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Moleques! I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante

Enquanto lutava sentia o prazer de estar nu diante das Senhoras, viril... se atracava com outro escravo como ele, que também sentia prazer em estar ali; mas enquanto se esquivava dos golpes, durante frações de segundo, via espocarem flashs de memória que o enchiam de tesão, embora não soubesse se eram suas próprias memórias ou implantes postiços de matrizes de libido, nunca tinha certeza...e o que deveria ser pura concentração na luta se transformava em gestos lascivos, cheios de um tesão agressivo, próprio de animais, de machos. Bem sem vergonhas. As imagens se sucediam velozmente, cada uma durando um micro instante, mas eram tão carregadas de significado, tão cheias de histórias por trás dos símbolos que carregavam... Veio-lhe a imagem da Doutora, uma belíssima Mulher, rosto sereno, com um sorriso sempre nos lábios, e uma segurança total sobre aquilo que queria. Uma cientista genial, premiada no mundo inteiro, Autora de descobertas em engenharia genética, modificação dos gens humanos em seres já adultos ou velhos, capaz de rejuvenescer os velhos e conservar nos jovens todo o seu vigor. Transformar os corpos, moldá-los a escolha do freguês... ...Se lembrou de ter pensado, quando A conheceu, algo como "e eu sou um cara tão comum, porque será que Ela se interessou logo por mim?" Sentiu, no momento que A viu, que se tratava de uma Mulher que dominava naturalmente as situações, não só pela inteligência, mas também pela presença, o olhar imponente, a força concentrada num queixo poderoso, mostrando Sua natural superioridade. O olhar, embora sereno, era glacial, imponente. Mesmo permanecendo de pé, se sentiu prostrado diante Dela, com a cabeça ligeiramente inclinada, olhando pro chão, e praqueles lindos pés dentro de sapatinhos fechados brancos, ligeiramente altos... Quando Ela solicitou que respondesse um questionário mais específico, comentou que já havia respondido a dois outros questionários diferentes em outras ocasiões; então Ela colocou as mãos na cintura, deu aquele sorriso e ordenou: - não discuta, responda as questões honestamente. E completou, estranhamente: - você vai gostar, viu? Seu pau respondeu a situação, ficou excitado, afinal se sentiu dominado, recebendo ordens. E a excitação aumentou mais ainda quando viu o teor do questionário, e notou que eram perguntas diretas sobre suas preferências sexuais. Pelas perguntas ficava claro que Ela já o conhecia muito bem, talvez pela analise dos outros questionários que já havia respondido... E ele se entregou, cheio de receios, mas se revelou, revelou detalhes de suas taras, as coisas que lhe davam tesão. Conversaram muito. Então Ela falou das lavagens cerebrais. Genética e psicologia aliadas para criar situações, enquanto o escravo está em processo de adestramento, de modo que se implante na mente dele novas matrizes de libido, para que sinta tesão exatamente naquilo que sua Dona queira que ele sinta. Também podem ter blocos de memória suprimidos, por exemplo, eliminava-se deles memórias de experiências inibidoras que tiveram em seu processo de crescimento, manipulando assim todos os seus limites, de acordo com o tesão de sua respectiva Dona. Por outro lado, as modificações genéticas em seu pênis faziam com que esse, além de aumentar muito de tamanho, tivesse um novo processo de irrigação sangüínea que causava ereções quase constantes, sem nenhum prejuízo para a saúde...Tudo isso aliado a rígida disciplina das Injeções Supressoras de Ejaculação faziam com que se sentisse o próprio falo ereto... E as assistentes da Doutora, as Senhoras Supervisoras, prosseguiram fazendo seu trabalho de adestramento e amestramento. O efeito de uma injeção durava dez dias, no mínimo. Isso significava que por mais que fizesse, por mais que tentasse, não importa o esforço empregado, ele não ejaculava de jeito nenhum. E olha que ele era mandado fazer muito, tentar muito, com toda sua força, todo dia, toda hora...E Elas davam injeções semanais, divididas em quatro aplicações, duas nas nádegas e duas nos braços, então nunca gozávamos, nós, os escravos que estavam sendo treinados para ser moleques de pancada, putinhos bem cadelas... ...A gente é mantido desde então sem sentir mais a ejaculação. Inventaram um aparelho de choques infernal, para ser introduzido profundamente no reto, que produz uma dor horrorosa, mas não causa nenhuma lesão permanente. Tem duas luzes: se estiver vermelho só produz dor, mas fica verde quando o terminal elétrico está sobre certas enervações que produzem descargas ejaculatórias. Só que estas descargas não são percebidas como orgasmo, não são nem percebidas, aliás. Simplesmente o cabra sente um choque no rabo, toma um susto, sente muita dor, e só fica sabendo se esporrou ou não quando sente o gosto da própria porra, que é obrigado a saborear devagar, ou pelas expressões de prazer da Dona, que se intensificavam quando ocorria a ejaculação... Sim, porque a gente era obrigado a fazer um monte de coisas, estávamos geneticamente adaptados a elas, agora. Por exemplo, comíamos apenas uma vez por dia, à noite, antes de dormir. De manhã defecávamos tudinho e ficávamos com o reto limpo o resto do dia. Podíamos tomar água a vontade, ou algum suco, ou um tanto de xixi fresquinho, depois que nossas Donas gozassem em nossas bocas e fizessem questão de dar aquela mijadinha ali mesmo. E nos sentíamos plenamente adaptados a isso, sentíamos um prazer enorme em sorver aquele xixi, sentindo o bem que aquilo nos fazia.... Uma típica seção de sexo tinha sempre duas Mulheres ou mais, e no mínimo dois machos pra cada Uma. Enquanto Elas se preparavam, bebericavam, conversavam, calmamente iam nos colocando em posição adequada, com as cordas... amarravam os pulsos, nas costas, e estes eram amarrados ao saco, que assim era puxado pra trás e pra cima, e esse conjunto impedia a saída de um consolo dos grandes enterrado bem fundo no rabo, causando incomodo e dor... e o saco, puxado pra cima pelo pulso, era atado aos tornozelos, que por sua vez o puxavam pra baixo, de forma que só conseguíamos ficar meio ajoelhados, sem poder nos sentar nos calcanhares nem ajoelhar direito... Logo, logo, Elas vinham com grossas correias de couro, com rebites metálicos, que aplicam com todo o vigor em cima da bunda nua, em cima do saco exposto, que é a única coisa garantida capaz de broxar o moleque completamente, pelo menos por um tempo. E Elas adoram bater ali, e o fazem sem se preocupar, pois sabem que somos geneticamente modificados, e nossos físicos foram adaptados especialmente para receber esses tipos de tortura, que agüentamos muito mais pancada que se pode imaginar, de modo que qualquer Sádica possa descer o braço sem ter nenhuma preocupação com as conseqüências para o escravo, sabem ele vai sobreviver, que possui uma capacidade espantosa de regeneração dos tecidos, pode ser espancado até ter a pele da bunda e das coxas completamente esfoladas na parte da manhã, que na parte da tarde está pronto pra outra, e de noite pra mais outra... Mas isso não significa que eles tem sua sensibilidade diminuída, pelo contrário, a sensação da dor se torna mais forte, o que faz com que seja recomendado que sejam amarrados quando vão ganhar surras mais pesadas, porque é impossível se conter; detalhe: todas as novas enervações espalhadas pelo corpo para captar toda dor das pancadas, vão transformando esta dor em energia sexual, aumentando ainda mais o tesão do pobre... E Elas prendem a coleira dos escravos em ganchos no teto, de forma que ficam assim meio enforcados, mãos amarradas pelos pulsos às costas ainda puxando pra trás e pra cima o saco, naquela incômoda posição, meio sentado sobre os calcanhares, meio ajoelhado, pronto para receber punição nas fuças, como Elas dizem. E batem pra valer, sentimos o peso das mãos das Senhoras estalando em ambas as faces, ou lados da fuça, porque temos fuça sim, já que adoramos ficar fuçando, lambendo e chupando como porcos...mas logo em seguida passam a utilizar instrumentos mais adequados, como luvas ou talas de couro... Nessa hora o moleque se sente meio enforcado, ao mesmo tempo que o saco dói de tantos safanões que é obrigado a dar, fora a chuva de batidas na cara, que deixam zonzo. Só não cai mesmo por causa da guia da coleira, que quase enforca... ...E durante todo o tempo somos obrigados a dizer um monte de coisas, a confessar um monte de coisas, a jurar umas tantas outras... ... até que a guia cede, liberada por Elas, e caímos no chão, um ao lado do outro diante daqueles adorados pezinhos; então agradecemos a punição merecida, e pedimos perdão, e beijamos os pés e lambemos as solas, os dois escravos que formam sua parelha, que servem juntos e tomam conta um do outro pra Dona deles. ...ai chega a vez dos chicotes e varas, a gente é amarrado de pé no centro da sala, com os braços e pernas abertos e presos ao teto e ao chão, deixando todo o corpo exposto aos caprichos do chicote, que risca a pele e tira sangue, frente, costas e lados. Nessa hora, se a Dona não quiser ouvir os gritos do moleque terá que amordaçá-lo adequadamente, porque ele não é capaz de se conter, os gritos saem involuntariamente... E estando ambos de pé, as chicotadas são dadas com todo o vigor, com os braços das Senhoras empunhando com a maior envergadura o chicote, sorriso nos lábios.... Algumas fazem pequenos implantes de matrizes libidinosas em Suas mentes, de modo que gozam enquanto batem e torturam , facin, facin... ... mas não é fácil para os moleques, pois enquanto apanham sentem todos os estímulos pra gozar, desde as pancadas até as palavras de suas Donas, que surram enquanto dizem: - Então, querem gozar? Querem MUITO gozar? Pois vocês podem gozar, tem permissão para isso! Então gozem! GOZEM! E eles tentam de verdade, fazem o máximo que podem, e pensam realmente que vão conseguir, acham que dessa vez alguma coisa vai mudar e enfim conseguirão, e sentem todo o corpo se mobilizar para o orgasmo e....ohwowowhhh...mas o orgasmo não vem! Não vem!... ...e continuam batendo, Seu tesão também foi modificado, só que, ao contrário dos machos, Sua capacidade orgástica foi enormemente aumentada, inclusive algumas Dommes quiseram ter algumas de Suas memórias inibitórias suprimidas, para que pudessem exercer Seu Sadismo plenamente sem sentir nenhum tipo de vacilo, como remorso, culpa, dúvida, ou qualquer sentimentalismo que pudesse nutrir por Seus moleques. Pois pra si mesmos e pra Elas, eles não passavam mesmo disso... ...então somos postos a chupar. Primeiro a vagina, um de cada vez, sob o comando Delas; afinal, elas dizem, eles não "quiseram" mesmo gozar! Tudo começava sempre beeemmm devagar, bem lentamente, e depois ia acelerando e terminava com a língua dura, fazendo as vezes do pau, enfiada lá dentro, enquanto a Domme esfregava seu sexo na nossa cara, e gozava.... e cada gozo Seu a gente quase morre de tesão; sente as contrações Dela e o cheiro do sexo Feminino, e de novo parece que nessa hora alguma coisa vai escapar de dentro do pau; a gente chega quase lá, mas o orgasmo não vem, ele simplesmente vira desejo eternamente insatisfeito, algo inalcançável, inatingível, mas imenso, alimentado pelo fato de estar sempre insaciado...então a gente desenvolve um prazer meio de eunuco, um prazer estranho, uma migalha de prazer, digna de nosso estado vil. ...se tudo correr bem, e encontrarmos nossa Dona bem disposta, podemos dar a sorte dela querer ser penetrada. Isso é muito raro, Elas não apreciam isso muito . Na verdade sentem um enorme prazer em estar Umas com as Outras. Tem bom gosto: preferem estar entre Elas Mesmas. Reservam o carinho para Suas Companheiras, e a dor para seus moleques. Quando querem ser penetradas, gostam de sentar de costas sobre o pau de um moleque, ele sentado e Ela sendo penetrada por trás, enquanto o outro chupa aquela vagina recheada, usando a língua de acordo com as ordens de Sua Dona, tomando na cara quando não faz direito. Elas gemem de tanto prazer, um orgasmo atrás do outro... As vezes Ela manda que troquem de posição; e como Sua Amiga está a seu lado, tendo seus próprios moleques fazendo o mesmo serviço lá embaixo, então se beijam lá em cima. E gozam, gozam, gozam, e a gente só morrendo de desejo, tendo espasmos secos, contrações inúteis, que embora não sejam completamente despidas de prazer, são incomparavelmente menores que um orgasmo verdadeiro... ... e chegava sempre a hora da carícia anal, da hora que podíamos saborear a jóia mais preciosa, mesmo sabendo o que isso significaria, mesmo sabendo do preço a pagar depois...Porque gozar desse jeito, com nossa língua em Seus anus, As deixavam nervosas, furiosas, e então partiam com tudo para o spanke; nos amarravam pelas quatro patas a cavaletes, deixando nossas coxas bem expostas e as bundas bem arrebitadas, oferecidas. Nessa hora a gente realmente sofre! Quanta dor e quanto tesão juntos! E aquelas bundas, todas machucadas por todos aqueles instrumentos de disciplina de moleques, os chicotes, as varas, a cane, as talas, as cintas, chinelas...tantas, que a visão do resultado delas todas nas bundas dos moleques causava nas Donas uma enorme vontade de fodê-las. Aí enfiavam grandes dildos, ou plugs, ou consolos, e encostavam Seus clitóris na base deles e gozavam enquanto empurravam aquilo tudo bem no fundo, arrombando e perfurando. Usavam um KY, é verdade, só que à base de cânfora, que arde muuuuiiiito! Quando se saciam, a gente com a bunda em petição de miséria, Elas nos soltam. Esta é a ocasião para demonstrarmos todo nosso amor, afeto e agradecimento a Elas; então As cobrimos de mimos, nos tornamos Seus criados, Seus garçons, mordomos, o que Elas quiserem... ... e Elas querem, Elas querem muito, Elas querem tudo... Então, pra se reanimarem, que tal um suquinho de carambolas? Ou fazer um xixizinho na goela de um dos dois safados? Ah, claro, vamos por eles pra lutar! ...e os dois animais lutam, tentam se derrubar, quedar ao chão, e imobilizar o outro, mas todos dois receberam os mesmos implantes de memórias de lutadores, de forma que são equivalentes, e a luta dura até que o mais exausto vacila, e cai sob o corpo do outro.... ... se um moleque tem raiva do outro? Claro que não! E pra mostrar isso são mandados se foder diante das Donas, depois da luta. Uma foda completa, com lambeção e tudo, um bem viadinho rebolando no kct do outro, sob o chicote Delas...Ver a gente se fodendo reacende Nelas todo o tesão: logo, logo, tudo recomeça, até que exaustas e saciadas, Elas vão dormir... ...enxotados, caímos num canto qualquer, agarramos um trapo, e tentamos dormir, com o pau pulsando, latejando entre as pernas, loucos pra recomeçar tudo no dia seguinte. Quem sabe amanhã conseguiremos gozar? Então sentiu o choque do murro no queixo. Vacilou, caiu...e enquanto estava caindo ouviu o outro dizer, baixinho..."Se fudeu. Vou te enrabar, putinha, na frente das Donas agora"... ... o que se seguiu depois seria muito constrangedor de contar, se ele já não tivesse perdido quase toda vergonha há muito tempo... pois logo que caiu sentiu o peso do corpo do outro moleque sobre seu peito. Estava completamente imobilizado, com ele sentado em seu tórax, prendendo seus braços, sua guarda totamente aberta. Assim que começou a socar sua cara, a Dona deu a contra ordem: - parem, cães! Chega! Quisera ter sido realmente nocauteado... Imediatamente o vencedor se levantou e automaticamente ele começou a chupá-lo, já sabia o que tinha que fazer... e fazer isso até que não era tão difícil, lamber aquele kct enorme, o saco inchado, cheio de esperma acumulado, e lamber também atrás do saco, depois lambidas profundas no rabo do outro... mesmo ouvindo as risadas de escárnio delas, mesmo ouvindo seu comentários sobre como ele era um perfeito viadinho, aquilo tudo ainda dava tesão. Mas quando chegou a vez de ser enrabado na frente Delas por um outro macho, ouvindo suas gargalhadas, juntou o restinho de vergonha que ainda restava e.... fechou os olhos, já que não poderia mais fechar seu cu....