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Empréstimo I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

"que diabos eu estou fazendo aqui...Ele realmente é uma caixinha de surpresas...não dá pra entender o que Ele quer com isso...que idéia!...eu aqui nesse fim de mundo para fazer sabe lá o que com sabe lá quem...a gente podia estar juntos...Ele se divertindo comigo...me deixando com a pele quente e vermelha...os sucos todos escorrendo como só Ele sabe fazer...diabos...me deixando arriada...e aqui estou eu....linda, maravilhosa pra sabe-se lá o que...podia bem ser uma surpresinha – como as que Ele tanto adora – e Ele abrir essa porta agora e me fazer de gato e sapato..." Tam estava nesse ponto de suas divagações quando tocou a campainha da casa. Obediente seguira todas as instruções, mas não podia enganar-se que viera por toda a viagem, sim, porque fora uma longa viagem, reclamando, relutando, resmungando como bem sabia que não devia fazer. Depois de 2 anos conhecia bem o Escorpião e sabia o que lhe aconteceria se faltasse a um único detalhe das instruções. Era rigoroso e implacável quando desobedecido, tanto quanto era generoso em oferecer-lhe prazeres. Tam era feliz! Encontrara paz na relação com o novo Dono e seguia sempre Sua orientação pois sabia o quanto Ele era zeloso. Mas aquilo era diferente! Entregar-se a outro? Satisfazer desejos de alguém que Ela nem mesmo conhecia. Servir como se fosse a Ele. Céus! Ele acreditava mesmo que ela conseguiria. Seria aquilo um castigo? Teria ela errado em algo... Assustou quando olhou para o homem na sua frente. Estaria ele ali a muito tempo??? Tinha na face um olhar que a desnudava inteira. Pensou que o Dono poderia ter lhe mandado vestir algo menos...mais...menos... - Vem cá putinha. Dizendo isso ele a puxou para dentro da casa. Apertando-a contra a parede encostou seu corpo, que parecia ter saído da cama naquela hora, no dela e apalpou-a inteira. Ela realmente não sabia o que fazer, o que dizer... - Realmente material de primeira...vai ser divertido! Largou-a ali e seguiu pra dentro da casa, juntando bagunça de roupas e sapatos e sabe lá mais o que pelo caminho. Aquele lugar em nada se parecia como os ambientes onde ia com o Dono, ou os quartos que ela dedicadamente preparava para suas sessões. Não era sujo, nem deprimente, mas era algo sem jeito, sem gosto, sem sabor...largado. A cara do sujeito que a recebera despenteado e de cuecas...e que também era algo assim...comum demais. Ficou ali na parede pensando no cheiro do Dono, na elegância, na postura firme e determinada que tanto a encantava. - Anda rameira vem pra cá - gritou o homem dos fundos da casa. Ela seguiu ressabiada. Ele estava sentado na cama mudando os canais da TV. - Está esperando o quê cadela? Vai me arrumar um banho...rápido. - E estalou um tapa na sua bunda. - Pensar que Ele me disse que voce era boa...lenta e tonta desse jeito. Ela podia ouvir sua própria pisada de raiva. Quem era aquele homem para falar com ela daquele jeito? Dedicou-se a preparar o banho e pensava em seu Amo. Isso foi acalmando seu coração. Tinha certeza de que Ele aparecia a qualquer momento para tirá-la daquele pesadelo. E foi preparando o banho...pensando na maravilha que era seu Dono...alternando com impropérios pela escolha daquele sujeito por quem já começava a sentir certo asco. Foi aí que ele chegou por trás e enfiou a cabeça dela dentro d'água retirando alguns segundos depois, virando-a para si: - Vê se controla esse geniozinho e pisa leve e graciosa como a submissa que meu Amigo pensa que você é...melhor fazer tudo direitinho porque eu posso ser bem pior do que Ele...e se voce ainda não entendeu, se fizer algo errado quem te castiga hoje sou eu...princesinha metida! Empurrou-a contra o chão e sentando-se no vaso apoiou os pés sobre ela. Tam tinha vontade de chorar. Mas não o faria. Pensou novamente no Dono e aguardou pacientemente. O sujeito empurrou-a com o pé e refastelou-se na banheira. Ficou quieta, temendo o que poderia vir a seguir. Ele ordenou que ela o lavasse apontando pra uma esponja. Levantou-se e foi realizar sua tarefa e nesta hora pode ver o membro rijo e grande, o que lhe fez franzir o rosto em agonia. Dois tapas estalaram no seu rosto: - Eu acho que vou me divertir de verdade com a sua frescura garota – e ele explodiu em gargalhadas – lava o pau bem direitinho viu! Lavou-o e secou-o como faria por seu Amo, enquanto tentava acalmar o corpo. Apesar da agonia mental, ela estava excitada. Havia uma atração diferente naquele homem desagradável, ela tinha que reconhecer. Adivinhando seus pensamentos a mão invadiu a umidade no meio de suas pernas enquanto ela secava-o: - Pelo menos a puta tem tesão...assim fica melhor – e puxando-a pelo braço levou-a até a cama. Ele era rápido e quando deu por si Tam estava de bruços com a saia levantada, bunda arrebitada, pernas abertas e amarradas num afastador. Enquanto a examinava escancarando-a inteira foi explicando: - Vamos às regras piranha: eu me divirto, faço o que quero e voce me obedece sorridente. Mantenha-se calada. Sentia-se desrespeitada, tinha vontade de chamar pelo Dono, gritar a safeword e sair correndo. Ajoelharia-se aos seus pés e imploraria seu perdão por ser fraca, incapaz de corresponder aos desejos Dele. Mas só de imaginar o olhar Dele resignava-se. O sujeito enfiara nela um consolo e um vibrador, que já estava ligado. Mas foram os prendedores nos lábios vaginais que a trouxeram de volta à sua triste realidade. A estes se seguiram diversas torturas genitais. Tinha que reconhecer que o sujeito era bom no que fazia, as sensações foram preenchendo seu corpo e aos poucos foi entregando-se àquele torpor que seu Amo tanto apreciava. A forma como aquele homem a "desrespeitava", e ele era absolutamente invasivo ia deixando-a mais e mais excitada. Entregou-se às torturas, por sinal deliciosas, pensando que já que aquela era vontade de seu Amo ela seria a mais perfeita submissa e o faria orgulhosamente. Foi entao que sentiu aquele homem a penetrar-lhe o cú, já alargado pelo consolo. Teve um desejo enorme de chorar, aquilo pertencera exclusivamente a seu Dono nos últimos 2 anos, como podia Ele ter autorizado aquilo? Relembrou as instruções: obedeça, não faça perguntas, eu confio Nele e sei que respeitará os limites que eu impus. O maldito parecia adivinhar tudo: "A bonequinha não esta gostando não? Eu estou adorando esse cú macio de puta que voce tem, bem que o Escorpião falou...gostosa demais! Mas se não está gostando, é porque não merece tanta dedicação". Dizendo isso largou-a. Tam somente percebeu o que acontecia quando ele virou-a e sentando-se sobre ela estalou dois tapas no seu rosto. Em seguida começou a bater com aquele membro enorme em seu rosto repetidas vezes para depois quase sufocando-a com suas bolas masturbar-se e gozar em seu rosto. - Vai se levar putinha e vem de quatro rebolando esse rabão. Ela voltou sem saber o que fazer... - Escolhe um chicote ali – apontou ele pra um baú. Ela ficou boquiaberta ao abri-lo, havia uma infinidade de acessórios ali de fazer qualquer submissa babar de tesão. Olhava em busca do que escolher, quanto sentiu um tapa arder em sua bunda. - Demorou vagaba....eu usarei esse! Era um lindo chicote longo trançado de couro...ela suspirou! Foi pega pelos cabelos e levada a uma parede, onde havia dois ganchos. Suas mãos foram presas a estes e novamente sentiu aquela mão penetrando nela, explorando sua intimidade de forma ousada e possessiva. A risada dele a incomodava...e amendrotava. - Se a piranha não quer me dar o cuzinho, entao vai me oferecer sua dor até que eu me canse. E o chicote desceu na sua pele sem dó. Ele tinha uma mão pesada e firme, ela segurou-se o mais que pode, mas logo começou a fugir ao couro, e as lágrimas desceram por seu rosto. Dessa vez ele parecia imune às suas reações e continuava rindo e humilhando-a com frases cada vez mais chulas. Quando Tam achou que não agüentaria mais, ele aproximou-se e começou a acariciar lentamente cada marca no seu corpo. Ao perceber que ela começava a relaxar apertou-lhe o seio a ponto de quase machuca-la (ele sabia bem medir o que fazia, ficava sempre no limite da dor suportável) e disse baixinho e suavemente: "agora acabamos com as frescurinhas certo? Vai me dar tudo que quero...sem reclamar cadela...ou a farei suplicar por ser comida frente e verso". Soltou-a e a colocou de joelhos. Afastou-se. Sentou-se na cama e ficou olhando para ela uns instantes...levantou-se e saiu. Ela ficou ali perdida, sem poder nem imaginar o que iria acontecer. Pensou no Dono, sentiu saudade, mas não podia negar uma certa raiva por estar passando tudo aquilo. Ele voltou com uma roupinha ridícula, um vestido curto, velho, de um estampado horroroso. - Tira a maquiagem, veste isso e amarra o cabelinho. Nós vamos andar um pouco... Nada podia fazer a não ser obedecer...e fez como ele mandou. Ao voltar ele estava bem vestido. Puxou-a perto de si e lembrou: "comporte-se...nao fale ou faça nada sem que eu mande. Ande a meu lado o suficiente para que eu possa vê-la, mas sempre um pouco atrás". - Não vou calçar nada? Foi uma grande tolice abrir a boca. Ele torceu seu braço para trás, levantou o vestido e sentou-lhe alguns tapas na buceta sem piedade, depois segurou o grelo e apertando-o fortemente lembrou: "calada"! Com um puxão forte levou-a pela porta dos fundos. Havia um parque logo à frente e ele seguiu pra lá. Ao entrarem no parque ele puxou o decote do vestido de forma que seus bicos quase pulavam para fora, e seguiu andando. Havia algumas pessoas fazem cooper e vários rapazes, e umas poucas moças pelos gramados. Ela buscava acompanhar seu passo largo e num único momento de distração foi puxada pelo cabelo: "não pense que por estar em público eu serei menos rigoroso piranha" (ela odiava toda vez que ele a chamava assim). Levou-a a um lugar mais afastado onde havia um banco meio disfarçado no meio de arbustos. Sentou-se e tranquilamente tirou o pau pra fora, puxou-a para que se ajoelhasse no chão e enfiou sua cabeça entre as pernas dele: "eu só saio daqui quando gozar, portanto se estiver desconfortável é melhor caprichar vagabunda". Ela queria morrer ali mesmo, mas resignou-se e começou a sugá-lo gulosamente desejando que aquele martírio acabasse logo. Estava tão atrapalhada que não percebeu que seus sucos já lhe escorriam pelas pernas. Ele pareceu cumprimentar alguém num determinado momento e ela tremeu imaginando se ele seria capaz de chamar alguém mais ali. Sentiu ele explodir em gozo, ele entao puxou-a para si, sentou-a em seu colo e metendo a mão entre suas pernas disse-lhe que ela realmente era boa no que fazia como o Escorpião teria lhe dito, que sua boca realmente era habilidosa, qualidade que só uma boa puta tem. Naquela hora não lhe pareceu tão chulo seu linguajar. Estremeceu na mão dele e sentiu que gozava fartamente. Ele tomou-a pela mão e levou-a para casa, falando amenidades. Ela sentiu-se relaxar, parecia que ia acabar, o Amo ficaria orgulhoso...e assim pensando entrou na casa. Ao adentrar a casa sua doce ilusão caiu por terra literalmente. Jogando-a no chão rasgou-lhe o vestido e penetrou-lhe o cú novamente. Desta feita ela resignou-se e esperou que ele satisfizesse todo seu desejo ali mesmo no chão frio da cozinha. Ao terminar, ele abriu a geladeira e tomando pedras de gelo enfiou uma no cú e duas na buceta: "para esfriar bonequinha...nós nem começamos". Trouxe-a pelos cabelos até o quarto, amarrando-a novamente na parede de frente pra ele. Com uma chibata começou a fustigar-lhe o corpo provocando mais agonia que dor propriamente dita, dois prendedores nos mamilos e um vibro usado externamente no seu grelo a fizeram explodir em gozo novamente. Ele colocou um pé em sua buceta e ficou a lhe provocar dizendo que ia enfiar tudo. Levantou-se de repente, deu-lhe um beijo suave na boca e foi buscar mais alguma coisa no baú. As torturas se prolongaram na parede, no chão, na cama, no banheiro ("voce bem merecia uma chuva mas é território de outro") por toda a tarde. Por varias vezes pensou no Amo, ora envergonhada, ora enraivecida mas na maior parte do tempo agradecida pela infinidade de gozos e por descobrir-se capaz de muito mais do que imaginaria. Após a última gozada daquele homem, que agora já lhe parecia tão simpático, alem de ter todo seu respeito, quando ele finalmente deitou-a na cama e acariciou todo seu corpo detendo-se em cada marca, em ponto sensível, acalmando a pele e alma ao dizer que ela levasse ao amigo Escorpião seus agradecimentos pela diversão única daquele dia que ele guardaria com carinho especial. Pediu que ela descansasse e foi ao banheiro preparando-lhe um banho especial para o qual levou-a no colo e ao fechar a porta disse que ao sair estaria na cozinha preparando um lanche. Ela tomou seu banho demoradamente, arrumou-se toda e foi a cozinha...estava realmente faminta. Lá chegando, estava ele a refastelar-se num belo sanduíche, que lhe pareceu mais que apetitoso. Quando ela ia sentar-se ele apontou para o canto da cozinha onde duas tigelas, uma com água e outra com uma gororoba qualquer aguardavam por ela. Olhos marejados Tam ajoelhou-se, odiando-o tanto quanto no momento que o conheceu e ainda ouviu: "é bom não fazer sujeira madame, afinal é voce quem vai arrumar tudo no final", ao som daquela gargalhada odiosa.