Back to Browse
Estou dormindo... ... um sono gostoso, profundo, em completo torpor. De repente, ouço um “click”, leve, sem muita expressão. Outros dois clicks e um arrepio gelado na espinha me despertam para a penumbra de meu quarto, onde percebo estar completamente imobilizada na cama. Em poucos segundos, na confusão que se instaura em minha cabeça, caio na escuridão. Sou fortemente vendada e, não vejo mais nada. Assustada, arrisco emitir algum som, procurando palavras para expressar meu sofrimento. Inútil esforço! Ao abrir a boca, sinto uma mão forte pressioná-la rudemente, para então dar lugar a uma ball-gag, sendo firmemente ali colocada. Privada da fala e da visão, só resta sentir, ouvir, buscar descobrir o que me espera; o que está acontecendo. Meu corpo arrepia-se do ar frio da noite e pela primeira vez ouço-o falar algo. Com uma voz rouca, baixa e agressiva, sou humilhada, ouvindo suas intenções para a noite que se adentra. Sua tarefa será castigar-me por todos os meus erros, por tudo aquilo que você não considera adequado e que venho fazendo. Sua raiva assusta-me cada vez mais e, em meu desespero continuo, apesar da mordaça, a tentar implorar teu perdão. Mais uma vez frusto-me diante da inutilidade de minha tentativa, mas você não perdoa. Percebe minha angústia, mas não queres saber nem mesmo de ouvir um simples gemido, pois sinto a fisgada forte de uma palmatória castigar minhas nádegas. Depois de quinze ou vinte ardentes batidas, acompanhadas de toda sua raiva, sinto o frio do metal e tenho meus mamilos prensados sob dolorosos prendedores que você coloca. Sob o aviso de que a noite está somente iniciando, sinto a estocada forte do plug que você sem nenhuma piedade coloca em meu ânus. Mais tapas... e a triste constatação de sentir um grande peso esmagando minha cintura, sob a ação de um cinto de castidade que imobiliza meu entre pernas e a vagina. Pareço estar despedaçando sob o plug que me ameaça partir ao meio, sem esquecer do cinto que tolhe os movimentos e machuca por dentro. Sinto seu chicote açoitando meus seios e num solavanco sou arremetida da cama para um local gelado, liso e em pé, onde tenho minhas pernas abertas e amarradas abaixo e meus braços abertos e amarrados acima, formando um grande xis humano. Mais uma vez você usa sem dó seu chicote. Agora sobre minhas costas, num crescente tormento de dor misturada ao prazer. Para meu profundo desespero você alega estar cansado e displicentemente sou esquecida neste local, numa posição dolorida e incômoda. Tenho a impressão que fostes dormir... Passa o tempo e a sensação de dor e cansaço aumentam. Sinto o calor de sua presença, mas meu alívio é passageiro. Você está apenas recomeçando o que considera minha lição. Retira o cinto de castidade e o plug e sem o menor carinho, abre os lábios de minha vagina e com uma palmatória promove em mim um orgasmo indescritível, do qual sou severamente punida, pois não havia tido esse fim. Você me solta, mas por pouquíssimo tempo. Ainda vendada, mas já sem a ball-gag, você me deita sobre uma mesa e amarras fortemente minhas pernas e braços as pernas da mesa. Sob a ameaça de não poder emitir nenhum som, você arremete seu pênis de uma só vez em meu ânus. Novamente dor e prazer se misturam, enquanto você sacia seu desejo levando-me novamente aos céus. Mais tapas, meu cabelo puxado e você recoloca o cinto que, segundo você acompanhar-me-á por todos os próximos dias, enquanto meu castigo durar. Então fraternalmente me soltas, me abraças e me levas para cama com você onde, apesar do desconforto volto a dormir.