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Minha Iniciação Por LOBO

Roma, Agosto de 2008 Vivo aqui há dois anos. Curtindo muito: a Itália belíssima, e as saudades do Brasil, dos amigos. E de certa pessoa muito especial... Uma amiga aí no Brasil me indicou este site. Lendo, deu-me uma enorme vontade de escrever e relatar uma experiência que me abriu um mundo novo de prazer. O que se segue é real: Finalmente aconteceu! Até que enfim eu estava nas mãos do LOBO... Nos conhecemos num chat. Primeiro ficou aquela cumplicidade de sermos pessoas maduras e com uma formação cultural, se me permitem a falta de modéstia, bem acima da média. Qualquer conversa nossa sempre se estendia, rolando por inúmeros assuntos, sem jamais beirar o tédio. Depois, pouco a pouco o tema da sensualidade se foi insinuando. Coisa que eu nem me dava conta, mas estava lentamente sendo seduzida. Ficamos quase 6 meses só no MSN e nas conversinhas pelo telefone. Ele sempre ligava de manhã cedo, quando ficava só em casa – ele é casado, como eu - e foi cada vez mais me levando a loucura com aquela voz de locutor de FM me falando as coisas mais quentes possíveis. Me fazia gozar de verdade. E eu também o fazia gozar, claro. Eu sempre fui uma mulher muito recatada com as palavras. O máximo de palavrão que conseguia dizer era "merda" e isso ainda só em determinadas situações. Pois o LOBO foi me levando, foi me ensinando que existia uma devassa escondida dentro de mim. Primeiro usava o termo mais recatado “devassa”. Depois, passou a me chamar cruamente de “PUTA”. E foi assim que comecei a me identificar para ele cada vez que nos falávamos ao fone. Olhem aí como fui mudando... Quando menos percebi, já estava dizendo a ele que "minha buceta está em brasa", que queria ”sentir o seu caralho todo no meu cuzinho”, que queria ”beber sua porra toda"... E queria MESMO!... Foi então que ele me fez perceber que eu tinha essa coisa de ser submissa, de querer e ter um prazer enorme em me entregar totalmente aos comandos de um homem que se tornava meu dono e SENHOR. Ele foi me seduzindo sem pressa, com carinho, mas sempre com mão firme. E começando a me fazer desejar não apenas por ser possuída por ele, mas também por sentir o vigor das suas mãos me batendo para que eu soubesse que era sua. Das suas palavras humilhando a mulher recatada do cotidiano que sou para aprender e libertar a escrava puta que sempre existiu adormecida em mim. Que ele despertou... Mas era difícil nos acharmos para encontro real. Ambos casados, ele até, como é consultor de empresas autônomo não tinha dificuldades, mas eu, com aquelas dezenas de aulas na Universidade e meus alunos orientandos quando não estou em aula, não achava nunca tempo. Tivemos um café para nos conhecermos e fiquei perdida de desejo. A voz, as palavras já me inundavam de tesão. Agora vendo-o, homem maduro, olhos castanho-claros muito expressivos, aquele cabelo castanho com mexas grisalhas, algo mais comprido que o usual, lhe dando um aspecto jovial e algo iconoclasta. E aquela barba, que eu olhava e imaginava roçando na minha pele nua... Até que o dia chegou. Para mim foi mais fácil marcar no Lar Center. E ele - que safado... - logo descobriu que havia um motel ali a duas quadras... 10 da manhã. Ele não dirige, e tive que ir com meu carro, imaginando com uma certa delícia que iria buscar um garoto de programa. Me ligou de manhã cedo e me deu uma ordem. Teria que ir de saia e blusa ou vestido, saltos bem altos, mas proibida de usar lingerie. Nem soutien, nem calcinha. Me confortou saber que terceiros não perceberiam, pois só iria apanhá-lo no estacionamento, mas foi uma torturinha gostosa no percurso imaginar que os homens nos ônibus poderiam olhar e ver algo... rs... Cheguei e ele estava lá. Entrou no carro. Fui beijá-lo, mas ele me advertiu: - Tudo a seu tempo!.... Perguntou se estava cumprindo as ordens. Não deu tempo de responder. Colocou a mão entre minhas coxas e avançou. Me encontrou toda molhada. Ele sorriu, com aquele sorriso que me derrete... - Vamos, nosso motel é aqui perto... Chegamos lá, ele saiu e baixou a cortina da garagem e me mandou tirar toda a roupa. Ali? Eu me assustei um pouco. E se algum funcionário me visse? - Funcionário de motel sabe o que você está aqui pra fazer - o safado me respondeu às gargalhadas. Pode? Pois pode. Deixei a blusa de seda, que deixava os bicos eriçados dos meus seios evidentes e saia de lãzinha no banco do carro e saí vestida de saltos altos. E mais nada... Confesso: podem acreditar que ali, naquele momento, a professora séria estava longe. Eu já era outra. Tão outra que lhes juro que até me dava vontade que os funcionários me vissem. Modéstia à parte, iam gostar...rs... Lá estava eu toda nua, de salto alto, deixando a bunda mais empinada ainda (sempre foi um dos meus pontos fortes...rs...) e aguardando as ordens do dono. - Vamos subir! A escada era mal construída, com degraus mal espaçados. Imaginem subi-la louca de tesão, nua, com saltos altíssimos. E mais um detalhinho: assim que cheguei ao primeiro degrau, LOBO colocou sua mão entre minhas coxas e dois dedos me penetraram. E quando subo mais um pouco, sinto um polegar pressionando meu anus. No meio da escada, o polegar também tinha entrado. Foi assim que entrei no quarto, e lá ele me fez andar para lá e para cá, me ensinando a rebolar cada vez mais, me dizendo com aquela voz sussurrada que eu ali não tinha mais nome. Que ali eu era uma puta. A puta dele. Me mandou ficar de frente para a parede, as mãos apoiadas sobre a cabeça, as pernas bem separadas. Me colocou uma venda nos olhos e me mandou que aguardasse. Ouvi que ele se despia. Estava louca de vontade de vê-lo, aquela venda naquela hora me frustrava um pouco. Não podia aceitar que a visão daquele pau duro me era negada. Mas ordem é ordem. Então ouço seus passos. Sinto sua respiração na minha pele. Sinto que ele perscruta toda minha intimidade, o que me deixou doida. Quero falar um monte de coisas, mas sei que ele me quer calada. - Quem é você? - me pergunta, fazendo-me saber que vai começar. - Sou sua! - Minha o que? Uma palmada vigorosa vibrou na minha bunda! Sinto a pele ferver, sinto que seus dedos deixaram-me uma marca rubra. O calor na minha pele me queima. Mas por dentro, eu queimo mais ainda... - Como é? Mais uma palmada, outra e mais outra. Sinto cada vez menos incomodo na dor. Percebo o quanto desejo que meu Lobo continue. A cada palmada que recebo sinto que sou mais sua. A cada golpe, meu desejo de ser toda desse homem se torna maior. O ritual continuou até que ele arranca de dentro de mim minha rendição incondicional. Quem imaginaria a professora quase gritando uma frase assim: - Sou tua escrava meu SENHOR! Minha boca, meus seios, minha buceta, meu cu são para teu uso. Venha fartar-se de mim, faz de mim a puta do teu caralho! Pois é: espero que não se choquem, pois foi assim que me rendi. E dizer essas palavras ali, dessa forma, foi como ele havia me dito que seria: uma libertação. Sem pruridos ou falsos joguinhos, eu estava ficando pronta para servir meu homem. E meu LOBO gostou da rendição. Mesmo vendada, podia sentir a enorme ereção que me rondava. - Pois vou agora te sagrar a minha puta. Sabe que como puta, suas atribuições e deveres são especiais... Nada mais me disse. Então sinto que apanha minha cintura e sinto meu anus pressionado. Ele deve ter passado lubrificante no membro, mas mesmo assim a penetração foi difícil. Dolorosa - eu raramente fizera sexo anal antes - mas para minha surpresa, eu agora celebrava essa dor. Pouco a pouco a dor se transformou em um calor vulcânico. Lá estava eu de pé, vendada, sendo sodomizada sem maior cerimônia. Sem sequer ter visto o pau que agora entrava nas minhas carnes. Meus caros, nunca tive um gozo daqueles. Quase desfaleci perdendo as forças. No fim ele teve que me segurar para que não caísse, até que me inundasse com um jorro quente que me enlouqueceu totalmente quando o senti dentro de mim. Fui iniciada! Agora eu sabia que queria ser tudo para ele. Que me usasse, batesse, humilhasse. Sim ... e como se fala numa hora assim, sem meias palavras: que me fodesse. Muito. Para resumir: Depois de sodomizada, pude experimentar o sabor - apimentado!...- de meu dono, brindada na minha boca sedenta com o calor da sua seiva de macho. Fui servida a ele com cerveja gelada na derramada na buceta, o que me deixou doidíssima. E sim, meus queridos: tive aquele belo caralho me fodendo a manhã e início da tarde toda. Inesquecível! 3 da tarde, como combináramos, tínhamos de partir. Me mandou tomar banho. Demorou um pouco e apareceu no chuveiro, onde me aplicou um carinhosíssimo e excitante banho de espuma. Quando saí do chuveiro vi que tinha ido até o carro e trazido minhas roupas, junto, um pacote com um fofíssimo conjuntinho de calcinha e soutien de malha bege. Ele me sorri. Sempre aquele sorriso de menino maduro safado: - Eu preferia te trazer um conjunto de calcinha fio dental e soutien meia-taça, tudo transparente. Mas isso não seria coisa para uma casada séria voltar para casa usando... Rimos ambos... LOBO, meu SENHOR. Severo, exigente, culto. E também atencioso e muito carinhoso... Levei-o de carro até o metrô e fiquei vendo-o desaparecer na multidão. Ah! Até pintou a vontade de ser só dele, tê-lo só para mim. Mas sei que não é assim. Sabemos que não somos um do outro, que talvez ele encontre outra, assim como eu estou livre para encontrar outro homem. E conclui que era melhor que assim fosse. Pois desta forma, cada encontro que tivéssemos seria único. E foi isto, num crescendo de intensidades durante mais de um ano. Que saudades!...