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O Escravo de Sunguinha é Açoitado. Ele gosta!
Ao chegar a noite, quase todos os peões foram embora. Menos o meu dono. Este me olhava fixamente. Ele havia me colocado em uma viga,amarrado com uma corrente de conduzir cachorro na rua. Estava eu lá preso, amarrado, quase nu, vestindo(?) apenas a minha minúscula e agora suja sunguinha azul. Meu Dono, aproximando-se de mim me desferiu um, dois, três, quatro TAPAS VIOLENTOS e segurando o meu rosto me disse:
- Aí, Puto! Eu hoje estou afim de ter uma experiência que eu sempre quis e nunca tive a oportunidade, mas agora...com você e este sua nudez, eu vou poder fazer. Seguinte: Vou te soltar, você vai se lavar e vai lavar este trapinho que só serve para esconder o teu cacete. Depois, venha até a mim, submisso, de cabeça baixa, que nós vamos dar um passeio pela praia...hehehehe...
Rapidamente ele me soltou. Cabisbaixo, me dirigi até ao escuro e úmido banheiro do canteiro de obras e liguei a torneira que dava para um cano de água gelada. Minhas marcas de açoite doíam muito, ardiam até, mas eu resistia. No fundo, no fundo, eu estava extasiado por estar ali, escravizado e sendo humilhado. Tirei a pequena peça de roupa(?) que me restava e ao lavá-la começei a ficar excitado, meu pênis começou a enrijecer e aumentar de tamanho, minha respiração ofegava, meu pensamento ia longe, quando ouvi o grito de Meu Senhor e Dono:
- Como é, Puto?! Vai ficar demorando neste banho?! É só eu te dar um direito e você pensa que a sua escravidão acabou? Sai logo daí e nem pense em se enxugar! Quero você molhado!
No mesmo instante saí do banheiro fétido e úmido. Vesti(?)a sunguinha e, como estava excitado, meu pênis esticava o volume da sunga. Meu dono se espantou com a força da minha ereção e, revoltado, me perguntou:
- Que que é isso?????!!!!!!! Tá pensando o que, seu Viado de calcinha? Vou te ensinar a nunca mais aparecer pra mim deste jeito!
Na mesma hora ele retirou o seu cinto da calça e começou a me bater violentamente. Virou-me de costas, pôs-me deitado no chão e começou a bater em minhas já machucadas costas. Ao ser colocado no chão duro, meu pênis endureceu ainda mais e agora com o barulho e a força das chibatadas o meu tesão aumentou de uma forma incontrolável. As dores logo transformaram em prazer. Minha respiração ofegava, meu corpo se contorcia, eu tentava imprensar mais ainda o meu membro rijo. Meu dono percebeu isto e aumentou a violência das chibatadas.
- É disto que você gosta viado? Apanhar?Então toma!!!!!!!!!!!
Não resisti. Meu pênis começou a latejar, minhas forças se esvaiam e num momento mágico, o meu pênis começou a jorrar o Néctar do meu sofrimento, o clímax do meu gozo. Sim, eu percebi mas do que nunca que aquela era a vida que eu queria. Meu dono se aproximou de mim, puxou meus longos (batiam no ombro) e desgrenhados cabelos e me disse:
Gostou, né, seu viado! Nunca vi tanta porra sair de um pau. Ainda mais de um pau de viado! Sabe de uma coisa: Cê tá lindo deste jeito, com as costas todas marcadas. Levanta!Vamos dar um passeio pela praia! Quero que todo mundo veja você. Hoje tu vai ser xingado muito, quero até mesmo que você apanhe. Quero mais! Tu vai ser o meu ganha-pão. Você vai chamar muito a atenção desta palyboyzada...hehehehe...a partir de hoje, cê é MINHA PUTA!!!!!!!!!!!!!!!!
Meu sofrimento (para o meu prazer) parecia não ter fim.