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TRRRIIIIIIIIIMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM... O despertador toca, mas apenas sofro um leve susto. Já estava acordada, na realidade, não consegui dormir. Hoje meu Dono e Senhor me prometeu um dia totalmente inusitado, um dia em que terei minha vida mudada pra sempre. Mas, não me disse o que seria. Apenas que eu deveria somente hoje, ao acordar, abrir a caixa que me entregou ontem. Mistério total, ele nada me disse, e estou nervosa com o que possa ser. Quanto sufoco passei, sem poder abrir a caixa. A curiosidade foi enorme, mas resisti, para não desobedecer ao meu Senhor. Levantei-me, tomei um banho morrendo de curiosidade, e rapidamente fui ao quarto abrir a caixa, para ver o que continha. Uma caixa toda preta, com um laço vermelho a adornando, bonita, uma dó ao desfazer o lindo laço que meu Senhor colocou, mas abri rápido, minha curiosidade não resistia mais. Ao abri-la, encontro uma carta sobre um lindo papel de seda que separava o envelope do interior. No envelope estava escrito ABRA ESTE ANTES DE VER O CONTEÚDO. Peguei o envelope e li o que estava escrito dentro. Dizia: HOJE SERÁ UM DIA MUITO IMPORTANTE PARA TI, E PARA TEU DONO. TU DEVERÁS VESTIR APENAS E TÃO SOMENTE O QUE CONTIVER NESTA CAIXA. ÀS 11 HORAS, PASSARÁ ALGUÉM PARA TE APANHAR E LEVAR-TE AO MEU ENCONTRO. NÃO FAÇA PERGUNTAS À PESSOA QUE TE APANHARÁS. ELA NÃO ESTÁ AUTORIZADA A TE CONTAR NADA. Ai, Dio mio. Isso me angustiou mais ainda. Um recado seco, lacônico, estou mais nervosa. Abro rapidamente o papel de seda, e encontro uma roupa preta. Ao retirá-la da caixa, vejo que é uma túnica, longa, muito bonita. O que será que meu Dono está querendo aprontar? Abaixo dela, vejo um lindo par de sandálias, salto alto, preta também. Ao lado dela, uma coleira de couro, grande, maior que a que possuo, com quatro argolas de metal brilhante, com um pequeno cartão anexado, que dizia: esta coleira será posta pela pessoa que te apanhará. Nossa... que será que ele deseja de mim? Visto a sandália para ver como fica. Cabe como uma luva, meu Dono e Senhor sempre sabe escolher o que serve muito bem em mim. Mas é altíssima. O salto fino, me deixa um pouco sem equilíbrio, mas alguns passos e consigo já controlar o ritmo, para manter a classe, mesmo nessa altura. A tentação de experimentar a coleira é grande, mas resisto, pois a ordem dele é de que outro iria colocá-la em meu pescoço. Olho no relógio, e vejo que são quase 11 horas. A pessoa deve estar já chegando. Apresso-me a tirar o que visto e colocar a sandália. A campainha toca, meu coração bate assustado, sinto aquele frio na barriga, que dá quando estamos sem noção do que irá ocorrer. Visto um roupão, pois estou nua, e corro até a porta. Abro a porta e respiro aliviada, pois ali está minha grande amiga, escrava de um outro Senhor. Convido-a a entrar, o que ela faz, trocamos beijos e pergunto como ela vai. Ela manda-me ficar calada, pois as ordens expressas são de que não podemos nos comunicar, além do necessário. Pede a coleira, que entrego a ela. Ela manda eu tirar o roupão, e me sinto constrangida, nua, ao lado dela. Mas ela aparentemente não demonstra nada. Pega a coleira e coloca em meu pescoço. Esta coleira é enorme, não permitindo que eu abaixe minha cabeça. Ela prende por baixo de meu queixo, pegando todo meu pescoço, mais apertada que a oficial que ganhei de meu Senhor. Visto então a túnica, que vai até os pés, tendo apenas um botão na altura do pescoço, o que a faz ficar aberta quase toda, mas cobrindo meu corpo. Vamos pro carro dela, e seguimos viagem. Ela pega uma estrada, um longo caminho, aumentado pela minha ansiedade. De repente, ela entra em uma pequena estrada de terra, o que faz o carro sacolejar, e vai adentrando cada vez mais, deixando longe o asfalto. Chegamos a uma fazenda, onde vejo alguns carros estacionados, o que me deixa ainda mais angustiada. A pergunta volta à minha mente, o que meu Dono planeja? Olho no relógio do carro e vejo que são quase três horas da tarde. É bem longe. Ela estaciona, descemos e ao invés de nos dirigirmos a casa, ela me leva até um local contíguo, uma casa menor, mas ao lado da grande. Ao entrar, deparo-me com três submissas, que conheço já. Trocamos beijos, abraços, quando entra um Senhor, que manda a elas seguir o procedimento combinado, e em absoluto silêncio. Elas retiram então, minha túnica, minhas sandálias, deixando apenas a coleira, e levam-me a outro aposento. Um banheiro, com uma enorme banheira, já com água, rescendendo a sais de banho, um cheiro delicioso. Percebo então que devo entrar nela e banhar-me, elas me deixando lá por quase uma hora, descansando nessa deliciosa tina cheia de água quentinha. A ansiedade aumenta, estou cada vez mais nervosa. Todas caladas, nuas, de coleira e sandálias altas também, saem e me deixam ali, sozinha. Aproveito esse tempo para verificar o aposento. Ele é iluminado por tochas, com fogo mesmo, deixando um ar bem medieval ao local, as paredes são de pedra, um local bem rústico. O fogo das tochas aquece o ambiente, aquele visual meio lúgubre, meio escuro, uma atmosfera aconchegante. O ardor das chamas, o calor da banheira, o silêncio do local, minha mente devaneia, sinto-me leve, sinto-me nas nuvens. De repente, uma sub entra e me desperta desse sonho encantador, dessa fuga deliciosa que vivi. Saio da banheira e dirijo-me ao aposento do lado novamente, onde nos penteamos, nos arrumamos, e onde estão penduradas as túnicas delas e a minha, mas diferentes. A minha é totalmente preta. A delas é de um tom vinho, muito lindo, com capuz. Elas dizem não saber o que vai acontecer, mas não acredito nelas. Estranho, pois elas sabem muito bem o que devem fazer e a que momento, pois estão bem cronometradas as ações delas. Ficamos ali em pé, esperando não sei o que. Todas vestidas iguais, apenas eu de preto. De repente, a porta se abre, e aquele mesmo Senhor traz um saco preto de tecido, aparentemente pesado. Ele entrega a uma das subs, a qual deposita o seu conteúdo em cima da mesa. São correntes, brilhantes, de elos ovalizados. Elas possuem nas duas pontas mosquetões também brilhantes. Essa sub separa as correntes, são quatro. Entrega uma para cada sub, as quais prendem as correntes em minha coleira e na delas. Uma na frente, uma atrás e uma em cada lado. As quatro se postam na posição definida pelas correntes, e recobrem suas cabeças com o capuz. Seguimos por um corredor enorme, que aparentemente liga uma casa à outra. Tochas ladeiam o caminho. Uma porta enorme, de madeira separa o corredor que estamos do local onde adentraremos. Meu coração dispara, não sei o que pode estar ocorrendo. A porta se abre, o som de uma música preenche o ambiente. Reconheço a música. Divano. Uma música que meu Senhor adora. Entramos, as quatro submissas me puxando, me levando, pelas correntes. Vejo vários Doms e Dommes todos de preto, alguns com suas submissas também de túnica vinho ajoelhadas a seu lado. As Dommes estão com seus submissos também ajoelhados a sua frente. Alegremente vejo meu Senhor no meio deles. Todo de preto também. Seja o que for que meu Senhor planejou, está maravilhoso. Uma atmosfera aconchegante também, tochas acesas iluminam todo o salão, os Doms e as Dommes em formação ladeando meu Senhor. As paredes de pedra, a música, complementam o visual, tornando aquilo um sonho. As quatro me levam até uma espécie de pilar de madeira, como um púlpito, com um livro de couro preto com meu nick e o nome de meu Senhor escritos em dourado na capa e quatro colunas de ferro ladeando o pilar, mantendo-o no centro. Elas retiram as correntes de minha coleira, permanecendo cada uma com a sua. Elas então se encaminham para a frente de seus Donos e postam-se de joelhos, como as outras já estavam, oferecendo a corrente para que seus Donos fiquem com elas em suas mãos. Meu Dono aproxima-se de mim, e pegando meu rosto, me dá um longo beijo. Minha curiosidade aumenta, minha ansiedade também, meu coração está disparado.Tremo dos pés a cabeça. Finalmente saberei o que está acontecendo. A música para. Os olhares de todos estão em mim. Meu Dono e Senhor finalmente me diz: - HOJE VOCÊ PASSARÁ PELO RITUAL DE ENTREGA DEFINITIVA A TEU DONO E SENHOR. HOJE TU TE DESPIRÁS DE TUA VIDA, DE TEUS DESEJOS, SEGUINDO APENAS O QUE EU DETERMINAR A TI. HOJE TU SERÁS LEVADA A POSIÇÃO DE ESCRAVA OFICIAL DO MEU REINO. Quase desmaio ao ouvir estas palavras de meu Senhor. Meu coração está batendo forte, estou suando de emoção. Ele abre o livro a minha frente e manda que eu leia o que está escrito. NESTA DATA EU ME DESPOJO DE MEU NOME, ASSUMINDO DEFINITIVAMENTE COMO MINHA DENOMINAÇÃO LIA-BW. NESTA DATA ME DESPOJO DE TODOS MEUS DESEJOS E VONTADES PARA CUMPRIR APENAS OS DESEJOS E VONTADES DE MEU SENHOR BW. NESTA DATA ME DESPOJO DE TODOS MEUS VÍCIOS MATERIAIS PARA TER APENAS UM VÍCIO, MEU SENHOR BW. NESTA DATA ME DESPOJO DE TODOS MEUS LIMITES, PARA TER COMO LIMITE O QUE MEU DONO E SENHOR BW DESEJAR ATINGIR. NESTA DATA ME DESPOJO DE TODO MEU CORPO ENTREGANDO-O A MEU DONO E SENHOR BW PARA QUE UTILIZE-O COMO BEM ENTENDER. NESTA DATA ME DESPOJO DE MINHA VIDA E ENTREGO-A ÀS MÃOS DE MEU DONO E SENHOR BW. NESTA DATA AFIRMO MINHA DEVOÇÃO E IDOLATRAÇÃO A MEU SENHOR E DONO BW. A cada leitura de cada frase, minhas pernas bamboleavam, lágrimas de felicidade escorriam de meu rosto, minha voz soava embargada, mas mantive-me firme, lendo todas as mudanças que ocorreriam em minha vida a partir desse instante. Li a última frase, a que não me permitiria mais voltar atrás, o que realmente não era meu desejo. COLOCAREI MINHA IMPRESSÃO DIGITAL A SANGUE DANDO COMO ACEITAS TODAS AS ASSERTIVAS LIDAS DO FUNDO DE MEU CORAÇÃO, PASSANDO A SER PARTE DE MEU SENHOR, MINHA VIDA SENDO SUA, MEU CORPO SENDO SEU, SENDO SUA ESCRAVA E SERVA. Ao terminar essa frase, meu Senhor aproxima-se de mim com um pano preto, o que me assusta. Ele pede minha mão direita, que entrego a ele. Coloca o pano preto sobre minha mão. Abrindo-o, vejo nele uma seringa com agulha, o que me arrepia imediatamente. Chama para perto de nós um submisso de uma Domme que sei que é médico, pedindo a ele que retire uma pequena quantidade de sangue do meu braço. Assim ele o faz. A dor da agulha foi pequena. O sangue retirado foi bem pouco. O submisso volta a ajoelhar-se perante sua Dona. Meu Senhor com a seringa na mão. Ele espalha o sangue no papel com as minhas novas orientações e, manda que eu coloque meu dedão direito sobre o sangue, formando minha impressão digital no papel, tornando-me definitivamente dele. Novamente, meu Senhor toma-me em seus braços, dando-me um longo beijo. Ele então se volta para seu posto, ao lado dos outros Doms e Dommes. Nesse instante, todos os submissos e submissas se levantam e deixam cair as túnicas. As moças todas nuas, os moços com tapa-sexo. Três submissos encaminham-se ao meu encontro. Um deles traz uma caixa. O que irá ocorrer agora? Meu corpo treme. Eles abaixam de cada pilar uma pequena barra de ferro. Abrem a caixa e retiram dela quatro metades de pulseiras de metal cromado, e as prendem na ponta de cada barra. Retiram o pilar, e colocam as barras uma em direção à outra. Retiram minha túnica deixando-me nua na frente de todos, apenas com a coleira de meu Senhor e as sandálias. Retiram da caixa uma algema de metal brilhante, a qual a colocam em meus pulsos, prendendo-os para trás de meu corpo. Um deles estica minha perna em direção às barras do lado direito, prendendo as pulseiras em meu tornozelo, travando-as com cadeados. Enquanto um me segura, os outros puxam minha outra perna, prendendo meus tornozelos nas outras barras, deixando-me extremamente aberta, até doendo. Fico numa posição onde me é impossível mexer as pernas, presas como por um X de metal. Eles baixam então do teto uma corrente, prendendo-a em minha algema, levantando meus braços, forçando-me a baixar ocorpo. Meus braços esticando-se pra cima, meu corpo descendo. A dor é grande. O medo de perder o equilíbrio me deixa até zonza. Mas até isso meu Senhor previu. Com quatro correntes prendem minha coleira aos pilares, impedindo meu corpo de se mover também. Os braços doem, as pernas abertas demais, também doem bastante. Mas resisto pelo meu Senhor, pois sei que isso é desejo dele. Os submissos voltam-se para seus lugares, e ao estarem em suas posições, todos os submissos e submissas presentes voltam a ajoelhar-se perante seus Senhores e Senhoras. Meu Dono aproxima-se e diz: - Na frente dos nobres Dominadores e Dominadoras aqui presentes, tu receberás agora a marca definitiva de teu Dono. Até hoje tu carregaste tua devoção a mim em uma gargantilha assemelhada a uma pequena coleira com duas letras penduradas. A partir deste momento, tu as continuarás carregando, mas desta vez, em teu corpo, cravadas indelevelmente em tua pele, como prova irrefutável de tua submissão a teu Mestre. Duas letras que mudarão significativamente tua vida. Quando fores à praia, à piscina, todos verão que existe alguém que zela por ti, alguém que cuida de ti, alguém a quem tu te dedicas, a quem tu adoras. Será a maior dor que já te infligi desde que és minha, mas saberás que o significado dessa dor transcende a qualquer outra que já recebeste das mãos deste teu feitor. A dor suprema de pertencer a meu reino. Ao aceitares receber minha marca, tu deixas teu Dono e Senhor extremamente feliz, demonstrando tua verdadeira submissão ao entregares teu corpo para ser marcado, após ter-me entregue tua alma, a qual já faz parte de mim. Enquanto lágrimas emocionadas escorriam pela face de lia, ao meu sinal, dois escravos abrem uma cortina vermelha que esconde num pequeno nicho na parede, um caldeirão com brasas incandescentes, e o ferro em seu interior que marcará a pele sedosa dessa minha escrava com as iniciais que a acompanharão pelo resto de sua vida. Isso me amedronta. Tento me mexer, escapulir. Meu Dono me dá um sonoro tapa em minha bunda. Doeu. Ele grita: - QUE SIGNIFICA ISSO? JÁ ESTÁS MUDANDO DE IDÉIA? JÁ ESTÁS DESISTINDO DE SERES MINHA? Chorando, digo a ele que não, que apenas estou com medo. Meu corpo é Seu, podes fazer o que quiseres com ele. Ele me mostra o ferro. Vermelho pelo calor. Suas iniciais ali estão, prestes a fazerem parte de meu corpo eternamente. Choro de emoção, choro pela dor que sentirei, choro pela felicidade de ter Ele como meu Dono e Senhor. Ele manda os dois submissos me segurarem. Sinto que o momento está muito próximo. Meus dentes se fecham, As mãos dos dois em meu corpo fazem pressentir que será agora. De repente, uma dor lancinante me atinge. Meu corpo se estremece todo, as mãos dos dois me seguram para evitar que me mexa estragando o efeito das letras de meu Senhor. Sinto um leve cheiro de queimado, minha pele queimada pela haste de metal ardente. Um grito meu ecoa pelo salão, lágrimas escorrem sem cessar. Um choro convulsivo toma conta de mim. Nesse momento os submissos me largam e voltam para seus lugares. Meu Senhor aproxima-se de mim, enxuga minhas lágrimas e abaixando-se, me dá um outro beijo. Convida aos Doms e Dommes para examinarem a marca que faz parte definitiva de meu corpo. Me sinto mal. Aquelas pessoas passando em minha volta, me olhando como um objeto, eu naquela posição totalmente imóvel, totalmente aberta, exposta. Fecho os olhos para não ver os olhares de todos, mas aceito calada pois sei que isso é desejo de meu Senhor. Percebo que a música que meu Dono adora ecoa pelo salão, vindo a saber depois que desde o momento que meu Senhor ia me marcar ela já estava tocando. Após minha exposição, meu Senhor me solta, manda que eu vista a túnica e diz a todos: - Iremos para um local onde todos nos divertiremos. Esta fazenda foi construída na época do império para servir como local de adestramento e também punição aos escravos. Os Senhores de Engenho traziam suas peças para cá onde eram treinados ou punidos. Temos vários aposentos, todos iguais, com vários tipos de equipamentos, muitos deles de ferro, da época, e muitos atuais. Na porta de cada um está uma etiqueta com o nome dos Senhores e das Senhoras, e dentro do quarto, os acessórios que trouxeram. Os escravos irão na frente e localizarão cada um o seu. Espero que todos nós passemos bons momentos com nossas propriedades. Uma bonita cena, os escravos, todos de túnica, e capuz, andando pelo corredor iluminado por tochas, procurando o nome de seus Donos e postando-se à porta aonde serão usados. Após todos estarem em posição, nos dirigimos ao encontro de nossos servos, a minha lia na porta do aposento a nós destinado. Ordeno que ela abra a porta para entramos e quando a fecha, um silêncio sepulcral toma conta do ambiente. O barulho de fora não se ouve mais, as paredes grossas, feitas de pedra, aliadas à pesada porta de madeira igualmente grossa, não deixam passar sons, o que garante total liberdade de ação a cada Senhor, pois ninguém escutará o que se passará nos aposentos. Quatro tochas iluminam toscamente o amplo ambiente, criando uma atmosfera adequada ao local. — lia, tire sua túnica e vire-se de costas para mim. Assim, ela o faz, a túnica deixando de vestir seu belo corpo, postando-se de costas para mim. Retiro a coleira que usou para sua apresentação e volto a por a coleira que ela está acostumada a usar, o que a deixa com o pescoço livre para se movimentar. Examino minha marca em sua nádega direita, que ficará linda ao cicatrizar completamente. Bruscamente lhe ordeno: — Dispa-me. Ela se vira e tira minha roupa. Após pendura-las na cadeira, mando-a ajoelhar-se a minha frente. Pego sua cabeça e a faço chupar meu pau que já está duro de tesão por minha escrava. Segurando-a pelos cabelos, a faço engolir, puxando-a, e voltando-a, não dando a ela praticamente tempo de respirar, deixando-me extremamente excitado. Após alguns momentos, puxando seus cabelos, forço-a a largar meu pau e levantando-a, faço ela ficar em pé a minha frente. — Abra suas pernas. - O que prontamente ela faz. Percebo sua excitação, o tesão dela florescendo no ambiente. Enfio meus dedos em sua buceta, molhada, deliciosa, ao mesmo tempo em que chupo seu mamilo direito, deixando-o duro em minha boca, mordendo, apertando com os lábios, mordiscando entre os dentes, enquanto a invado com meus dedos. Faço o mesmo com o outro biquinho... meus dedos brincando com seu grelinho... ela toda molhada... tiro meus dedos molhados com seu sumo, faço-a lambe-los, enfiando-os em sua boca, para que sinta seu próprio gosto, sinta o sabor de seu mel, para que os limpe. Pego a corrente com prendedores nas pontas, e a coloco em seus bicos durinhos de tesão, a pressão forte dos prendedores a fazendo gemer mansamente, o corpo dando um leve estremecer. — Tu agora segurarás teus tornozelos, deixando tua bunda virada pra teu Dono. Ela assim o faz, Começo a bater em sua bunda, evitando o local onde está minha marca, sentindo sua pele em minhas mãos. A cada pancada, ecoando fortemente, seu corpo balança e a faz gemer. Os tapas se sucedem, avermelhando sua bunda, o que a faz por a mão onde estou batendo, sendo repreendida por isso. Pego a palmatória de couro, e ao dar o primeiro golpe, ela grita e se levanta pondo a mão onde bati, pela enorme dor sentida. — Essa tua atitude me leva a agir mais drasticamente contigo. Levo-a então a um equipamento de ferro, onde prendo seus pés, que ficam distantes um do outro, deixando-a com as pernas abertas. Suas mãos são postas em duas espécies de algemas que ficam grudadas na frente desse equipamento, a deixando na mesma posição de antes, mas sem poder se mexer. Bato então novamente com a palmatória, seguidas vezes, aumentando a força a cada pancada, ela berra de dor, chora, mas nada pode fazer para evitar. Sua bunda vermelhando-se cada vez mais, e esquentando. Raspo minhas unhas o que a faz urrar de dor, deixando-me extremamente excitado. Agachando-me a sua frente, enxugo suas lágrimas com meus dedos, e dou-lhe um beijo gostoso, acalmando seu choro. Meus dedos invadem-na novamente, sinto sua buceta molhada pulsar ao toque, esfrego seu grelinho, ela geme, implora para deixa-la gozar, o que proíbo. Deixo-a ali naquela posição, enquanto acendo algumas velas e espalho pelo quarto. Após alguns minutos, solto suas mãos, deixando-a levantar o corpo. Mando-a abrir a boca, e coloco uma gag de argolas, a correia de couro saindo pelas laterais de sua boca, sendo presas por trás de sua cabeça, as argolas presas atrás de seus dentes, forçando sua boca a permanecer aberta. Dou-lhe um beijo, explorando sua boca aberta, suas mãos enlaçando meu corpo, um abraço apertado entre nós. Pego suas mãos, passo por trás de seu corpo, cada mão próxima do cotovelo oposto, e com parte de uma corda prendo seus braços, que ficam numa altura que é oposta aos seus seios. Ela geme. Puxo a corda por entre suas pernas enfiando-a por entre os lábios de sua buceta, e levo-a até a coleira, passando pelos aros, deixando a corda bem esticada, e voltando a prende-la nos seus braços, o que a deixa mais ou menos imóvel, pois se ela tentar se abaixar, a corda friccionará seu grelinho, o que poderá arder. Prendo uma correia na corrente que prende seus bicos, solto suas pernas, e a puxo pela correia, ela sendo obrigada a me acompanhar para não doer seus bicos. Mesmo assim, com o puxar, ela geme de dor, pois pelo tempo presos, estão bem doloridos. Carrego-a até um canto do quarto, pego os prendedores entre meus dedos e vejo os olhos dela se abrirem espantados ao sentir o que irei fazer. Ela balança a cabeça implorando para que eu não faça isso, mas não lhe dou ouvidos... puxando um dos pregadores, ela grita de dor, enquanto minha boca toma o lugar do prendedor, mordendo seu bico dolorido, o que a faz soltar lágrimas. Sadicamente, faço o mesmo no outro bico, mordendo-o enquanto brinco com meus dedos no outro. Os dois bicos doloridos em meu poder, enquanto minha escrava geme e chora de dor. Solto a corda aliviando a pressão em sua buceta, e a retiro mantendo seus braços presos. Nesse canto, o chão é poroso, cheio de grânulos, onde a mando ajoelhar-se. Assim que seus joelhos tocam o chão, ela reclama, mas mando-a ficar quieta e baixar sua cabeça, o que ela não consegue, pois seus braços para trás a impedem, com medo de cair. Duas pulseiras de ferro estão fixas ao chão para prender seus tornozelos, de forma a impedir que ela movimente suas pernas. Abaixo sua cabeça e seu corpo, prendendo sua coleira em uma argola no chão, o que a deixa novamente em posição aberta para mim. Sua buceta novamente é minha, enfio meus dedos nela, esfregando, invadindo-a, meus dedos molhados pelo seu sumo, pelo prazer que ela sente em servir ao seu Senhor. Seu choro provocado pela dor nos joelhos soa como música aos meus ouvidos. Uma pedra de gelo em minhas mãos repousa em suas costas, deixo-a derreter um pouco, e essas gotas geladas escorrem pelo seu rego, em direção a sua buceta, o calor de seu corpo contrastando com o frio da água escorrendo. Desço a pedra pelo rego, enfiando-a em seu cuzinho, ela retesando seu corpo ao sentir a pedra invadi-la. Outra pedra percorre o mesmo caminho, mas passa direto em direção a sua buceta, esfrego-a no seu grelinho, o gelo deixando-o mais duro ainda, ela gemendo, pela dor e pelo prazer que está sentindo em servir a seu Dono, o gelo encontra seu destino, dentro de minha escrava, mas, ao soltar a pedra dentro dela, ela escapa, saindo e caindo ao chão. Pego duas outras pedras e enfio novamente, e seguro elas dentro enfiando meus dedos junto, mexendo, rolando as pedras de gelo em seu interior, sua bunda acompanhando o movimento que faço, sua vontade de gozar aumentando, os gemidos altos, meus dedos a explorando, o calor de seu corpo derrete rapidamente as pedras, a água escorrendo pelos meus dedos, descendo pelo seu corpo. Outras duas pedras enfio, e junto, desta vez, coloco meu pau, que adentra esse nicho de amor, sentindo o calor e o frio que dividem o espaço, meu pau entrando e saindo da buceta de minha sub, aumentando o ritmo, seu corpo acompanhando, o frio dando espaço cada vez maior ao calor, a quentura do prazer que dela emana. Antes que minha sub goze, retiro meu pau de dentro dela, deixando-a ali, sofrendo um pouco mais a dor em seus joelhos. Sento um pouco para que eu mesmo possa me recompor, admirando minha propriedade ali prostrada ao chão. Após alguns momentos, solto-a desse martírio que a fiz passar. Retiro sua gag, o que a faz respirar aliviada, e nesse momento me pede um beijo, implora para que eu a permita gozar, pois não agüenta mais. Não a beijo, nem permito o gozo, apenas permito que ela sente-se ao chão e repouse sua cabeça em meu colo, enquanto sentado na cama ao lado. Ela pede pra que eu solte seus braços, adormecidos pela posição. Atendo esse seu desejo. Enquanto ela está ali sentada, mando-a chupar e limpar meu pau de seu sumo, o que ela faz me deixando extasiado. Antes que eu goze, mando-a parar. Levanto e mando que ela me acompanhe até um acessório. Ela se ajoelha, coloca seus pés num semicírculo, que é fechado por uma outra madeira, prensando seus tornozelos, praticamente como se fosse feito sob medida. Prendeu certinho, seus tornozelos imóveis. Coloco pulseiras de couro em seus pulsos, prendendo-as numa corrente que desce do teto, levantando seus braços de forma que seu corpo não possa descer. Para testar se está bem presa, faço cócegas em seus pés, o que a faz implorar para que eu pare, pois ela não resiste a isso. Aumento as cócegas, seu corpo balançando, ela quase chorando, pedindo, implorando, dizendo que fará qualquer coisa para que eu pare. Paro e pegando minha pequena chibata, começo a bater em suas solas. No começo ela pouco sente, mas a medida que as pancadas vão se sucedendo, começa a doer incrivelmente. Após deixa-las avermelhadas, troco por uma cane. Uma pancada apenas em seus pés bastou para ela gritar muito pela dor sentida, já que eles já estavam castigados pela chibata. Troco então seus pés pela sua bunda. A cada pancada que dou, um grito cada vez maior ecoa pelo aposento, as marcas aparecendo em sua bunda lisa, minha mão passando por elas, a fazendo gemer, minhas mãos escorregando pelas marcas e passando até a buceta molhada, sempre em meus dedos, deixando-a sempre atiçada. Enquanto a invado, beijo-a, seu grelinho em meus dedos, sua boca em minha boca, minha outra mão arranhando suas marcas na bunda. Largando-a, esfrego meu pau em sua buceta, ela gemendo, louca para gozar. Subo com ele apertando-o contra seu grelo, passando pelo seu corpo, esfregando-o em seus bicos, um por vez, girando-o nos seus peitos, até chegar a sua boca, dando a ela o prazer de poder mais uma vez chupar o pau de seu Mestre, banhado pelo seu próprio mel. Saio de perto dela e pego uma venda, colocando em seus olhos. Volto a me sentar e fico ali admirando minha presa em sua posição desconfortável. Silenciosamente aproximo-me dela e com a cane na mão, passo-a com força perto dela, o barulho do ar a apavorando, pois ela, vendada, não pode saber o que farei. Mas, isso apenas para assusta-la. Libero-a do aparelho, ela ficando em pé ainda presa pelos pulsos. Coloco mais duas pulseiras, desta vez em seus tornozelos. Solto a corrente e a trago até a cama. Jogo-a em cima da cama, ela caindo, assustada, sem ver. Mando-a ficar de barriga para baixo, colocando meu pau em sua boca, mandando-a chupar. Enquanto ela chupa, dou-lhe uma chicotada em sua bunda, o que a faz gritar, mas como meu pau está em sua boca, ela consegue apenas murmurar um grito, empurro sua cabeça para que continue chupando, enquanto dou-lhe nova chicotada. Novo murmúrio acompanhado de um soluçar choroso, ela tira a boca soltando meu pau e gritando de dor, mas puxo seus cabelos empurrando-a novamente para que o ponha novamente em sua boca. Desta vez, seguro sua cabeça e dou-lhe três chicotadas seguidas, seu grito abafado pelo meu pau em sua boca, sinto seu choro pela dor que lhe causo. Faço ela chupar mais um pouco, desta vez sem lhe fazer nada, apenas sentindo o prazer que ela está me proporcionando. Antes que eu goze, puxo seus cabelos, tirando meu pau de sua boca. E como presente, dou-lhe mais duas fortes chicotadas, desta vez seu grito solto é ouvido bem alto. Giro-a na cama. Prendo seus pulsos nas beiradas, esticando seus braços. Pequenas correntes prendem seus tornozelos no mesmo local onde estão presos seus pulsos, deixando-a com as pernas abertas e para trás. Novamente, ela está ali, aberta e exposta para mim. Sua buceta pulsa ao toque, meus dedos experimentam novamente esse pequeno nicho de amor. Minha chibatinha novamente vem trabalhar, batendo em seu grelinho, batendo em seus lábios, ela emitindo gritos de dor a cada leve pancada que dou. Substituo a chibata novamente pelos meus dedos, esfregando, penetrando, molhando-os com o sumo, e levando até sua boca para que ela o prove novamente. Enquanto ela suga meus dedos, meu pau entra em sua buceta, ela geme, ela implora, pede para que eu a deixe gozar, o que acabo por permitir. Meu pau entrando e saindo, corpo com corpo, o roçar de nossos corpos aumentando o prazer, o pau penetrando fundo em seu corpo, os movimentos sincronizados, como uma sinfonia invisível, o calor aumentando, os corpos sacudindo, ela goza, seu corpo estremece, ela geme, grita, o gozo explodindo numa fúria incontrolável, um frenesi de amor toma conta de seu corpo submisso, um gozo conjunto, a submissa de alma e o Dono de sua alma. Solto seus braços e pernas, e permito que ela se deite agarrada a mim, o que ela faz, muito contente. BLACK WOLF - JUNHO/2003