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Calabouço
É noite... madrugada... o vento entra pelas janelas abertas... balança os
chicotes pendurados na parede, as velas acesas tremulam fortemente, algumas
poucas se apagam... o tilintar das correntes balançando soltas, penduradas ao
teto... esse vento toca uma suave música sádica, emitindo notas que ecoam pela
sala, fazendo bem ao ouvido do Mestre e Senhor de lia...
Deitado na cama de ferro, com colunas, que logo será ocupada por minha escrava,
em seus deliciosos momentos de tortura e prazer, aprecio o local que montei
para recepcionar minha escrava. Paredes pintadas e armadas como se fossem
idênticas às paredes de um calabouço daqueles castelos antigos, tochas acesas,
de ferro, espalhadas pelo aposento, o fogo dançando ao sabor do vento, cavalete
de couro em um canto, um belo X de couro e madeira no outro canto, preso à
parede, uma cadeira grande, espaldar alto, com um consolo preso no meio do
assento, meus brinquedos pendurados numa das paredes. A cor do quarto encanta,
amarelado pela claridade bruxuleante das velas e tochas, quase escuro. Durmo, a
música sádica das correntes embalando meu sono.
É de manhã... escuto o som dos pássaros voando ao redor da casa, num sítio,
especial para minhas sessões, uma casa com uma varanda na parte de cima com
colunas espaçadas seqüencialmente, formando uma mureta, um local ótimo para
deixá-la tomando ar, como pretendo mais tarde.
Após o banho vou busca-la na rodoviária. Ela sabe que deve estar lá antes de mim, pois não a espero... Se estiver, a trago, se não estiver, paciência, ela
que volte para casa, e o castigo será redobrado na próxima sessão. Mas,
chegando ao local marcado, ela está já me aguardando, devendo estar vestida
como determinei. Uma blusa, sem sutiã, uma saia, sem calcinha e sandálias baixas, com tiras subindo pelos tornozelos. Aparentemente está.
Lia entra no carro, trocamos um terno e gostoso beijo, e prontamente, ela prende suas pernas com as algemas de velcro que estavam no banco, como sempre exijo que ela faça.
Dirigimo-nos ao nosso destino conversando, matando saudades, enquanto minha mão aperta seu seio, procurando seu bico por sobre a blusa, vou passando minha mão por suas pernas, maltratando-as, beliscando suas coxas, verificando se está sem
calcinha como determinei, sentindo sua buceta molhada ao verificar. Aperto o interior de sua coxa, vendo a grande dor que sente, ao brotar doces lágrimas no canto de seus olhos.
Chegamos. lia desce com dificuldade do carro, por causa das algemas que prendem suas pernas. Ao adentrar o local, tiro meus sapatos, sento-me numa cadeira e ordeno que tire suas roupas, lentamente, ficando completamente nua para seu Mestre, mantendo apenas as sandálias, tirando inclusive as algemas. Ao tirar sua blusa, seus seios mostram dois bicos durinhos, pedindo, implorando para serem presos por prendedores. Ela retira a saia, desabotoando-a, e deixando-a descer por suas pernas, aparecendo pouco a pouco sua buceta, suas pernas bem torneadas surgindo livres do pano que as escondia. Mando-a ajoelhar-se de costas para mim, com suas pernas entrando por debaixo da cadeira em que me encontro sentado. Tirando a coleira que usa como símbolo de minha posse, uma coleira de couro fina com minhas iniciais penduradas, coloco uma coleira larga,
também de couro negro com argolas prateadas, essa ficando bem presa ao pescoço, mantendo sua cabeça erguida.
Aperto seus seios e seus bicos, sadicamente, para ouvir um gemido de dor, gostoso, delicioso, uma leve contorção de seu corpo por conta do aperto e giro
que dou ao seu bico. Ficamos em pé, e enquanto aperto seus bicos, trocamos um beijo... o último que terá antes de iniciarmos a sessão.
Pegando um véu preto, eu vendo seus olhos, deixando-a sem noção do que irá passar nos próximos minutos.
Viro de costas para ela, e, pegando seus braços, passo-os em torno de meu corpo, amarrando suas mãos pelos pulsos, deixando uma pequena folga para que ela
consiga mexe-las o suficiente para o que desejo.
Mando que ela desabotoe minha camisa, o que ela tenta fazer desajeitadamente, visto estar amarrada, vendada e enlaçando seu Mestre. Demora um pouco, mas ela consegue cumprir essa ingrata tarefa que lhe pedi. Mando-a retirar minha camisa, o que ela tenta, mas não consegue, obviamente. Digo a ela que isso
enseja uma punição que será cobrada assim que terminar sua tarefa na totalidade.
Digo a ela que se ajoelhe, e, então, que retire minhas calças, desabotoando-a e baixando o zíper, o que ela consegue relativamente fácil. Mas para tirar as calças, ela sofre um pouco, pois seus movimentos são contidos pelas cordas. Ela percebe que para tira-las ela tem que girar em torno de seu Dono, para aos
poucos ir baixando-as, pouco a pouco, bem sofrido para ela, pois a cada pequeno movimento ela tem que girar por mim, sempre ajoelhada, para fazer o mesmo do outro lado, para que a calça desça por igual. Um bom tempo se passa até que ela consiga realizar essa tarefa.
Após seu sucesso, ela deve retirar minha cueca, o que ela faz, mais facilmente, pois esta não apresenta tanta dificuldade... após a retirada, meu pau está duro de tesão por vê-la ali, ajoelhada, sofrendo com esse procedimento, coloco-o em
sua boca, mandando que chupe; engolindo-o, agarro sua cabeça e movimento-a enfiando-o em sua boca, entrando e saindo, várias vezes, deixando por uns
segundos dentro dela, provocando um pequeno engasgo, quando então retiro-o, batendo com ele em sua face, algumas vezes, como se fossem tapas, tapas
desferidos por meu membro, carícias em sua face.
Mandando-a deitar-se esticada no chão, saio de seus braços, e, soltando as tiras de suas sandálias, uso-as como cordas, e amarro-as em torno de suas pernas, deixando-as presas pelas próprias sandálias.
Vou até a cama, onde sento, e ordeno que ela venha até a mim, de joelhos, tarefa difícil para quem está com as mãos e os pés presos, vendada, sem saber a
direção exata, mas vou guiando-a até que ela consegue, após uma pequena dose de sacrifício, chegar até seu Dono. Puxando-a pelas mãos, ajudo-a a erguer-se, deitando-a em seguida sobre meu colo, sua bunda em cima de minhas coxas, suas pernas e braços estirados, presos, meu pau roçando sua buceta molhada.
Vllaaaappptttt, vllaaapppttttt.. A pele de sua bunda sente as pancadas de minha mão, o barulho ecoa pela sala, a cada tapa, seu corpo balança, seus gemidos se fazem ouvir, meu pau esfrega sua buceta molhada, os tapas se sucedem, cada vez mais fortes, cada vez mais ardidos, sua pele esquentando e avermelhando, o seu suco molhando minhas coxas, seus gemidos transformando-se em gritos de dor e
prazer, enquanto os tapas se sucedem, minha outra mão aperta seus seios, seus bicos, os tapas, os bicos apertados, a dor, as lágrimas, os gritos, transformam esse momento de tortura em um grande prazer para seu Senhor.
Ao sentir que ela está devidamente castigada, avermelhada e quente ao contato, paro com o castigo e levantando-a, solto suas mãos e suas pernas, tirando suas sandálias, deixando-a descalça, mas ainda vendada.
Deixo-a ali, parada, em pé, enquanto vou pegar alguns brinquedinhos para usar em seu corpo. Silenciosamente fico a seu lado, sentindo o desconforto dela por não saber onde estou e nem o que estou fazendo. Alguns momentos se passam ao que
ela diz: Senhor? recebendo um tapa em seu rosto, pois não admito que seja impaciente. A surpresa do tapa faz com que ela emita um grito, logo abafado por
minha mão.
Novamente aguardo mais um tempo deixando-a ali, sem saber o que farei.
Repentinamente, minha boca chupa um de seus bicos, assustando-a, seu bico em minha boca, mordendo-o ente os dentes, girando minha língua nele, ele durinho, mordiscando-o, puxando-o e colocando o pregador, ficando esticado pois o
prendedor o mantém assim. Faço o mesmo no outro lado, após estica-lo com os dentes, prendo-o também com outro pregador, uma corrente ligando os dois, uma
corrente mais estreita do que a distância entre os bicos, forçando-os para dentro, puxando-os.
Coloco algemas de couro em seus pulsos e em seus tornozelos, bem presas, algemas essas com uma argola de metal em cada lado, uma do lado de dentro e outra
ficando para fora.
Trazendo-a para o meio do salão, prendo uma barra de metal com uma argola no centro dela, nas algemas de seus tornozelos, afastando suas pernas. Mando que
coloque suas mãos para trás, e pegando uma corrente pendurada no teto, prendo-a com um mosquetão nas duas argolas das algemas; puxo a corrente para cima,
fazendo com que seus braços subam, empurrando seu corpo para a frente, deixando-a em posição de strappado.
Ela reclama que vai cair, que vai perder o equilíbrio, mas as pernas esticadas estão quase imóveis, os braços presos pela corrente a mantém em um ligeiro equilíbrio, quase que forçado, pois se ela se movimentar demais acaba doendo... o que acaba ocorrendo pelo tempo, pois seus braços e costas começam a sentir a dor forçada pela posição. Maldosamente, puxo a corrente que prende os bicos,
fazendo-a gemer pela dor.
Segurando-a pelo peito, novas palmadas atingem sua bunda, fazendo seu corpo balançar, aumentando a dor nos braços. Após alguns minutos mantida nessa
posição, solto a corrente das algemas, seus braços baixam, seu corpo retoma a posição quase normal, segura por mim, para não cair. Retiro a barra de suas
pernas, deixando-a descansar um pouco, sentada no chão. Retiro sua venda, e afago seu rosto, cumprimentando-a pela sua resistência e aumento de seus limites a cada sessão que realizamos, no que ela me agradece por isso.
A visão dessa mulher nua, com as algemas de couro em seus braços e pernas muito me excita.
Agachando-me, enlaço-a em meus braços, e sadicamente, tenho que retirar os prendedores, mas sem abri-los. Pego um deles, e vou puxando-o, bem lentamente, segurando pelas pontas com os dedos
ligeiramente apertando, o mamilo esticando, vindo em direção à mim, ela leva sua mão para seu peito, mas olho com firmeza para ela e, prontamente, devolve sua mão à posição original, ao lado de seu corpo. Seus olhos abrem-se de pavor, exclama ``por favor, Senhor, não faça isso´´, mas continuo puxando-o, devagar, até que o estalo característico das duas pontas plásticas se tocando soa, sendo coberto pelo seu grito de dor, quando seu bico é liberto, quando ele fica solto das garras de sua prisão. Suas lágrimas escorrem pelo rosto, seu pavor aumenta ao ver minha mão dirigindo-se ao outro, o qual sofre o mesmo lento, vagaroso e doloroso processo de soltura.
Suas lágrimas aumentam, junto com seus gemidos de dor, enxugo-as com meus dedos, dando-as de volta a ela, fazendo com que ela lamba os dedos molhados por seu lacrimejar.
Abraço-a fortemente, trazendo-a para junto de meu corpo, onde a deixo alguns segundos para se refazer dessa deliciosa maldade que seu Dono lhe proporcionou. Ela deita sua cabeça em meu peito, agradecendo-me por faze-la superar seus limites cada vez mais.
Pego um novo brinquedo que usarei nela. Uma máscara de borracha feita de um balão de festa. Mando-a ficar de joelhos, enquanto coloco o balão nela, tarefa um pouco difícil, pois ele é apertado. Mandando-a fechar os olhos, coloco-o, vedando por completo sua visão, sua audição e sua boca, pois ele prende seu queixo, dificultando sua fala. Recorto um buraco em seu nariz para que ela possa respirar. A
pressão do balão é forte, seus olhos pressionados fechados, sua boca mal consegue mexer-se. A visão dessa mascarada é linda.
Levanto-a, e a levo em direção à cruz, onde prendo primeiro seu braço esquerdo, erguido, e, esticando-a bem, prendo o outro braço, terminando a letra Y estilizada por seu corpo, na ponta dos pés, pois a prendi de forma a ter que levantar seus pés para não usa-los como apoio, suas pernas ainda juntas para que consiga sentir-se equilibrada. Escuto apenas gemidos, pois a máscara, forte e
firmemente posta em seu rosto impedem-na de falar.
Pego a cane, aproximo-me de seu corpo, preso, em pé, a minha disposição, e com minha mão, aliso sua bunda, sentindo sua pele, o calor de seu corpo, sentindo-o retesar ao toque pelo susto que toma,
e vlaaapppttt... aplico um golpe forte, a cane apenas encostando em sua bunda, logo voltando, um breve bate-encosta. Seu corpo sente, levanta sua perna numa vã tentativa de diminuir a dor latente que
sentiu, o ardor da pancada, logo seguida por mais uma, deliciosamente acompanhada de mais um levantar de sua perna. Um gemido longo, sentido, faz-se ouvir através da máscara que envolve seu rosto.
Solto seus braços, descendo-os um pouco, prendendo-os numa argola mais baixa, de forma a que ela consiga deitar os pés no chão. Dessa vez, estico sua perna e a prendo, fazendo o mesmo com a outra, dessa vez, estilizando-a como o X, igualando-se ao equipamento que a mantém esticada. Sei que ela sente medo de cair, a posição é insegura em sua mente, mas ela não cai, está firmemente presa.
Experimento sua buceta com meus dedos, para sentir se está molhada, o que alegremente encontro, seu sumo traduzindo o prazer que está sentindo ao entregar seu corpo para o deleite de seu Dono e Senhor.
Meus dedos brincam com seu grelinho, penetrando-a, entrando e saindo, esfregando, seu sumo aumenta, molhando meus dedos, lubrificando-os mais e mais, continuo a penetra-la com eles, sinto seu corpo querer mais e mais, querer gozar. Retiro meus dedos e substituo pelo meu pau.. que a invade lentamente, sinto o calor agasalhando meu membro, enquanto vou possuindo minha escrava, invadindo minha propriedade.
Sua respiração aumenta, suspira, a máscara faz com que sua respiração torne-se forte, sua bunda arqueia, como que desejando que eu a penetre mais fundo, para que possa gozar para seu Senhor. Mas não é hora ainda de dar esse prazer a ela. Retiro meu pau, deixando-a surpresa, e, esperando que eu retorne pra dentro dela, recebe como paga uma chicotada em suas costas, o que a faz berrar através da máscara, berro que sai abafado, seu corpo retesa, a dor é forte, o vermelho que se forma no local da lambida do chicote é bonito, reto, bem excitante.
Algumas chicotadas mais deixam suas costas riscadas como uma obra de arte abstrata. Seu corpo se tornou uma pintura ao vivo criada por seu
Dono, a arte mostrada numa linda moldura, de carne, arte viva, que se mexe, se move, se oferece a seu Mestre, ao Senhor de sua alma.
Volto a enfiar meus dedos em sua buceta, entrando e saindo, deixando-a bem molhada, bem excitada, a dor das lambadas sendo trocada pelo prazer da penetração por seu Senhor, dedos mexendo em seu grelo, apertando-o, dedos logo substituídos novamente por um membro duro, o pau de seu Mestre a invade, entrando e saindo, fodendo essa escrava, deixando-a gozar, o gozo prazeiroso após ser minha
tela, após ser minha arte viva. Seu corpo arqueia, vitimado pelo prazer, inundando meu pau, deixando-o molhado com seu gozo. Retiro-o de dentro dela, solto suas pernas, e braços, colocando-a de joelhos,
e retiro sua máscara, seu rosto molhado pelo suor concentrado, pelo calor que a borracha deixou em sua face, e mando-a limpar meu pau, lambendo-o, engolindo-o, deixando-o sem traços de seu gozo, o que ela faz demonstrando muita alegria.
Antes que ela me faça gozar, ordeno-lhe que pare.
Ela me pede água, então, coloco uma corrente em sua coleira, e a levo passear, ela de quatro, vindo atrás de seu Senhor. Levo-a até a cozinha, onde pego uma vasilha, encho-a com água e coloco no chão
para que ela beba, sem por as mãos. Ela me olha assustada e digo que se quiser é assim, se não, ficará sem a água. Não vendo outra saída, ela experimenta beber desse jeito mesmo, o que a duras penas, consegue beber um pouco.
Enquanto ela está tomando a águam digo a ela que está suficiente o que tomou, e retiro a vasilha, o que provoca um leve protesto por parte dela, prontamente sufocado por meu olhar, sem precisar dizer nada.
Puxando a corrente, levo-a de volta para nosso calabouço, onde irei desfrutar novamente de seu corpo. Indo até o cavalete, mando-a deitar-se sobre ele, suas pernas e braços balançando no ar, pois ele
é um pouco alto para ela. Para prender suas pernas nas argolas do cavalete, sou obrigado a estica-la bastante, deixando suas pernas bem retas e esticadas, praticamente imóveis, o mesmo acontecendo ao prender seus braços. Por mais que ela tente se movimentar, ficou difícil... faço cócegas em seus pés para experimentar o quanto ela está presa, seus pés balançam, ela chora, implora, grita para que eu
pare, mas eu continuo mais um pouco... Satisfeito vejo que não consegue movimentar suas pernas, nem seu corpo. Prendo através do peso de seu corpo, bem em sua buceta um vibrador que funciona sob pressão, o qual começa a funcionar assim que o posiciono, estimulando seu grelinho.
Mando-a abrir a boca, e volto a lhe por a gag, apertando-a bem, de forma que não consiga dizer mais nada a não ser murmúrios, prendendo por sobre sua cabeça a tira de couro, formando uma linda imagem para mim. A tira formando um triangulo sobre o nariz, voltando a juntar-se antes dos olhos, e dando a volta pela cabeça até unir-se à tira que prende a bola em sua boca. Sei que ela detesta a gag, mas para mim importa que ela fica excitante e sensual ao usa-la. Deixo-a ali, ao sabor do vibrador, a gag impedindo-a de engolir a saliva, esta escorrendo de sua boca, o vibrador mexendo com ela, seu corpo
sentindo os efeitos do tesão que está sendo provocado. Olhando em seus olhos, digo a ela que desta vez não poderá gozar, vendo-os abrir-se como que dizendo que não vai agüentar.
Esfrego minhas unhas em suas costas, bem devagar, descendo em direção à sua bunda, o vibrador fazendo seu papel de estimulação, minhas unhas arranhando seu corpo, descendo pela sua coxa, passando pela
dobrinha que fica na ligação da perna com o tronco, a coxa sendo alisada pela minha mão, o vibrador mexendo com ela, minha mão indo em direção a buceta, esfrego sua buceta molhada, completando o serviço
do aparelhinho, ela bem molhada, meus dedos invadem-na, a vibração, a invasão, seus gemidos de horror pois quer gozar e está proibida, o medo de gozar e afrontar uma ordem direta de seu Dono, seu Mestre
atiçando. Sentindo que ela já agüentou bastante, já segurou bem o gozo, resolvo permitir que ela tenha seu prazer, e, após a permissão, de repente, plaaffftttttttt, um tapa em sua bunda, forte, completando a invasão e a vibração, ela goza, não consegue segurar mais, seu corpo arqueia, seus urros impelidos através da gag denunciam seu gozo. O vibrador permanece fazendo seu papel de estimulação, e após a permissão e seu gozo, cobro meu preço. Sua bunda recebe tapas, fortes, compassados, um em cada lado, seqüencialmente, vou batendo e apertando seu seio, o vibrador em sua buceta, os tapas aquecendo sua bunda, o peito sendo esmagado por meus dedos, por minha mão, seu bico sendo apertado, girado, mais tapas, a bunda avermelha-se, rubra, quente, a buceta molhada, inundando o cavalete com seu sumo, a
vibração a deixando louca de tesão. Ponho meu pau em sua buceta, o vibrador ali, meu pau a invade, vou fodendo, comendo, enfiando até o fundo, entrando e saindo, a vibração conjunta, ela goza novamente,
seus urros abafados, seu corpo arqueando, um tapa na bunda já ardida sela seu gozo, enquanto retiro meu pau novamente, antes que eu goze.
Retiro o vibrador, e deixo-a ali, babando, toda melada, arfando, de prazer e tesão, o brinquedo de seu Senhor, de seu Mestre, do Dono de sua alma e de suas vontades e prazeres.
Ao perceber que ela já respira quase normal, já refeita do prazer que foi permitida ter, solto seus braços e pernas e, mantendo a gag, a mando ir ao banheiro tomar um banho, não sem antes limpar o cavalete.
Ela pega um pano e após a limpeza, dirige-se ao banheiro para cumprir minha determinação. Lá chegando, encontra um pacote com um envelope
sobre ele. Ela abre o envelope e lê as instruções que lá estão: retirar as pulseiras, tomar o banho e após este, voltar a coloca-las e vestir o que tiver dentro do pacote e dirigir-se ao quarto, que
fica no andar de cima. Ela abre o pacote e encontra uma camisola de cetim preta, curta, de alças finas, e mais nada. Ao vesti-la, percebe que seus peitos ficam de fora, e mal cobre a região de sua buceta,
deixando esta e sua bunda também de fora.
Ao entrar no quarto, depara-se com seu Dono sentado numa poltrona, aguardando sua entrada. Mando que ela desfile, girando quando em minha frente, para que eu veja como ela está.
Maravilhosa como imaginei que ficaria, digo a ela que iremos dormir, juntos, grudados, mas sem sexo. Apenas dormir. Prendo seus pulsos em sua coleira, deixando seus braços encolhidos junto ao corpo. Abraço-a ao deitar, segurando seu peito, e após um terno beijo, dormimos agarrados, como disse a ela que seria sua noite. Como resistir a esse corpo quente, preso, agarrado a mim, meu pau enrijece, esfrego sua buceta, deixando-a molhada, brinco com seu grelinho, beijo-a longamente, seu bico invade minha boca, mordo-o, aperto ele entre os dentes, chupo quase que o engolindo, seus suspiros de dor me excitam mais e mais, mando-a sentar-se sobre meu pau, ela senta, direciono ele pra dentro dela, ela vai agachando bem devagar, meu pau vai invadindo seu corpo, lentamente, até que ela o engole por completo,
suas mãos presas ao pescoço, seguro seus peitos, ela começa a se movimentar, meu pau em seu corpo, seu corpo subindo e descendo, seus peitos em minhas mãos, seu ritmo aumentando, esfregando, esquentando,
ela cavalga seu Dono, meu pau entrando e saindo, roçando, o calor aumenta, o ritmo frenético aumentando, até que gozamos, o gozo de um
Senhor e de sua escrava, quase simultâneos, o corpo dela arqueia, sinto o jorro de minha porra no interior de minha escrava. Ela deita-se sobre mim, abraço-a e pegamos no sono desse jeito mesmo, um
sobre o outro.