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Sou Sua, Mestre

Ao entrar naquele quarto eu já podia sentir meu sangue ferver nas minhas veias. A respiração já estava mais ofegante e o coração mais acelerado. Meu mestre sequer tinha me tocado, mas eu já sabia o que estava para acontecer comigo. Bom, na verdade eu achava que sabia... Desta vez seria diferente, pois antes de qualquer coisa já fui sendo puxada pelos cabelos e jogada contra parede. Senti um tremor tomar conta de todo meu ser e, antes mesmo que eu pudesse pensar em qualquer outra coisa, senti o peso das mãos dele sobre o meu rosto num tapa sem dó. Um tapa seguido de vários outros em diversas partes do meu corpo, um verdadeiro spanking logo no início da sessão. Eu estava sendo castigada, afinal, meu mestre já estava há três semanas sem me bater e me dominar, o que definitivamente não poderia acontecer. Eu estava tendo o que merecia. O ardor de cada tapa se transformava numa onda de tesão indescritível. Gemidos de dor saíam dos meus lábios misturados com gemidos de prazer e, cada vez que eu era puxada de um lado para outro pelos cabelos e jogada na parede, eu sentia uma excitação fora do normal. Eu estava completamente nas mãos do meu dono e isto para mim é algo maravilhoso. Encontrava-me num grau de excitação enorme. Meu dono sentou-se na poltrona e ordenou que eu tirasse seus sapatos. Eu prontamente obedeci e, em seguida, comecei a beijar seus pés, lamber e chupar seus dedos num sinal de plena devoção. Minha vontade era de subir logo e me deliciar naquele pau que eu adoro e que, inclusive, já tinha chupado muito dentro do carro no caminho para o motel. Logo depois, ele pegou uma cadeira e ordenou que eu ficasse de joelhos em frente e apoiasse o peito e o abdômen no assento de modo que as mãos ficassem prá fora do encosto. Amarrou minhas pernas nos pés da cadeira e minhas mãos no encosto, com as palmas viradas prá cima. Embora eu já tivesse sido avisada mais ou menos a respeito deste castigo, não sabia exatamente o que iria me acontecer. Nesta altura do campeonato eu já estava completamente encharcada de prazer, foi quando meu mestre me mostrou seu cinto, seu chinelo, e o meu próprio sapato de salto alto. Sapato com o qual eu tinha sido previamente ordenada a ir. Começou a bater nas minhas mãos primeiro com o cinto, depois com o chinelo e, finalmente com o sapato. A dor era quase que insuportável, principalmente quando ele me batia com o chinelo. Eu, por impulso, fechava as mãos tentando me proteger e a dor era ainda pior. Após me soltar da cadeira, meu mestre ordenou que eu deitasse no chão de barriga prá baixo, amarrou minhas mãos prá trás e começou a pingar a cera da vela no meu corpo. Eu podia sentir o calor da cera na minha bunda, nas minhas pernas, nas minhas costas. Meu corpo inteiro estava fervendo de tesão. Para apaziguar minha dor, senti sua língua também muito quente passando pela minha bunda. A excitação era forte demais. Depois foi a vez dos pés. Fiquei deitada no chão de barriga prá cima com as pernas apoiadas no assento da cadeira e os pés prá fora do encosto, amarrados. Meu mestre bateu nos meus pés com os mesmos instrumentos de tortura que usou para bater nas mãos, porém a dor era muito mais forte... e eu sentia muito prazer. Por um instante senti meu corpo adormecer e quase desfalecer, mas logo voltei a mim. Doía muito, mas eu queria mais e mais. Nos intervalos de tanta tortura, eu podia sentir a língua do meu mestre tocar meus pés, o que aumentava ainda mais o meu prazer. Eu não via a hora de ser comida. Fui ordenada a ficar de quatro na beira da cama. Eu mal conseguia me levantar e apoiar os meus pés no chão, mas obedeci. Desta vez eu receberia um castigo muito excitante e sabia disso, o que me deu forças para continuar. Eu costumo chamar este castigo de morde e assopra porque o meu mestre bate na minha bunda e, em seguida me come. Quando estou prestes a gozar ele pára e começa a me bater de novo. Em seguida, me come de novo. Olhar esta cena no espelho é algo extremamente excitante. Depois de repetir esta sequência várias vezes, me foi permitido gozar. Tive a maior gozada da minha vida!!! Gozei duas vezes seguidas numa intensidade tão grande que eu quase rasguei o lençol com as unhas. Confesso que nunca tinha sentido nada igual. Depois de gozar fiquei completamente fraca, com a boca seca e com a respiração difícil. Ainda de quatro na cama, fui vendada. Com os olhos vendados eu não teria idéia de onde viriam os tapas. Meu dono começou a bater em várias partes do meu corpo e eu, é claro, adorei aquilo... Só implorei para que ele não batesse mais nos meus pés, pois eu não aguentaria. Aquela sessão estava sendo realmente tudo de bom. Não tenho palavras para expressar o quanto senti prazer, porém o que eu realmente queria era dar muito prazer ao meu dono. Eu gozei algumas vezes, ele gozou também, foi tudo maravilhoso. Eu estava realmente no meu lugar, sendo escrava, servindo. Como não poderia deixar de acontecer, meu mestre ordenou que eu chupasse seu pau, e eu o fiz com toda vontade, devoção. Passava a língua ao redor da cabeça, chupava e colocava-o completamente na boca até tocar minha garganta, num movimento de vai-vem alucinante. Quando ele estava quase gozando, ordenou que eu ficasse só tocando até receber toda aquela porra maravilhosa na minha cara, na minha boca. Eu bebi tudo, inclusive o que sem querer deixei cair no chão. Uau!!! Foi realmente um máximo! É claro que foi muito melhor do que estou relatando, afinal, tem coisas que simples palavras não podem expressar.