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Gloriosa Submissão

Jarvis não podia deixar de admirar a estonteante beleza de sua mulher que nadava na piscina particular da pousada da qual ela era a proprietária. Apesar de ela está perto dos quarenta anos, aparentava o físico e a jovialidade de mulher de pelo menos quinze anos mais nova. Mas a vida sexual deles era insípida. Helga era uma mulher desejável sob todos aspectos, mas para Jarvis a excessivo pudor e a timidez dela nos jogos sexuais entre eles, não condizia com a atitude sempre alegre e faceira como ela se comportava. Tudo levava a crer que ela tinha um amante. Assim, Jarvis contratara pessoas para seguirem Helga aonde ela fosse. Mas, nada, nada mesmo, os olheiros dele conseguiram descobrir qualquer coisa que desabonasse a reputação da sua esposinha...embora ele tivesse certeza que ela o traía! Por diversas vezes ele confrontara Helga por vê-la com marcas rosadas pelo alvo corpo e ir logo tomar banho se em menos de uma hora antes ela já tinha tomado um! - De onde vêm essas marcas por todo o teu corpo, Helga? - Aaah...não começa, Jarvis! Se voce não sabe...eu que vou saber? Devido a esse tipo de resposta, Jarvis se aborrecia e às vezes perdia o controle e tentava espancá-la! Mas Helga não se deixava intimidar facilmente e de vez em quando deixava que ele lhe desse umas palmadas nas belas nádegas, e só! Mas a coisa foi se tornando quase uma rotina que Jarvis acabou se conformando e agia como um pai maçante diante de uma filha malcriada. Assim, se ele a via vestir-se de maneira sexy sem motivo algum, ele começava a resmungar com ela. - Pra onde voce vai... e vestida assim? Pensa que não sei o que voce pretende fazer?! - Pára com isso, querido! Eu só quero me sentir bonita! Não vou a lugar algum! - Voce sempre diz isso... mas de repente some e chega toda esbaforida, querendo ir logo tomar um banho! Algum dia eu descubro com quem voce está me traindo! - Deixa de bobagem, Jarvis! É tudo imaginação tua! - Imaginação nada! Sei que voce tem outro! E não é o Bruno! Esse, eu sei que está lá no Rio. Meus amigos da faculdade me contam quando ele não está dando aulas ou está de folga! Então... quem é, Helga? Me diz... pra quem voce está dando a boceta? - Chega! Voce está indo longe demais! Se contenta com o que voce tem. Mantenha essa desconfiança pra voce mesmo! Não me obrigue a deixar que os outros saibam o que voce pensa que é – corno! Realmente, Jarvis tinha razão. Por baixo daquele comportamento de mãe e mulher casada séria, Helga o traía freqüentemente com cinco amantes! Sendo dois deles negros. Um outro que lhe chantageava por ter descoberto que ela era incestuosa com seu filho Daniel! E por último, Bruno. Fora ele o pivô da separação dela de seu primeiro marido com quem tivera um casal de filhos. Fora sua pervertida compulsão sexual por seu filho, Helga tinha como o homem de sua vida esse jovem professor, nove anos mais novo que ela! Aliás, com exceção de Elias, um dos amantes negros e quarentão, os outros três tinham entre dezoito e vinte e dois anos! Os olheiros de Jarvis e ele próprio nunca conseguiram dar um flagra do adultério em Helga, porque ela trepava com seus amantes dentro da própria casa, ou seja, a pousada onde morava! Havia também a cumplicidade do filho Daniel com o professor Bruno. Mãe e filho começaram a trepar quando ele ainda tinha quatorze anos e logo após ela ter se separado do pai dele. Alguns meses antes ela fora seduzida e se apaixonara perdidamente por Bruno que a iniciou em sexo oral-anal, coisas que ela nunca tinha praticado antes! Bruno achara estranho quando descobriu o incesto de Helga, mas desde o momento que mãe e filho gostavam da presença dele em seus jogos sexuais, ele passou a não se importar mais. Assim, era freqüente o ménage à trois entre eles! Mas como Helga e seus machos nunca foram descobertos nesses quatro anos em que ela estava casada com Jarvis? Porque havia duas opções. A primeira – Helga mandara construir uma suite aprova de som e que tinha uma saída secreta que dava para uma área escondida do jardim, disfarçada por sebes. Ali, ela era sodomizada por qualquer dos amantes. A segunda – Helga se fazia acompanhar do filho Daniel. Os olheiros então não a seguiam, pois tinham na premissa de que ela estando acompanhada do filho não poderia de jeito nenhum cometer adultério! Ledo engano! Existia um pequeno sítio nos arredores de Rezende, onde Bruno sempre se dirigia para lá e praticavam dupla penetração em todos os orifícios na mãezinha de seu ex-aluno! Helga estava vestida com um corpete imitando couro de cor negra e no momento que Jarvis entrou no cômodo, pondo um belo vestido vermelho. - Me responde, aonde voce vai!? – berra ele arrancando o vestido das mãos de Helga. - O quê voce realmente quer saber? Voce quer saber se vou me encontrar com um homem? Que vou me encontrar com meu macho, é isso? Só respondo se voce deixar eu sentar na tua cara! – reage Helga lhe pegando pelo colarinho. – Vamos! Voce quer saber ou não, pateta! Jarvis se surpreendeu com a repentina agressividade de sua mulherzinha. Ao mesmo tempo algo em seu interior começou a mexer com sua libido. Ali estava a sua belíssima e voluptuosa mulher, vestida com um corpete justíssimo que lhe acentuava as curvas mais ainda, agindo como uma dominadora, obrigando-o a gaguejar ao responder. - Sim...sim! Sim, quero saber sim! Faço tudo pra saber! Helga percebeu que o corno marido estava excitado. Sem pestanejar, ela o empurrou que caiu de costa no sofá. Depois, ela foi subindo por cima do tórax dele até sua xaninha estar a poucos centímetros de seu rosto. - O meu macho não gosta que eu chegue atrasada pra eu... pra eu chupar o pauzão dele! Assim, vai logo me deixando molhadinha, com essa tua língua de velho pervertido! E antes que ela própria se abaixe até a boca de Jarvis, ela lhe dá um tapa na cara! Jarvis não tem nem tempo de se recuperar do susto porque Helga já amassa as bochechas do rosto do marido com as bochechas da sua bunda! - Aprende corninho! Aprende a me deixar bem molhadinha pra eu chegar bem excitadinha pro meu macho! Jarvis leva a mão até seu pênis e começa a se masturbar, enquanto Helga rebola compassadamente a buceta em seu rosto. Os movimentos de masturbação dele se aceleram de acordo com seu excitamento e Helga se vira e vê o que ele está fazendo. - Seu corno sem-vergonha! Se mostrando abertamente como um pervertido! Bota essa coisa pra dentro das calças, já! Ao primeiro comando Jarvis não obedece. Então Helga se ergue um pouco e lhe aplica mais um tapa no rosto! Jarvis pára por uns segundos e em seguida Helga sente a vibração de todo o corpo dele voltando a se masturbar! Nada no mundo conseguirá parar os movimentos da mão de Jarvis apertando o próprio pênis! Helga, numa atitude sádica, tenta sufocá-lo apertando as coxas em cada lado do rosto dele ao mesmo tempo em que esfrega mais freneticamente sua xana, deixando-o praticamente sem ar! Isto é o bastante pra Jarvis ejacular, não com tanta força, mas abundante pra lhe escorrer pela costa da mão e dos dedos! Seu rosto está quase roxo e sua respiração ofegante quando Helga sai de cima dele. Ele a vê calmamente colocando o vestido vermelho por cima do corpete negro e sem lhe dirigir o olhar, sair do quarto com um andar sensualmente ondulante! Ao passar pela recepção ela encontrou o olheiro de Jarvis e guarda-costas de sua filha. - Abel, meu marido quer falar com voce... lá no escritório. Assim, em poucos minutos Helga já está dirigindo para seu sítio sem a perseguição de Abel. Ao chegar lá, encontra o jovem canalha que há meses vem lhe chantageando. - Caramba! Como voce está linda, cadela! Mas por que demorou? Vem cá... Helga é abruptamente agarrada pela cintura e puxada de encontro ao corpo de Rafer que a beija ardorosamente! Por mais que Helga tenha ódio dele, não é o suficiente para deixá-la apática aos jogos sexuais que Rafer lhe obriga a fazer! O prazer sexual que ele sente com Bruno, seu filho e os outros dois amantes é um prazer natural de macho e fêmea. Já com Rafer, é uma coisa mais mentalizada, angustiosa, de mil ansiedades, de expectativas, de surpresas! Os outros quatro lhe chupam e são chupados, lhe penetram o cu e a boceta e a satisfazem como uma mulher que se excita pelo ato de adultério e do incesto! Já com Rafer ela se satisfaz como fêmea subjugada, gozando com a ejaculação dele em sua boca, xana e cusinho, sem ter alternativas de gozar ou não! O jovem chantagista interrompe o beijo, deixando Helga ofegante. Antes que ela volta à respiração normal ele já a está puxando para os fundo da casa onde há uma pequena oficina. Na verdade lá é a câmara de tortura de Helga! Sem fazer nenhum movimento de resistência, Helga se deixa amarrar num troco. Seu coração acelera-se quando ela vê Rafer se aproximando com uma tesoura. O rosto dela demonstra todo o terror do que ela imagina que ele poderá fazer com aquela tesoura! Certa vez, Rafer lhe dissera que seu amor por ela era tão intenso que ele se mataria se não fosse retribuído da mesma forma... mas antes a deixaria mutilada! Nada do que Helga está pensando passa pela cabeça de Rafer. Ele adora ter aquela deusa sensual sob seu comando, sabendo que ela o odeia e que está ali porque não tem alternativa. O olhar de aflição que ela lhe dá, o instiga a se inclinar e beijá-la docemente. Helga sente a mão dele acariciando um dos seus seios e ela não evita soltar um soluço de desespero! Rafer, ainda acariciando os seios da sua vítima, aperta-lhe os mamilos até ela dar um soluço mais longo. Depois, ele segura com o polegar e o dedo indicador uma ponta do tecido onde estava alisando e puxa devagar mas firme até o tecido ficar com uma estranha forma de um cone, pra em seguida cortar com a tesoura metade desta extensão! Quando o tecido volta a posição normal, quase todo o seio de Helga está pra fora! Logo a operação é repetida no outro lado! Agora Helga se encontra amarrada com os braços acima da cabeça com os seios expostos através dos rasgos do elegante vestido vermelho! Rafer se aproxima dela pela frente, se agacha até seu imenso caralho lhe pousar entre os seios! Ele lhe pega a cabeça com ambas as mãos e como se a quisesse lhe arrancar do pescoço, se inclina mais ainda e lhe beija enquanto faz um movimento sobe e desce com o pau entre os seios da atormentada, porém excitada Helga! Ela por sua vez, recebe a língua de Rafer dentro de sua boca com avidez! Gotas de pré-semem começam a espirrar do rolão dele! Todo o corpo de Helga está tremendo e se mexendo quase sem controle! Rafer sente o mesmo e subitamente se afasta dela, que solta um longo urro de desapontamento! Rafer volta arrastando um bancada de madeira, solta um pouco a corda que mantém os braços de Helga amarrados acima da cabeça e faz deitar de bruços em cima da superfície de madeira. Agora Helga tem as mãos amarradas atrás das costas e deitada de bruços e sua cabeça num doloroso ângulo, tenta manter a cabeçona da rola de Rafer dentro da boquinha! Poucos minutos depois, Rafer a solta do tronco e sem desamarrar-lhe, consegue despi-la do caríssimo vestido, agora inutilizado. Ele faz Helga subir na bancada e ficar por um tempo ajoelhada com as mãos e os braços amarrados atrás das costas. Helga ofega a respiração imaginando agora o que Rafer tem em mente e de que modo ele vai usá-la! A rola de Rafer chega a doer de tão dura em apreciar a nudez da esplendida mulher a sua mercê. Ainda mais que todo o corpo dela treme fazendo as nádegas vibrarem notadamente! Helga é deitada de lado como na posição fetal e tem lentamente seu cusinho invadido pela coluna de músculo de seu simpático e jovem algoz! Uma hora e meia depois, Jarvis vê sua infiel esposa entrar no quarto e na sua frente despir o casaquinho. Um primeiro sentimento de raiva explode em sua cabeça, pra depois a luxuria tomar conta de seus sentimentos ao ver os belos seios da esposa através dos rasgos circulares no vestido vermelho! Helga despe o vestido puxando-o por cima da cabeça e em seguida o joga na direção do rosto do corno maridinho! Quando ele retira o vestido de cima do rosto, vê o ondulante e sensual balançar das nádegas da esposa se dirigindo pro banheiro. Ele consegue outra ereção e goza com parte do vestido enrolado no pênis! Mas, havia um amante de Helga que era uma pedra em seu caminho. Ele era um ex-colega de faculdade de seu filho e tinha também dezoito anos. Apesar da pouca idade ele lhe infligia um comportamento sexual totalmente pervertido! Helga era obrigada a obedecê-lo em todas as suas taras que incluía até dela ter que trepar com outros homens indicado por ele para que tirasse alguma vantagem! Por mais estranho que pareça, Helga adorava essas situações! Embora amasse verdadeiramente Bruno e o filho e não pudesse resistir aos dois amantes negros, nenhum deles lhe fazia tanta surpresa como o sem-vergonha do Rafer! Helga sabia que este jovem canalha se apaixonara por ela e que ele esperava que ela se dedicasse só a ele. Mas, o coração de Helga somente pertencia a Bruno e ao filho. Não importava com quantos homens ela trepasse, ela nunca amaria outro homem! Rafer percebeu isto e sabia que nada podia fazer para que Helga lhe desse o mesmo amor que ela dava pro filho. Assim, desde o momento que ele teve Helga na palma da mão, ele a tratava não como uma puta, mas como uma escrava sexual! E por mais que ele pensava que a estava maltratando, mas ele perdidamente se apaixonava! De vez em quando ele lhe ordenava que viesse visitá-lo em Barra Mansa, onde estudava. Já dentro do carro dela, ele a obrigava a chupar sua torona ou de algum amigo ou professor, de quem precisasse um favor! Quase sempre nessas visitas Helga era submetida à dupla penetração e tinha que engolir esperma de mais de um! Não teve uma vez que uma suruba não tivesse terminado com ela toda lambuzada de esperma e com o cusinho e a xaninha avermelhados e inchadinhos! Helga nunca deixou Rafer perceber o quanto ela vibrava e gozava loucamente quando ele a amarrava das maneiras mais bizarras e a fodia de todas as maneiras, mas comumente a sodomizando! Essas coisas aconteciam numa cabana que ele fizera Helga alugar, exclusivamente pra isso! Ás vezes Rafer levava um convidado para também enrabá-la e ser chupado até que gozasse em sua boca! Ele a amarrava com os dois antebraços para trás e as coxas dobradas amarradas junto às pernas. Helga ficava parecendo um “frango-assado”! Em seguida a posicionava deitada de costas ou de bruços e antes de penetrá-la ele a chupava com voracidade, parando de vez em quando pra dizer o quanto a amava, o quanto adorava o seu sabor da xaninha e do cusinho! A posição que Helga chegava ao êxtase só de pensar era quando deitada de costas Rafer lhe invadia o anus e ela não podendo se mover, tinha que contrair e descontrair o músculo anal para dar vazão ao seu estado de super excitamento! Helga gozava tanto que chegava a desmaiar! Numa dessas vezes quando ela voltou a si, estava pendurada à uma certa altura que Rafer facilmente lhe penetrava o cusinho, fazendo o vai e vem como se ela fosse um pendulo! Quando a sessão acabava, Helga estava tão extenuada e dolorida que nem podia andar sozinha. Rafer a carregava para o automóvel ainda nua e a deixava no banco de trás. Durante o caminho, Helga se vestia o melhor que podia. - Será que teu filhinho gostaria de fazer essas coisas contigo? – Rafer diz isso com escárnio. - Olha... eu estou fazendo tudo o que voce me ordena...portanto, deixa meu filho fora disso. - Responde ela, fingindo indignação. - Cala a boca, piranha incestuosa! Quem chupa pau do próprio filho, não tem direito de reclamar de nada! Fico imaginando se ele não gostaria de te ver sendo enrabada por seu ex-colega de república! - Não! Não faça isso, por favor! – E dramaticamente continua – Se voce fizer isso... eu me mato! Ouviu? Eu me mato! E voce não vai ter mais essa puta aqui pra fazer o que voce gosta! - Que se foda! Se se matar, eu vendo teu corpo pros necrófilos que conheço! - Oh não! Voce não faria isso! Seria canalhice demais! - Faria sim, Helga! A não ser que voce se torne exclusivamente minha! Voce sabe que esta é a única maneira que eu mantenho minha sanidade! É colocando voce no mais baixo nível de humilhação! - Pouco adianta, Rafer! Voce só tem meu desprezo! É só meu corpo que voce fere, pois meu coração e mente estão longe de voce! - É. Eu sei... eu sei. Uma vez no quarto do hotel, ao sair do banho, ela vê Rafer sentado displicentemente e cabisbaixo como qualquer jovem frustrado com o que não consegue o que quer. Helga sente uma estranha e perversa alegria em querer torturá-lo à seu modo. Fingindo ignorar a presença dele, se despe da toalha e caminha por sua frente até a valise e apanha um creme hidratante. Ao fazer isto, se inclina exibindo toda exuberância da bunda que ele saciou-se em lhe comer cusinho horas atrás! Em seguida, ela senta-se na beira da cama e começa a passar o creme nas coxas e seios. Depois, vira-se de ladinho e passa creme em cada polpa da bela bunda durante uns bons minutos. Sem olhar pra ele, Helga sabe que é observada e ouve sua respiração se tornar mais ofegante! Chega o momento que ela se torce o máximo que pode e como se estivesse se limpando após fazer cocô, passa creme ao redor do ardido e insaciável cusinho! - Puta sem-vergonha! Depois de eu fazer tudo o que te fiz hoje à tarde...tu ainda ficas se contorcendo...se mostrando como uma puta se vendendo! Venha cá, safada! Rafer já tirou o pauzão pra fora das calças e o exibe como uma espada de músculo reluzente! A xaninha dela se baba e o cusinho se contrai e descontrai a visão daquela rolona! Mas, ela, com muito esforço, não move um músculo sequer da face, apenas levanta o olhar do que estava fazendo e o encara friamente. - Vem cá, porra! Não quero repetir mais! Helga começa a se levantar quando ele lhe ordena! - De quatro! Vem caminhando até aqui de quatro, sua vadia! E assim ela engatinha uns três metros até ficar entre as pernas de Rafer! Ele então a ergue um pouco, encaixando sua pirocona entre seus seios e lhe beija apaixonadamente! Ela tenta resistir, mas retribui o beijo, enroscando a língua na dele e sorvendo sua saliva!