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Uma Mordida e Três Velas
Uma tarde chuvosa de outono na cidade de Porto Alegre, igual a tantas outras tarde para milhares de pessoas, mas não para mim e minha escrava masoquista.
Há um dia anterior, por descuido, brincadeira, ou mesmo provocação, minha escrava durante uma cena de BDSM com mobilização de cordas veio a morder minha mão. Não chegaram a ficar marcas, machucado, nem dor prolongada, mas tal ato foi considerado por mim uma ofensa, um desrespeito de uma escrava com o seu Dono.
Eram 16 horas, eu cheguei em casa primeiro que minha escrava, organizei os acessórios (cordas, algemas, coleira, vibrador, plug, corrente, cadeado, chicotes, varas, prendedores e outros) um ao lado do outro em cima da mesa, sofá e cama. Acendi 3 velas e espalhei em torno da sala em posições que lembravam um triângulo. Janelas fechadas, aparelho de som ligado.
Ela chegou, observou aquela ``decoração´´ e em seguida veio em direção a minha boca para me dar um beijo e me cumprimentar. Enquanto me beijava, peguei seu braço, dei um passo para trás e virei o seu corpo, deixando-a de costas para mim e aplicando uma chave de braço.
Com toda serenidade lhe disse:
- Vá até aquelas algemas pois prenderei suas mãos para trás das costas.
Com as mãos presas nas algemas, larguei seu braço, e comecei a retirar a roupa que a submissa usava. Tirado o sapato e a saia, observei a bela meia 7/8 de nylon branca que ela usava. A calcinha saiu facilmente, foi simples retira-la, apenas peguei as alcinhas laterais e passei o fio do canivete (importado da cidade de Toledo na Espanha especialmente para ser usado nas cenas de BDSM por ser um canivete com um belo punho e fio afiado ao extremo). Com a calcinha na mão, da cor vermelho sangue, consegui sentir o cheiro de cadela no cio que ela exalava. E como uma cadela no cio, ela se esfregava em mim com suas pernas, coxas e busto.
- Hoje não cadela. Não será penetrada com meu pau e nem receberá ``leitinho´´. Será castigada, torturada e aprenderá nunca mais morder teu Senhor, nem de brincadeira.
- Desculpe-me Senhor pelo o que aconteceu ontem. Peço-lhe perdão, nunca mais se repetirá.
- Estas desculpada, mas o castigo e a tortura ainda irá receber para servir de exemplo para que nunca mais se repita esta ofensa. E assim será sempre. Toda vez que você se comportar errado, sofrerá punições severas como a de hoje.
Ela de cadela no cio passou a se comportar como gatinha manhosa. Pedia para que eu a soltasse, que queria descansar, assim iam os pedidos como se fosse uma gatinha presa em uma árvore.
A blusa que tapava seus seios logo estava no chão após receber também o fio e o corte do canivete.
Venda nos olhos, abraço na escrava, rasteira, derrubando-a vagarosamente de joelhos no chão. Passei uma vara de 1,50 metros de bambu sob suas pernas, fazendo-a montar na vara horizontalmente, como se estivesse montada em um cavalo. Amarrei as pontas do bambu com uma corda que se unia no teto, aonde apresentava uma roldana.
Usando uma segunda roldana presa ao teto, uma corda desceu até seus punhos e foi amarrada firmemente nas algemas...
Comecei a me divertir. A escrava ainda de joelhos sentiu seus braços presos a algema serem puxados para cima pela corda. Amarrei a corda dos braços e fui para a corda do bambu. Puxava esta corda também e notava em seu rosto o desconforto de sentir aquela vara forçando seu ventre para cima.
E assim fui indo, me dando o trabalho de levantar aos poucas cada uma das cordas, a forçando ficar de pé. Logo ela estava de pé, ou melhor, já estava na ponta dos pés, com a coluna curvada para frente e seus braços esticados para trás das costas acima da cabeça.
- Posição desconfortável esta minha menina mal educada?
- Sim Senhor. Horrível, me tire daqui agora!
- Então me explique porque o bambu esta ficando molhado, de onde vem este líquido?
- O Senhor sabe que vem de meu buraco e que fico excitada em estar nesta posição. Mas agora me solte, esta doendo muito.
- Agora vai aprender que não deve NUNCA morder seu Senhor. Lembra-se daquelas 3 velas na sala? Vai entender o porque agora.
Peguei a primeira vela, e me coloquei na frente da escrava, e botei meu pau, que já estava duro desde o começo da cena, na boca da escrava. Eu disse:
- Primeira regra. Esta boca serve apenas para fazer coisas de meu agrado, como chupar meu pau, me beijar e falar em voz baixa em meu ouvido. Você entendeu?
Ela mexia a cabeça para cima e para baixo, sem tirar o pau da boca, mostrando que entendeu.
- Então para fixar bem minhas palavras, e para que elas não se percam, e que não saiam da sua cabeça, vou fazer algo.
Com o meu pau ainda sendo chupado, peguei a sua cabeça, virei de lado, colocando o ouvido para cima. Tirei de meu bolso uma pequena quantidade de algodão, tapei seu orifício auricular e comecei a pingar a cera de vela em seu ouvido. Ela tremia, gemia alto, forçava a cabeça para desvirar, mas tudo era inútil. Aquela posição de ponta dos pés, braços para trás levantados, cabeça presa com minha mão sobre minha perna e ainda com o dever e a preocupação de não deixar meu pênis cair de sua boca.
Depois de pingar cerca de umas 20 gotas em seu ouvido, notei que o algodão estava totalmente coberto e preso a orelha. Virei a cabeça e repeti a operação. Ao final notei minhas pernas molhadas, olhei para os olhos de minha escrava e notei belas lágrimas escorrendo de seus olhos. Lágrimas de dor, humilhação, satisfação por estar sendo ensinada a como se comportar com seu Dono.
- Muito bem. Agora que asseguramos que minhas palavras não vão sair de sua cabeça, vamos para a vela número 2.
Larguei a vela em sua mão de pé, inclinada cerca de 5 graus em direção a sua bunda. Conforme ia passando o tempo, a vela ia se transformando em pingos quentes nas costas e bundas da escrava.
- Agora minha escrava, estas sentindo na pele como o tempo pode ser responsável por você sentir dor, muita dor. Enquanto tiver cera na vela, a deixarei queimar e pingar em sua pele. Tem duas formas de você parar de sentir dor: a primeira é apagar esta vela com os dedos, o qual vai fazer eu te desamarrar e me ir embora. A segunda forma é largar a vela, o qual vai cair sobre a sua pele e a queimará e ainda poderá ocorrer um incêndio com o tapete que tem no chão. Esta prática é para te mostrar como funciona meu relacionamento com você. A vela com o tempo, vai te fazendo sentir dor sempre. Assim serei eu, como uma vela, sempre te fazendo sentir dor e eu apreciando sua dor com muito tesão como uma chama. Se você desistir de mim, poderá apagar a vela com os dedos e assim apagará meu tesão, ou então como fizeste ontem me mordendo, poderá deixar a vela cair no chão, fazendo um belo estrago.
Acabou a cera da vela. Totalmente dolorida parte das costas e da bunda, minha escrava expressava um sorriso discreto, mostrando o quanto ela me queria, mantendo aquela vela na mão acessa.
Finalmente o mistério da terceira vela seria revelado. Mas antes ele pediu:
- Senhor, não agüento mais a dor nos braços, ombros, costas, sem falar em minha buceta que além de estar latejando de tesão, esta muito dolorida com a taquara forçando-a para cima. Meus pés doem muito também por estar na ponta dos dedos. Estou no limite da dor, estou quase pedindo a palavra de segurança.
- Pois bem, será poupada. Vou tirar a corda que levanta seus braços. - riso sádico - Está vendo esta terceira vela, de tamanho diferente das demais velas (cerca de 30 cm de altura, enquanto as outras tinha 15 cm). Ela terá para mim função como de uma ampulheta.
- Como assim? Ampulheta? Marcara o tempo do que?
Soltei a a taquara e tirei do meio das pernas. Alívio para os pés.
Com 2 prendedores de roupa, prendi em cada um dos grande lábios vaginais da escrava, amarrei os prendedores com uma cordinha e na outra ponta desta cordinha prendi a mais 2 prendedores que ficaram presos ao bico de cada seio. Soltei a corda que levantava os braços, mas por estar presa pelos prendedores nos seios e na vagina, ela não conseguia ficar com as costas em posição ereta.
- Enquanto esta vela estiver acessa e com cera, permanecerá nesta posição com os prendedores apertando e ainda será chicoteada na bunda com todos os três tipos de chicotes, mais a palmatória e mais o cinto de minhas calças. Vou alternando cada um destes. Isto servirá de castigo para que aprenda a não fazer nenhuma desobediência. Fique sempre cuidando a vela e veja como ela derrete devagar e o quanto de tempo você minha linda cadela submissa será castigada.
Durou cerca de 1 hora e meia o spank, ela não ousou ficar com a coluna reta nenhuma vez, pois sabia que se ficasse com a coluna reta sentiria muita dor nos seios e vagina com os prendedores, podendo até se machucar, diferentemente, do que deixando ali os prendedores quietos.
Soltei as algemas. Coloquei ela deitada na cama, pois reclamava muito de dores pelo corpo.
- Agora parece que entendeu o que não deve fazer.
- Sim Senhor, entendi, NUNCA mais morderei o Senhor, e não quero nunca mais passar novamente por tanta dor de castigo e ainda depois não ser comida.
- Bom você ter entendido. Ainda teremos mais sessões pesadas como esta, sempre para te ensinar como te comportar, mas espero e muito não ter que te castigar novamente pelo mesmo motivo. Se caso venha ocorrer sentirá na pele aonde 3 velas poderiam ser derretidas totalmente com desconforto muito maior que este que você teve.
Hoje nesta tarde de outono fazem 5 anos que minha escrava me mordeu. Nunca mais fui mordido, e durante todo este tempo outras falhas ela cometeu e outros castigos foram aplicados. Mas isto são letras para um próxima vez na Contos BDSM.