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Dominado por Senhora Nathy - Primeiro Encontro
Tudo começou como provavelmente tantas e tantas histórias de dominação começam. As diferenças são que a história que começo aqui a contar não parou no segundo ou terceiro contato... e que a Dominadora em questão é uma mulher de fato muito, muitíssimo especial, intensa e rara!
Abordagem em sala de bate-papo do UOL... logo o interesse mútuo... e lá fomos nós para o msn.
Senhora Nathy me chamou a atenção pela inteligência, pela velocidade e clareza das respostas, por saber o que queria, e desde o início por uma conversa bastante diferente das que encontramos nessas salas. Ela nunca foi vulgar ou comum, sempre altiva mas sem ser mal educada ou melindrosa (como tantas ditas Dommes de internet...). Além disso, toma sempre a iniciativa, mas aceita meus comentários, perguntas, fantasias...
Já na primeira conversa ela quis avaliar seu potencial escravo. Mandou-me ligar a câmera... e mandou-me ficar de cueca diante da câmera.
Mandou-me mostrar-lhe o rosto (sensação de exposição tão desconfortável quanto excitante). Mais tarde eu saberia que ela adora ver a expressão do escravo quando lhe inflige dor ou prazer.
Quis ver-me me acariciando o próprio corpo, quis ver minha bunda... quis que eu abrisse a bunda para ela. Eu fiz tudo... de bom grado. Quis que eu andasse de 4 pela sala, de frente para a câmera, de costas... fitando a câmera, fazendo cara de submisso sedento.
Quis que eu ficasse totalmente nu... e eu fui fazendo tudinho que me mandava fazer!
Começou a humilhação... ordenou que eu pegasse uma caneta... e enfiasse no meu cu... com a ponta para fora... Ordenou que seu já escravo colocasse uma folha de papel no chão... e desenhasse nela... com a caneta enfiada no cu. Assim fiz.
Quis que seu escravo se masturbasse no chão... e que lambesse a porra para ela ver.
Ordenou que eu providenciasse um plug anal. Para a próxima sessão...
Confessou-me uma fantasia que me estremeceu... e que não pude precisar se realmente faria... mas que ficou batendo na minha cabeça... pela humilhação que seria transformada em realidade... e pela submissão que significaria. Ela quer me ver sendo comido por outro homem, pela câmera...