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Dei Em Cima da Mulher Errada e Acabei Vendido à Minha Esposa I Concurso de Contos e Poesias BDS
Costumo viajar muito à trabalho, pois participo de feiras e eventos, e numa dessas viagens, de ônibus, fui acompanhado de uma morena muito bonita, corpo escultural, pele de seda, lindos e maravilhosos seios e uma bunda de matar de inveja qualquer travesti que se preze. Durante toda a viagem, para uma cidade não tão distante da minha, ela sempre me lançou olhares furtivos e
aparentou ter gostado de mim. Bem sempre fui fiel, mas desta vez fiquei extremamente balançado. Acontece que o evento iria durar uns dez dias e por
coincidência, ela se hospedou no mesmo hotel que eu. Comecei a fantasiar situações e me pequei tendo a fantasia de ter aquele monumento em minha cama. Como participávamos do mesmo evento, viajamos juntos e estávamos
hospedados no mesmo hotel, uma aproximação foi inevitável, e no segundo dia, acabei lhe confessando que estava tarado por ela (afinal, ela passou o tempo todo me provocando), ela por incrível que pareça (não sou tão belo assim)
confessou que a recíproca era verdadeira, mas que estava acostumada a esse tipo de assedio, onde uns homens casados (a aliança estava no meu dedo) não podiam ver um rabo de saia e logo caiam em cima. Não adiantou eu dizer que essa era a primeira vez que me propunha a trair minha esposa, e ela me pediu "garantias" de que eu realmente estava interessado nela e não num rabo de saia qualquer. Mas que tipo de garantias, perguntei, ela falou então que também tinha fantasias e uma delas era saber que um homem se guardava só para ela, como? Perguntei, ela falou que como esperava encontrar esse homem algum dia, sempre carregava o objeto de sua fantasia: um cinto de castidade masculino. Se eu topasse, deveria usar o mesmo por cinco dias e que depois
disso faríamos a festa. Como não adivinhei suas reais intenções e não vi mal nenhum em usar aquilo, já que passaria esse tempo trabalhando longe da minha esposa e meu interesse era por ela, topei.
Nos encaminhamos a sua suíte e lá fui obrigado a tirar as calças e cueca e ficar só de camisa, ato contínuo ela retirou duma gaveta o tal cinto que consistia de uma espécie de tubo de couro, com abertura nas extremidades e fivelas para prende-lo, seladas por um cadeado, ela simplesmente se aproximou, e lógico, eu estava armado, estendeu a mão pegou e começou a punheta-lo de forma muito gostoso, quando estava perto de gozar, ela ao invés de fazer um carinho torceu de certa forma que causou uma dor aguda e provocou a perda de ereção, quando tentei reclamar ela se adiantou e explicou que não poderia colocar o cinto com ele
naquele estado, mesmo assim pedi para ela terminar ao menos a punheta e fazer ao menos um carinho e ela me disse que a festa seria depois, e que precisava de mim com bastante tesão para que a prova tivesse sentido, ato contínuo, fechou o cadeado, já que enquanto conversava tinha colocado o cinto, pegou a chave e a prendeu a uma argola na parede, com um lacre daqueles, tipo fivela numeradas, dizendo que caso eu desistisse era só ir à parede quebrar o lacre e me apoderar da chave, ou então esperar os cinco dias e ter a melhor putaria da minha vida. Não é difícil adivinharem como passei esses cinco dias, entre trabalho, estadia no hotel, lindas garotas e a droga do cinto me impedindo de ter qualquer aproximação com outra garota senão com a morena.
Mas finalmente o sexto dia chegou, ou melhor, a sexta noite e quando depois de voltarmos do evento, tomar banho, é dava para me assear sem problemas, apesar da geringonça, jantar e etc, me dirigi ao seu quarto, louco por desfrutar daquela morena, ela abriu a porta com um dos sorrisos mais lindos que vi até hoje e estava vestida com pouquíssima roupa, o que me deixou mais agoniado ainda por me ver livre daquele corpo estranho, ela então me fez sentar numa cadeira defronte a cama, exigiu que lá sentasse e para sua garantia, me prendesse a uma espécie de corrente presa a parede, de modo que não poderia me aproximar da cama, assim o fiz e ela então me deu
um show de sensualidade, erotismo e exibicionismo corporal que jamais esquecerei, começando com um streptease e terminando por se acariciar intimamente, passando suas mãos por seu corpo e tendo um orgasmo na minha frente, eu que já estava explodindo de tesão acumulado, fui a loucura com aquela mulher me provocando e eu não podendo sequer lhe tocar ou me masturbar, por fim deitou-se na cama de pernas abertas para mim e mandou eu me deitar no chão e dormir, reclamei dizendo que não tinha sido esse o combinado, que eu precisava urgentemente ter uma ejaculação senão poderia morrer e ela insensível, me fez calar prometendo que se não procedesse conforme ordenava, iria dar um jeito de trazer visitas para que me vissem assim, nu, amarrado e com um cinto de castidade no cacete. E prometeu que ali não, mas amanhã iríamos a uma cidade próxima e lá sim, ela seria completamente minha, prometendo inclusive, me fazer uma surpresa. Analisei a situação e me calei, deitei no carpete e como não conseguia dormir, comecei a repassar os últimos dias: me entreguei a uma paixão por uma desconhecida,
permiti que ela me obstruísse o cacete, me humilhasse e por fim me amarasse, e agora estava ali, deitado num carpete, no chão, preso e entregue a uma sensação de incapacidade, atrelada a um tesão incontrolável e sem válvula de escape.
Bem acabei adormecendo e ao acordar, encontro minhas correntes soltas, sobre a cama, minhas roupas e ao invés da cueca, uma calcinha bem
feminina e um bilhete ordenando que as vestisse e descesse para tomar o café, pois ela já tinha providenciado pessoas para nos substituir em nossos estandes na feira,e que deveríamos ir para a outra cidade imediatamente de forma a termos o dia todo para nossa "festinha", sem alternativa, visto a calcinha no lugar da cueca, calças e camisas e desço, encontro-a tomando café no restaurante, a acompanho e então pergunto por que trocou minha roupa intima, faz parte da surpresa, foi sua resposta e caso não concordasse em viajar assim, tudo bem, pararíamos por ai mesmo, droga, meus testículos doíam de tanta vontade de comer aquela mulher, já tinha passado por tanta coisa e ela queria desistir assim, a não, terminamos nosso café, dirigimo-nos para a saída e pegamos um carro que ela tinha alugado. Porra como essa mulher pode ser tão metódica. Rumamos para uma cidadezinha próxima, nos dirigimos para um hotel vagabundo e fomos direto para um quarto do segundo andar, estranhei não termos pego chave ou pago nada na entrada, mas como ela era bem programada, pensei que já teria reservado o quarto e deixado instruções anteriormente.
Ao entrarmos no quarto sou conduzido até um cômodo separado e tenho o olhos vendados, escuto passos no quarto e recebo a ordem para retirar minhas roupas, mas não a venda, assim procedo e quando fico só de calcinha e cinto de castidade, ordena que pare, se aproxima, coloca minhas mãos para trás me algema, me amordaça de modo que não posso falar e me prende a cadeira, de modo que não posso levantar ou andar. Por fim retira a venda e para minha surpresa, percebo ter outra pessoa no quarto alem da morena, quando me
acostumo com a luz, reconheço a minha esposa me olhando furiosa, tento me mexer mas não consigo nem falar, então as duas passam a se falarem como se estivessem numa negociação comercial, falam de custos, despesas e lucro, por fim fecham o preço de minha pessoa em R$ 1.000,00. Minha esposa saca o talão de cheques preenche um e o entrega a morena, que lhe repassa às chaves das
algemas e do cinto. Ato contínuo, a morena lança-me um último olhar, cheio de desprezo e por fim vejo dos seus lábios um sorriso maroto e ela sai
balançando o cheque e avisa que foi um prazer fazer negocio comigo. Então, concentro as atenções na minha esposa, e a vejo lançando-me um olhar que nunca tinha visto antes, cheio de raiva, mas com um brilho estranho, e sinto medo. Então o senhor gosta de usar calcinhas? Ela me pergunta, percebo nessa hora que minha vida iria mudar, não sei como, mas percebi, deveria ter me avisado antes, pouparia o trabalho de lavar sua cuecas e teríamos compartilhado as minhas calcinhas, quem sabe até meus vestidos e saias, o senhor fazia isso toda vez que viajava ou foi só nessa? vamos, responda, há esqueci que esta ocupado chupando esse pequeno cacetinho, então vejamos, até uma semana atrás eu pensava que tinha um marido fiel e hoje percebo que na verdade, tenho uma esposa infiel, digo, tive de comprar, uma vadia, que se
deixa levar por qualquer promessa, então me diga, chegou a provar aquela buceta, lambeu, comeu, ou só olhou, ou nem seguer fez isso, apenas trocou
nosso casamento por promessas? Hã? Então percebi quanto canalha eu tinha sido e me senti extremamente culpado, ela percebendo isso atacou novamente, pois bem, já que tive de lhe comprar fique sabendo de duas coisas: primeiro, agora você me pertence, é, como um objeto e não como um companheiro, um marido, afinal você não se portou como um, segundo, adivinha quem vai cobrir o cheque, risos, risos que doeram na alma, e por fim o golpe de misericórdia. Decida, decida agora, o que vai ser: ou a separação, mas veja bem, a separação depois de lhe encontrarem neste quarto, amarrado, vestido assim e com um cacete na boca, ou a partir de agora, será meu escravo, para o que der e vier, fazer todas as minhas vontades e fantasias sexuais, participar de tudo o que eu quiser que participe e aceitar se tratado do jeito que eu quiser tratar, lógico, tudo entre nós, pois para os outros
continuamos a fingir que somos um casal decente, ou seja, um homem e uma mulher. Mas, não responda agora, pois vou lhe deixar um pouco só para que pense, mas fique sabendo de alguns planos que tenho para você, digo, para nós: como serei a senhora e dona, o dinheiro será controlado por mim, eu terei total liberdade para ir onde e quando quiser, me encontrar com quem e como quiser e arrumar de vez em quando um homem de verdade, afinal, preciso de uma pica de verdade às vezes, e para você, vou usa-lo como homem as
vezes, como mulher outra, já que gosta tanto de calcinhas, sabe o que isso significa, que vou transar com sua pica de vez em quando e que irei lhe
amarrar, humilhar e por que não, lhe estuprar quase sempre, você será cachorrinho, puta, viado, macho, e até corno manso, sempre que eu quiser, a
escolha é sua, volto logo, tchau.