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Vivyane 2
Assim que sai do hotel, liguei para alguns amigos para saber se onde eles estavam. Afinal, já era hora de um happy hour. Logo, cheguei em um bar muito bem freqüentado em Campinas SP onde estávamos hospedados revi alguns amigos, conversamos um pouco e conheci gente nova. No meio dessa gente nova, estava Larissa, uma morena com um jeito bem diferenciado, um corpo tratado em academia e cabelos compridos. Vendedora de seguro, já da para ter uma idéia do tipo de mulher que estou falando. Alguns amigos me disseram que ela era uma fetichista e louca por sexo.
Foi um lance de olhar e logo estávamos nos atracando no estacionamento. O tesão era muito e a convidei para irmos ao hotel que eu estava e lá fomos nós.
Chegando no hotel, subimos direto para o quarto, Vivy estava mumificada no sofá, que fica do outro lado do quarto. Logo que chegamos, encostei a porta do quarto da Vivy e fomos para a cama, eu e Larissa.
Estava tudo correndo muito bem, transávamos gostoso e Larissa parecia um vulcão na cama, gostava de ter os cabelos puxados, ficava de quatro e rebolava até que arrisquei dar uns tapas na bunda que estava com a calcinha enterrada. E para minha surpresa ela deu uma reboladinha e um gemido como de quem pede mais! Percebi que Lari era uma mulher cheia de fetiches e desejos. Em um determinado momento, Lari deu um pulo e assustou muito...me olhou e foi em direção ao quarto de Vivy, daí pensei, pronto, to enrolado e perdi a morena. Mas para minha surpresa ela ficou curiosa e me perguntou o que era aquilo. Com um ar de sarcasmo disse que era um presente para ela. Vivy já percebendo a movimentação começou a se movimentar e Lari assustou novamente. No momento pensei que ela fosse sair correndo, mas lentamente ela foi passando a mão pelo corpo de Vivy mumificada e me questionando sobre o que aconteceria com ela (Lari).
Eu a deixei tranqüila e expliquei meu relacionamento BDSM com Vivy, a morena gostou do que ouviu e perguntou como ela (Vivy) me servia. Disse que de todas as formas, até se ela (Lari) quisesse usá-la um pouco, era para se sentir a vontade, desde de que não a tirasse de seu tormento. Então Lari disse já havia beijado uma outra boca feminina, mas nunca com aquela bola vermelha dentro. Eu autorizei e Lari partiu para cima de Vivy para beijar-lhe a boca. Eu fiquei travado de tesão e ali vi uma ótima chance de ter 2 subs para mim.
Logo fui enconchando por trás de Lari novamente e voltamos a transar gostoso, em cima do corpo de Vivy, que nessa hora só gemia sem ter noção de quem era a boca que a beijava.
De repente, percebo que Lari foi em direção ao ball-gag de Vivy para tirá-lo. Aplico-lhe um forte tapa na bunda e a puxo pelos cabelos dizendo que aquela múmia me pertencia, e se ela quisesse brincar ou usá-la teria que pedir minha autorização. Lari, para minha surpresa veio em minha direção e pediu de joelhos para tirar o gag da múmia. Logo em seguida, tirei o gag de Vivy e coloquei meu pau duro na boca da múmia, que chupava e lambia como se fosse um sorvete. E mandei Lari se preparar, pois a múmia estava com sede e queria chupar a nova amiga. Lari sem pensar, sentou na cara de Vivy e rebolava feito louca. Com a mão e a boca batia uma para mim. Quando eu estava próximo de gozar, tirei a morena da cara da Vivy de esporrei tudo na boca da escrava, que quase engasgou com tanta porra. Mandei que Lari fosse de joelhos e ajudasse a Vivy, limpando o rosto da múmia da porra que escorreu, a morena prontamente o fez.
Depois da cena que vi, da gozada e da aceitação de Lari pela situação toda, quase desmaiei na cama, mas de lá, deitado pude observar Lary brincando com os controles dos vibros de Vivy, e a múmia se contorcendo e chupando a buceta de Lari. Que coisa linda de se ver.
Chamei Lari de volta para a cama e a morena me perguntou o que era preciso para ela se tornar como Vivy. Respondi que era só ela querer e ser submissa a mim.