Back to Browse
Então... Hoje é o dia!!! Finalmente, vou conhecê-lo, nossa primeira sessão. Ansiosa do jeito que sou, Meu Deus, imagine.. Nervosa, um tremor interno. Saí bem mais cedo de casa, porque tinha certeza que ia me perder no trânsito. Batata! Não deu outra. Me perdi tanto, que mesmo tendo saído com tanta antecedência, estou em cima da hora! Aff!!! Suando, que coisa desagradável. Mil pensamentos passam pela minha cabeça. Será que ele vai gostar de mim? Será que não vou decepcioná-lo? Será que não vai me achar gorda, feia e sem graça? Será que dou conta do recado? Aff, Li! Pára... Calma, vai dar tudo certo. Ele chegou. Me olha de cima a baixo. Sério, calado. Tento quebrar o gelo, dou um sorrisinho que não é correspondido. Baixo os olhos, desconcertada. Sei lá, não sei o que fazer. Sai andando, eu o sigo. Entramos no carro, um motel. Entra na garagem e antes que eu desça uma bofetada. Outra. Mais outra. Me pegou de surpresa! Adorei... Fiquei com gosto de quero mais. Ele desce do carro, vou andando atrás dele. Ele pára abruptamente, se vira e pergunta: - O que você é? - Hã?! Ah, sou sua cadela, SR (respondo no susto). - E como é que cadela anda? - De quatro SR, desculpe, respondo já me abaixando. Nossa, um susto atrás do outro. Fico sem graça, fico assustada, e fico com tesão. Toda confusa e molhando a calcinha... Ele anda até o quarto eu o sigo de quatro. Fecha a porta. Me puxa pelo cabelo até que eu fique de pé. - Nua. Diz isso e se senta numa cadeira pra apreciar a cena. Eu vou tirando. Primeiro a blusa, depois a saia, o soutien, a calcinha. - As sandálias não. Obedeço. Ele se aproxima, anda ao meu redor em silêncio, me avalia, nada lhe escapa. E eu com essa porção de quilos a mais e essa barriga horrorosa, queria um buraco prá me enfiar dentro. Apalpa meus seios, aperta o bico direito com força, puxa, torce. Eu dou um gemidinho, faço caretas de dor. Agora o bico esquerdo, o mesmo tratamento. - Tire minha roupa. Assim eu faço, tiro a camisa, abro o cinto que ele trata de tirar da calça e empunhar. Arrepio... Já sei o que me espera. Tiro os sapatos, as meias. A calça, a cueca. Aproveito para acariciar seu corpo, enquanto faço isso. Envolvo seu pênis rijo em minhas mãos, chupo a cabecinha, depois o engulo inteiro. Delícia, adoro. - Mas que sorriso mais safado, cadela! Ele o mete até a minha garganta, engasgo. Quero continuar mas ele me afasta. Aponta os pés. Me inclino e os beijo em reverência e me preparo. O cinto canta. Na minha carne. Na bunda, nas coxas, nas costas. Abaixei para beijar seus pés e assim fiquei enquanto a carne arde, dói. Gritinhos, choramingos, ele continua batendo. De repente, pára e me arrasta pelos cabelos até a cama. Um beijo, maravilhoso, profundo. Me beija enquanto mantém minha cabeça meio curvada pra trás puxada pelo cabelo. Sinto sua boca na minha orelha, no meu pescoço. Suga o bico do seio primeiro depois morde. Arfo, com a dor fina. Morde o outro. Enquanto isso sua mão desce para o meio de minhas coxas. - Molhada, cadela? - Sim, SR, respondo baixinho, semi-cerrando os olhos, curtindo o toque da mão do Dono. Uma bofetada me joga deitada na cama, imediatamente sinto o cinto em meus seios. Grito. Isso dói, não estava preparada. Agora, outra, outra e outra vez... Cerro as mãos, os seios são muito sensíveis, doem demais. Pára, acaricia meu rosto, me beija de novo. Sua mão na minha buceta, fricciona meu grelinho e me penetra forte com os dedos. Aí derreto, isso me deixa maluca. Uns dos maiores presentes que essa cadela pode ter é esse. Mãos e dedos do Dono devassando sua intimidade, tomando posse do que é seu. Esfregando o grelinho e lhe fodendo com os dedos com força. A sensação de entrega é total, estou nas mãos dele, ali exposta, meu corpo lhe pertence. – Posso gozar, SR? – Não, espere. Gemo, faço força, me seguro. Espero um pouco. - Agora, posso SR? - Não ainda, não. Se contenha cadela, nem ouse me desobedecer. Ai, Meu Deus... Meu corpo treme, se contorce, parece ter vontade própria. Não quero desobedecer, não quero. - Por favor, SR. - Implore. - Por favor, por favor SR, deixa a sua cadela gozar, deixa por favor. Eu não to agüentando mais. - Então goza cadela, vem pro teu Dono, goza pra mim. Ahhhh.... Gozooooo! Uma onda quente sobe pelo meu corpo, meu útero se contrai, escuto um grito rouco, não muito alto. Sou eu. Por um instante saí de mim e flutuei... - Obrigada, SR, pelo prazer que me deu. Uma pausa curta, ainda estou quietinha com os olhos fechados, sou vendada. As mãos amarradas no alto da cama, as pernas abertas também imobilizadas. Estou exposta, vendada, à mercê desse homem. Tendo apurar a audição e acompanhar seus movimentos. Escuto alguma coisa, mas não sei o que está acontecendo. Estou ansiosa, a respiração profunda, coração disparado. De repente, a dor.... O chicote entra em ação. Devagar e mais leve no início, aos poucos a mão do dono vai se tornando mais pesada, as chicotadas mais fortes e doloridas. Grito, gemo, faço força pra não fazer um papelão e desapontar o meu Senhor. Quando penso que não vou agüentar mais ele pára. Se aproxima, tira a venda dos meus olhos, acaricia meus cabelos, meu rosto, me dá um beijo daqueles. - Boa cadela, você me dá muito prazer, me diz com um sorriso. Ebaaa!!! Estou com o corpo ardendo, dolorido, mas muito feliz! - Podemos continuar? Ainda há outras surpresas pela frente. Ou você quer que pare? - Não Sr, vamos em frente, eu digo. Seus beijos e seu elogio recarregaram minhas energias.(Cadela é um bicho besta mesmo, uma agradozinho e já está tudo bem). - Tem certeza, cadela? Não vá exagerar. - Sim, SR. Tenho certeza. Vamos continuar. Ele se afasta, está de costas pra mim, procurando alguma coisa dentro da mochila. O que será? Velas, talvez... Humm, gosto delas. Acho tão bonitinho ver depois, todos aqueles pinguinhos grudados pelo meu corpo, rsss.... Ele se aproxima novamente, e me mostra, clamps, vários deles. Fecho olhos antecipando a dor... E me molho toda, ainda mais. – Você é uma piranha safada mesmo, né, Li?, penso comigo. E o Dom, parecendo ler meus pensamentos: - Você não passa de uma vadia sem vergonha. Aposto que está molhada. Vai conferir, me examina, coloca os dedos molhados em minha boca pra que eu sinta o meu próprio gosto. - Não disse? Diz com um sorriso irônico. - Então vou lhe dar exatamente o tratamento, que uma cadela como você merece. Coloca um clamp no bico de um seio, depois no outro. Arfo, gemo com a dor. Suas mãos agora se dirigem aos meus lábios vaginais, mais dois clamps em cada um deles. Gemo mais alto. Ele ri. - Sobrou um cadela, mas fica feio um lado com 2, outro com 3. Acho que o jeito é por no seu grelinho. - Não! Por favor SR, não! Não consigo dizer mais nada, só gritar. O clamp no grelo, a dor insuportável. Ameaço chorar. – Deixa de frescura, cadela. Eu sei que você gosta. Engulo em seco. A buceta molhada não me deixa negar. E assim fico por algum tempo. - Vou te desamarrar, mas continue deitada, não feche as pernas. Assim, eu faço, aliviada. Os braços e as pernas estavam doendo. Mas o alívio fica por aí. Nas mãos dele uma correntinha fina, comprida. Retira os clamps dos lábios, os separa e engancha a correntinha no clamp do grelinho. - Levante-se, diz enquanto puxa a corrente. Eu me levanto meio vacilante, ainda sem entender direito. Mas é isso mesmo, ele sai caminhando pelo quarto me puxando pelo grelo. Nossa!! Nunca me senti tão humilhada em toda minha vida. Já nem sinto direito mais a dor, só vergonha. Vergonha e um tesão absurdo. Ah, vá entender a mente de uma submissa masoquinha. Me leva até a parede e prende a correntinha em um gancho meio alto, prá que ela fique esticadinha. Não posso me mexer. O grelo amassadinho pelo clamp e esticado pela correntinha, já dói muito, imagine então se eu me mexer. - Fique aí, um pouquinho. Se comporte. Como se eu pudesse fazer alguma coisa... Fico lá de cara prá parede, o tesão escorrendo pelas minhas pernas. Não sei quanto tempo fiquei assim. Ele volta, solta a correntinha, me posiciona curvada, mãos na parede as pernas abertas. Me possui por trás, com força. Os movimentos na vagina, pressionando e judiando do grelinho. Ainda me estocando, ele retira os clamps dos bicos dos seios e finalmente do meu pobre clitóris. Mas o fricciona com força, ele sensível, dói terrivelmente. Eu me contorço em vão. Mas aos poucos, misturado com a dor, vem o prazer, muito prazer. - Senhor, posso gozar? - Pode cadelinha, você merece. Goza gostoso pro teu Dono. Eu grito, mexo os quadris e de novo a onda quente maravilhosa que explode entre minhas pernas e se espalha pelo meu corpo. - Obrigada Senhor, por ter dado tanto prazer de novo a sua cadela. Logo em seguida, o Dono retira o pau de dentro de mim: - De joelhos cadela. Abra a boca, rápido! Obedeço, abro a boca mais que posso e recebo o leite do meu Senhor. Engulo até a última gota. Deixo ele bem limpinho. Agora sim, posso me deitar ao seu lado e me aninhar em seus braços. Adormeço. O sono de uma cadela feliz.