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A primeira noite de Melissa
A donzela do presente conto é Melissa, mineira, morena, 18 aninhos, 1,65 m, 54 kg, longos cabelos negros encaracolados, olhos verdes, lábios carnudos, seios empinados e durinhos, bumbum arrebitado e pernas bem torneadas. Enfim, um ´´pedaço de mau caminho``.
Era uma tarde de sábado. Melissa desembarcou no Terminal Rodoviário de São Paulo, um pouco assustada com o movimento e cansada da longa viagem desde Uberaba, sua cidade natal no interior mineiro. Era a primeira vez que pisava em São Paulo, onde vinha cursar a universidade. Por ter sido criada por um pai rígido, o Sr. Ari, que não a deixava sair muito, conhecia apenas um pouco da sua região. Algumas festas na cidade, raros passeios na região, visitas a parentes em Belo Horizonte, e não muito mais do que isso.
A sua infância e boa parte da adolescência viveu num ambiente pacato, modorrento, de cidade interiorana. Seu pai, um funcionário aposentado da mineração de ferro, tinha tempo de sobra para controlar a vida de sua filha. Por conta dessa educação dura, sem liberdade, Melissa era mais ingênua do que a média dos jovens da sua idade. Nunca teve namorado e era virgem, além de pouco saber sobre sexo. A sua mãe, a religiosa fervorosa D. Jandira, não tocava no assunto com ela.
Apesar da rigidez, seu pai sabia que a educação escolar era importante na vida da filha. Quando Melissa terminou o segundo grau, concordou, ainda que relutante, em deixar a menina estudar em São Paulo, quando ela, uma estudante aplicada, foi aprovada no concorridíssimo vestibular de Medicina da Universidade de São Paulo. O que pesou na sua decisão foi o fato de a sua mulher ter uma irmã na capital paulista, a tia Gilda, que morava numa casa ampla e confortável, onde Melissa poderia morar durante os estudos. O marido de tia Gilda, tio Pedro, era um próspero comerciante no bairro de Moema. Tinha seus 50 anos, alto e forte, mas um pouco acima do peso ideal. Ambos iam com freqüência a casa de Melissa, e Melissa tinha bom relacionamento com eles.
Voltando ao Terminal Rodoviário, Melissa esperava encontrar o seu tio Pedro, que havia prometido ir buscá-la. Depois de meia hora de espera no local combinado, começou a ficar preocupada. Queria telefonar para a tia Gilda, mas não podia deixar as malas, e nem sabia que existiam guarda-volumes no terminal. Nem tinha dinheiro para pegar um taxi até o seu novo lar. Nesse momento, chegou-se a ela um rapaz moreno, alto, bonito, bem vestido, dos seus 25 anos, que perguntou:
- Está esperando alguém, mocinha?
Ela, surpreendida com aquele belo homem, contou o que a afligia. Ele, que se identificou como Alberto, prontificou-se a telefonar para a sua tia. Voltou alguns minutos depois e informou que ninguém atendia naquele número. Melissa ficou mais preocupada ainda. Vendo a aflição da moça, Alberto se ofereceu para levá-la até a casa de tia Gilda. Ingênua e com vontade de chegar logo, Melissa aceitou a carona.
Saindo da rodoviária, Alberto, tomou rumo oposto ao de Moema. Foi pela avenida General Ataliba Leonel, em direção ao bairro do Tucuruvi. Melissa, que nada conhecia da cidade, não percebeu o que se passava. Confiava tanto em Alberto, que nem prestou atenção nas placas de sinalização.
Depois de rodar por meia hora, Alberto perguntou se Melissa se incomodaria de fazer uma pequena parada. Ele precisava deixar uma encomenda para a sua mãe. Com a concordância dela, Alberto entrou na garagem de uma casa ampla, com muros altos. Na sala, foram recebidos por uma senhora elegante e simpática, aparentando uns 50 anos, que se apresentou como D. Valéria, mãe de Alberto. Conversaram animadamente por uns 15 minutos, quando uma serviçal trouxe suco de laranja para todos. Melissa tomou a bebida com gosto e repetiu, pois estava com muita sede. Ela não notou que D. Valéria e Alberto a observavam com uma expressão maliciosa enquanto a viam esvaziar os copos. Continuaram conversando por mais alguns minutos, quando ela sentiu a cabeça pesada e o corpo amolecendo. Ergueu o rosto e sentiu a vista escurecer. Tentou levantar, mas não conseguiu. Seu corpo estava paralisado. Tentou pedir socorro, mas não conseguiu falar. Soltou alguns gemidos fracos e desabou no sofá.
O INFERNO DE MELISSA
Horas depois, Melissa foi despertando aos poucos. Os seus pensamentos estavam ainda confusos. Não sabia onde estava. Com os olhos ainda meio embaçados, percebeu que estava deitada sobre um chão de carpete, de lado e com as pernas semi encolhidas, como costumava dormir. Sentindo o seu braço esquerdo, que estava sob o corpo, dolorido e adormecido, tentou mudar de posição. Foi aí que, num choque, percebeu que estava só de calcinha e sutiã, com as mãos e pés amarrados. As suas mãos estavam firmemente atadas às costas, com outra corda dando várias voltas em torno do seu tronco, acima e abaixo dos seios. Essa corda era ligada às amarras de seus pulsos, de forma que quase não podia mover os braços. Os pés estavam amarrados, bem juntinhos, na altura do tornozelo. Instantaneamente, lembrou-se do que havia acontecido antes de adormecer. Soltou um grito de pavor e tentou se levantar. Foi quando viu Alberto a observando, sentado no sofá. Apavorada e morta de vergonha por estar seminua na frente de um desconhecido.
- Alberto! O que você está fazendo comigo? Por que essa malvadeza? Solte-me, por favor! - Gritou a menina, com os seus lindos olhos verdes esbugalhados de medo.
Alberto, sem se abalar, respondeu:
- Calma menina, eu ainda não fiz nada. Você continua virgem, mas espere só o que está pra vir. Pode se conformar, porque não vou soltá-la.
- Não, não, por favor, solte-me! Solte-me! Socorro! Socorro! - Desesperou-se Melissa, gritando chorosa.
- Não adianta gritar. Estamos num subsolo à prova de som. Ninguém vai ouvir seus apelos. - Disse-lhe friamente Alberto.
Depois de alguns minutos, apavorada, viu Alberto se despindo. Calmamente, ele foi tirando a roupa. Ficou inteiramente nu; percebia-se claramente que estava bem excitado. Tinha o corpo musculoso e era bem dotado. Quando o viu se aproximando, Melissa entrou em pânico. Rolou pelo chão e, apoiando-se numa poltrona, conseguiu ficar em pé. Pulando, tentou alcançar a porta, sem ao menos saber se conseguiria abri-la sem usar as mãos. Uma tentativa desesperada de escapar do estupro iminente. Antes de chegar à porta, perdeu o equilíbrio e ia se estatelando no chão, quando foi segura pelos braços de Alberto.
- Aaai, não, não! Solte-me! Poupe-me, por favor! Sou virgem! Tenha dó de mim! - Implorou Melissa, em prantos. Seria uma primeira experiência sexual terrível.
Não se comovendo com os apelos da pobrezinha, segurou-a pelos cabelos e beijou seus lábios carnudos e sensuais. Ela, enojada, se debateu e tentou gritar, mas nada conseguiu além de gemidos abafados. A boca de Alberto desceu chupando o seu pescoço, chegou aos seios, onde os mordeu por cima do sutiã. Desceu mais, chupando a barriga, o bumbum e as coxas, subindo novamente até a boca. Suas mãos também percorriam todo o seu corpo, como uma serpente a brincar com a sua presa e, lentamente, puxaram o sutiã para baixo, expondo aquele belíssimo par de seios. Em seguida, ele puxou a calcinha para baixo com os dentes, bem devagar, saboreando o desespero da menina, que tentava, contorcendo-se toda, libertar-se das amarras.
Com a calcinha abaixo dos joelhos, ele a agarrou por trás, apertando-lhe os seios durinhos e empinados de maneira dolorosa. Melissa gritou e implorou para que ele parasse, mas, deliciava-se apertando mais ainda. Quando os seus dedos beliscaram os mamilos, Melissa soltou um grito agudo. Ao mesmo tempo, ele foi enfiando o seu membro endurecido entre as lindas coxas bem juntinhas da menina, e ficou roçando o pau naquela ´´grutinha`` virgem. Melissa, com os olhos esbugalhados de pavor, sentia mãos fortes apertando seus seios, língua roçando na sua nuca e ´´aquilo`` se esfregando na sua ´´portinha`` virgem. Seu corpo amoleceu e quase desmaiou.
Depois dessas torturantes ´´carícias`` iniciais, Melissa foi facilmente carregada até o sofá, onde foi colocada de bruços. Alberto sentou-se, segurou-a pelos cabelos, colocou a cabeça de Melissa sobre o seu colo e obrigou-a a fazer sexo oral. Melissa, que nunca havia visto o pau de um homem adulto, cerrou os lábios e tentou impedir que aquele grosso membro enchesse a sua boca, mas, um forte tapa no rosto a fez abrir a boca. Imediatamente, sentiu aquela coisa carnuda e quente invadindo quase todo o espaço da sua boquinha sensual. Segurando seus cabelos, Alberto a obrigava a fazer o movimento da ´´chupetinha`` com a cabeça. Melissa quase vomitava quando ´´aquilo`` chegava perto da sua garganta. Soltava gemidos abafados e tentava soltar as mãos.
Quando Melissa já sentia falta de ar de ficar tanto tempo na ´´chupetinha``, Alberto parou e colocou-a de bruços, com a barriga sobre um dos braços do sofá, ficando com as pernas do lado fora e a cabeça apoiada no assento. Ainda tentou rolar para fora, mas foi impedida por Alberto. Continuava a implorar que a soltasse, mas ele permanecia insensível aos seus apelos, continuando a brincar com aquele corpo fenomenal.
Melissa gelou quando sentiu as mãos de Alberto passando algo gosmento e frio no vão do seu bumbum. Era gel lubrificante.
- Agora, minha menina, você vai perder a virgindade do bumbum, o que é menos mal. Vou deixar o seu cabacinho para uma ocasião mais importante. - Disse Alberto.
- Nãão! Nãão! Por favor, não faça isso! Você vai me machucar! Pare, pare...não, não...por favor, não! - Suplicou Melissa.
Não houve jeito. Alberto posicionou o pau naquele buraquinho apertado e ficou ameaçando a penetração. A cada empurrão do membro, ela gritava e se contraia. O rapaz se divertia. Assim fez por uns quinze intermináveis minutos, até que a penetrou, devagar, mas firmemente. Ela contraiu o anus na tentativa de impedir aquela invasão, mas, a força do homem excitado era descomunal. Subitamente, o músculo anal cedeu, permitindo a súbita entrada daquele membro enorme. A dor foi lancinante, seguida de um ardor insuportável.
- Aaaahhhh.....aaaaai...aai...ai! - Melissa soltou gritos graves, saídos do fundo da garganta, e se contorceu toda.
Suas mãos se agitaram, tentando alcançar o bumbum e empurrar para fora aquele pau enorme, mas era impossível. Seus dedos apenas tatearam no vazio.
Sem se importar com o sofrimento da jovem, Alberto a penetrou até o fim. Melissa sentiu o saco de Alberto batendo no seu bumbum. A dor era tanta, que ela nem conseguia respirar direito.
- Aaai...ai, ai, ai...tiira, tiira...ai, por favor tira...aaaiihnnn...uuihnn... - Ofegante, gritava, chorava e gemia a pobrezinha.
Alberto não tirou. Pelo contrário, começou o vai-e-vem dentro daquele maravilhoso bumbum. Puxava quase até a saída, para depois enfiar até o fim. Bem devagar, curtindo aquele momento prazeroso para um maníaco.
- Aaahh...uuuih....aaai...tiiira, tiiira...aahh... - A cada movimento, Melissa se contraia e gemia.
Num dado momento, Alberto tirou o pau, mas tornou a enfiá-lo em seguida, fazendo Melissa gritar alto. Ele repetiu isso umas cinco ou seis vezes, deliciando-se com os gritos e contorções da menina.
Se relaxasse o corpo, a penetração não doeria tanto, mas, como poderia uma virgenzinha relaxar numa situação daquelas? O rapaz, para completar a agonia da menina, passou a beliscar com força os bicos dos seus seios a cada vez que penetrava fundo. Isso a fazia gritar mais ainda.
Depois de um tempo que pareceu uma eternidade, Alberto gozou explosivamente, inundando aquele bumbum com o seu esperma. Sentindo as golfadas dentro do seu corpo, Melissa se contorceu e gemeu alto. Quando Alberto tirou o pau daquele bumbum maravilhoso, a pobre menina soluçava baixinho.
EM MÃOS SÁDICAS
Mesmo depois de ter sido submetida a essa violência toda, Melissa não foi desamarrada. Ficou jogada no sofá por cerca de uma hora. Seus braços doíam muito devido à posição e às amarras apertadas. Alberto, já de banho tomado, estava sentado a seu lado. Fumava calmamente e passava-lhe a mão pelo corpo. A menina chorava e implorava que a soltasse.
Depois de fumar, Alberto fez Melissa sentar-se, segurou-a por trás e colocou uma mordaça-bolinha (a famosa ball-gag) na boca da menina. Ela nem teve tempo de reclamar. Sentiu aquela bolinha de borracha preenchendo totalmente a sua boca, não a deixando soltar mais do que uns grunhidos. A alça elástica da mordaça passava logo abaixo da sua nuca, forçando a bolinha para dentro da boca. Não havia mais como falar ou gritar, mas, Alberto colocou-lhe ainda sobre o rosto uma máscara de couro, cobrindo a boca por cima da mordaça e presa na nuca por uma alça afivelada. O nariz ficava de fora através de um corte, assim como os olhos. Os únicos sons que ela podia emitir eram gemidos anasalados. Seu olhar, visto através da máscara, era de completo pavor.
Em seguida, Alberto recolocou-lhe o sutiã e a calcinha, tomou-a nos braços e levou-a por uma das portas da sala. Além da porta, havia um espaçoso salão, com várias mesas e um pequeno palco circular no centro. O que Melissa viu aí teve o efeito de um choque.
As mesas estavam ocupadas por vários homens, a maioria de meia-idade, que bebiam acompanhados de mulheres seminuas e apreciavam um espetáculo bizarro. No palco central, ligeiramente acima do piso das mesas, estava uma mulher, nua, com os braços esticados acima da cabeça e amarrados a uma corrente com argola que pendia do teto. Seus pés estavam bem separados e amarrados a argolas presas no chão. Não estava amordaçada. À sua volta, quatro homens se divertiam com o seu corpo. Dois deles enfiavam vibradores na boca, na vagina e no ânus da mulher. Outro, com uma vela acesa, pingava-lhe gotas de parafina derretida nos seios. O último fazia-lhe cócegas com uma pena de galinha. A mulher não gritava. Apenas gemia e rebolava sensualmente. Era evidente que se tratava de uma profissional, paga para passar por aquilo. Era um clube clandestino de sadomasoquismo, gerenciado por Alberto.
Horrorizada, Melissa viu numa das mesas a ´´mãe`` de Alberto, que a olhou com um sorriso malicioso e perguntou-lhe, ironicamente, se havia gostado do suco de laranja. Ali, ela era Valéria, a cafetina, dona do lugar.
Logo em seguida, Alberto levou a apavorada Melissa ao palco. Ela, paralisada de medo, olhava com olhos arregalados para as mesas, como se buscasse ajuda entre aquela horda de pervertidos. Alberto desamarrou seus pés e voltou a amarrá-los bem abertos, presos às argolas do piso. Pegou a corda que pendia da argola do teto e passou por baixo das axilas de Melissa, voltando a prendê-la à argola. Assim, a menina era forçada a ficar ereta, com as pernas abertas. O seu captor pediu a atenção da platéia e anunciou:
- Cavalheiros, hoje, temos algo de muito especial aqui. Esta linda jovem, com 18 anos e virgem, está sendo oferecida aos clientes desta casa. Vamos começar com o leilão de suas peças íntimas. Primeiro o sutiã. O lance inicial é de R$ 500,00. Quem dá mais?
A platéia se alvoroçou, e choveram os lances. Melissa se debatia e gemia.
- R$ 600,00....R$ 700,00.....R$ 800,00.....R$ 900,00.....
Assim, foram subindo, até que um dos homens, mais ousado e abonado, deu o lance final, para desgosto dos demais: R$ 1500,00. Era um coroa alto, forte, um pouco barrigudo e usando um Rolex de ouro que, babando de felicidade, subiu no palco e retirou o sutiã da menina cortando as alças com uma tesoura. Ela gemeu e torceu o corpo, numa tentativa inútil de esconder os seios. Olhava fixamente para o homem, e como que tentando suplicar piedade, gemia e balançava a cabeça em negativa. Ao homem foi ainda permitido dar umas amassadas e chupadas naqueles seios durinhos de adolescente.
Em seguida, Alberto anunciou o leilão da peça mais cobiçada, a calcinha, dizendo:
- Senhores, aquele que arrematar a calcinha vai ter o direito de levar esta donzela à nossa suite e servir-se à vontade. - A platéia vibrou.
Desta vez o lance inicial foi de R$ 1000,00, e foi subindo rapidamente: R$ 1200,000, R$ 1300,00, R$ 1400,00, R$ 1500,00, R$ 1800,00, R$ 2000,00, R$ 2500,00...até que o mesmo homem que havia arrematado o sutiã deu outro lance decisivo: R$ 5000,00. Os demais o olharam com espanto e inveja.
Alberto parabenizou o homem, desamarrou os pés da menina, e o deixou retirar a calcinha, bem devagar. Melissa tentou impedir juntando bem as coxas, inutilmente. Aproveitando, o coroa ia dando chupadas e mordidas pouco delicadas naquelas coxas maravilhosas. Melissa gemia, chorava e tentava se debater, mas o homem a segurava firmemente. Depois de tirar a calcinha, ele resolveu ser generoso com os amigos.
- Meus amigos, antes de eu levar esta donzela à suite, vocês todos podem brincar um pouco com ela. Só não deixem marcas de dentes ou tirem a sua virgindade, porque essa é minha de direito.
Os homens exultaram, correram ao palco e torturaram a menina por mais de meia hora. Fizeram todo tipo de bolinação. Melissa sentiu, desesperada, um vibrador roçando em seu clitóris, ao mesmo tempo em que outro entrava fundo no seu ânus, ligado. Também ao mesmo tempo, outros homens chupavam seus seios, mordiam suas coxas, seu bumbum e enfiavam a língua em suas orelhas.
Num certo momento, o homem que a ´´comprou`` deu um basta na farra dos outros, pagou a quantia do arremate, soltou a corda que prendia o corpo de Melissa ao teto e a carregou para a suite. Não desamarrou seus braços, ainda atados às costas. Também não tirou a máscara de couro e a ball-gag. A menina, desesperada, tentou escapar dos braços fortes agitando as pernas agora livres, mas foi facilmente arrastada à penumbra da cama da suite. Esta, era de madeira, e preparada para o SM; tinha argolas em lugares estratégicos. Melissa, deitada de costas, teve os pés amarrados às argolas, uma de cada lado da cama, deixando-as bem abertas. Não havia mais chance alguma de escapar. Ia ser estuprada com certeza.
O seu ´´dono`` se despiu, deitou-se sobre ela e, pegajosamente, encheu seu corpo de chupadas e mordidas, das orelhas aos dedos dos pés. Melissa, apavorada e enojada, nada podia fazer a não ser gemer e se contrair. Quando sentiu a cara barbuda roçando no meio de suas coxas e a língua explorando o seu maior tesouro, arrepiou-se de pavor. Essa tortura durou mais de meia hora.
Não agüentando o tesão, o ´´dono`` finalmente posicionou o pau endurecido naquela vagininha virgem, lubrificada com gel, e foi empurrando com força. Não era nada delicado. Nada a ver com o ´´príncipe encantado`` com o qual Melissa sonhara ter a primeira noite. Sonho inteiramente destruído por um descuido bobo. De repente, ela sentiu uma dor aguda, como se uma faca estivesse entrando em sua vagina. Era o fim. Depois, o ardor, a queimação com o vai-e-vem do ´´invasor``, até o gozo, que não demorou mais do que uns cinco minutos para acontecer, que pareceram intermináveis.
Após descansar por algum tempo, o homem resolveu come-la novamente; porém, decidiu tirar a máscara e a mordaça da menina, pois queria beijar sua boca sensual. Ela poderia gritar, mas a suite também ficava no subsolo à prova de som. Retirada a máscara e a mordaça, Melissa não teve nem tempo de gritar. A bocarra do homem tampou a sua num beijo sufocante. Cerrou os dentes e tentou virar a cabeça para evitar o beijo, mas ele a segurou pelos cabelos. Com um beliscão no bico do seio, fez a menina abrir boca, permitindo-lhe enfiar a língua. Ela gemeu, com os olhos arregalados. Sem parar de beijar, ele a penetrou e gozou novamente.
Com o pau ainda dentro, ele afastou a sua boca e ela pode finalmente falar. Para enorme surpresa e espanto do tarado, ela disse, aos prantos:
- Tio, tio Pedro, porque tanta maldade? O Sr. não percebeu que era eu, Melissa, sua sobrinha? - Ele gelou.
- Mas, mas, vo..vo..vo...você, sobrinha querida, co...co...como veio parar aqui? Aah...ai...aaaah...
Pedro, ainda sobre a menina, com o pau enfiado, sentiu uma dor fortíssima no peito, faltou-lhe ar e sentiu a vista escurecendo. Num rápido instante, viu a vida toda passar diante de seus olhos, como num filme. Depois...as trevas...o FIM.
Os fatos aqui narrados e seus personagens são inteiramente fictícios, e a sua eventual semelhança com fatos e pessoas reais terá sido mera coincidência.