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Os Brinquedos e a Princesinha
Vou encontrar finalmente minha princesinha. Mandei que ela viesse vestida toda de preto. Um vestido de mangas curtas, um pouco acima do joelho, de sandálias pretas de salto alto. Eu estou todo de preto também. Uma camisa preta, calça preta e um casaco de couro. Está um dia bonito, até como sinal de bom presságio. Não a conheço ainda pessoalmente, apenas por fotos que trocamos. Conheci minha princesinha numa sala de chat, onde conversávamos toda noite, sem exceção. Dei a ela o nome de Vesta, deusa da lareira tratada como princesa, e como tal a trato, a minha princesa.
Este é nosso primeiro encontro real. Vejo a minha frente a minha princesa. Ela não percebe minha presença. Chego por trás dela e comento sobre seu lindo vestido. Ela se vira repentinamente pronta para retrucar quando percebe que sou eu. Trocamos um terno e apertado abraço. Nosso primeiro contato físico. Levo-a até meu carro e vamos embora
dali.
Minha casa fica localizada num lugar um pouco afastado do centro, numa espécie de chácara, com muito espaço em torno da casa, propositalmente escolhida. Construí embaixo dela um lugar espaçoso, isolado acusticamente, lembrando um velho castelo e seus calabouços. Levamos cerca de uma hora para chegarmos até lá, e durante o caminho fomos conversando, nos conhecendo mais e mais, e dizendo como seria nosso encontro, pra ela ficar calma e tranqüila, sem medo. Chegando, descemos do carro e entramos em casa. Disse a ela para tomar um banho e descer as escadas que levariam minha princesa ao meu encontro. ``A roupa que você deve vestir está no banheiro, você tem 10 minutos para se aprontar´´, disse a ela e me retirei.
Ao vê-la descendo as escadas, disse a ela para se aproximar e que a partir daquele instante ela não deveria mais me olhar nos olhos, sempre de olhar baixo, tudo que eu dissesse ela deveria responder Sim, Meu Senhor, sua safeword seria ``Paz´´, e que ela logicamente deveria se esforçar para não a utilizar. Você está linda, disse eu a ela. A roupa que escolhi para ela usar, um shortinho preto transparente, um topzinho também transparente preto e as suas sandálias de salto alto, uma roupa que contrastava com seus lindos cabelos loiros, e seus olhos azuis. ``Estique suas mãos´´, eu disse. Coloquei então em seus pulsos uma algema tomando o cuidado de apertar bem sem machucar, afinal não queria assustá-la tão já.
Tenho várias correntes presas ao teto, uma de cada tamanho. Escolhi aquela que melhor se adequava ao tamanho de Vesta e prendi suas algemas à corrente. A corrente que escolhi deixava ela na ponta de seus pés, toda esticada. Disse a ela que ia vendar seus olhos, deixando-a sem noção do que estava por vir. Ela se mexeu, implorando para que não a vendasse. Mandei-a ficar quieta e coloquei a venda. Saí do local e fui lá pra cima, buscar balde de gelo, deixando-a sozinha. Tomei um demorado banho, levei por volta de meia hora pra voltar. Quando desci, Vesta estava soluçando, pois as tiras de suas sandálias estavam machucando seus calcanhares em razão da posição em que ela se encontrava. Ao perceber que eu chegara, Vesta me implorou para soltá-la. Respondi: ``Não, minha princesa, não vou soltá-la, farei diferente´´. Soltei então as tiras de suas sandálias e retirei-as deixando seus dedinhos livres, suas pernas livres, vendo as marcas que as tiras fizeram, seus pés
agradecendo a liberdade conquistada, mas com um pequeno sacrifício extra, pois agora eram seus dedos que estavam em contato com o solo, fazendo com que ela ficasse um pouco mais esticada ainda.
Peguei então uma tesoura disse a ela: ``Vesta, não se mexa agora´´, e fazendo barulho com a tesoura ela se assustou e começou a dizer ``não, não, Meu Senhor, por favor, não faça isso comigo´´.
- ``Não se preocupe, minha querida princesa, não farei mal nenhum a você´´.
Cortei então o top pelas mangas até o pescoço tomando o cuidado de encostar o aço frio das lâminas em sua pele. Ela se arrepiou ao contato, e tão logo terminei de cortar, tirei seu top, deixando a mostra seus peitos, lindos, redondos, com os bicos inchados pelo medo, ou pelo tesão que ela devia estar sentindo. Peguei seu peito direito em minha mão, apertando-o, sentindo aquela pele macia, aquele peito durinho, beijando ele todo, girando minha língua por toda a extensão dele, sem no entanto encostar no bico. Fiz o mesmo no outro peito dela, também tomando o cuidado de não encostar em seu biquinho. Novamente peguei a tesoura e cortei então seu shortinho, mas pelo lado interno, fazendo com que a lâmina passasse pela sua virilha, deixando-a com a respiração até suspensa. Tirei seu shortinho e
deixei-a ali, nua, linda, esticada, com apenas uma venda cobrindo uma parte de seu corpo. Furtivamente, pego uma pedra de gelo, passo ela na água e encosto bem levemente em seu biquinho direito, girando-a por todo o biquinho. Com o contraste daquela pedra gelada em seu corpo quente ela se retesa dando um leve grito de dor, pois as algemas a machucam, já
que ela está bem esticada. Com isso ela acaba tendo que agüentar sem se mexer muito. O gelo em contato com seu bico o deixa ainda mais durinho, mais saliente, após passar bem o gelo por ele eu o coloco todo na minha boca. O bico gelado na minha boca quente, aquele bico durinho e eu o mordiscando. Ela solta um gostoso gemido de prazer. No outro eu faço um pouco diferente, após passar o gelo pelo seu biquinho, coloco a pedra de gelo na minha boca e chupo seu biquinho, mordendo-o e passando o gelo com minha língua por ele. Dou então um beijo em sua boca, sugando-a, explorando-a, língua com língua, minha boca gelada com a pedra e a sua boca quente, implorante, sequiosa. Solto sua venda. Ela pede para que eu a solte, seus braços e pernas estão ficando dormentes, eu digo não. Pego outra pedra de gelo e passo em sua nuca, descendo pelas suas costas, passando pela sua bunda, descendo pela sua coxa direita, pela sua perna, levanto seu pezinho, deixando-a então apoiada em apenas um só pé. Passo a pedra por sua sola, por entre seus dedos, dormentes, formigantes, como se milhões de agulhas o estivessem penetrando, sem trégua.
A sensação de agulhas picantes e o gelo lhe deixam sem saber o que pensar, se ela chora de dor ou geme de tesão. Digo a ela, então, ``Vesta, minha querida princesa, vou soltá-la agora, eu quero você inteira em meus braços´´. Solto então a corrente que prende as algemas de Vesta ao teto, e seus braços despencam de encontro ao seu corpo. Seus pés pousam no chão, novamente aquela terrível sensação das agulhas pois o sangue volta a circular, ela chora de dor, pois seu corpo inteiro formiga. Ela cai ao chão. Eu a pego em meus braços e a levo até a cama onde a deito. Acariciando seu rosto, beijo seus olhos, seu narizinho, suas bochechas e um delicioso beijo eu roubo, novamente invadindo aquela boca sensual e deliciosa. Fazemos amor com muito carinho, muito tesão.
Digo a ela que a encontrarei amanhã, as seis da tarde, no parque, à beira do lago, onde conversaremos se aceita ser minha escrava, sobre quais serão então suas obrigações e deveres, o que eu quero dela, dando esta noite pra ela pensar. Digo mais, ``como você está em aprendizado, irei aumentando aos poucos o grau de tortura, de humilhação, de exigências, para que você vá se adaptando ao estilo.´´
Levei-a até sua casa, dei-lhe um beijo de boa noite e fui embora.
São seis da tarde, estou ao longe vendo minha Vesta ali no lugar onde marcamos, me esperando. Eu me aproximo dela e ela vem ao meu encontro de braços abertos pronta para me abraçar. Nos abraçamos, e nos dirigimos então a um restaurante. Peço então uma mesa
bem reservada, onde podemos conversar em paz sem termos que nos preocupar com quem está em torno. Sentamos, escolhemos nosso pedido, e começamos então a conversar. Pergunto então o que ela decidiu. Ela me responde: ``Meu Mestre, Meu Senhor de minhas vontades, de meus desejos, Senhor de minha vida, aceito´´.
Digo a ela então o que ela teria que fazer a partir desse instante, como teria que ser seu comportamento para comigo. ``Minha querida Vesta, minha princesa, a partir deste instante então, você se torna minha escrava, sua vida passa a girar sob meus desejos, sob minhas vontades, tudo você deverá reportar a mim, onde você for deverá me dizer, o que você quiser fazer deverá me pedir permissão. Suas vontades são as minhas vontades. Não deverá nunca me dizer não quando eu a solicitar, deverá estar sempre a minha disposição. Você é minha e eu a usarei como eu bem entender. Você não deverá nunca olhar diretamente em meus olhos, a não ser quando solicitada, só poderá gozar quando eu assim o determinar, só fará suas necessidades também quando eu achar que deve fazer´´. Vesta me responde: ``Sim meu Senhor, eu sou sua, minha vida é sua, tudo farei para agradá-lo.´´ Após jantarmos, saímos e tivemos um passeio normal, conversamos como um casal de namorados baunilhas.
Levei-a para sua casa e disse a ela que estivesse em minha casa amanhã as duas da tarde em ponto, e como sempre a partir desse instante, de sandália de salto alto.
No dia seguinte, no horário marcado, lá está Vesta, com um vestido vermelho, e uma sandália de salto alto também vermelha, linda e radiante. Orientei-a a descer então ao nosso calabouço, e que ficasse totalmente nua, mas calçando suas sandálias, que me esperasse de joelhos ao lado da cama. Cheguei então ao seu lado com algumas cordas vermelhas, pra combinar com sua sandália. Mandei que se levantasse e deitasse na cama e ficasse em posição de cruz, com as pernas e braços abertos. Minha cama foi mandada fazer conforme meu desejo. Uma cama grande, dos lados, quase na cabeceira e quase ao pé da cama duas argolas móveis, que se movem através de uma espécie de catraca, para que possam ser presas as cordas. Prendi então os seus pulsos bem esticados nas argolas. Fiz a mesma coisa com suas pernas. Girei a catraca das pernas fazendo com que deixasse elas bem abertas e esticadas de forma que ela não as conseguisse mexer. Para testar, fiz cócegas em baixo de seus braços, sabedor desse seu ponto fraco, e satisfeito vi que ela não conseguia se mexer por mais que tentasse se esquivar dessa minha malvadeza.
Subi na cama entre suas pernas, peguei um tubo de creme de barbear e passei em seus pelos. Ela se assustou e perguntou o que eu iria fazer? Apenas olhei pra ela e ela entendeu que não deveria ter dito nada. Como castigo dei-lhe dois tapas em suas coxas internas, deixando duas marcas vermelhas onde acertou. Ela entendeu o recado. Peguei o aparelho de barbear e comecei a raspar seus pelos. Deixando-a peladinha, sem pelo nenhum, limpei o excesso de creme com a toalha e fiz uma outra pequena malvadeza, não sem antes dizer a ela que não admitiria grito. Passei então, loção após barba, que arde muito.Olhei para seu rosto e ela realmente não gritou, mas vi lágrimas escorrendo de seus olhos. Como recompensa, por essa maldade, beijei seu grelinho, chupando-o e dando uma mordidinha leve.
Disse a ela então que a partir desse momento ela deveria estar sempre assim, sempre raspadinha. Aproveitando ainda que ela estava esticada, peguei um cubo de gelo e esfreguei em seu grelinho, o contato do gelo, as voltas que eu dava com o gelo, faziam-na estremecer, enfiei o gelo em sua bucetinha, e disse a ela que não o queria fora. Comecei então a chupar seu grelinho novamente, geladinho, o gelo derretendo e deixando ele durinho. Ai disse a ela que ela iria me mostrar se sabia contar, e o gelo não deveria sair. A cada golpe ela deveria dizer o número dele. Então bati com a mão em sua bucetinha, a princípio fracamente, e a cada pancada aumentando a força. Ela ia contando certinho, até que começou a doer, pois ela passou a engolir em seco antes de dizer o número. Quando já estava bem vermelha, parei, e perguntei a ela se ela havia gostado. ``Sim, meu Senhor, gostei muito´´, ela me respondeu. Aquela menina ali, prostrada na cama, amarrada em cordas vermelhas, contrastando com sua pele alva macia, me deixava louco por ela. Soltei então suas pernas, seus braços, deitei-me na cama e mandei-a sentar-se em cima de mim, e fizemos amor loucamente, culminando mais uma noite de sessão com uma tórrida relação amorosa. Como era um sábado, mandei-a ficar em minha casa mesmo, dormindo no quarto de hóspedes, e disse a ela que amanhã nós teríamos o dia todo pra nós.
Domingo de manhã. Acordo com Vesta ao lado de minha cama, com uma bandeja com o café da manhã preparado por ela. Que grata surpresa. Ela nua, cheirosa, linda, com a bandeja de café. Mandei-a então, sentar-se ao meu lado na cama, onde saboreamos juntos essa refeição. Conversamos um pouco, e lhe disse que hoje estaria o dia inteiro a minha disposição. E que pra começar ela já sabe onde deveria estar. Me agradeceu por ter podido ficar em minha companhia e saiu do quarto.
Levantei-me, tomei um banho e desci até o nosso local de encontro. Ela estava lá, ajoelhada ao lado da cama como eu havia ordenado no dia anterior me aguardando. Disse então pra me seguir até o outro lado do ambiente. Mostrei a ela um cavalete acolchoado, mas bem afilado, e alto, o afilamento era acabado com couro liso. Disse a ela: ``Você vai ficar por cima do cavalete, na ponta, onde irei amarrar suas mãos´´. Então a preparei no local. Coloquei-a no cavalete, na ponta dele, com sua bunda pra fora, de forma que sua bucetinha ficasse em cima do afilamento se ela se mantivesse na ponta dos pés. Caso contrário ela se encaixaria, ou melhor dizendo, o cavalete se encaixaria nela. Prendi seus calcanhares nas argolas afixadas no cavalete e os joelhos foram também presos de forma que ela não pudesse se deslocar nem pra frente nem pra trás. Peguei suas mãos e as prendi na outra ponta do cavalete, algemadas, fazendo com que seu corpo ficasse um pouco arqueado pra frente, numa posição extremamente incômoda. Peguei então meu chicote com ponta de couro e dei uma pancada em sua bunda. Ela se jogou pra frente e baixou os pés. ao fazer isso, o cavalete entrou em sua buceta, arrastando seu grelinho, fazendo com que rapidamente ela retomasse a posição anterior. Disse a ela que era melhor ela agüentar as pancadas que doeria menos do que o que ela fez. E dito isso, mais uma pancada ela levou. E outra, e mais outra, num total de dez chicotadas de cada lado. Várias vezes ela não suportou e acabou por ir pra frente mas voltava rápido, pois a dor era muito grande.
Reparei que sua resistência a dor era boa, pois não havia gritado, mas não havia conseguido deixar de chorar. Limpei suas lágrimas e disse a ela que já voltava. Ela me implorou pra soltá-la, suas pernas estavam bambas, ela não conseguiria ficar na ponta dos pés por mais tempo. Dei de ombros e saí dali. Ao voltar, depois de uns quinze minutos, a libertei desse castigo, suas pernas tremiam, ela deixava o corpo cair, mas a dor era muito forte e ela era
obrigada a se levantar de novo. Ao soltá-la ela caiu de joelhos me agradecendo. Aproveitei então que ela estava de joelhos e disse a ela que iria lhe dar um presente. Ordenei-lhe que ficasse então de pé. Ganhou então sua coleira, uma honraria destinada a uma escrava fiel e merecedora de confiança. Uma coleira de couro com seu nome Vesta gravado, com algumas argolas de metal. Coloquei a coleira em seu pescoço e a prendi bem estreitada, sem que lhe apertasse o pescoço mas também sem que ela pudesse ser mexida.
Ganhou também duas pulseiras largas de couro para as mãos e duas para os pés, também com argolas e também com seu nome gravado, as quais coloquei também bem apertadas. As cinco peças foram fechadas com um pequeno cadeado, de forma que ela não pudesse
soltá-las ou mesmo afrouxá-las. Como suas pernas ainda tremiam um pouco por causa do esforço que ela fez, premiei-a com um pequeno descanso na cama. Ela ficou dessa vez solta em termos. As pulseiras foram presas às argolas da cama com cordas, mas com folga suficiente para que ela pudesse se mexer.
Mais tarde, ainda de manhã, estiquei suas cordas, voltando a deixa-la em posição de X com os braços e as pernas bem abertos. Peguei então seu peito direito e chupei seu biquinho até ele ficar durinho, grande, e prendi-o com um prendedor com uma boa pressão. Ela deu um gemido. Fiz o mesmo com o outro peito, chupando seu biquinho também e colocando um outro prendedor nele. Após uns cinco minutos, eles começaram a dormir, então com um tapa bem certeiro, em cada um dos grampos, tirei-os, fazendo com que o sangue voltasse a circular pelos bicos. Aquela sensação de agulhas pinicando voltou, mas numa região ultra sensível, fazendo-a novamente soltar lágrimas de dor. Logicamente dei minha contribuição, mordendo os dois bicos enquanto o sangue voltava a circular, aumentando um pouco a sua dor.
Libertei-a em seguida e disse a ela que iríamos lá pra cima pra almoçarmos e depois eu a deixaria descansar um pouco por lá. Após o almoço e ela ter descansado levei-a pra baixo novamente. Como já disse, ela praticamente não gritou nenhuma vez, demonstrando um alto poder de controle de dor. Mas preciso ver até onde ela agüenta. Mandei então que ela pusesse uma meia calça fume, e calçasse um sapato que eu comprei para essas ocasiões, altíssimo, que deixa os pés dela quase que na ponta dos dedos. O sapato, preto, de bico fino tinha um número menor que o dela. Isso fazia com que seus pés ficassem um pouco apertados por eles. Mandei que ela
desfilasse pra mim, e ela com toda a classe que eu percebi que ela possuía, andou pelo local. Linda.
Disse a ela que iria conhecer então uma posição nova. O ``strappado´´. Me perguntou o que era isso, eu disse que ela iria descobrir já, já. Passei então uma corda pelas pulseiras de suas pernas, deixando-as bem presas. Amarrei então os seus joelhos, deixando-os bem presos um ao outro, mas numa posição em que um ficasse um pouco a frente do outro, ou seja
um quase encaixado no outro. Com isso, uma perna sua acabou ficando um pouco mais alta que a outra, deixando-a meio torta. Peguei seus braços e pondo-os pra trás, amarrei-os firmemente também pelas pulseiras. Passei então uma corda por entre seus pulsos prendendo-a neles. A outra ponta eu passei por uma das argolas que tenho no teto. E puxei-a. Com isso, seus braços foram levantados pra trás e seu corpo acabou indo pra frente, deixando-a inclinada. Ela reclamou da dor, dando um grito alto. Falei que se ela gritasse de novo eu seria obrigado a amordaça-la. Obviamente eu não queria fazer isso, eu queria ouvir-la realmente gritar. Mas se ela começasse a gritar muito não haveria outra saída. Após alguns minutos eu puxei mais um pouco a corda fazendo com que seus braços subissem mais um pouco e ela se inclinasse mais ainda para a frente. Suas pernas presas de forma que uma ficasse a frente da outra começaram a reclamar, seus braços também começaram a doer. Ela me implorou pra soltá-la, ela não estava agüentando mais. Eu disse a ela que se ela reclamasse mais uma vez eu iria piorar um pouco mais a sua situação. Ela tentou agüentar, mas a dor foi mais forte, as costas começaram a doer também, então ela implorou de novo. Eu lhe disse que já tinha dado o aviso. Fui até ela e tirei seus sapatos. Com isso, seus pés ficaram direto no chão, logicamente forçando mais um pouco ainda os braços. Lágrimas escorriam de seus olhos, ela não estava agüentando, implorou, pediu, a dor era lancinante. Atendi então em parte seu pedido, afrouxei os braços deixando-os descer um pouco, e seus pés poderem pousar no chão, com isso ela pode acalmar a dor pesada. Desamarrei seus pés e seus joelhos, dando-lhe mobilidade nas pernas. Com as pernas soltas, voltei então a levantar seus braços, ela levou um susto mas conseguiu se controlar pois mesmo na ponta dos pés, ela podia movimentar as pernas subindo uma ou a outra. Mas a dor permanecia alta. A sensação é de que os braços vão se separar do corpo. Para castigá-la mais um pouco, baixei novamente seus braços, ela pode então ficar quase que normal. Usei então um separador de pernas que possuo, prendi-o em seus tornozelos e os separei, fazendo com isso com que ela baixasse mais um pouco. Voltei então a levantar seus braços, e ela teve que se inclinar novamente. Agora ela ficou numa posição legal. Com as pernas separadas e os braços levantados e seu corpo inclinado eu tinha acesso total a ela. Mas antes de qualquer coisa, eu a vendei. Ela reclamou, mas nada podia fazer. Eu estava louco de prazer por aquela mulher. Ela naquela posição e indefesa. Com os olhos vendados, ela não podia se preparar pra nada pois não tinha noção do que eu poderia fazer. Levantei seus braços mais um pouquinho de forma que ela tivesse que levantar um pouco os pés. Enfiei então dois dedos em sua bucetinha, como ela não esperava o susto foi grande e ela como que pulou pra frente. Imediatamente seus braços reclamaram e ela teve que ficar quieta rapidinho. Baixei novamente seus braços um pouco pra ela poder por os pés no chão novamente. Brinquei um pouco com os dedos e logo em seguida então a penetrei. Sua bucetinha estava molhada de tanto tesão, ela implorou pra que eu a deixasse gozar. Como já a havia feito sofrer demais, permiti. Eu a penetrei então com mais força, num indo e vindo, até que ela não resistiu mais e gozou, gozou com um aperto tão grande que acabei gozando junto. Uma delícia. Eu a soltei, ela caiu no chão chorando, não sei se de dor ou de felicidade, tirei-lhe a venda e dei-lhe um beijo na boca prontamente correspondido, um beijo gostoso, exploratório, com um abraço que lhe dei super apertado, aconchegando-a em meu peito. Ficamos ali, juntos, no chão mesmo, por um bom tempo, agarrados um ao outro. Desamarrei-a, tirei o separador, coloquei-a na cama e fiz uma massagem em seus braços e pernas, doloridíssimos pela experiência que ela passou. Ela quebrou uma das regras, olhando-me nos olhos, implorando pra nunca mais repetir essa experiência com ela. O seu olhar foi tão triste, tão pedinte que acabei perdoando-a de sua falta e prometi que não repetiria esse tipo de sessão. Como estava tarde já, ela tomou um banho e eu a levei
pra sua casa e disse a ela que lhe daria um descanso por uma semana, mas que no sábado eu a queria lá novamente. Ela se assustou, estranhou o porque de eu só querer vê-la no sábado, mas eu disse a ela que quem falou que eu não a veria, a veria sim, todos os dias, mas só faria uma nova sessão no sábado. Isso a deixou mais contente e como prometi a vi todos os dias, até que chegou outro fim de semana.
Sábado cedo, Vesta chegou, trajando um lindo vestido branco, com uma sandália branca de salto alto, que eu havia comprado pra ela um dia antes. Como ela sabia o que devia fazer, abri a porta e virei as costas e subi pro meu quarto. Ela então foi lá pra baixo, e ficou pronta pra me esperar quando eu descesse. Nua, de sandália, ajoelhada ao lado da cama. Quando eu voltei ao seu encontro ela se levantou e me ofereceu seu pescoço para que colocasse sua coleira, o que fiz com muito orgulho dessa minha princesa. Logo em seguida ofereceu-me seus pulsos para as pulseiras, mas disse a ela que não as poria agora. Mandei-a tirar as sandálias, pois o que eu faria ela teria que estar descalça. O que prontamente ela fez. Ordenei então que se deitasse na cama de bruços. Peguei então uma cruz de metal, ou melhor dizendo, um X de metal. Esse dispositivo tem um outro metal que liga dois lados, os quais eu deixei do lado dos pés. Prendi em cada uma de seus tornozelos e em seus pulsos. Passei uma corda pelas argolas de sua coleira e prendi na cama de forma que ela não pudesse levantar a cabeça. Prendi uma corrente no metal que liga os dois pés que passava por uma roldana no teto, presa a uma catraca, que a medida que eu girava, puxava a
corrente, levantando os pés de Vesta. Os pés estando presos ao dispositivo que também prendia suas mãos iam então sendo levantados em direção ao teto, mas a coleira presa na cama impedia que o corpo de Vesta acompanhasse esse movimento. Isso fez com que o
dispositivo começasse a puxar os braços de minha princesa, fazendo com que ela começasse a gemer. Levantei até onde eu percebi que não a machucaria. Que linda visão. Seus braços e pernas levantados e seu corpo parcialmente levantado. Passei então a mão pela sua buceta para ver se ela estava mantendo os pelos raspados, aproveitando para explora-la por dentro com meus dedos. Ela sentiu, gostou, saí com meus dedos molhados pelo seu néctar, coloquei então nela um vibrador, liguei e disse que ela estava impedida de gozar. Deixei-a nessa posição enquanto eu preparava mais um brinquedinho pra nós. Preparado, voltei até a cama, onde ela me implorou pra deixa-la gozar. Disse que não e retirei prontamente o vibrador. Soltei a corrente que prendia o dispositivo e a liberei dele. Mandei que ela me seguisse até o meu ``faz tudo´´. Chamo de ``faz tudo´´, mandado fazer especialmente pra mim, ele é uma cruz, um X, um T e um varal. Mandei que ela se deitasse no chão próximo ao T, e pus suas mãos pra trás do dispositivo prendendo-a ao chão. Suas pernas então foram presas a um separador de pernas que as deixa bem abertas e presa a uma
corrente que prende no bico do varal. Levantei então suas pernas fazendo com que elas ficassem quase em pé. Detalhe, elas ficam soltas, presas apenas pela corrente e pelo separador, mas ela consegue movimentar as pernas até o limite da corrente, a qual não é muito grande. Peguei então meu chicote de bico e comecei a espancar sua bucetinha, que já estava toda molhada pelo vibrador, a cada pancada ela dava um grito de dor. Após algumas chicoteadas, peguei novamente o vibrador e coloquei nela. Comecei então a dar pancadas em suas coxas. A dor forte das pancadas aliadas ao vibrador fizeram com que ela não se controlasse e gozasse na minha frente. Essa afronta a regra principal merece uma punição mais dura. Ela sentiu que errou e pediu perdão, mas eu disse que não dava pra perdoar isso. Ela quebrou uma regra a qual eu fui bem claro. Soltei-a dali e levei-a até o canto onde tenho um cano fino de metal preso a parede. Mandei então que ela se colocasse por sobre o cano como se o estivesse montando. Suas mãos foram postas numa algema que prendi numa corrente no teto, ficando com os braços para o alto. Coloquei dois prendedores de mamilos reguláveis, presos por uma correntinha um ao outro. Regulei-os de forma que prensassem bem os bicos de um jeito que não escapassem. A corrente dos prendedores foi presa a uma outra corrente de forma que ela ficasse esticada e qualquer movimento puxasse os bicos. Levantei então os seus braços até uma altura em que ela tivesse que ficar nas pontas dos dedos dos pés. Regulei o cano um pouco mais pra cima pra que ele ficasse quase encostado nela. Resultado. cada vez que ela baixasse os pés por não agüentar mais, o peso do corpo sobre o cano machucaria seu grelinho, e os bicos seriam puxados bruscamente, provocando uma forte dor. Disse a ela. Seu castigo será ficar aí por uma hora. Assim você aprende a não gozar sem ordem. Sentei-me em frente a ela e fiquei contemplando. Os dedos dos seus pés não agüentavam muito tempo o peso de seu corpo e ela baixava os pés. Ao fazer isso a dor nos peitos e na sua bucetinha era maior do que a dor dos dedinhos dos pés então ela voltava a levantar-se. Passado o tempo que determinei, olhei para seu rosto que demonstrava toda a dor que ela deveria estar sentindo, com lágrimas escorrendo de sua face, soltei a corrente que prendia seus bicos e suas algemas e a tirei dessa incomoda posição, quando ela me agradeceu muito e prometeu nunca mais me desobedecer.
Após esse castigo a deixei ir descansar e disse a ela que a tarde eu voltaria. Prendi-a na cama com folga suficiente para ela se mexer e subi. Trouxe a ela o seu almoço numa bandeja, a qual coloquei a seu lado na cama, soltando apenas um de seus braços. Sentei então na beirada perto de seus pés, e fiquei vendo-a comer. Que sacrifício, minha pequena princesa. Ainda mais que a cada vez que a colher vai em direção a sua boca, faço cócegas em seus pés. ``Bom, deixo-a agora, coma sossegada, minha princesa Vesta, vou preparar nosso joguinho da tarde´´. Assim dizendo levantei-me e fui pro outro lado do meu
dungeon.
Após ela ter almoçado e descansado um pouco pra que a digestão fizesse efeito, soltei-a de sua cama-prisão e disse a ela para colocar suas sandálias. Mandei-a esticar as mãos e coloquei suas pulseiras de couro, firmemente, sem apertar, e pus também suas pulseiras de tornozelo. ``Siga-me, de cabeça baixa´´. Fomos então até o meu ``faz-tudo´´, onde prendi suas mãos a cada lado do X, ao prender as pernas, Vesta foi esticada ao limite, pois ficou na ponta dos pés, o salto fora do chão. Vesta resmungou alguma coisa e prontamente perguntei o que ela estava querendo dizer. Mas ela respondeu, ``nada, meu Senhor´´. ``Minha querida princesa, vou venda-la agora´´. Ela me pede pra que não a vende, mas não adianta implorar, eu ponho sobre seus olhos a tira de pano preto, macio, que veda completamente sua visão, deixando-a a mercê de minhas vontades sem que pudesse se preparar antes. Seus mamilos estavam eretos, como que adivinhando o que eu pretendia com eles. Aproximei-me de mansinho e pus seu biquinho direito em minha boca, fazendo com que ela soltasse um leve gemido de susto misturado ao prazer do toque quente de minha língua. Chupei-o, girando-o em minha boca, mordendo-o, apertando ele entre minha língua e meus dentes, provocando uma leve dor quando a língua empurra ele através dos dentes, fazendo com que ele parecesse ficar ainda maior. Minha mão enquanto isso passeava alisando a entrada de sua bucetinha, meus dedos esfregando seu grelinho, sentindo-o, meus dedos num vai e vem pelo grelinho e pela bucetinha molhadinha, minha língua em seu bico, e Vesta sem poder se mexer. Mordendo com meus dentes puxo seu bico esticando o quanto da, e ponho um pregador, bem apertado, em seu mamilo, fazendo Vesta dar um gemido.
Seu mamilo esquerdo parece implorar pra que eu faça o mesmo. Então, repito o procedimento com uma leve diferença, enquanto chupo seu biquinho, e minha mão passeia pela sua bucetinha, minha outra mão fica balançando o pregador que prende seu outro biquinho, então prendo seu bico com outro pregador. Pego meu chicote de ponta e dou uma chicotada na parte interna de sua coxa direita. Sinto ela tentar se retrair, mas sem sucesso. Dou então outra chicotada na sua coxa esquerda. Acerto agora uma chicotada em sua bucetinha. Repito o procedimento três vezes mais. Na quinta vez, Vesta gritou. Não suportou a dor. A dor das pancadas, aliada a dor dos prendedores com a dor nos dedinhos de seus pés esticados, foi demais para ela. Já com tempo suficiente para os bicos adormecerem, retiro os prendedores com duas chicotadas certeiras. Vesta geme alto novamente, mas desta vez eu lhe dou um tapa em sua cara, dizendo que não vou admitir tal insolência novamente. O sangue voltando a fluir em seus bicos adormecidos, provocam-lhe novamente a sensação das agulhas pinicantes, e nada ela pode fazer pra evitar isso. Retiro sua venda e dou-lhe então um beijo, um beijo quente, molhado, invadindo sua boca, sugando sua língua, o qual é prontamente correspondido por ela, um beijo gostoso, com meu pau roçando sua bucetinha, passando por seu grelinho sem no entanto invadi-la, deixando-a louca de tesão, fazendo-a implorar por mim. Pego meu pau e bato varias vezes com ele em seu grelinho, já meio irritado pelo chicotear, esfrego-o em sua bucetinha, enfio meus dedos, sentindo-a toda molhada e os coloco em sua boca para que ela sinta o seu próprio mel, chupando-os. Enquanto ela chupa meus dedos, enfio meu pau em sua bucetinha, num movimento de vai e vem, num entra e sai lancinante, sentindo que ela está a ponto de gozar eu retiro-me de dentro dela, deixando-a quase a gozar. Ela me suplica com seus olhos, e eu lhe digo que ainda não é hora. Solto suas mãos e suas pernas, Vesta está mole, quase desaba no chão. Mas imediatamente eu a prendo novamente, de costas pra mim. desta vez só pelas mãos, as pernas soltas. Pego então um cane, feito de fibra, não flexível. Dou uma pancada não muito forte em sua bunda. Que delícia, Vesta ergue uma perna e se torce toda. A dor é enorme. Um vergão vermelho marca sua bunda. Dou mais outro golpe e novamente ela se contorce toda e da um grito. A dor é realmente muito forte. Satisfeito, novamente eu a solto. Ela mal consegue ficar de pé. Realmente a dor que ela está sentindo é demais. Pego-a em meus braços e dou-lhe mais um beijo longo, ela corresponde a ele. Carrego-a então até a cama, onde deito-a, beijo-a novamente, e nos entregamos um ao outro, uma troca de amor, uma cumplicidade de dois corpos que se atraem e se desejam, invado seu corpo desejando que fossemos apenas um, explodindo ambos num gozo indescritível, um prazer represado vindo a tona com tudo. Deitamos um ao lado do outro, até que Vesta pegue no sono. Deixo-a dormindo solta desta vez, e vou para meu quarto.
Domingo, escuto barulhos na cozinha. Vou até lá e vejo Vesta, praticamente nua, vestindo apenas sua coleira, linda, preparando novamente o café. Deixo ela continuar pois seu café é simplesmente delicioso. Reparo nas marcas que ficaram em sua bunda. Marcas que levarão um tempo para sumirem e que a farão lembrar-se de nossa sessão. Ao virar-se ela percebe minha presença e instintivamente baixa os olhos. A chamo para vir até onde estou.
- Venha minha princesa, sente-se aqui no meu colo. Vamos tomar o café juntos.
Ela vem, pede permissão para sentar-se, a qual concedo, e tomamos nosso café, conversamos, trocamos
beijos e abraços. Terminado o café, Vesta levanta-se e vai arrumar a cozinha. Digo a ela que vou precisar dar uma saída, e que assim que ela terminar a arrumação, deve ir ao meu quarto avisar-me. Foi o que ela fez. Descemos então ao nosso dungeon, onde coloco as pulseiras em seus pulsos e em seus tornozelos. Percebo seu olhar de espanto mas ela não diz nada. Coloco-a no meio do salão, com os braços esticados e presos nas correntes que caem do teto. Digo a ela que vou colocar-lhe um plug anal. Ela se assusta e me pergunta o que é isso.
- Não se assuste minha pequena princesa, apenas um objeto para seu prazer.
Mais uma vez, escuto Vesta me implorar, dizendo que era virgem no cuzinho. Não dou ouvidos ao que ela diz, pego um plug, o menor que tenho, pois não quero que a alargue muito, e o coloco em sua boca, dizendo a ela para que o chupe bastante, lubrifique-o muito bem, pois vou colocá-lo direto. Vesta chupa o plug, lambendo-o, juntando saliva e deixando-o bem molhado. Mando-a abrir as pernas e abaixar-se um pouquinho, até onde as correntes permitem, aponto o plug em seu buraquinho, e empurro-o de uma só vez. Vesta solta um gemido surdo, pois a dor é intensa. Lágrimas escorrem de seus olhos. Digo a ela que não pode deixa-lo sair. Mas, foi só falar isso e escuto o plug caindo ao chão.
Imediatamente Vesta diz que não foi sua culpa. Calmamente, pego o plug e digo a ela que deverá ficar com ele em sua boca até umedece-lo novamente. Ela me olha com um olhar de estranheza, visto que o plug já esteve dentro de seu cuzinho, e estou querendo que ela ponha em sua boca. Digo então:
- Alguma dúvida?
- Não meu Senhor, nenhuma dúvida. Imediatamente ela abre sua boca e eu coloco o plug.
- Bom Vesta, já que você não consegue segura-lo como mandei, vamos inverter a ordem das coisas. Passo pela sua cintura uma corda dando um nó e deixando uma ponta descendo por entre suas pernas. Pego um pequeno consolo com vibrador e enfio em sua buceta, sob seu olhar espantado.
- Muito bem, minha princesa, já lubrificou bem o seu plug? Então vamos coloca-lo agora.
Com uma das mãos segurando o consolo, com a outra enfio novamente o plug em seu cuzinho. Segurando
os dois acessórios com uma das mãos, mando-a ficar em pé. Pego a corda e passo por sobre o consolo que está em sua bucetinha, levantando-a por entre suas pernas, passando por cima do plug e prendo-a na parte da cintura, puxando-a bem, deixando os dois acessórios bem presos.
- Pronto Vesta, agora tenho certeza que eles não cairão mais.
Prendo suas tornozeleiras uma à outra. Ela fica numa posição parecida a de um Y. Passo uma tira larga de couro, preta, brilhante, com ilhoses e argolas, prendendo seus joelhos. A tira contrasta com sua pele alva, deixando-a muito atraente. Com isso o consolo fica apertado pelas suas coxas. Levanto então as correntes, de forma que Vesta fique na ponta dos pés, na posição que eu adoro, mas que ela não nutre realmente simpatia. Vendo seus olhos, e digo a ela que vou sair, que é pra ela ficar quietinha sem se mexer, como se ela pudesse mexer-se. Digo a ela que não poderá gozar sem minha ordem. Ligo então o vibrador, e ela me pede chorando que não faça isso, que ela não vai agüentar. Esbofeteio sua face, repetindo mais uma vez que não admito que ela goze. E me afasto dali. Simulo que subo as escadas e fecho a porta, mas volto de mansinho e fico apreciando minha princesa, ali, linda, pendurada, sem poder se mexer, com aquele barulhinho típico do vibrador, sabendo que ela vai ficar louca pra gozar. Percebo sua aflição, o vibrador fazendo seu servicinho com muita habilidade, e Vesta
tentando sem muito sucesso se segurar. Ela tenta se mover, a tira de couro não deixa ela mexer as pernas, os dedinhos dos pés começam a doer pela posição que estão, suportando o corpo. Repentinamente percebo que sua cabeça é jogada pra trás, ela geme, pois não agüentou, o vibrador cumpriu seu serviço, Vesta goza, e chora, pois sabe que eu iria perceber quando voltasse. Agarro seu seio direito com minha mão e ela dá um grito de susto. Tiro sua venda e ela se apavora, pois percebe que eu estava lá vendo tudo. E choramingando ela me diz:
- Perdão meu Senhor, perdão. Não tive culpa, peço perdão. Não consegui segurar.
Aperto seu seio, espremendo-o em minha mão, ela geme de dor, e digo:
- O que eu disse a você? Não falei que não era pra gozar? Você desobedeceu minha ordem direta.
- Meu Amo e Senhor, imploro-lhe, não tive culpa, não consegui resistir.
- Ah, então está querendo dizer que a culpa foi minha!
- Desculpe-me, meu Senhor, não quis dizer isso. Perdoe-me.
- Por causa dessa sua insolência e desobediência, a castigarei.
Desliguei o vibrador. Soltei a correia de couro liberando seus joelhos. Soltei também as tornozeleiras, permitindo que ela pudesse abrir um pouco as pernas. Soltei a corda que prendia os acessórios, quando então o plug anal caiu ao chão. Tirei o vibrador. Prendi a correia de couro em sua coxa esquerda, tomando o cuidado de deixa-la bem justa. Levantei seu pé e prendi a tornozeleira à faixa de couro, deixando-a apenas na ponta de seu pé direito.
- Por sua desobediência, aí ficarás, nessa posição, até que me implores para que a liberte, ao que pensarei se serás merecedora de tal piedade.
E assim a deixei. Não esperava que ela fosse agüentar muito tempo, mas ela me surpreendeu. Após aproximadamente meia hora, um pouco menos, ela me chama, chorando, implorando para que eu a liberte desse atroz sofrimento que impus a ela. Sua perna está tremendo, bambeando, não suportando mais o peso de seu próprio corpo, afinal ela está sobre seus dedinhos apenas.
- Espero que tenhas aprendido a lição. Quando eu digo NÃO é NÃO. Estamos entendidos?
Ela balança a cabeça confirmando e dizendo Sim, meu Senhor.
Abaixo as correntes, deixando-a pousar o pé no chão, aliviando um pouco sua situação. Suas pernas dormentes, uma pela posição dobrada, a outra por suportar o peso do seu corpo. Seus braços doem pela posição que estavam. Enxugo suas lágrimas que sei que
são de dor, tiro as correntes e a levo até a cama, onde finalmente solto sua perna esquerda e ela pode se esticar, mas sem no entanto esquecer o que sofreu, pois a sensação do sangue voltando a fluir normalmente é terrível. Afago seus cabelos e a parabenizo, pois ela mostrou ser uma mulher de muita fibra, suportando o castigo por mais tempo do que eu esperava.
BLACK WOLF - JANEIRO/2002