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Escola de Meninas 2

A Irmã Louise estava furiosa comigo, ela nunca gostou de mim porque eu descobri que ela foi estuprada durante a guerra. A Irmã Regina, ao contrário, sempre me protegia. Com a família, a Irmã Louise teve fugir para o Brasil vestida de menino. Fiquei sem almoço por dois dias, comi pão e tomei a água que a irmã Regina me levou no quarto, mas nem chorei. Eu tinha medo da Irmã Louise, muitas vezes eu via o que ela fazia em Ana e eu não queria que Ana sofresse. Certa noite fui acordada por Ana para que fôssemos à enfermaria, ela queria me mostrar a Irmã Regina sendo castigada pela nossa diretora. Eu não quis ir, não queria ver a minha Irmã Regina, que me protegia e me cuidava, sofrer para o prazer da Irmã Louise. Ana implorou para que eu fosse, quase me arrastou pelo corredor escuro da escola. Antes de sairmos, tirou a camisola e me mostrou as marcas do último castigo, deitou na minha cama e abriu as pernas. Estava toda vermelha das cintadas, a vagina estava esfolada, intumescida, o clitóris, que saía pelos lábios da vagina, estava maior e brilhava. Ela ficou de bruços, pousou os seios sobre a colcha e pude ver as nádegas riscadas pelo chicote. Os seios de Ana tinham marcas de cordas; ela mostrava aquilo tudo com satisfação e seus olhos brilhavam. Abriu mais as coxas e passou a língua pelos lábios, ela me deixava excitada. Apertava os bicos dos seios e me olhava com olhos de paixão. Eu só sentia amizade e afeto por ela, éramos amigas desde a infância. De repente ela perguntou: “me deixa fazer isto em você, você vai gostar?” Eu disse que não, mas confesso que invejava a audácia e a lascívia que havia nela, queria ter a mesma espontaneidade. Argumentei que se eu tivesse que ser tocada queria que fosse somente pelo doutor ou pela Irmã Regina. Ana pediu que eu a tocasse nas marcas, eu não quis, ela se oferecia para mim. Saímos pelos corredores, atravessamos a capela, vi novamente as imagens se projetando no vidro martelado, eu gostava do quadro de Madalena secando os pés de Cristo com os seus próprios cabelos; prova de submissão e amor. Nos esgueiramos pela cortina, havia uma luz baça, escorregamos pelo chão e ficamos atrás do armário da vidraria. Nunca esquecerei a cena, as duas freiras estavam nuas, vi que a irmã Regina era linda, escondia o belo corpo no hábito pesado e feio. Os cabelos eram muito curtos, havia uma penugem dourada na nuca, os seios eram grandes com auréolas castanho-claro. A cintura era fina e tinha quadris bem torneados, as nádegas eram delicadas e firmes. Ela tinha uma cor um pouco dourada como se tivesse pegado sol, um triângulo espesso de pêlos loiros cobria a vagina. Comecei a chorar, eu não queria que ela sofresse, Ana me assegurou que a irmã Regina estava gostando e me chamou de burra. A Irmã Regina falava em francês e pedia que a Irmã Louise não parasse, eu lia as súplicas nos seus lábios e no olhar esgazeado. Ela mordia os lábios e empinava as nádegas a cada desferida de chicote, estava com os braços para cima e com os seios fortemente atados. Ana gemia baixinho, ronronava, estava se masturbando devagar, ajoelhou ao meu lado. Não resisti e tirei a calcinha, eu já estava molhada, sentia as coxas meladas, aprendi a fazer isto vendo Ana, ela me ensinou. Encostada na parede, abri bem as pernas e comecei a dedilhar meu clitóris, com o indicador. Ana estava deitada no chão, a cada gemido da Irmã Regina, Ana suspirava e se contorcia, estava em fogo, totalmente no cio. A diretora estava na frente da Irmã Regina e dava-lhes os seios duros para ela os sugasse. A coxa da Irmã Louise estava no meio das pernas da Irmã Regina, acelerei os movimentos dos meus dedos e gozei de ver a minha Irmã Regina se masturbando na coxa da freira malvada. Deitada no chão frio, Ana murmurava palavras em francês e se masturbava freneticamente, se penetrava com os dedos. Escorreguei para chão e imitei Ana, eu não agüentava mais, meu corpo agora tremia, minhas coxas estavam cada vez mais molhadas. Vi as irmãs se beijando, falavam muitas palavras, os seios se tocavam. Irmã Louise esbofeteou a irmã Regina, tirou as cordas dos seios dela e os massageou por algum tempo, os gemidos se confundiam. Irmã Regina gemia de prazer e pedia mais, estava com os olhos cerrados, a língua rosada passeava pelos lábios, se desmanchava em orgasmos. Com o cabo do pequeno chicote a Irmã Regina foi penetrada pela frente, aos poucos, escancarava as pernas, o cabo sumiu por inteiro na vagina de pêlos dourados. Ana, agora, estava de quatro, no chão, empinava as nádegas e implorava que eu a tocasse, eu jamais faria isto. A irmã Louise estava atrás da Irmã Regina, aplicava-lhe violentas palmadas nas nádegas, acaricia-lhe os seios, estava com o corpo colado ao dela, seu monte de Vênus estava pousado nádegas machucadas da outra freira. Começaram uma voluptosa dança, os corpos se esfregavam e quase se fundiam. Quando o cabo do chicote escorregava para fora, a irmã Louise o enterra novamente na vagina molhada de minha terna Irmã Regina (às vezes eu a chamava de mamãe, mas era segredo). Como podia aquela freira de olhar frio, austera e ríspida, se transformar numa fera no cio? Lembrei, depois, que antes de ser freira a Irmã Louise ela era mulher como eu e tinha desejos. Ana me contou que a Irmã Louise se penitenciava sozinha e, muitas vezes, aplicava dolorosos castigos em seu próprio corpo. A Irmã Regina foi solta e deitou sobre a mesa de exames, na mesma mesa que eu ia deitar, pela primeira vez, para ser examinada pelo doutor que era meu amigo do coração. Ana já estava sentada sobre as pernas, ajoelhada, respirava pesadamente e me olhava com um ar zombeteiro. Tentava tocar as minhas as minhas nádegas, os meus seios, me puxou para o corpo dela. Me esquivei, eu não conseguia... A Irmã Louise segurou o rosto da Irmã e a beijou ardentemente, mordeu-lhe a boca, escutei o gemido. A freira de olhar azul sabia causar dor com todos os requintes. Ela esbofeteou novamente a irmã Regina e montou sobre a boca delicada e machucada. O cabo do chicote ainda estava cravado entre as coxas da Irmã Regina, ela soluçava de prazer e dor, estava num tipo de transe. Na boca da minha confessora – por onde saíam as mais ternas palavras – havia uma vagina aflita e cheia de pecados. Irmã Regina sugava com avidez a vulva que lhe era oferecida, eu estava tonta, queria gritar, me toquei sem parar, me contorci de desejo com meus dedos. O corpo da Irmã Louise tremia sob a boca da irmã Regina, as mãos dela se crisparam na beira da mesa e num espasmo mais forte tombou sobre a minha Irmã Regina. Os corpos estavam suados, os seios de ambas se tocavam, os bicos estavam tesos, não sei por quanto tempo ficaram assim. Saímos às pressas para os nossos quartos. Ana riu do meu espanto, me beijou rapidamente e disse que eu seria a próxima. Devolvi o sorriso e enfatizei que só o doutor poderia me tocar.