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Um Escravo Sem Direito a Nada, Apenas Uma Sunguinha Azul

Nasci em uma família de classe média, meus pais sempre se esforçaram para dar a mim e aos meus três irmãos todas as condições para que tivéssemos um futuro garantido. Porém, uma fatalidade levou nosso pai e nos vemos numa condição desfavorável, uma vez que era ele que nos sustentava. Aí começa o meu drama. Sem meu pai, acabei por desistir dos estudos (estava paraticamente formado) e comecei a tratar os meus irmãos e a minha mãe de uma forma rude e eles retribuiam da mesma forma. Um dia, resolvi passar a noite na rua, na praia pra ser mais exato. Resolvi tirar as minhas roupas e meus calçados e fiquei apenas de sunga, uma minúscula sunguinha azul, daquelas de medem um dedinho apenas na lateral e deixam a bunda parcialmente à mostra. Gostei da experiência e passei mais dois dias deste jeito. Como eu guardava minhas roupas em um quiosque, um dos funcionários do quiosque resolveu comentar algo comigo: ¨Não sei como você consegue passar as noites assim, feito um mendigo.¨ Caraca! Aquela palavra:¨mendigo¨, me despertou um desejo inconsciente que eu não percebia que estava em mim. Como as coisas lá em casa estavam beirando o insuportável, eu no dia seguinte resolvi tomar uma decisão: ¨É nisso que eu vou me tornar,num mendigo!¨ Logo de manhã, resolvi pegar um ônibus que me levaria até à praia da Barra da Tijuca. Saí de casa apenas de camiseta e bermuda, sem carteira de documentos ou as chaves de casa. Eu estava decidido a me livre de todas as peças de roupa dentro do ônibus mesmo. Foi o que fiz. Paguei a passagem, me dirigi ao último banco e abri a janela e comecei a jogar fora peça por peça de minhas roupas. Primeiro, joguei os chinelos, um mendigo nunca pode andar calçado. Depois tirei a camiseta e a joguei pela janela do ônibus. Quando eu já estava arriando o short me apareceu um rapaz, de mais ou menos dezoito anos, mas eu não me importei com ele, arriei o short e o joguei fora. Pronto! Eu estava totalmente despido, me restava apenas uma minúscula sunga que mal comportava o meu membro viril, que já estava começando a ficar ereto. O que eu não percebi é que, junto com o rapaz que sentou do meu lado, apareceram mais quatro rapazes, que ao me verem naquele estado começaram a gritar: ¨Olha só!O VIADO ESTÁ SÓ DE CALCINHA! NÃO TEM VERGONHA NÃO,SEU FILHO-DA-PUTA!¨ Um misto de medo e de excitação tomou conta de mim e eu fiquei excitado, com a minha glande quase saindo de minha minúscula e única peça de roupa. Um dos rapazes se aproximou de mim e me deu um sonoro tapa! Me ordenou: ¨Viado! Tu vai sair daqui direto para a obra! Vai ser a nossa diversão! Que maneiro que o ônibus tá praticamente vazio, assim a gente vai seguir viagem passando a mão nesta bundinha empinada. Olha só, que sunguinha ESCROTA que este viado está usando! Parece uma calcinha!¨ O motorista e o cobrador do onibus gritaram lá da frente do ônibus: ¨Enquanto o ônibus estiver vazio, podem se acabar de bater e de humilhar este VIADO PELADO. Mas se subir alguem, não quero saber de bagunça¨. Foi a viagem mais humilhante e prazerosa da minha vida. Um dos rapazes, o mais forte, me colocou do seu lado e me pôs de bruços no último banco do ônibus, o mais espaçoso, aproximou a minha cabeça da sua calça, me ordenou que puxasse a barriguilha e mandou que eu chupasse seu pau no ônibus mesmo. Gritou comigo: ¨Chupa, VIADO SAFADO, vai aprender a ser homem chupando o pau do teu macho. Aliás, macho não! DONO! (a partir daí ele começou a me dar tapas) Ouviu bem, VIADO! Sou seu DONO! Lá na obra tem um quartinho que vai ser a sua cela! Aliás,até temos corrente e cadeado pra prender você!¨ O ônibus finalmente chegou ao seu destino. Um dos rapazes retirou o cadarço do seu tênis e deu ao meu DONO, que pôs os meus braços pra trás e me amarrou. Desci do ônibus com OS BRAÇOS AMARRADOS e alguns homens que estavam na rua,saindo de seus serviços noturnos, viram a cena e gritavam para os rapazes: ¨Caralho! Vai ter festa na obra! Arromba este VIADO DE CALCINHA!¨ Meu destino estava selado...