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Maldito Passeio

Era uma bela manhã de sábado. Meu dono tinha sido muito bom comigo, havia me deixado ir a um passeio de barco (escuna), tratava - se de uma despedida, da minha turma do curso. Meu dono era compreensivo comigo, sabia que eu era uma cadelinha muito nova, com 18 aninhos, e por isso me fazia algumas concessões. Não sabia se ficava feliz ou triste. Feliz por ter um dono tão generoso. Ou triste, pois na verdade queria que ele não permitisse, e que me quisesse só para ele. Enfim, às 8 horas da manhã saímos em direção às ilhas, todos super felizes, comemorando, saudosos, querendo aproveitar ao máximo aquele momento. Foi quando às 10 horas e trinta minutos meu celular tocou, era o meu dono, me ofendia com todos os nomes possíveis. Por fim me disse que quando voltasse teria o pior castigo que pudesse imaginar. Fiquei aturdida, não entendia nada, a minha única reação foi chorar, as lágrimas caiam de meu rosto sem parar só de imaginar o que me aconteceria quando chegasse, e sem nem saber o porquê exato. Resignaria-me e receberia, seja qual fosse minha punição, afinal ele era meu dono, eu não deveria questionar, apenas aceitar. O passeio tornou – se uma agonia, as horas não passavam, e minha aflição só aumentava. Por fim, às 16 horas e trinta minutos, chegamos ao píer, e fui imediatamente para casa, cansada e muito exausta. Às 17 horas em ponto meu dono me ligou, ordenando que estivesse pronta em uma hora, pois passaria para me pegar. Deitei - me por quinze minutos, apenas para descansar um pouco, sabia que jamais poderia me atrasar, pois seria castigada. Meu dono odiava atrasos, e eu já havia sentido isto na pele uma vez. Levantei - me e me aprontei, sabia que deveria estar sem calcinha e com os cabelos soltos, vesti um belo vestido de tecido leve, e fiquei a espera. Às 18 horas em ponto ele chegou, e saímos. Ele não deu nenhuma palavra, eu soluçava por dentro já com o choro preso, em ver a expressão de descaso e nojo de meu dono, e por saber que o havia desagradado. Chegamos a casa dele, meu cansaço era visível, e enfim, assim que passei pela porta meu dono agarrou - me pelos cabelos, e perguntou: - Cansada cadela barata, ficou o dia todo com um monte de macho não foi? Pois hoje você vai sentir minha verdadeira fúria na sua carne. Meu corpo estremeceu, nunca o vi assim, ele era sempre tão paciente, dizia que era compreensivo, e que me ensinaria a ser uma cadelinha obediente, mas aquele dia parecia possuído. Após falar isto, senti meu rosto estalar e arder, com uma fortíssima bofetada, cai no chão, quase que desfalecida, ele me ordenou que lambesse seus pés, e faço resignada Ele levanta - me puxando pelos cabelos, e me fez vestir uma lingerie branca, calcinha fio dental, delicada, corpete, e meias brancas 7/8. Não entendi aquilo, meu dono tinha fascinação pela cor preta. Aquele dia definitivamente seria diferente. Levou-me até a cama, onde me colocou de quatro, eu nem ousava erguer a cabeça, e mesmo assim recebia bofetadas a cada minuto. Senti cordas pelos meus joelhos, e percebi que meu dono, prendia meus joelhos no lastro da cama, com muita força sem nenhuma pena. Depois tive as mãos algemadas, fiquei em uma posição com minhas pernas completamente abertas, boceta e cu completamente expostos. Ele sentou-se e ficou a me observar. Depois de alguns minutos levantou- se, nem o vi, apenas senti de súbito minha bocetinha queimando, com a cera da vela, nunca tinha sentido tamanha dor, queimava de um jeito, era terrível, era a primeira vez , que sentia que naquela noite não sentiria nenhum prazer.E as coisas só pioraram, meu dono enfiou os cinco dedos da mão, em meu apertado cuzinho forçando sem parar, até que depois do que pareceram séculos, conseguio entrar, me rasgando, sem nenhuma piedade. E então pronunciou novas palavras, me esbofeteando com uma das mãos: - Sabe por que branca cadela? - Não senhor. - Por que hoje, quero ver o branco se tornar vermelho com o seu sangue! E foi o que aconteceu meu senhor rasgou o meu cuzinho, e minha calcinha fio dental, com detalhes rosados, estava suja com o sangue do meu cuzinho, toda avermelhada como ele queria. Não se contentou e imediatamente começou a me chicotear. Com os joelhos presos, que já doíam muito,eu não conseguia nem me mexer, e sabia que não devia. Uma, duas, dez, centenas, sem parar, e minha carne estava totalmente cortada, bunda, coxas, tudo. E então meu dono perguntou: - Está gostando cadela? Hoje você vai aprender a ser uma cadela de verdade, chega de paciência. A esta altura apertava meus seios, colocou presihas, apertavam muito, mais mesmo assim não parou de apertar incessantemente, doía muito, em pouco tempo quase nem sentia meus seios, foi quando meu dono quebrou uma taça. Aquele barulho do vidro se partindo queimou em meus ouvidos, e o medo gelou todo o meu corpo. Ele veio até mim e passou um pedaço da taça quebrada pelo meu seio esquerdo bem devagar, para que sentisse minha carne sendo cortada, o corpete que era braço logo estava manchado com o meu sangue, e ele falou: - Peça clemência cadela. E eu pedi por várias vezes, e também desculpas, a cada pedido, ele com a outra mão apertava cada vez mais meu outro seio. A posição, os joelhos meu cuzinho, meu seio, era um misto de dor absurda, queria não mais sentir meu corpo, queria sentir um afago, e as lágrimas não paravam de cair. Até que senti meu dono mudar de lugar vagarosamente, abriu a calça, e coloco seu membro rígido e duro para fora, até que disse: - Chupa cadela. Chupei, sem parar, incessantemente, chupava, lambia, mamava naquele pau tão gostoso, e tão rijo na minha boca, engolia até chegar ao talo,engasgava, chupava as bolas, queria agradar meu dono, precisava me redimir. Foi quando ele saiu, e foi ate minhas costas, onde eu de pernas abertas estava indefesa, foi quando sentir no meu arrombado cuzinho, aquele pau grosso e rígido, entrando de uma única vez, sem dó nem piedade. A esta altura minha respiração ofegava, de forma que a respiração estava quase impossível. E ele fodia, fodia sem parar, o meu cuzinho arrombado, bombava sem parar, entrando e saindo de mim, me dava tapas, na bunda já toda cortada e dolorida, se eu me atrevia a respirar mais fundo e fazia barulho, ou os soluços do choro saiam mais altos, ou gemia de dor, recebia bofetadas, e beliscões, cada vez mais fortes, como nunca antes havia sentido. A mão de meu dono naquele dia estava pesada, com o peso da ira, e a culpa era minha. Após uma eternidade, meu dono tira seu pau do meu arrombado cuzinho, e se dirige a mim, sei que ele quer gozar na cara da sua puta, abro minha boca, e coloco minha língua para fora, a espera daquele leite maravilhoso, que tanto gosto. Sinto o jato, quente e grosso do leitinho do meu dono chegar a minha boca, resignada, engulo tudo, sacio minha cede com aquela delicia, depois limpo todo o pau dono com minha língua, não devo deixar nenhuma gota de sua gala. Ele veste sua linda cueca box, adoro quando ele veste estas cuecas, fica super gostoso e sensual. Senta – se e fica a me observar, naquela posição, humilhada, vadia, cadela, escrava que sou. E diz: - Minha cadelinha hoje me deixou muito insatisfeito, não se portou direito, e por isso vai permanecer no castigo, ficará assim até amanhã, e pensarei se ainda merece minha coleira, vadia! Sei que meu dono sente algo por mim, naquele dia tive certeza dos seus ciúmes, e apesar de toda a dor, de não ter gozado (pois sabia que não tinha este direito), me sentia feliz, pois senti que meu dono, se importava comigo, sentia minha falta. Nunca mais farei isto, nunca mais me portarei desta maneira, serei somente sua jamais quero novamente deixar meu dono irritado comigo, espero que ainda seja digna da sua coleira.