessa vez, ela gemia alto, quase berrando, bagunçava o meu cabelo e como uma boa putinha, ela ficava falando sacanagem ao meu ouvido. Com o tempo, ela acelerou e sem me esperar, senti sua buceta contrair e seu corpo se amolecer sobre o meu, em seu momento de extâse de puro gozo. Ao ver que mais uma vez ela tinha esquecido de mim, fiquei irado:
- Sua puta escrota, você quer meu amor, mas não consegue parar de pensar em você própria! dizendo isso coloquei-a em cima da mesa, fazendo-a ficar de barriga pra baixo, com a bunda virada pra mim. Afastando suas pernas, de modo que sua bunda ficasse empinada. Ela entendendo o que eu pretendia, disse:
- Não mestre, por favor, eu juro que não vai acontecer de novo... disse choramingando.
- Sua suplica não adianta de nada agora... e assim encaixei a cabeça do meu pau na entrada de seu cúzinho, ela agora gritava pedindo o meu perdão, mas eu estava fora de mim, lembrando todos os momentos desagradáveis que ela me fez passar. Devagarinho, fui forçando a entradade meu pau em suas entranhas, ouvia-a berrar de dor, mas não dava importância. Agora estava com metade do meu pau dentro dela, ela gritava, via as lágrimas rolarem em seu rosto, um pouco de razão voltou a minha cabeça, me fazendo parar, já ia tirar o meu pau de suas entranhas, quando fui surpreendido por ela, que rebolava em meu pau, me fazendo entender que ela estava gostando, eu disse:
- Minha putinha você merece ser castigada, mas você gosta.... ela olhava pra mim, com um sorriso cínico nos lábios. Dei um tapa forte em sua bunda, deixando a marca vermelha dos meus dedos em sua pele branca, ela gritou, mas dessa vez foi um grito de prazer. Agora puxando o seu cabelo, fazendo com que suas costas se arqueassem, empinando ainda mais sua bunda, facilitando assim, a entrada do meu pau, que logo entrava e saía de sua bunda, arrancando gritos de prazer da minha putinha, que com o tempo tinha descido sua mão de encontro ao próprio grelho, aumentando seu prazer, e assim, aumentava o meu, pois seu cú ia apertando e contraindo meu pau, me deixando louco de prazer, passado um tempo eu avisei que ia gozar e ela disse:
- Goza, mais goza dentro de mim, pra que eu possa senti-lo dentro de mim! e assim fiz, gozando tanto, que logo o meu gozo foi escorrendo, descendo pela buceta e logo após, pelas pernas, ela também tinha gozado e estava exausta por isso. Enquanto me arrumava, ela continuava deitada na mesma posição, passado alguns segundos, ela se levantou e ficou na minha frente, e me olhando de forma submissa, me perguntou:
- Como fui, mestre? sua voz estava meio trêmula, respondi acariciando de leve seu rosto:
Foi muito bem... ela suspirando, me pediu, com a voz ainda mais trêmula:
Me beije... aproximei meu rosto, devagar, do dela, e no último instante, desviei minha boca em direção ao seu ouvido e disse bem baixinho:
- Nunca que eu beijaria uma puta como você... me virei e sai da sala.