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O Mais Sádico dos Mestres
Fui visitar um amigo no sábado, um cara legal, inteligente, bonito. Éramos apenas bons amigos, conversávamos vez ou outra ao telefone, coisas de trabalho. Mas eu já sentia-me atraída por sua voz e pelo seu jeitinho manso ao telefone, sentia que se eu desse uma "entrada" ele aproveitaria a deixa para tentar me levar pra cama.
Pois bem, marcamos, no dia combinado, ele me pegou em casa e fomos pra casa dele, eu já prevendo o que iria acontecer. Na verdade, eu estava louca pra me entregar pra ele, e ele sabia disso. Ele sabe o que fazer para agradar uma mulher. Começamos a beber umas cervejas, e de repente ele baixou minha blusa deixando meus seios à mostra, e começou a sugá-los intensamente. Minhas mãos passeavam em seus cabelos, puxando sua cabeça de encontro aos meus seios que estavam maiores por conta da excitação de vê-lo sugar-me. Então pedi que ele mordesse meus mamilos e sugasse como um bebê, e aquilo me fez ferver por dentro, fiquei toda molhada, querendo suas mãos em outro lugar.
Foi então que ele me debruçou em cima da mesa de jantar, e apartou minha bunda com muita vontade, eu empinadinha em cima da mesa, com a calça colada no corpo. Começou a me dar umas palmadas que doíam, mas eu estava gostando e pedia mais, entre algumas palmadas ele enfiava a cara no meio da minha bunda entre as minhas pernas e eu só queria que ele rasgasse a minha roupa e me possuísse ali mesmo. Continou naquela posição, puxando meus cabelos, ao mesmo tempo que esfregava seu sexo duro em minha bunda, e me beijava freneticamente. Eu já não aguentava mais. Paramos, bebemos mais um pouco, conversamos, fumamos uns cigarros. Foi então que ele mandou eu me vestir. Disse que ia ao banheiro e ordenou que quando ele saísse eu ja estivesse pronta. Entendi a mensagem de imediato, sabia que não poderia desobedecê-lo, pois naquela noite, ele seria meu Dono, Meu Mestre e Senhor, e me castigaria se assim eu não fizesse.
Quando voltou do banheiro eu estava adequadamente vestida. Luvas vermelhas de arrastão, um body também do mesmo tecido, que deixava minhas costas nuas, e todo transparente, se via meus seios e minha xaninha depilada, aliás, propositadamente. Então ele pegou uma cerveja, sentou no sofá da sala e me ordenou que fosse até ele de quatro, como uma cadelinha atendendo ao chamado do seu dono. Achei aquilo excitante, mas não estou acostumada a obedecer a ninguém, a acatar ordens, principalmente de homens. Abaixei e fui E como se não bastasse ele pedia pra eu empinar a bunda e rebolar.
Quando cheguei na sua frente mandou que eu abaixasse a cabeça e lambesse e beijasse seus pés. Obedeci, primeiro um, lambia e chupava seus dedos, depois o outro pé. Pedi água ou cerveja pois tinha sede, mas Meu Mestre era ruim, e não quis me dar. Continuou mandando eu beijar e chupar seus dedos dos pés, e enquanto eu fazia, me xicoteava na bunda e vez ou outro enfiava seus dedos em minha buceta para sentir se eu estava gostando. E eu estava, pois ficava cada vez mais molhada. Então ele me deu o que beber. Se ajoelhou atrás de mim, empurrou minha cabeça contra o chão, eu ainda de quatro, afastou a calcinha do body para o lado e me chupou inteirinha, com sua língua sedenta esfregava aquela boca na minha buceta e ia em direção ao meu cuzinho, lambia minha bucetinha e enfiava a lingua no meu cuzinho, enfiou três dedos para dentro de mim e me batia na cara com força me chamando de cadela, vadia, puta. Ordenou que eu repetisse quem mandava ali, e quem era meu senhor. Quase gozei ali naquela posição, de bunda pra cima, toda aberta, exposta para meu senhor. A bucetinha quente, rosada, inchada, molhada de prazer, escorrendo...
Continuou naquela posição, puxando meus cabelos, ao mesmo tempo que esfregava seu sexo duro em minha bunda, e me beijava freneticamente. Eu já não aguentava mais. Paramos, bebemos mais um pouco, fumamos uns cigarros. Então, antes que eu gozasse parou, e me deixou livre por alguns minutos para que eu me recuperasse. Sentamos, tomamos mais cervejas e nos beijamos muito Seu beijo é cheio de desejo, sua boca é macia, e a língua... nossa, posso fazer o que eu quiser com ela. Eu adoro beijar aquela boca e sugar aquela língua, me dá um tesão incrível. Sentei no seu colo, de frente para ele, deixando que seu pau escorregasse para dentro de mim. Me segurei em sua camiseta, puxei seus cabelos, e ele me batia na cara. Cada tapa virava meu rosto para o lado, sentia dor, mas era uma dor tão gostosa de sentir, que podia apanhar a noite inteira, ou dias, se ele quisesse. Então, mexendo, cavalgando em seu grande membro, gozei pela primeira vez naquela noite. De repente ele se levanta, me arrasta pela coleira me dando xicotadas até a cozinha... enfia seu pau quente e explodindo pela minha goela e me força a fazer um belo e gostoso boquete. Quase entram as bolas na minha boca. Ele ordena que eu faça olhando para os olhos dele. Olhos azuis, tão inebriantes. ele estava com a cara mais linda de cafajeste. De Senhor das torturas, sentindo prazer em me ter ali humilhada, chupando seu caralho. Então ele gozou....no chão da cozinha ! E esfregou minha cara no piso gelado para que lambesse toda a porra que tinha acabado de jorrar ali. Estava cremosa. Bem branca e com gosto forte. Mas o melhor gosto do mundo, pois é o Gosto do Meu Senhor. Aquele a quem eu obedeço. Me senti mais excitada ainda lambendo aquela porra e engolindo, na posição de cadela, bunda empinada, levando xicotada e meu Mestre olhando.
Sentia uma mistura de sensações indescritíveis. A sensação de ser dominada por ele é incrivel, pois ao mesmo tempo sinto dor e prazer. E a cara de satisfação de Meu Mestre me excitava mais ainda. Novamente nos sentamos, bebemos e fumamos. Mais uma vez ele me puxa pela coleira e me ordena que vá andando de quatro até o banheiro... Não tinha nem idéia o que ia acontecer, mas ele disse que ia ao banheiro mijar. Foi então que eu perguntei: "Vai mijar Mestre"? E ele diz: "Sim, em ti. Vou mijar em cima de ti, escrava!" O caminho até o banheiro é relativamente curto, então não consegui tempo de achar uma desculpa plausível para que aquilo não acontecesse. Porém, eu ainda tinha dúvidas e queria ver para crer. Fiquei apenas com a bunda para dentro do banheiro, pois era pequeno, mal cabíamos os dois. Ele entrou primeiro, e eu me posicionei de bundinha pra ele, com a cabeça para fora da porta. Apenas pedi para Meu Senhor não Urinar em meus cabelos. Então, naquela posição humilhante, fechei os olhos e não olhei pra cara de meu mestre, que com certeza estava com aquela cara de sádico, com os olhos vidrados e um sorriso sarcástico no canto dos lábios. Fiquei esperando o jato vir e nada. Esperei mais. de repente sinto uma "carícia" quentinha na pele.
Aquela noite não estava fazendo frio, porem não estava calor para se ficar nua por horas. Veio um jato no meio das minhas costas, meio enfraquecido e parou. Mais um também não tão potente e parou mais uma vez. Quando achei que tinha acabado, ele começou novamente. Desta vez eram litros de mijo em cima de mim, num jato forte, e ele mirava na minha bucetinha que estava bem a mostra, pois eu estava de quatro, com os joelhos bem junto ao corpo. Quando senti aquele jato quente ali, nela, e no cuzinho, achei que ia gozar novamente, e até senti vontade de fazer xixi junto. Mas não fiz. Não sei racionalizar o tempo que fiquei ali, sentindo aquele calorzinho gostoso pelo corpo, mas foi uma experiência sádica, louca e muito boa. Meu Senhor inundou a porta do banheiro que dá para o quarto de xixi... e depois , me fez chupar seu cacete sujo de urina. Depois que a cachoeira acabou, senti frio. Mas fui para o banho.
Tomei um banho quentinho e demorado, me lavei bem para o meu Mestre. Quando saí do banho, enrolada na toalha, ele já me esperava na cama. Eu tinha vontade de muito mais, meu desejo era insaciável. Queria mais e mais. Queria dor e prazer. Na cama, no meio de todos aqueles beijos, meu mestre me chupou mais uma vez até eu gozar de prazer. Me batia na cara muito forte, e enfiava seus dedos em mim, desta vez quatro. Doeu, mas gostei. Meu mestre queria colocar a mão toda ali dentro, eu estava com medo, e sabia que achava que não ia conseguir. Foi então que ele forçou. Doeu. Forçou mais um pouco, doeu muito. Parecia que estava me rasgando toda. Gritei desesperadamente, ele não parava de empurrar aquela mão para dentro de minha bucetinha. Ela queria mais. Mas doía muito. Ele olhava nos meus olhos enquanto empurrava e girava a mão toda dentro de mim. E aquilo me excitou ainda mais .Me ajeitei para poder enxergar, para poder ter certeza de que aquilo estava acontecendo e vi a mão de Meu Mestre enterrada dentro de mim. Nossa, foi desesperador e ao mesmo tempo maravilhoso. Gozei na mão de meu Senhor. Não bastasse isso, meu senhor disse que ia comer e currar meu rabinho, de todas as formas e posições que existiam. E eu estava empolgada, mas apreensiva, pois só sinto conforto em fazer esta prática saborosa, quando estou de bruços e consigo controlar a penetração e mexer a bundinha. Meu senhor me virou de bruços, lambuzou bem meu cuzinho de gel, enfiou um dedinho e brincou um pouquinho ali. Depois colocou seu cacete na minha bucetinha e brincou mais um pouquinho. Foi então que ele colocou devagarinho no meu rabinho, e eu fui empurrando minha bundinha até sentir que eu havia engolido seu pau. As bolas quase entraram junto. Comecei a rebolar enquanto ele me batia nas nádegas e me chamava de vadia, cadela, vagabunda. Ele batia pra valer, doía muito, e eu gritava cada vez mais. Meu clitóris roçava no lençol e me causava a sensação mais maravilhosa do mundo. Então ele pegou um "amigo" de silicone que compramos juntos, e enfiou na minha buceta, junto com seu pau no meu cuzinho e eu gozei mais uma vez loucamente, como uma cadela ensandecida.
Quase chorei de verdade, pois seus tapas doíam muito na minha bunda. Eu urrava de prazer! Mas meu mestre não havia gozado, então, resolvi sentar em cima dele, pois ele disse que queria ver eu sentada em seu pau. Queria dar este prazer ao meu Senhor, e sentei no seu pau, com minha bunda redonda e gostosa virada pra cara dele. Mexi algumas vezes, e meu senhor me fez parar, na hora em que mais eu estava gostando. Queria ser rasgada inteira, currada como ele me ameaçou diversas vezes. Então sai de cima dele, e começei a chupá-lo com intensidade. Sugava seu sexo, lambia, fazia movimentos circulares com a língua, engolia tudo, massageava, então meu mestre gemeu de prazer e relaxou, abriu suas pernas e me deixou lamber entre suas bolas e seu anus. Chupava e lambia, com muita vontade, cuspia em cima e lambia mais, voltava para seu pau e sugava , depois baixava de novo e foi então que desci minha boca e alcancei seu cu. Lambi tudo como se ele estivesse fazendo em mim. Enquanto o lambia esfregava minha buceta nos lençóis e me excitava mais. Chupei meus dedinhos e devagarinho enfiei meu dedinho naquele lugar, enquanto chupava suas bolas, engolia seu pau. Meu dedinho entrou todo e vendo que meu mestre havia apreciado e estava gemendo de prazer por ser estimulado nestes dois lugares ao mesmo tempo, resolvi colocar o segundo dedinho. Então meu mestre gemendo, (um gemido maravilhoso, seria capaz de gozar só de ver ele gozando na minha frente), gozou como um sádico, sem vergonha, e sua cara de prazer e alivio, transmitia toda felicidade daquela noite.