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Choques Para Tirar o Tesão a Um Corno

Estou farto de saber que sou corno porque tenho a pilinha e os tomates pequenos e porque a aleitadela que no fim de uma ejaculação deles sai não deve ter força suficiente para chegar aos ovários de uma mulher. O tamanho do meu orgão não é de molde a consolar uma mulher fogosa como minha esposa Raquel que nessa noite, no nosso quarto de dormir, me estava lembrando isso. Nada que eu tivesse esquecido pois o nosso acordo quando a pedi em casamento foi que ela só aceitaria ser minha esposa se eu me limitasse a ser o seu corno, mas porque isso é mais uma das deliciosas formas de me humilhar e demonstrar o seu ascendente sobre mim. Raquel estava como sempre belíssima, os cabelos negros curtos faziam-na parecer ainda mais terrível e bela e as suas vestes negras com especial destaque para a saia tufada mas curta descobrindo-lhe as pernas ainda mais acentuavam tal impressão. - Os homens como tu – dizia-me minha esposa enquanto eu a ouvia ajoelhado, completamente nu - possuindo uma pila tão curta não podem aspirar a ser os donos de uma mulher como eu. É claro que adoro ser dominada por machos mas nunca aceitaria sê-lo por um homenzinho como tu com um caralhinho tão escasso e fino e umas bolinhas que mais parecem os colhões de um rato. A única forma que tens de agradar a uma mulher é provar-lhe a tua completa disponibilidade para a servires sem receberes outro prazer que não seja o prazer de a servires. Ou seja, tornando-te um objecto dela, compreendes maridinho corno? Claro que compreendo. Desde há muito sei que ela é um capacho para os seus inúmeros amantes, só não o é para mim precisamente porque a minha pila e os meus tomates não se desenvolveram o suficiente. Mas eu ainda a adoro mais por isso. - É difícil para um homem, mesmo com atributos tão escassos, fazer uma mulher atingir o gozo sem gozar não é? Mas por isso mesmo é que te quero começar a treinar, se fosse uma coisa fácil não tinha piada nenhuma, pois não? Sabes bem que só através da dor uma mulher consegue domesticar plenamente um homem, especialmente sendo ele tão pouco macho como tu. Afinal até um pilinhas como tu, bem domado, pode apesar disso ter alguma utilidade na cama para uma mulher. Não que eu precise de ti na cama, mas admito que me daria muito prazer ter orgasmos contigo sem te poder consentir o mesmo. E depois imagina a inveja das minhas amigas quando lhes mostrar que domestiquei de tal modo o meu cãozinho submisso que este me consegue fazer sentir mulher sem se poder sentir homem. Nesta altura as mãos de Raquel acariciavam-me a pilinha e as bolinhas e a primeira, estimulada pelo contacto das suas mãos já se começara a erguer tanto mais que já há várias semanas não lhe era consentido aliviar-se. Minha esposa sentindo o caralho ficar teso tratou logo de o fazer ficar murcho descarregando com violência nele e nos tomates a sua palma da mão aberta. - Para baixo, caralho pequeno. Quem mandou ficar de pé? Para baixo, já disse. Não quero nunca mais ver esta coisa em pé, especialmente não tendo expressa autorização minha. Aquilo doeu-me bastante e devia-me ter arrumado o tesão para o resto da noite. Pelos vistos não tinha pois Raquel ir-me-ia proporcionar um resto de programa que o faria levantar outra vez, ainda que para me provocar mais dor. Observei-lhe mesmo assim que se nunca mais me consentisse ficar com a pila dura eu nunca lhe poderia ser útil na cama, ao que Raquel contrapôs: - Uma pila com tão pouca carne como a tua mesmo tesa nunca me poderia ser útil na cama, nem sequer para me abrir o caminho a autênticos caralhos. Não te acabei de dizer que deves a tua condição de corno ao facto de não teres um bacamarte apresentável aos meus olhos? É muita presunção tua pensares que essa tua ridícula pilinha me poderia alguma vez ser útil na cama. Pelo contrário satisfazer-me-ás melhor proporcionando-me orgasmos com a piça bem murchinha e mais raquítica do que de costume. Com a piça murcha não seria capaz de lha meter e por isso disse-lhe não estar a ver como lhe poderia proporcionar um orgasmo, mas mais uma vez Raquel me elucidou não ter qualquer interesse em que lhe eu metesse, pois para isso tinha outros voluntários mais dotados do que eu. Simplesmente, dizia, não tendo eu pau apelativo para a cópula com fêmeas talvez a minha língua me compensasse de tal falha, mas para isso era imprescindível que durante todo o minete eu permanecesse de pila murcha. - E se não conseguir? – questionei pois me parecia impossível tal coisa. - Tenho remédio para isso – assegurou-me numa certeza que a fez parecer ainda mais terrível. Fui então conduzido ainda nu para a cave. Encostada a uma parede Raquel tinha colocado uma cadeira de madeira, cujo estrado das costas formava uma cruz em cujas extremidades se encontravam duas correntes para prender os pulsos. As pernas da cadeira também apresentavam duas argolas mesmo junto ao chão, supostamente para servirem de grilhetas aos tornozelos. Imobilizar-me é uma deliciosa tortura que minha esposa me costuma impor e compreendi que o ia ser na cadeira. O mais assustador contudo é que no assento dela achava-se fixado ao alto um gigantesco falo vermelho de silicone com um tamanho imponente, pois tinha bem mais de 20 cms, e uma grosssura que não devia andar muito longe da grossura do meu pulso. Raquel enraba-me regularmente com vibradores mas nunca o tinha feito com um caralho da grossura do meu pulso e fiquei algo assustado quando a ouvi dizer-me depois de me ter manietado os pulsos e os tornozelos: - Vais sentar o cuzinho na cadeira, meu querido cornudo. Mas atenção: quero o teu olhinho do cu bem enterrado no caralho que te arranjei. Parece que os homens de pilinha pequenina como tu gostam de sentir um caralho bem avantajado pelo cu acima coçando-lhes a próstata e tu não deves ser excepção. Mas já sabes, se a tua tão mal provida pila se levantar enquanto me consolas com a língua vais provar nela um castigo que nunca esquecerás. Minha querida esposa adora bater-me nas partes íntimas com as mãos, com uma vara de vime, até mesmo com os seus chinelos de quarto, e fá-lo muitas vezes. Habituado como estou a suportar tais provações para a satisfazer não estava a ver como poderia inventar ela um castigo que eu nunca esqueceria mas já ia ver como. Sentei-me sobre o falo de silicone procurando abrir o mais possível o olho do cu para não sentir tanto a dor daquela estocada. Raquel consentira que eu chupasse e cuspisse previamente naquele pau onde seria sodomizado, e ela mesma fez o favor de me cuspir abundantemente para dentro do meu cu mas mesmo assim aquela enrabadela, tal como eu previra, foi bastante dolorosa. Quando finalmente consegui introduzir o caralho todo pelo meu cu acima sendo severamente esbofeteado de cada vez que me esquivava a ser penetrado, Raquel prendeu-me as coxas noutras duas correntes de maneira que deixei de me poder levantar. Minha amada dominadora não tirara a saia mas baixara já a sua calcinha vermelha atirando-a ao chão e tirara as suas mamas perfeitinhas para fora do peito. Com uma das mãos acariciava sua vagina e com a outra percorria-a no peito que eu tanto desejava sugar. - Vamos, pila incapaz – mandava-me ela – rebola-te no caralho que te arranjei que eu quero ver se te aguentas com a piça murcha como te mandei enquanto eu me divirto. As carícias que Raquel dispensava a si própria deviam de facto estar a fazer-lhe um enorme bem pois á medida que se ia tocando os seus gemidos de prazer eram cada vez mais elucidativos do tesão que dela se ia apoderando. Eu procurei rebolar-me no vibrador que me estava arreganhando todo apesar das argolas que me sustinham os movimentos, sendo brindado com mais bofetadas na cara quando Raquel achava que eu não mostrava empenho suficiente. - Piça curta – insultava-me ela – Nem para apanhares no cu serves? Porco incapaz. Se a tua língua for tão inútil para me fazer um minete como o és para apanhar no cu esfrego-ta com uma escova de piaçaba até ficares com ela em carne vivo, meio-machinho. E quero-te com a piça para baixo, já te disse – e zás, pás, trás, lá vinham as mãos dela desferirem-me mais meia dúzia de palmas certeiras na cabeça da gaita. Mas desta vez era difícil fazê-la amochar. Eu adoro ser humilhado verbalmente por minha belíssima esposa, e depois a visão daquela maminhas formosas e durinhas que eu tanto adoro, imaginando-lhe a rachinha com os dois pomos tenros que a bordejam sendo penetrada por aqueles seus dedos que me esbofeteavam a cara e me acertavam na pila e nos colhões, deixavam-me doido de desejo. E além disso havia ainda aquele bacamarte violando-me o rego, cucutando-me a próstata e forçando-me à erecção apesar da vontade de lhe obedecer, pois gosto de às suas ordens apanhar com vibradores no cu. Raquel resolveu então empregar outro método para me fazer murchar a piça. De cada um dos rebordos laterais da cadeira puxou um fio eléctrico de pontas descarnadas que eu ainda não vira e sem outro aviso que não fosse dizer-me que o meu tesão não passava só à força de palmadas encostou-me o fio da esquerda na pila e o da direita na costura dos colhões. Aiiiii, berrei num urro de dor que deve ter ecoado pela casa toda. Raquel riu-se muito sadicamente. - Doeu-te, querido corninho com pilinha de bebé? Sabes bem que lição sem dor não é lição, não é mesmo? Além disso ficas tão querido quando gritas de dor. Adoooro ouvir-te gritar. Vamos queimar mais um bocadinho esta pilinha tão ridícula e estes colhõezinhos que tão pouca esporra produzem? Não, atreves-te a dizer-me que não, sabendo que me divirto tanto vendo-te contorcendo de dores a cada choque que levas na pilinha e nos colhõezinhos? Só por isso vais levar com mais 10 choques bem demorados no berimbau e nos ovitos. Eu não queria nada disso mas agora pedia-lhe que sim, que me desse os choques que entendesse porque de facto a minha pila e os meus tomates e todo o meu corpo estavam à sua inteira disposição para fazer deles o que bem entendesse, embora me contorcesse todo de cada vez que sentia a corrente percorrer-me o corpo. - Assim está melhor, meu querido corno – congratulava-se Raquel – então não te importas que a tua adorada e mazinha esposa te estorrique esta pilinha que ela nem por sombras alguma vez pensou em meter em nenhum dos seus buracos onde só outros mais abonados do que tu podem gozar, até te tirar o tesão todo, pois não? Eu dizia-lhe que não, que de facto com a pilinha daquele tamanho não merecia ter tesão, e Raquel satisfeita voltava a encostar os fios descarnados por períodos mais demorados no meu pau e bolas. Aiii, aiiii, berrava eu revirando-me o mais que podia e tentando dessa forma, embora sem grande sucesso, que os meus órgãos estivessem o menos tempo possível em contacto com a corrente. - Não, meu querido – censurava-me ela – não vale fugir. Se tentas fugir com a pilinha a tua querida esposa vai pensar que não estás sendo sincero e nesse caso vai-te aplicar os choques mais tempo – e demonstrando-me não estar a mentir agarrava-me na pixota com uma das mãos já enluvada deixando-a durante largos segundos encostada ao fio eléctrico. E então é que eu gritava! Raquel parava por momentos mas quando eu pensava já ter terminado ela aproveitava o intervalo para passear o outro fio por toda a pele dos meus colhões, às vezes os dois em simultâneo, fazendo-me dar pulos de dor. - Ai de ti marido corno se pedes para parar – avisou fazendo-me trincar os lábios para não deixar sair as palavras que ela não me queria ouvir proferir – se o fazes, juro-te que ficas aqui toda a noite a apanhar choques eléctricos até ficares com a piroca e os tomatinhos feitos churrasco. E continua a rebolar-te no caralho que arranjei para o teu cu. MAS NÃO QUERO VER ESTA PUTA DE PIÇA EM PÉ. Na verdade com tantos choques minha piça estava murcha e mirrada, ainda mais pequena do que o costume e Raquel começou a mostrar-se finalmente satisfeita com o estado dela. Mas ainda me queria fazer passar por uma última provação. - Muito bem – gabou-se - Parece que começaste finalmente a entender como é que eu quero que a tua pila se comporte quando estiveres nu perante mim, preparando-te para me satisfazeres. Homens como tu com uma coisa abaixo dos 10 cms deviam ser impotentes para não insultarem uma mulher com a visão ridícula do seu tesão. Vamos é ver por quanto tempo é que a vais conseguir manter em baixo. Para teu bem espero que seja por muito tempo porque quando a voltares a pôr de pé aplico-te outro tratamento igual. Mas agora que ela está murchinha e eu tenho os lábios inchadíssimos vamos aplicar-lhe dois choques no buraquinho por onde sai a tua esporra e o teu mijo para garantirmos que a miserável não se vai voltar a erguer quando me estiveres a fazer o minete, certo? Que podia fazer senão concordar com tal sugestão embora não me apetecesse nada? Raquel com um ar brilhante de pura depravação e maldade que a fez ficar ainda mais bela, agarrou-me na pila junto à base dos tomates e tentou mantê-la em pé o que só conseguiu com dificuldade. - Vês como os choques eléctricos lhe fizeram bem? – observou gozando com o meu estado de impotência – Há bocado não conseguias manter o caralho em baixo, agora não o seguras de pé. Muito bem. - Sua mão subiu mais um pouco até bem perto da cabeça e prendendo-me fortemente a pila encostou-lhe um dos fios no buraquinho da glande. Aiiiii, isso não, meu amor, isso não, na cabecinha da pila não, por favor, querida, aí não, aiiii, as correntes da cadeira eram bem sólidas, de outro modo tamanha era a minha violência tê-las-ia arrancado. - Que é isso, marido corno de pila minúscula? Eu não te avisei que não admito que me tentes dissuadir de te aplicar os castigos que entender? Tendo tu a pila tão incapaz de me satisfazer com ela porque pensas que casei contigo se não fosse para gozar com a tua humilhação e com a tua dor, únicas coisas que me interessam extrair de ti, cachorrinho? Já sabes que sempre que me dizes que não dobro-te o castigo, não sabes? E agora não vai ser excepção. Rápido, pede-me que te dobre o castigo ou garanto-te que te deixo aqui amarrado a apanhar choques eléctricos pela cabeça da piça até amanhecer. Foi o que bastou para que embora contrariado lhe suplicasse humildemente que me dobrasse o castigo o que ela fez encostando na gretazinha da minha piroca o outro fio. AIIIIIII, gritei. Raquel estava satisfeitíssima e dizia-me estar pingando só de me ouvir gritar e contorcer. Eu pelo contrário sentia as partes ardendo-me e devia ter os colhões tão secos como os de um velho impotente. Raquel subira agora a saia expondo-me o seu grelinho reluzente e rosado completamente depilado, pois subira para o assento da cadeira onde me acorrentara. - Vamos meu corninho sem piça tesa, trata de fazer gozar a tua amada esposa com o único orgão com que o podes fazer. Raquel achava-se de pé na cadeira, os seus pés de cada lado das minhas coxas, a sua região vaginal mesmo junto à minha cabeça. Fechei os olhos pois embora goste de lhe ver a rata não me acho digno de tal honra e fiz-lhe o mais delicioso minete que já algum homem lhe fez conforme ela mesma reconheceu. Não preciso dizer-lhes que apesar do gigantesco vibrador que permanecia enterrado no meu olho do cu e do cheiro da sua vagina húmida e quente, a minha piça permaneceu murcha todo o tempo que Raquel demorou a vir-se e mesmo assim para mim também foi o melhor minete que lhe fiz.