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Escravidão Branca - Parte 2
- Venha escrava. Vamos descendo para o calabouço...
Puxo Lívia pelo pescoço. Ela me segue sem dizer uma palavra. Agora somos apenas nós dois no corredor escuro. Sinto que a tensão entre nós dois vai aumentando. Ouço apenas suas sandálias tocando o chão de pedra e sua respiração que começa a ficar marcada. Apenas tochas iluminam o caminho. O ambiente é pesado, muitas escravas já foram severamente castigados aqui dentro. Lívia se sente oprimida pelas paredes de pedra, pelas tochas e pelas amarras. Ninguém pode nos ouvir aqui dentro. Enfim chegamos ao salão usado para o castigo dos escravos e escravas.
Fincados no chão, há troncos de vários tamanhos. No centro, uma imponente coluna de pedra com argolas de ferro usadas para acorrentar os escravos. Nas paredes, há correntes, argolas, cordas, correias de couro e chicotes de todos os tipos, comprimentos e materiais disponíveis em Roma.
Lívia olha para todo esse aparato assustada. Muito excitada sim, mas bem assustada também, pois ela nunca havia descido ao calabouço. Aliás, muitos só ouvem as histórias, mas poucos são os que descem e o vêem de fato.
Instintivamente, pego um chicote da parede e começo a rodear Lívia, observando seu belo corpo. O chicote é tão comprido e ameaçador que ela baixa a cabeça e não ousa me encarar. Estalo o chicote no chão para ver qual a sua reação. Slapt! O ambiente fechado e as paredes de pedra produzem um forte eco. Ela se encolhe como se fosse um animal assustado. Paro. Ela se ajoelha aos meus pés. Me seguro e respiro fundo para não lhe dar agora mesmo uma bela chicotada. Lívia sabe como me seduzir... A pele branca em suas costas arqueadas, seus pés juntos dentro das sandálias, a cabeça baixa, enfim, toda a sua expressão corporal é pura submissão... Cada músculo em seu belo corpo praticamente implora por isso.
- Lívia, quero amarrá-la à pilastra, como a escrava que eu vi na Galé.
- Sim meu Senhor...
A levo à coluna central. Com correias de couro, amarro suas mãos às argolas de ferro da coluna de modo que ela fique quase suspensa, apoiada apenas nas pontas dos pés. Não tiro suas sandálias, pois gosto muito de vê-la assim. Lívia fica praticamente abraçada à pilastra, com suas costas totalmente a minha mercê. A coluna é tão grossa que precisariam de duas escravas para dar a volta completa.
Troco de chicote. Pego um de comprimento médio curto e leve, com apenas uma tira, pois quero começar de mansinho e ir aumentando a intensidade aos poucos. Não quero marcá-la como a escrava que vi sendo castigada na Galé, mas quero que ela sinta o poder do chicote, quero que ela sinta a chibata comendo em seu lombo, quero que ela sinta todo o prazer que eu posso lhe dar com o chicote e toda a escravidão que eu posso lhe dar e lhe tirar se eu quiser, quero que ela se sinta totalmente dominada, escravizada, enfim quero que ela se sinta realmente como a minha escrava. Quero que seja uma experiência sensorial, corporal, intensa, mas também quero que seja uma experiência espiritual... Quero que ela realmente sinta a escravidão em seu ser, em sua alma, não somente no corpo, na chibata. Quero que ela chegue ao ponto de nem mais se sentir como pessoa, como ser, mas sim que se sinta totalmente entregue como minha escrava. Sem pensamentos, apenas a submissão total. Até que ponto será que eu posso ir com ela ? Ela vai conseguir suportar os meus desejos mais selvagens com um chicote na mão ?
Começo a chicoteá-la levemente. Primeiro umas boas chibatadas nas costas para esquentar, Lívia já assistiu a várias escravas apanhando, então sabe como as coisas funcionam... Só que agora é a vez dela! Vou aumentando a força gradativamente para que ela acostume com meu chicote. Ela geme gostoso a cada chicotada nas costas. pouco a pouco vou descendo até a sua bunda. Slapt! Ela suporta bem a primeira chicotada na bunda. Slapt! Mais uma. Ela geme gostoso. Slapt! Slapt! Mais umas dez chicotadas em sua bunda. Lívia agora geme e se contorce toda sob a chibata. Slapt! Agora a coisa começa a pegar mesmo. Vem os primeiros gritos... Slapt! Ahn! Grite minha escrava... Libere sua energia a cada chicotada! Slapt! Ahnnn! Sob a chibata, Lívia retesa seus músculos como se fosse gozar e solta um gemido forte... Ter o prazer de chicotear a pele branquinha de uma escrava como Lívia é um prêmio dos Deuses do Açoite... Agradeço a eles por estar desfrutando de tal privilégio...
Após chibatar as costas e a bunda de Lívia, paro um pouco. Deixo que ela respire. Ela está algo entre muito assustada e excitada. Também aproveito a pausa para trocá-la de posição. A amarro numa trave, agora de frente para mim. Prendo seus pés também, bem juntinhos. Dou a volta nela, observo as marcas vermelhas de meu chicote em seu lombo branquinho e sua lindíssima bunda. Bela escrava, estou louco por ela... Troco de chicote. Pego um tipo de açoite romano feito com várias tiras de couro curtas, bem leves como a tira de couro do chicote anterior. Começo a chicotear seus belos peitos de frente, bem de leve, como se estivesse tirando pó... Lívia sorri sensualmente. Aos poucos vou intensificando a coisa. Como agora são várias tiras ao mesmo tempo, ela sente e reage mais intensamente, fechando os olhos e retesando os braços e as pernas. Vou aumentando a força... Agora a cada chicotada, Lívia joga a cabeça e os belos cabelos loiros para trás, gemendo gostosamente.
- Toma escrava! Slapt!
- Ahn... Me chicoteie, meu Senhor... Slapt! Ahnnn...
Aproveito que ela está de frente para mim, abro suas pernas e as amarro em estacas no chão formando um V invertido. Com um chicotinho fino e cheio de tirinhas, passo a aplicar leves chibatadas em sua xana... Ela gosta, seu corpo vibra, ela pede mais. Vou aumentando a intensidade, ela grita como se fosse gozar... As tiras do chicotinho saem molhadas de sua xana...
Mais uma pausa, senão quem vai chegar ao clímax agora sou eu... Paro tudo, a solto do castigo e respiramos um pouco...
Meu desejo é chicotear Lívia em todas as posições possíveis, mas não quero forçá-la demais numa só sessão... Após descansar, ela se ajoelha e beija as minhas sandálias e meus pés... Sinto-me realmente poderoso, adoro vê-la prostada, ajoelhada, submissa.
Estico a mão e puxo da parede outro belo chicote, com um belo cabo de empunhadura e apenas uma tira de couro cru. Como ela está aos meus pés, aproveito para sentar-lhe o chicote no lombo, com muita vontade e desejo.
Slapt! A cada chicotada ela beija os meus pés...
Slapt! A cada chicotada ela lambe as minhas sandálias romanas de couro...
Ela está ajoelhada, mas solta... Lívia começa a se contorcer demais e a rastejar, querendo fugir do meu chicote. Quero vê-la amarrada e totalmente sob o meu domínio, não quero que possa fugir...
Aproveitando a estaca no chão, a amarro completamente. Seus pés nas sandálias e suas mãos são unidas numa única laçada de corda, e a seguir, a amarro à estaca presa no chão. Sentada, com as costas arqueadas, totalmente indefesa, submissa, humilhada... É assim que quero chicoteá-la agora. Pego um chicote longo e fino, daqueles que estalam forte e vigorosamente quando bem manejados, daqueles chicotes feitos para adestrar cavalos... Mas quem vai ser adestrada agora é a minha fêmea, minha potra, minha gata selvagem, a minha escrava, a minha paixão...
Posiciono-me e dou a primeira chicotada... Slapt!!! O estalo do chicote ecoa nas paredes de pedra... Lívia é forte, se segura para não soltar um gemido... Vamos ver o quanto ela vai agüentar...
Slapt! -Ahn... Slapt! - Ahnn... Slapt! - Ahnnnnn...
Após algumas dúzias de chicotadas, Lívia passa a gritar e a se contorcer toda, seus pés se arqueiam dentro das sandálias e suas mãos se espalmam, todos os músculos de seu corpo se retesam... O chicote deixa vergões bem vermelhos em seu lombo... Seus gemidos e gritos me deixam verdadeiramente excitado.
- Socorro, meu Senhor, socorro... Não suporto mais...
Socorro era a palavra final, chegamos ao máximo até podíamos chegar, eu como Senhor e ela como escrava no açoite. Sinto-me aliviado, desejava muito açoitá-la, mas não sabia como ela iria reagir, mas ela se entregou completamente. Agora o caminho está pronto, Lívia já me pertence totalmente... De corpo e alma.
Liberto minha escrava finalmente. Completamente exausta, Lívia ainda encontra forças para me beijar; e com muito desejo e sensualidade na voz, diz que está a ponto de explodir e que quer fazer muito amor comigo. A conforto com água fresca, subimos aos meus aposentos e nos amamos com muita paixão...