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Continuando... Presa no caixote dentro da caminhonete, minha Dona só avisa que não devo fazer sujeira... Balanço a cabeça positivamente.... gosto de mostrar que sou uma égua esperta... Sinto a baba caindo nas tetas... Só não estão mais molhadas do que a minha buceta, que pinga... as coxas já estão meladas... Ela fecha a porta do Baú e logo arranca com a caminhonete... Sinto os buracos na estrada... Ela está correndo... Apesar das pancadas que a velocidade provoca do meu corpo no caixote, fico aliviada... a vontade de mijar está apertando... Além disso me lembro que estou para menstruar e tenho até a impressão de que uns jatos de mesntruação já estão descendo... Não tenho certeza disso. Não sei o que é menstruação e o que é tesão... Depois de cerca de 40 minutos, que parecem uma eternidade, o carro para, ouço o barulho da minha Dona abrindo a porteira de entrada no sítio... os cachorros latindo com a sua chegada... Mais alguns solavancos e a caminhonete pára... sei que estamos perto da entrada da casa... A vontade de mijar já está quase insuportável... meu cú dói com o plug... Parece que minha Dona me esqueceu naquele caixote... Ouço os cachorros... e sua voz brincando docemente com eles... Sei que Ela os trata com carinho e zelo... as vezes até os deixa entrar em casa, coisa que nunca permite a mim... Molhada de suor e babada, pensava que talvez minha Dona nem notasse o mijo... afinal, a cada minuto ficava mais difícil controlar a bixiga e sentia o cheiro do meu corpo... o calor no caixote, dentro do baú era quase insuportável... Quando já estava me conformando com a idéia de que não agüentaria e mijaria ali mesmo, ouvi a porta do carro batendo e minha Dona novamente ligando o motor... Desta vez o percurso foi curto... sabia que devíamos estar na cocheira... Mais uma vez a brecada violenta e o barulho da porta sendo aberta... logo a porta do baú também era aberta e minha Dona resmungava que estava cansada, que não sabia porque não havia mandado o caseiro esperar acordado... agora Ela teria que cuidar deste animal fedido pessoalmente... Logo Ela estava abrindo o caixote e mandando que eu saísse logo... Com os braços presos para trás e a violência com que Ela me puxava pelas rédeas, me desequilibro ao descer da caminhonete alta e me espatifo no chão... Sinto a terra seca grudando no meu corpo molhado de suor e logo a chibata é usada com ordens para que eu me levante logo. Ela não parece irritada. Está se divertindo com a situação e me xinga muito... num tom de voz duro: levanta animal estúpido! Já nem enxergo mais sua cor... parece um alazão malhado! Apesar de falar baixo, a chibata não é moderada... bate em minhas ancas... nas coxas... sem pena... O esforço para levantar, apanhando tanto, não permite que controle mais minha bexiga... sinto o mijo saindo: forte, grosso... fazendo barulho e molhando minhas pernas... Minha Dona bate entre elas... abre as patas, égua vagabunda! Acha que se fechando assim eu não vou perceber que está mijando, animal porco?! Abro as pernas... sei que minha Dona gosta de ver seu animal mijando... diz que assim babada, suada, mijada e suja mostro o animal que sou, um pangaré vagabundo... mas que ainda agüenta puxar bem uma carroça... Vejo que uma poça de mijo se forma entre minhas pernas... e que insetos começam a me rondar... agradeço em pensamentos por minha Dona ter me colocado o rabo antes de sairmos... balanço com força, procurando espantá-los. Ainda estava mijando e procurando balançar meu rabo quando sinto um forte puxão das rédeas. O freio quase rasga minha boca. Minha Dona parece ter pressa... abre a estrebaria e acende a luz. Examina minha boca... pensa em voz alta se tira ou não o freio: - Melhor tirar... amanhã este animal terá muito trabalho... é melhor que esteja descansado... Dizendo isso, solta as presilhas do freio e o arranca da minha boca sem nenhum cuidado... no mesmo instante pega uma corda e amarra no pescoço... _ melhor prender este animal de qualquer forma... examina o rabo, vê se está bem encaixado... a sensação da sua mão mexendo o plug, apertando minhas ancas, me faz sentir novamente um jato entre as pernas... não consigo controlar o tesão que sinto com minha Dona me apalpando assim... Ela também percebe... ri... e passa a mão entre minhas pernas... examina a secreção... – Esse animal está sangrando! Justo neste final de semana... bom... vou ter que agüentar este bicho fedendo... agora, não vou me cansar mais! Vou tomar um banho, comer alguma coisa e dormir na minha cama limpinha... Já estava quase chorando... a corda ainda balançando na frente do pescoço, o rabo ardendo, a boca seca com muita sede e já com fome... Para meu alívio vejo que minha Dona pega o balde e vai até a torneira que tem ali ao lado. Enche o balde e o coloca em cima do cocho, onde costuma me alimentar. – Bebe, animal! Acha que vou ficar esperando a noite toda?! Enfio a cara no balde e bebo com sofreguidão... lambendo, molhando a cara inteira, os cabelos... Tento beber o máximo possível e esparramar água no corpo... não sei quando terei água novamente... Ela examina meus braços, ainda amarrados para trás... – Melhor soltar... este animal não vai se atrever a usar estas patas indevidamente... Enquanto Ela solta meus braços continuo enfiando a cara no balde, mostrando que sei me comportar... que não vou esquecer que patas não seguram nada... - Muito bem... bom animal... Ela puxa a corda e a amarra bem baixo... isto faz com que eu caia deitada... de lado, como um animal... no feno... Sinto o cheiro do meu corpo misturado ao feno e ao cheiro da estrebaria. É um misto de suor, sexo, saliva e sangue... não tenho mais dúvida nenhuma de que estou menstruada e que minhas coxas já estão meladas... Sem dizer mais nada Ela vai saindo da estrebaria... tenho vontade de pedir que fique... mas sei que não posso falar e que isto poderia a afastar por todo o resto do fim de semana. Aquieto. Sinto que mesmo naquelas condições não vou demorar muito para dormir. Meu corpo está exausto e ansioso pelo amanhecer do sábado...