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Vadiazinha

Ele ainda me penetrava quando a imagem de Sophie se formou diante dos meus olhos. Sophie me amava assim como ele, mas a possuía uma doçura infinita, era carente como eu, tínhamos muito em comum. Deixava-me louca quando se estirava sobre o meu corpo e sugava meus seios, perdi a conta de quantas madrugadas Sophie esteve em mim. Nos piores dias ela vinha para o meu quarto, deitava ao meu lado e se aninhava, eu temia as irmãs, o silêncio dos corredores da escola, os olhos furtivos, os castigos, mas entregava meu corpo para que ela se saciasse. Sophie podia tudo. Por muitas noites ela engoliu meus gemidos, suas mãos estavam em mim e nela, muitas vezes, deixei o meu gosto. Mas quem estava comigo, agora, era ele, o meu dono, aquele que me tirou da clausura da escola para me botar numa outra cela, ele tinha a minha posse definitiva. Eu não queria mais ser só a menina, queria ser tratada como adulta, ser simplesmente dele, ser a mulher da vida dele. Nos seus braços eu seria a putinha carente, a cadelinha abandonada, a menina devassa que ele acolhia e fazia tremer sob o corpo esguio. A boca deslizou pelos meus seios, pelo pescoço, mordeu os bicos e me fez ferver, mantive o membro dele entre as minhas coxas, estava quente e pulsava, gemi loucamente e fiz com que gozasse nas minhas pernas. Fui virada de bruços, ele mandou que eu empinasse as nádegas, me tomava por trás, apertava a minha cintura enterrando o pênis duríssimo na minha vagina, no ânus. Assim, ele me penetrava de todas as formas, tive um violento orgasmo e tombei. Ele me carregou para a cadeira que havia no quarto, acionou um mecanismo e a cadeira deitou se transformando quase numa cama. Aos poucos foi me tocando, massageando meus seios, minhas coxas, escancarou minhas pernas e botou meus pés sobre braços da poltrona. Fiquei aberta diante dos olhos dele. Tive a vagina completamente exposta, o clitóris estava saliente, comecei a respirar com dificuldade, meu corpo todo se contorcia, sentia meu ânus pulsar. Ele foi até o armário e voltou com um objeto elétrico de uns 10 centímetros, lembrava um pequeno falo, era rosado e tinha saliências. Notei que o senhor estava muito excitado, completamente teso, mas ele mostrava tranqüilidade nos gestos, era extremamente viril para um homem da faixa de 50 anos. De pé na minha frente, acariciou a minha vagina, abriu-me com os polegares, fez meu clitóris saltar. Só Sophie havia me tocado assim, mas era uma forma de afeto diferente, ela me tocava com extrema ternura, havia tanta sensibilidade nos seus toques que eu geralmente chorava quando submetida às caricias dela, ela alcançava a minha alma. Sem tirar os olhos dos meus, ele me abriu com os dedos, examinou cada reentrância da minha vulva, ora tocava o clitóris, ora massageava minhas nádegas, acariciava o meu apertado ânus fazendo com que me agarrasse na cadeira. Comecei a gemer de novo, a me retesar, meus seios formigavam, a umidade brotava da vagina. O pequeno pênis de vinil foi introduzido levemente na minha vulva, urrei e fechei as pernas, minha vagina pulsava, sem conseguir me conter, arqueei as pernas, ele me beijou, sussurrou junto à minha boca, mandou que eu obedecesse e mantivesse as pernas bem afastadas. Eu queria que ele me apertasse em seus braços e não me soltasse mais. Quando parei de me contorcer, ele ligou o fio na tomada e o objeto começou a vibrar nos bicos dos meus seios, tive outro espasmo e meu corpo arqueou novamente, ele testava meus nervos, minhas sensibilidades. A boca morna ficou sobre a minha, sugou minha língua e foi descendo até a minha barriga. Eu não estava agüentando mais, ele levantou as minhas nádegas e introduziu, de leve, o objeto no meu ânus, perdi a conta dos orgasmos que tive, o meu corpo todo se agitava. Com movimentos lentos e circulares, ele introduzia e tirava o pequeno falo, a língua explorava o meu clitóris, sugava, mordicava com avidez, senti a umidade brotando de mim e gozei fortemente na sua boca. Sem tirar a boca da minha vagina, ele manteve o vibrador entre os pequenos lábios, era como se quisesse me enlouquecer, o meu corpo todo formigava e quase perdi os sentidos. Ficou me tocando com o objeto por muito tempo, meu corpo doía, eu queria que ele viesse logo e me penetrasse até o fundo, que me fizesse gritar, desejava mais, queria tê-lo dentro de mim, me usando como uma vadia, mas ele só me beijou e saiu. As imagens se embaralhavam na minha mente, senti-me tremendamente só, achei que ele nunca mais iria voltar. Fui para a banheira, pensei na escola e no dia da partida, chorei até cansar. A irmã Regina acompanhou-me até a porta, Sophie estava ao meu lado, segurava a minha mão e estava muito triste. Meu tio estava junto ao carro e acomodava a pequena bagagem no porta-malas, ele veio juntar-se a nós, passou a mão pelo meu cabelo e me abraçou ternamente, Sophie fuzilou-me com os olhos, achei engraçada a atitude dela. Eu ia ter saudade da escola, das meninas, das artes que fazíamos juntas, dos perigos que corríamos longe dos olhares das freiras. A irmã Regina me abraçou e me fez prometer que eu voltaria sempre, que pudesse, para ajudá-la com as meninas menores. Sophie secou meus olhos e me beijou calidamente, ao faze-lo, quase tocou minha boca, ficamos abraçadas por algum tempo, pobres meninas carentes. A vida estava mudando, fiquei triste ao pensar como íamos viver separadas, estávamos juntas desde a infância, fomos deixadas na escola por puro comodismo de nossos pais, viagens e vida social, para eles, eram mais importantes do que criar filhas, dar afeto, oferecer um lar. Meus pais se separam 5 anos depois que nasci, minha mãe é jornalista e me vê uma vez por ano, meu pai casou de novo, é sociólogo e pesquisador, vive no nordeste junto a comunidades muito pobres. Eu e Sophie tivemos quase que o mesmo destino: nascemos e fomos doadas como objetos. Entrei no carro, mas nem olhei para trás, meu tio passava a mão no meu rosto, afagava minha cabeça, dizia coisas para me animar, ele tentava me deixar feliz. Na estrada, paramos num mirante com vista para o mar, estava calor e eu tinha sede. Antes de descermos ele puxou o meu corpo para o dele e me beijou, eu já esperava por isto, desejava. Com uma das mãos abriu a minha blusa, acariciou meus seios e arredou a minha calcinha, permiti. Eu o amava mais que a meu pai, ele sempre esteve presente nas minhas carências, era ele quem me dava colo, me acariciava, eu me sentia segura assim. Gostei da nova casa, tinha estilo mediterrâneo, era branca, tinha linhas simples e o terraço estava virado para a baía, o meu quarto era lindo e os meus brinquedos mais queridos estavam dentro de um armário, ele guardou de lembrança. No fundo do corredor estava o quadro da mulher, estranha a sensação que eu tinha, ela se parecia comigo, estava nua, sentada de lado sobre um tamborete, sobre o ombro pendia uma mecha de cabelos muito claros, tinha um corpo delicado, era de estatura pequena, o nariz denunciava uma descendência israelita, os pés eram pequenos e junto ao tornozelo havia uma pequena tatuagem com a letra C. Voltei à realidade e fui direto para cama, estava sem fome, ele não estava em casa, me deixou sozinha, a empregada desapareceu. Pela madrugada vi que a cama dele estava vazia, deitei ali e dormi profundamente abraçada no travesseiro dele. Acordei com o meu cabelo sendo afagado. Havia uma bandeja com café, suco e uma maçã, eu já estava bem, minha zanga havia passado, não perguntei porque ele me deixou sozinha com a empregada. Ele deitou ao meu lado e ficou me beijando, conversamos longamente e descobri que já estava inscrita num curso pré-vestibular, gostei da idéia, pretendia fazer Artes Plásticas. O dia estava claro, íamos à praia e havia um passeio de escuna com almoço na ilha, tudo que eu gosto. Ele foi até o banheiro, encheu a banheira e me chamou, saltei para dentro d’água, fiquei montada sobre ele, enlaçada, ele acariciava as minhas costas, a minha bunda, explorava meu corpo com os dedos. Fechei os olhos e ele mordeu de leve a minha boca. Gostava da voz dele, do sotaque, sussurrou algumas palavras e disse que era muito rebelde, gemi nos lábios dele e levei uma palmada que deixou a minha bunda vermelha por alguns dias. Seus dentes estavam nos meus seios, instantaneamente, senti o pênis se enrijecer sob as minhas nádegas, nas minhas coxas, comecei a rebolar, fiz com que o falo endurecido ficasse entre os lábios da minha vagina, cavalguei-o, assim, mas sem ser penetrada. Ele me empurrou para frente fazendo com que eu ficasse de joelhos na borda da banheira, a boca quente alcançou a minha vagina, sugava de leve, a língua se enterrava firmemente, tive o primeiro orgasmo do dia. Ficamos nos tocando por algum tempo, ele pegou minha mão e botou sobre o pênis ereto, comecei fazer movimentos sincronizados, eu queria deixá-lo muito excitado, mas era desajeitada. Continuei a masturbá-lo, o corpo dele se retesou e ele não conseguiu conter o orgasmo, ejaculou fartamente na minha mão, eu achei graça. Fiquei deitada sobre o peito dele, contei as batidas do coração e comecei a masturbá-lo com as duas mãos, ele tentou se esquivar, mas continuei, cheia de malícia acariciei o pênis amolecido. Com o óleo de banho fiz massagem no peito dele, brinquei de cosquinha e aquele pênis dobrou de volume, pulsava, dava pinotes, estava quente, passei-o nas minhas coxas e esfreguei, com rigor, no clitóris, minha vagina devia estar vermelha e machucada. Ele tentava me penetrar, mas não deixei, fiz com que gozasse novamente, abundantemente. Saímos da banheira e fui carregada para a cama, eu estava enrolada numa toalha, ficou ao meu lado, de joelhos, a minha cabeça estava na altura do sexo dele, com a mão esquerda ele abriu as minhas coxas tocando-me com o indicador, ele passou o pênis na minha boca, toquei-o com a língua, suguei de leve, dava pequenas lambidas, ele me penetrava com os dedos. Escorrei para fora da cama e a minha cabeça pendeu, meus cabelos arrastavam no chão, comecei a sugar o que ele botava na minha boca. Suguei com vontade, ele foi se enterrando na minha boca até quase me tirar o ar. Sempre desejei aquele momento, eu queria que ele sentisse prazer comigo, eu queria obedecer, ser dele integralmente. Ele saiu da minha boca e abriu as minhas pernas, sugou meus seios avidamente e me fez delirar. Comecei a me contorcer, pensei em parar e com uma manobra brusca ele ergueu meus quadris e direcionou o pênis para a minha vagina. Implorei que ele parasse, mas foi em vão, com movimentos certeiros ele me penetrava sem dó. Eu estava no limite, comecei a chorar, o pênis se cravava e saía de mim, ele segurou meus ombros, me imobilizou, eu estava à mercê de toda a virilidade daquele homem. Com uma estocada mais forte fui penetrada por completo. Senti medo e me prendi a ele, eu flutuava num mar revolto e temia ser engolida. O corpo forte que me possuía começou a se movimentar, o pênis avantajado me abria, rasgava, me alargava aos poucos, estocava meu útero. Ele empurrou minhas pernas para trás, olhou-me fixamente, saiu todo da minha vagina, tentei falar seu nome, pedir que parasse, mas ele se arremeteu com fúria e um rio de lava espessa inundou meu ventre. O grito que eu tinha na garganta morreu na boca dele. O senhor ainda estava dentro de mim, quando a empregada bateu na porta, com um sorriso irônico ela disse: - Senhor, o tatuador chegou.