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Desde jovem Mary sempre se sentiu diferente das outras garotas. Ela se achava superior perante os homens e também perante outras mulheres. Aos 27 anos, já era uma mulher exuberante e dominadora, tinha seu escravo particular que lhe realizava todos os seus desejos e caprichos. Mary adorava amarra-lo e castiga-lo com seu chicote. Gostava também de inverter papeis, fazendo do seu escravo sua putinha. Ela o tratava como uma verdadeira fêmea, obrigando-o a usar lingeries sensuais, calcinhas enfiadas, soutian, cinta-liga e meias de seda. Exigia que constantemente usasse um plug no anus durante seus encontros e esporadicamente no dia a dia do escravo. Mary se realizava com os castigos e humilhações que impunha ao seu escravo. Mas algo ainda estava faltando. Ela queria compartilhar tudo isso, não só para humilhar ainda mais seu escravo, mas também por uma realização pessoal a mais. Mary ainda tinha um desejo escondido a realizar. A duas amigas, Mary contava tudo que fazia a seu escravo, o que as deixava curiosas e excitadas. Com uma dessas suas amigas, Mary tinha uma especial predileção, talvez por ser a mais tímida e recatada. Certa vez, convidou-a a participar, ou apenas assistir a um de seus encontros com seu escravo. Sua amiga hesitou por alguns dias a aceitar seu convite, mas com insistência e persistência, Mary conseguiu convence-la. Combinado o dia e a hora, Mary ordenou que seu escravo comparecesse como de praxe, vestida com uma lingerie vermelha, calcinha, cinta liga e meias, plug no anus e sua valise de acessórios. Local e hora marcados, num bar da periferia da cidade, lá estava ele, à espera da sua Dona, assustando-se ao vê-la acompanhada da amiga. Imediatamente ele se levantou e puxou duas cadeiras. Elas o olharam de cima abaixo. Um frio lhe percorreu o corpo com o constrangimento imposto por sua dona diante de alguém estranho. - Tudo bem, putinha ? – disse ela. - Sim Senhora, tudo bem. – respondeu o rapaz. Durante alguns segundos um eterno silencio tomou conta da mesa, até que Mary ordenou que seu escravo pedisse algo para beberem. Durante quase uma hora tomaram alguns drinks e cerveja e comeram petiscos. Mary contava à amiga como se tornou uma domme e como fez com que seu escravo se tornasse sua putinha. O clima de excitação naquela mesa era total, até que resolveram sair dali para o motel onde Mary costumava encontrar-se com seu escravo. Ao chegarem, Mary ordenou que seu escravo se postasse de quatro e beijasse seus pés, no que foi imediatamente obedecida. Sua amiga já sentada num pequeno sofá a tudo observava. Mary então mandou que ele se despisse. Por baixo da sua roupa, o escravo usava uma lingerie, composta de soutian, cinta liga, meia 7/8 e calcinha de rendas vermelhas. Constrangido, ele não conseguia levantar seu rosto para olhar nos olhos de sua dona, mas pôde notar um leve sorriso no rosto da amiga. - Venha até aqui, cadela! - ordenou Mary. Imediatamente ele se postou de quatro e se arrastou até os pés da sua dona que estava em pé ao lado do sofá. - Vire-se. Quero ver se está como ordenei. – falou ela. Ele virou-se com as nádegas voltadas para as duas, que puderam ver um plug enfiado no seu anus, preso apenas pela calcinha fio dental que usava. Enquanto os olhos de sua amiga brilhavam com a cena, Mary soltava uma pequena gargalhada, dando um tapa na bunda do rapaz, ordenando que ele se abaixasse mais o tronco para que tivessem melhor visão. Em seguida, Mary apanhou sua valise e retirou alguns acessórios. Mandou que ele tirasse a calcinha e o plug e amarrou as mãos do escravo junto aos tornozelos, de forma que ficasse de quatro, totalmente imobilizado, com o rosto junto ao chão e de pernas bem abertas, deixando à mostra seus órgãos genitais, toda sua bunda e seu anus previamente depilados. Apanhou seu chicote favorito e começou a bater na bunda do rapaz, que a cada chicotada soltava um gemido e tentava se contorcer, sendo impedido pelas cordas que o amarravam. A essa altura, sua amiga já não se agüentava mais de excitação e Mary observava atentamente suas reações, as vezes com um malicioso sorriso no rosto. As nádegas do escravo já estavam vermelhas quando Mary perguntou à amiga: - E então? Achando interessante? - Muito... nunca imaginei nada tão interessante – respondeu ela. - Espere, pois isso é só o começo – completou Mary. Ainda com o escravo amarrado, Mary retirou da valise um enorme pênis de silicone acoplado numa cinta e vestiu-se com ela. Passou um pouco de gel no anus do rapaz, colocou um preservativo no pênis e começou a penetra-lo, primeiro devagar, mas aumentando o ritmo a cada estocada. E assim ficou por uns dez minutos. A amiga, sem se conter no sofá, ficou em pé e ao lado do rapaz para observar melhor. Satisfeita, Mary retirou o pênis do anus do escravo, deixando à mostra o estrago que havia feito. Descansando por alguns minutos, Mary falava à amiga algumas coisas sobre submissão e dominação, explicava sobre o prazer que isso proporciona tanto ao submisso quanto à dominadora, e muitas coisas mais. Mary então desamarrou o escravo e ficou de pé novamente ao lado da amiga e junto a um balcão que dividia o quarto. Abraçando sua amiga pela cintura, ordenou ao escravo: - Agradeça sua dona, vadia! O escravo novamente arrastou-se até onde elas estavam e beijou os pés de Mary agradecendo: - Obrigada, senhora. Sou sua putinha e mereço todo castigo que me inflige. - Diga à minha amiga o que você sente quando me serve. – disse ela. - Sinto um imenso prazer, senhora. Quero continuar servindo-a sempre. – completou o escravo. Mary então ordenou que o escravo fosse para um canto da sala. Ainda com o braço em volta da cintura da amiga, de-lhe um beijo no rosto e disse que iria rapidamente ao banheiro. Em menos de três minutos, voltou apenas de calcinha. - Agora é a minha vez, cadela. Quero gozar na sua cara – disse para o escravo. Sentada na beirada da cama, ela mandou que o escravo se aproximasse e sentisse o cheiro da sua calcinha e do seu sexo. Ele cheirava e passava a língua sobre sua calcinha, enquanto Mary o segurava pelos cabelos, apertando-o conta si. Sua amiga ainda de pé, tentava masturbar-se enfiando a mão por baixo do vestido que usava. Vendo a excitação da amiga, levantou-se e disse a ela: - Quer participar? Se quiser vai ser de uma forma bem diferente da que imagina, mas garanto que vai ser interessante. - Sim, claro que quero. Estou que não agüento mais. - respondeu. - Então venha até aqui e sente-se nessa cadeira. – disse Mary. A amiga fez o que Mary mandou. Então ela pegou as cordas e amarrou cada pulso da outra em cada lado da cadeira. Já notava sua respiração ofegante e um certo suspense. Amarrou também seus tornozelos para trás, deixando suas pernas levemente abertas. Bem amarrada, ela pegou na valise uma venda e tapou os olhos da amiga e deu um passo atrás para observá-la. Satisfeita e com um sorriso maroto no rosto, Mary abaixou-se, passou a mão na calcinha úmida da amiga e sussurrou no seu ouvido: - Sinta-se à vontade e aproveite. Mary então tirou a calcinha e sentou-se novamente na beirada da cama e ordenou ao escravo que a chupasse. Enquanto ele chupava, Mary o xingava e falava palavras obscenas, gemia e gritava que iria gozar na boca do rapaz. A amiga, que amarrada e vendada apenas imagina a cena, estava prestes a ter um ataque de tanta excitação. Mary finalmente explodiu num gozo alucinante, entre berros e palavras sem nexo, deixando o rosto do rapaz encharcado com seu prazer. Alguns minutos se passaram até ela se refazer. Sua amiga, ainda ofegante, chamou-a pelo nome umas duas ou três vezes, como se buscasse ter certeza de que todos saíram vivos daquele momento. Refeita, Mary levantou-se e dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, passando ao lado da cadeira onde sua amiga encontrava-se amarrada e deixando-a na posição em que se encontrava. Saiu enrolada numa toalha e dirigindo-se à ela, passou novamente a mão sobre sua calcinha molhada, deu-lhe um beijo nos lábios e tirou-lhe a venda em seguida. Desamarrou-lhe os tornozelos e os pulsos e perguntou: - E então? Gostou da experiência? - Sim, muito.... adorei. Inexplicavelmente excitante. Mas preciso gozar, senão fico doida. – respondeu ela. - Quer mesmo gozar? O que faria por um orgasmo agora ? – perguntou Mary. - Faria qualquer coisa, sem dúvida alguma, faria qualquer coisa. – respondeu-lhe a amiga. - Hummm. Gostei da resposta. Vamos ver se fala sério mesmo. Fique de joelhos e beije meus pés imediatamente – ordenou Mary a ela. Assustada, excitada e novamente ofegante, a amiga obedece e longamente beija os pés de Mary. Pronto. Ela conseguira o que tanto desejava e sonhava. Agora, Mary tem uma escrava.