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Lais e Mestre Mario - 1

Lais era o nome dela, por fora uma mulher com futuro promissor na carreira, uma futura pessoa de sucesso, ninguém duvidava disso, era formada a menos de 3 anos e já recebia mais do que a melhor previsão pudesse ter dito, tinha uma equipe de subordinados que faziam tudo que mandava, já tinha fama de chefe durona, e o chefe dela, bom esse não se preocupava com o serviço dela sabia de sua competência e apenas lia os relatórios mensais sem muito interesse sabendo que assim que se aposentasse ela o substituiria mais do que perfeitamente. Ela era uma mulher atraente, sabia disso, os cabelos longos e levemente cacheados eram pretos contrastando com a pele muito clara, seus peitos não eram grandes e sim do tamanho ideal, daqueles que cabem certinho na mão. Por dentro ela era só confusão, não tinha namorado e nunca conseguiu ficar com um muito tempo, chegou a gostar de verdade de alguns, mas eles sempre tinham algo errado, parecia que faltava alguma coisa em todos eles, Lais não sabia o que era mas sentia um vazio e quando esse sentimento ficava muito grande ela dispensava o parceiro, as vezes inventava uma desculpa outras ela simplesmente terminava sem explicação, não estava mais a fim e ponto. Era uma sexta feira, chegou no seu pequeno apartamento estressada com o transito de são paulo, aquela noite ela não ia sair, das amigas apenas uma estava disponível aquele dia então resolveram marcar em um dia em que todas pudessem ir. Não tinha nada pronto para comer e ela se recusava a cozinhar numa sexta, pediu uma pizza e foi tomar um banho enquanto esperava, sabia que em menos de 40 minutos o boy não chegava. Comia a pizza enquanto entrava no MSN com os cabelos ainda úmidos descendo pela frente de sua camiseta de dormir e molhando o local de seus peitos, ela gostava dessa sensação, deixava os cabelos úmidos de propósito. No MSN a maioria de seus contatos estava on-line, alguns velhos amigos do colégio, gente da faculdade e amigos que conheceu por ai, uma aviso de novo contato chamou a atenção, um tal de Mario a havia adicionado, buscou na memória mas não conhecia nenhum Mario, só tinha um jeito de descobrir e aceitou. O tal do Mario estava on e logo foi falar com ela. - Olá, lembra de mim? - Desculpe mas não estou lembrando, de onde nos conhecemos? - A bixete, esqueceu de mim então?? Essa frase dava uma dica, ele era da faculdade e tinha sido seu veterano, mas na facul ninguém se chamava pelo nome usavam apelidos, não sabia quem era. - Um veterano então, qual era seu apelido, não vou descobrir quem é pelo nome. - Ok, vou ser generoso e dizer meu nome sem lhe dar trote. Lais não gostou, não levava trote a anos, quem era aquele cara que tava se achando o manda-chuva do pedaço. - Você vai lembrar de mim Bac, meu nome era Bento. Um clarão, ela lembrou imediatamente dele, ele estava no 5° ano quando ela entrou na facul e dava os piores trotes, ela e os amigos sempre fugiam dele para evitar problemas, para desgraça de todos ele só se formou qdo ela terminou o 3° ano, ele sempre apavorou os calouros, uma vez no inicio do 3° ano ela viu ele dando um trote numa bixete, obrigando a garota a beber, não era dos piores, mas depois ele pegou a bixete pelos cabelos e deu um beijo na boca, naquele momento ela sentiu inveja daquela garota e se lamentou de ter fugido dele tantas vezes podia ter ganhado um beijo daquele, Bento era desejado entre as garotas da facul mas era seletivo, não ficava com qualquer uma. Ela podia imaginá-lo na sua frente, cabelos curtos e castanhos claros sempre meio bagunçados, os olhos era castanhos claros, quase mel, corpo bem definido, lembrava perfeitamente do braço dele levemente bronzeado do sol, Lais se assustou com os detalhes que sabia dele. - É, lembrei de você. - Ainda não gosta de mim Bac? Bac era o diminutivo do seu nome na facul. - Quem disse que não gostava de você? - Não minta, você sempre me evitava. - Tinha amor a minha vida. - Hahaha, então gostava de mim? Ela parou com as mãos sobre o teclado, não sabia o que responder, ele a atraia sem duvida e devia saber que causava esse efeito em todo o corpo discente feminino. - Vou tomar seu silêncio como um sim. Que folgado, ele não mudou nada. - Então, vi você no congresso semana passada no Rio, você estava linda pena que não ficou pro jantar tinha feito planos para nós. Ela lembrava do congresso, das 8h da manha as 19h, com jantar em seguida, ela realmente não ficou, tinha pressa em voltar para são Paulo, mas não lembrava dele, não tinha visto. - Como conseguiu meu MSN? – ela tentava mudar para um assunto mais ameno. - Tenho meus contatos, Lais. - Sabe que prefiro seu nome em vez do apelido, adorei. Lais, eu não sabia que era esse. - Me chame de Bac. - Te chamo do jeito que eu quiser. Que afronta, ninguém fala com ela nesse tom. - Quem você pensa que é para falar assim? - Eu não penso eu sei que eu sou, você é para mim. Vou ser mais que seu veterano quero ser seu dono, seu mestre, quero ver você baixando a cabeça em sinal de respeito ao seu senhor, ajoelhando e beijando meus pés. Lais tinha calafrios ao ler a mensagem, a mão tremia, a respiração ficou ofegante e ao imaginar a cena sentiu que estava ficando molhada. Ficou irritada com isso, que cara mais arrogante, tinha o rei na barriga. - Você não devia ter ido embora mais cedo no congresso, me deixou irritado e isso não é bom. - To nem ai se ficou irritado, problema seu. - Olha como fala com seu dono, você devia se preocupar de ter me irritado, isso vai ter troco, vai ser exemplarmente castigada. - Você esta drogado Bento? - Vai se arrepender de ter dito isso, vai apanhar de chinelo minha puta, e não me chame de Bento não dei liberdade pra isso. - Me chamou de puta!!! – Lais estava indignada, não sabia porque ainda não tinha excluído ele do seu MSN. - Chamei, algum problema com isso, vai questionar o seu mestre? Puta. Lais estava indignada, nunca tinha trocado mais que 1 ou 2 palavras com ele na facul e depois de tanto tempo ele a trata assim, que cara estranho e....e será que ele ainda tinha aquele belo corpo? Será que as mãos ainda era fortes e impunham o mesmo respeito? Ele sabia se impor ela admitia. - Silêncio minha putinha? Muito bom, vou domar você, não vai demorar para implorar que eu te chame de puta, de minha cadelinha. Agora eu tenho que ir, seja uma boa menina e vá dormir, desligue o computador não quero você falando com + ninguém, e não ouse ficar no off-line e continuar ai, vou ficar sabendo. Bjo nessa sua boca, você é minha. Agora saia primeiro. Ela ia responder, ia falar umas verdade pra ele, chegou a digitar uma parte mas apagou, podia sentir o beijo dele, e sem explicação nenhuma ela simplesmente saiu e desligou o computador. A raiva estava cedendo para a excitação, ela ligou o computador de novo e abriu o histórico do MSN, lá estava, ele a chamara de linda, gostou disso e apesar de não admitir nem para si tinha gostado de ouvir que ela era dele, que ele era o seu dono e ela sua puta. Estava molhada, excitada, não se conteve e se masturbou pensando no Bento, no meste.