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Assalto à Pica Armada I Concurso de Contos e Poesias BDSM - Participante
Sou casado a quase dez anos e eu e minha esposa vivíamos num marasmo de fazer dó. Ambos estávamos insatisfeitos com a nossa situação e chegamos inclusive a discutir sobre isso, mas tudo mudou quando numa daquelas inúteis
tentativas de manter o casamento, fomos jantar fora, e ao retornar, sem grande avanços, vale salientar, somos surpreendidos num sinal (semáforo) por quatro homens armados, que de arma em punho, nos obrigam a abrir as portas
do carro e permitir que eles entrem. Ordenam que conduza o carro até um lugar mais afastado. Chegando lá, o que parecia ser o chefe do bando fala:
"Queremos apenas duas coisas, se eu as tiver, sai todo mundo vivo". Imaginei que seriam dinheiro e cartões de credito, ou dinheiro e cheque ou o carro,
mas jamais "dinheiro e sexo", foi seu complemento a frase. Olhei automaticamente para minha esposa, que assustada também olhou para mim.
(Passaram-se flash rápidos na minha cabeça: aqueles quatro homens sodomizando a minha esposa, enquanto eu nada podia fazer). Então o homem continuou; "Então tudo bem pra vocês?. Diante daquelas armas, como não concordar? Apenas tentei pedir que não fossem muito grossos com minha esposa, mas fui interrompido por uma bofetada de quebrar meu maxilar. "Ok, já que estamos de acordo, passa pra trás, corno". Assim procedi, pois embora estivesse fora do carro e pudesse correr, minha esposa estava dentro e bem
sei que ninguém é mais rápido que bala. Um deles ficou ao volante e levou-nos para uma espécie de chácara que por ter sido vendado antes, jamais
saberia o caminho.
Ao chegar lá, somos obrigados a descer e adentrar numa casa bem velha, mas com as portas e janelas bem firmes, demonstrando ser ainda usada. Na sala (com móveis mal espalhados e todo o ambiente parecendo uma bagunça só) somos obrigados a entregar carteiras, documentos, jóias, relógios e tudo o mais que fosse de valor ou pudesse nos indentificar, Fiquei temeroso pois geralmente só agem assim quando a intenção é matar. " Isto é só o que tem"?.
Sou tirado dos meus pensamentos pela pergunta. Tento responder, mas levo outra tapa e ele aponta para minha esposa. "Sim", responde ela. "Então vão
ter que pagar a outra parte em dobro", referindo-se claramente ao sexo, pois ato continuo leva a mão vazia ao seu cacete. "Leva esse corno para o
quartinho que vamos começar a festa", um deles me apontando a arma faz sinal para me dirigir a um corredor, sou conduzido a um quarto onde me trancam. Ao observar melhor, percebo que a janela é de madeira maciça, o quarto está uma zona pior que a sala, embora tenha pouquíssimos móveis e que há varias revistas de sexo espalhadas por baixo da cama, me abaixo para pegar uma quando escuto um gemido longe, e reconheço como sendo da minha esposa. A festa tinha começado. Novo gemido, só que dessa vez abafado, como se
estivessem tampando sua boca com a mão (ou quem sabe um cacete), seguem-se vários ruídos e sons, ora de móveis sendo afastados, ora de falas grosseiras ou gemidos, ora gritos (também abafados) nesse interim, assustado mais sem
poder fazer nada por minha esposa, tento desviar minha atenção dos sons e ao abrir as revistas que tinha apanhado, percebo que não são só de sexo
hetero.ali existem uma gama de formas e valores. São hora homem e mulher, ora homens e uma mulher, ora o inverso, ora gente com bichos, ora mulheres apanhando, ora batendo e numa deles, uma cena me chama a atenção: São quatro homens numa casa velha (parecida com a que estávamos) sodomizando uma mulher (imediatamente passei a ver minha esposa naquelas posições com os animais armados lá fora). Após umas duas horas, os sons cessam e por alguns minutos, a casa fica num silêncio total. Fico ansioso por saber que acabou, mas também por não saber se ainda ia continuar. Nem como estava minha esposa.
Escuto passos vindo em minha direção, logo depois a porta abrindo. "Oi corno, conseguiu dormir", é o tal chefe. Nada respondo e ele continua.
"Temos um problema. Ainda não estamos satisfeitos, mas a vadia da tua esposa não agüenta mais, está temporariamente imprestável. Tenho uma proposta: Ou você substitui ela ou vamos insistir, e ai o risco dela morrer é todo seu.".
Pelo amor..., levo novo tapa na cara, "Só sim ou não". Temendo pela vida da minha esposa, reflito rápido e aceno afirmativamente. Sou conduzido
novamente a sala, quando estamos chegando ele manda os outros retirarem minha esposa e leva-la ao quartinho. Passam por mim carregando minha esposa, que está nua, quase desfalecida, ensangüentada, principalmente na bunda e
com algumas marcas no corpo. Me arrepio todo e tenho pena dela, que ao me virar, lança-me um olhar de agradecimento com um misto de dó. Fico sem saber o que fazer, (afinal nunca tinha sido a mulher para ninguém), "Tira a roupa", só então me dou conta que eles estavam só de bermuda. "Espera", fala o outro que ficara na sala, "que tal o porão, afinal aqui já nos divertimos
bastante", "bastante não faz parte do meu dicionário", responde o chefe, "mas a idéia é boa, leve-no", o outro abaixa-se e pega a arma do chão, a aponta para mim e me conduz por uma escada, para baixo, ao entrar no tal porão, e me acostumar a luz, pois está bem mais iluminado que na sala,
percebo ser um local usado para praticas sadomasoquistas, pois existem inúmeras mesas, cordas correntes, gaiolas, e outros apetrechos para esta prática sexual. "aprontem-no", olho para cima e vejo os outros descendo, mas falta um, imagino ter ficado com minha esposa. Sou obrigado a me despir e vestir um conjunto composto de calcinha fio dental, soutien recheado, outra calcinha mais larga, saia e camiseta de colegial, fico parecendo uma
mocinha. Começam um jogo, onde cada um tem um determinado números de fichas, as minhas lógico, são poucas. Percebo que sou roubado no tal jogo e logo fico sem fichas e sou avisado que por estar devendo, deverei pagar agradando o vencedor, o jogo procede por mais alguns minutos e então o chefe ganha. Os outros levantam-se e se dirigem para a porta, "devo manter algun segurança
ou não precisa? Lembre-se que sua amada vadia esta lá em cima" Não, não precisa, respondo, assustado com minha submissão. "ótimo, então.
Vamos começar, lembre-se: Você é minha, e me deve dinheiro, quero o serviço bem feito pra valer a pena, A parti de agora, você faz o que eu mandar e só pode dizer: Sim senhor, não senhor e quero morrer. Entendeu?" Sim, respondo. "Sua palavra de segurança será "Ana" (nome da minha esposa). Sabe o que é uma palavra de segurança?" Sei. "Ótimo, boa menina. Agora faça um striptease
para mim" Automaticamente, não sei de onde começa uma musica de cabaré, lembro-me de alguns filmes e começo a dançar (sou péssimo nisso) e ele logo reclama, que quer com mais sensualidade, tenho que demonstrar que vale a
pena ele esquecer minha dívida. Tento parecer uma puta querendo agradar um macho, mas tenho que reconhecer que não agradaria nem mesmo eu. Ele volta a reclamar e diz que não estou me esforçando o bastante, e preciso de um incentivo. Pega na parede um chicote e desfere uma chicotada contra minas pernas, dói um bucado e não consegui me desviar de outras e nem muito menos melhorar minha performance, ele então parte para a ignorância, me empurra, me joga no chão e começa a arrancar minhas roupas, primeiro rasga a saia,
depois a blusa e o soutien, e quando fico Só de calcinhas, tira um punhal não sei de onde e me ameaça, se eu não me comportar, ele corta minha
garganta, pois é assim que as putas devem morrer, levanta-se e tira a bermuda, ficando só de zorba, volta a se aproximar e fica imóvel, percebo que quer que eu aja. Aproximo-me e começo a acariciar sua perna (fico espantado com minha ação), vou subindo (percebo que o volume entre suas pernas - que já era grande - vai se tornando maior), chego na sua coxa, entro por baixo da sua cueca e levo um safanão "ta pensando que sou viado, sua puta, acaricia meu cacete e não minha bunda", volto a mão para a frente e ele levanta novamente a mão para mim bater, ato institivo, levo a minha mão para o volume na sua cueca, ele gosta e relaxa a mão, retiro seu cacete da cueca e me surpreendo com o tamanho, calculo uns 22cm, começo uma punheta (tento fazer do jeito que a Ana fazia em mim), tentando agradar, pareço conseguir mas pouco tempo depois, ele leva força minha cabeça de encontro a sua pica, por favor não, balbucio. Imediatamente ele se tona novamente agressivo, começa a me bater com o chicote, e pergunta, não tínhamos combinado Sim senhor e não senhor, respondo sim senhor, e ele para, então o que foi que houve, pergunta, esqueci senhor me desculpe. Só desculpo se o boquete for bom, e aponta aquele cacetão em minha direção. Sem alternativa, começa a chupar o seu cacete, escuto uma gargalhada ao longe, mas não consigo saber de onde vem nem de quem é pois é fina demais para um homem.
Quando ele está quase gozando (mais pela excitação do que pelo meu desempenho), me empurra e diz que ta bom de boquete, pois agora ele quer me dar um castigo exemplar para que eu nunca mais aposte sem ter dinheiro. Pega
novamente o punhal e o encosta junto as minhas nádegas, vai movimentando o mesmo até coloca-lo entre a calcinha fio dental e a maior, e então num golpe rápido e forte, ele corta a calcinha maior, fazendo eu movimentar o quadril pois ao invés de usar a parte afiada, ele primeiramente ao puxar usou a outra e só então virou a faca. Fala que gostou do meu requebrado e que por isso vai me dar um desconto. Manda eu deitar na cama, de bruços e então, acende uma vela que vai pingando por todo o meu corpo, começando nas costas e descendo em direção a minhasnádegas, onde propositadamente ele se deteve.
Nossa como doeu, mas ele impiedosamente não parou e só quando a vela estava quase no fim, perigando queimar-lhe a mão é que ele a apagou junto a minha bunda. Dei um grito, e quando ia pronunciar "Ana", ele disse que ainda não.
Como eu estava sujo de cera, precisava ser limpo. Então, com um outro chicote, ele começou a retirar a cera com chibatadas certeiras onde antes haviam pingos. Lógico que quando chegou na minha parte mais carnuda, e suculenta, como ele mesmo chamou, não precisava de pontaria e sim de
quantidade, e novamente fui levado ás lágrimas pelas chibatas na bunda. Ao me encontrar livre da cera, ele ordenou que me levantasse e me dirigisse ao chuveiro que lá existia e tomasse um banho, mas sem tirar a calcinha fio dental, pois ainda não tinha terminado. Assim o fiz e a água do chuveiro
estava extremamente gelada, sério, ela não estava só fria, em temperatura ambiente, ela estava gelada mesmo. Eu me encolhi todo e ele desatou a rir.
Depois me chamou, mas me ordenou que viesse de quatro como uma cadelinha.
Assim o fiz e ao me aproximar, ele vem com uma coleira, me chama de fujona e a prende no meu pescoço. Conduz-me até o outro canto da sala onde tem as gaiolas. Sou colocado dentro de uma delas. Ele fecha o cadeado e se afasta.
Sai do porão e apaga a luz. Fico num breu total. Espero para ver o que vai acontecer, mas nada acontece e como é alta madruga e estou cansado, acabo pegando no sono. Sou acordado com as luzes sendo acesas, não todas, mas o suficiente para o ambiente ficar visível. A porta abre e minha esposa,
aparece. Fico contente por vê-la. Só que ela está diferente. Está com o cabelo cortado, aparentemente a faca, vestindo uma roupa sumaríssima e justa, e presa com correntes nos pés (que lhe permitem andar devagar) e nas mãos (que lhe dão quase todos os movimentos, servindo mais de enfeite), ela traz uma tigela com uma espécie de sopa, e ordena que eu coma, faz um rápido sinal para que eu não fale, e senta-se ao meu lado, esperando eu acabar, quando vou pegar a tigela com as mãos, escuto a voz do chefe ao pé da escada me dizendo que cadelas não usam a pata para se alimentar, entendo que devo meter a boca no prato por uma abertura da gaiola e olho para minha esposa, que faz que sim com a cabeça num gesto sutil. Como estou morrendo de fome como a tal sopa e olho ao redor, claramente pedindo água, ela então olha para ele que autoriza. Levanta-se e enche uma vasilha com água do chuveiro e a traz pra mim. A água ainda está gelada, bebo-a e então ela pega a vasilha e rapidamente se dirige a saída, ao levantar a vista não vejo mais o meu algoz. As luzes são novamente apagadas e me encosto para fazer a digestão.
Algum tempo depois, as luzes são novamente acesas, desta vez todas, e começam a entrar os quatro homens da noite passada (pois imagino já ser dia), eles vêem vestidos com uma roupa de couro preto com uma abertura nas partes genitais. Menos o chefe, cuja roupa e vermelha. Enquanto ele se dirige para mim, os outros se sentam numa espécie de bancada que lá existe.
Ele abre a jaula, puxa-me pela corrente e quando tento me levantar, percebo pelo seu olhar que ainda sou "cadela", e o acompanho de quatro, ele me
conduz novamente a mesa, faz com que eu suba nela (como cadela) e lá permaneça. Ele então se dirige aos rapazes. "e então, é ou não é uma bela
espécime de fêmea no cio", droga, penso eu, vou ter que dar o rabo?, ele então fala como se fosse um professor explicando a seus alunos como se
descobre e se trata uma cadela no cio, começa então a me acariciar, primeiramente nas costas, cabeça, rosto, peito, barriga, costas novamente,
cabeça e então dá um enorme puxão no meu cabelo, perguntando, será se está grande demais, (lembro-me então do cabelo da minha esposa), puxa novamente o punhal, mas um de seus "alunos" intervêm, achando que não, caso contrario, não teriam onde puxar-me na hora conveniente. Droga, penso novamente, vou
decididamente levar no rabo. Ele então continua com a sessão de carinho: cabeça, costas, bunda (onde se detém muito) e eu não sei explicar como,
começo a ficar excitado por estar sendo tratado desse jeito naquela mesa.
Ele insiste em acariciar minha bunda, pernas, chegando inclusive, a passar o dedo pelo meu reguinho, causando um certo arrepio e deslocamento de posição, ele percebe e se dirige novamente com ar professoral a seus alunos. Ainda
não está no ponto pois precisa aprender a pedir e implorar por isso, vejamos: existem várias formas de ensinar isto mas hoje vou usar a mais simples. Ato contínuo pega um chicote na parede e começa a alçar-me.
Inúmeras vezes e em locais diferentes, no inicio de forma alternada e fraca, mais com o tempo rápido e forte, começo a ficar marcado e a chorar pela dor
causada, ele para, pega uma espécie de raquete de frescobol de madeira e começa a achatar minhas carnes bundais, com força e violência, ANA grito,
lembrando da tal frase de segurança, ele ignora e continua batendo, ANA grito novamente, ele ri e continua batendo, solta a raquete e aponta para um
dos rapazes, ele se levanta e sai da sala, o chefe então vai a tal parede, pega alguns prendedores tipo de roupa (que nunca prenderam nenhuma roupa), e se dirige a mim, começa a coloca-los em locais estratégico tipo, bunda, peito, orelha, língua, isso mesmo, ele ordenou que estirasse a língua e lá
colocou um pequeno (pelo que eu entendi, para que eu não mais gritasse), fez-me girar na mesa, ficando com a bunda apontada em sua direção e então enfiou a mão entre a calcinha e minha bunda (vale salientar que na bunda a calcinha nada mais era que uma tira de pano enfiada entre minhas nádegas), e começou a acariciar meu ânus. Droga, agora tinha certeza, vou ser enrabado.
Ele então puxou a calcinha pela tira, fazendo com que ela apertasse meus testículos, causando imensa dor, e depois arrebentando, nossa isso doeu enormemente de forma que eu fiquei zonzo e quase cai da mesa, ele riu, me apoiou e disse para seus alunos, estão vendo como ela delirou de gozo, ao saber que estava nua, gargalhadas soaram pela sala, enquanto eu me recuperava do impacto sofrido no saco. A porta é novamente aberta e adentra na sala o que tinha saído trazendo a tira colo minha esposa, num bonito vestido preto. Como você pediu, ai esta a ANA, ela vinha algemada, desta vez com uma corrente bem menor nos pulsos e sem as dos pés. Calada estava, calada ficou. Foi colocada na tal bancada e obrigada a ficar assistindo. O chefe então começa novamente a me chicotear, desta vez, arrancando os prendedores, com a mesma pontaria certeira de anteriormente. Novamente me acaricia, costas, cabeça, peito, barriga. Como estou nu, minha excitação é visível, ele então, pega no meu cacete e começa me masturbar, ato contínuo, com a outra mão, fica acariciando minha bunda, de forma a passar varias
vezes seu dedo pela minha abertura traseira, sem contudo, força-la. Pergunta a seus alunos qual deles gostaria de provar minha boca, todos levantam a
mão, ele então ri, e diz que se gostariam é passado, e se dirigindo a minha esposa. E você, quer provar a boca desta cadela? Ela me olha, olha pra ele e responde que não. Droga, penso eu, que porra ela esta fazendo, é melhor provar uma buceta do que uma vara. Ele insiste, ela diz que não. Ele
irritado, se dirige a mim, então putinha do papai, que provar a bucetinha da sua vadia ou prefere um daqueles cacetes, sem poder falar, pois o prendedor
da língua ele tinha deixado, afinal, tirar da língua com uma chicotada seria desumano, fiz sinal com a cabeça em direção a minha esposa, ela balançou a
cabeça fazendo sinal que não, eu sem poder entender, estranhei mas já tinha escolhido. Ele então fez ela vir, retirar o vestido (só vestia ele) e se posicionar na minha frente na mesa de pernas abertas, literalmente arreganhada, foi então que eu percebi que sua buceta estava quase que esfolada de tanta pica, super vermelha (sem contudo estar machucada ou sangrando) e que de lá escorria um líquido branco que eu identifiquei imediatamente como sendo porra. Vamos cadelinha, lambe, mandou o chefe, eu olhei para ele e não agi de imediato, o que lhe causou raiva e o fez se dirigir a tal parede, com medo do que estava por vir, cai de boca imediatamente naquele pedaço de carne que tantas alegrias já tinha me dado, mas que agora, em virtude da porra, me causava nojo. Pelo canto dos olhos, percebi que ele tinha parado no meio do caminho e retornava para junto de nós. Ordenando-me que fizesse um bom trabalho, pois necessitaria jája daquela buceta. Fiz conforme ordenado, não deixando nenhuma gota de esperma naquele buraco, limpando inclusive o que tinha escorrido em direção ao seu rabo, pois ele estava me olhando de pertinho e dava pitaco a toda ora.
Quando se deu por satisfeito, puxou-me pelos cabelos, falando que se deixasse, essas cadelinhas sugavam até a alma. Minha esposa se levantrou, e
num relance de vista, eu a vi sorrindo, fiquei meio puto, como é que ela poderia achar aquilo engraçado, embora, deva admitir, que até eu já estava me acostumando, imagine ela que tinha sido beneficiada de uma bela lambida (nisso eu sou bom). Mas não tive muito tempo para pensar, pois um dos alunos tinha subido a mesa e apontava seu mastro para a minha boca, olhei para o chefe e ele riu, vamos, o que está esperando, você pediu, ele está lhe dando. Olhei com ar de não ter entendido e ele fez menção de ir a parede, como de lá só vinha dor, voei de encontro aquele mastro e para a minha
surpresa, estava doce, diferente do de ontem do chefe, como se tivesse sido passado algum doce ou açúcar. Esse não se fez de rogado como o chefe e
esparramou leite quente na minha boca, ao fazer menção de cuspir, fui avisado para não pois aquilo seria meu almoço. Sem alternativa, bebi mais
aquela porra, e assim que este desceu, fui obrigado a descer da mesa também, só que me dirigindo a bancada e abocanhando o segundo aluno e ato contínuo o chefe começou a derramar cera quente novamente no meu corpo só que desta vez
centralizado unicamente na bunda que desta vez por estar sem calcinha e por ter ajuda de outras mãos, conseguia atingir meu ânus diretamente. O seu cacete estava salgado, como se tivesse suado ou passado sal, novo gozo só que deste vez na cara, e então conduzido ao terceiro e ultimo cacete.
Porcaria, esse estava literalmente ardendo. Tinham passado pimenta nele e eu fui obrigado a assim mesmo lambe-lo e mama-lo até o gozo final, que neste caso demorou mais a vir, e então imaginei que era seu o esperma da buceta da minha esposa. Tive que lamber e beber tudo. Fui conduzido agora a um apoio, onde encaxava meus de corpo barriga, da cintura pra cima, e eu ficava quase que pendurado, praticamente com as pernas balançando. Ele então fez uma proposta. Meu cu pela liberdade. Eu poderia escolher. Se eu concordasse em lhe dar o rabo, meu anelzinho virgem, eles se dariam por satisfeitos, caso contrario iriam começar nova sessão com minha esposa, e que talvez, depois dessa, deixassem a gente ir, talvez, afinal, ainda era sábado, e como eu
demonstrei ser uma bela e boazinha menina / cadelinha, ele faria os cálculos bem direitinho para ver se eu já tinha pago a dívida. Entendi claramente que certo ou tarde eu ia levar pica ou pior, picas, no rabo, olhei para minha esposa em busca de ajuda na decisão e essa mudou a feição, como se antes
estivesse realmente rindo, e agora que eu a olhava, quisesse demonstrar preocupação. Sem alternativa concordei, ele então tirou minha esposa da
bancada e a trouxe para junto de nós. E então perguntou: Qual de nós você prefere que tire sua virgindade, eu ou ela. Ela, respondi de imediato sem pensar nas conseqüências, ótimo, falou ele, então está decidido, ela lhe arromba, e eu, como ela, ao mesmo tempo, que tal? Quando olho para a sua cintura, percebo já estar acoplado algo ao seu ventre que não tinha reparado antes por que ela ao retornar a bancada tinha colocado o vestido novamente.
E agora ao retira-lo para poder me comer, demostrou estar possuindo um pênis de tamanho considerável, bem maior do que o meu, e maior até do que o do chefe. Devia ter uns vinte e cinco centímetros. Tentei argumentar mas o sinal do chefe era claro e não deixava duvidas, eu escolhi, tava escolhido.
Ela se posicionou atrás de mim, ela mesma passou gel lubrificante, de uma maneira que eu diria até que estava gostando, enquanto ele, para evitar
qualquer presepada minha, amarrava meus pulsos a dois suportes para isso, ou seja, fiquei exposto e indefeso ao ataque daquele monstro preso a cintura da minha esposa, que a esta altura já estava demonstrando abertamente gostar da situação. Ela se posicionou, encostou o malvado no meu orifício e
curvando-se um pouco, falou "Ta lembrado da minha primeira vez no cu? Você disse que não ia doer, doeu e muito, hoje eu vou a forra" e imediatamente empurrou o cacete adentro, gritei, tentei fugir, mas como estava preso pela cintura e com as mãos amarradas só me restava gritar, ela foi firme e devagarinho, mas sem parar, foi colocando o malvado cu adentro, nossa como eu gritava, parecia uma criança e ela desta vez começou a rir abertamente, o chefe fez menção de tampar minha boca, mas ela pediu que não, pois queria ver eu me transformar e dos gritos, queria escutar os gemidos, nossa eu estava estranhando essa atitude dela, mas sem alternativa, chorei de dor e de raiva, ela então adquiriu um ritmo cadenciado, como se fosse realmente um macho e com o tempo, apesar do chefe ter vindo entalar sua pica na minha boca, comecei a gostar realmente da situação, decididamente minha esposa sabia comer um cu, e apesar do malvado ser grande, eu estava me habituando a ele e da dor, começou a surgir prazer, ela percebendo isso, ordenou-me que
rebolasse gostoso no seu cacete, pois ela sabia que eu estava gostando e que queria mais, inexplicavelmente eu a obedeci e passei a rebolar gostoso na sua vara curtindo cada momento e cada estocada, ela vendo aquilo se transformou. Passou a me agredir com o cacete no rabo, dando estocadas cada vez mais firmes e longas, literalmente partindo-me ao meio. Eu não mais
chorava, agora gemia e incentivado pelo chefe pedi mais, ela ouvindo aquilo, disse que estava cansada, afinal, não era todo dia que me comia, mas que
iria atender meus pedidos, então, chamou um dos rapazes pelo nome e ordenou que ele me fizesse ir ás nuvens, como tinha feito com ela, porra o cara
empurrou de uma só vez e com estocadas firmes de macho de verdade, junto com o chefe, que agora abafava meus gemidos com sua pica, me balançava de um lado para o outro e me fez ter um gozo sem ao menos ter tocado minha pica, nossa como eu gozei, e depois de ter gozado, implorei para pararem, mas o chefe so retirou o seu pau da minha boca quando a encheu de leite e eu o limpei todinho, deixando seu cacete brilhando. Ato ontinuo foi a vez do macho encher meu rabo semi arrombado pela primeira vez de creme. Saíram em
disparada e apagaram a luz, deixando-me novamente só e no escuro, só que agora com muita coisa para pensar. Acordei na cama de casa, já no domingo de manhã. E imaginado ter sido um sonho, passei a mão no cu. Decididamente não tinha sido um sonho, ela estava aberto. Me levantei e fui procurar minha esposa, estava na cozinha. Perguntei se tinha sido verdade. Ela disse que sim que era melhor não darmos queixa pois como sabiam onde morávamos podiam retaliar. Estranhei suas atitudes durante todo o dia, como tínhamos passado por uns bocados, deixei. Mas a noite por incrível que pareça, ela queria sexo e eu não conseguia tirar as cenas da minha cabeça, então me lembrei, de que ela tinha chamado um deles pelo nome, ela disse que já os conhecia e que tinha uma surpresa para mim: apresentou-me duas fitas de vídeo, ao passar, percebo que a fita continha as imagens do que havíamos passado e que ela tinha recebido de presente por ter agido como agiu ao me enrabar e como eu parecia ter gostado o chefe lhe deu as fitas. Mas a medida que ia assistindo, percebi ter sido vitima de uma armadilha organizada pela minha esposa, pois os acontecimentos da fita iam em ordem inversa ao acontecido, começava com minha cara de felicidade ao ter sido enrabado e terminava com a gente no restaurante, passando inclusive pela hora em que escutei a gargalhada. Era da minha esposa, que assistia a tudo por uma câmera escondida. Bem como, lembram das duas horas no quartinho. Ela fez sexo sim, com os quatro, mas sempre por iniciativa sua e o sangue e as marcas, eram falsos. Resultado disso? Hoje sou seu escravo e atendo a todos os seus pedidos, inclusive a de levar e ajuda-la a dar conta de outros machos. É mole?